Canastra Real: contos EM cantos

Canastra Real: contos EM cantos

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Perspectiva processos formativos e espetáculos a partir do repertório de brincadeiras, brinquedos,

O grupo dialoga com educadores e ativistas culturais sobre os saberes próprios da infância, e de compartilhamento de repertório de brincadeiras, brinquedos, cantigas (tradicionais e do cancioneiro popular) e histórias (tradicionais, da literatura e das demais produções narrativas acessíveis na contemporaneidade). Canastra Real:
José Carlos Rêgo (Pinduka)
Luciene Souza

Músicos:
Tauã Cerqueira (pe

06/12/2024

Pé de Ouvido
histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce

Nosso espetáculo “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce”, com Luciene Souza e José Rêgo (Pinduka), volta a cartaz no Teatro Gamboa, dia 14 de dezembro (sábado), às 17h. Rendendo homenagem aos tradicionais contadores de histórias e articulando cenicamente a contação com o entoar de canções, a dupla põe de pé os contos, afirmando a riqueza narrativa das tradições ameríndia, afro-brasileira e mourisca.
Como é a oralidade que manda na cena, deixar as histórias de pé no coração de quem as ouve é o que mais importa. Para os olhos, apenas o essencial: no fundo do palco, há a “árvore dos contos”, cujas folhas parecem espiar a meninada. A ação é mínima: portando maletas de viagem, os brincantes adentram a cena versando, se abancam em tamboretes e se põe a narrar como quem distribui os frutos da referida árvore para uma degustação compartilhada... Parece pouco? Bem, as histórias versam sobre idas e vindas de gentes, bichos, plantas e seres do reino da imaginação, e são apresentadas numa pegada brincante, acolhedora do riso e da traquinagem, mas fazendo notar tristezas e agruras advindas de eventuais alianças entre ganância e inveja quando da mira a tesouros (materiais/imateriais) de outrem. Quem for bom de escuta, pode chegar que o brinquedo pede ouvidos atentos.

FICHA TÉCNICA

José Rêgo (Pinduka) | encenação, contação de histórias, brinquedos sonoros e guitalele
Luciene Souza | contação de histórias, brinquedos sonoros
Fernanda Leturiondo | produção, cenografia e figurinos
André S. Oliveira e Álvaro Dourado | desenho de luz e iluminação
Patrícia Rojas | desenho de som e sonoplastia
Bruno Aziz | arte digital

SERVIÇO:

O quê? “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce”
Quem? José Rêgo (Pinduka) e Luciene Souza [grupo Canastra Real: contos em cantos]
Onde? Teatro Gamboa
Quando? 14 de dezembro de 2024, às 17h.
Classificação etária: A partir dos 6 anos
Ingressos: Sympla e bilheteria do Teatro

Link Sympla: https://www.sympla.com.br/pe-de-ouvido-historias-de-bichos-traquinas-criaturas-malinas-e-encantados-de-agua-doce__2753747

26/11/2024

Vai ter um cadinho de Canastra Real no Congresso da UFBA 2024. A sinhá Luciene Souza e Pinduka vão partilhar parte de suas pesquisas sobre a corpOralidade lúdica em práticas culturais tradicionais, seja nos brincares das culturas da infância, seja na contação de histórias, numa mesa temática contando também com a participação de Ila Nunes e Soiane Gomes. Dia 27 de novembro, na FACOM, sala 04, das 16h às 17:30h. Segue o resumo:

Culturas Brincantes: oralidade, corpo e performatividade lúdica

As práticas culturais que emergem nas camadas populares brasileiras, historicamente subalternizadas, são a um só tempo usinas de tradição e de invenção, e costumam encruzilhar oralidade, corporeidade e performatividade lúdica. Encharcadas de teatralidade, como nos brincares próprios das infâncias e na abordagem dos contos por quem dá a eles corpo, gesto e voz; ou francamente espetaculares, como nas danças dramáticas, folguedos, ritos festivos, profissões de fé e em uma profusão de modos de artisticamente evocar/celebrar a vida, tais práticas aliançam cores, sabores, cheiros e toques de tambor, e se constituem como universidades de saberes, fazeres e jeitos de ser, dinâmicos e multifacetados. Quem opera a movência de tais práticas, entre os tempos e espaços de cada brincar, é reconhecido pelas comunidades como brincante. A mesa vai encruzilhar brincâncias vindas dos dois campos. No veio da produção espetacular, dois trabalhos ligados ao universo das quadrilhas juninas. O primeiro, de Ila Nunes, tematizando o movimento das quadrilhas estilizadas em Feira de Santana, onde os brincantes têm criado estratégias de resistência para retornar ano a ano. A ideia é divulgar os procedimentos e dispositivos criativos desenvolvidos para a sobrevivência das quadrilhas juninas estilizadas feirenses, proseando sobre as memórias de seis artistas quadrilheiros ouvidos em pesquisa de doutorado (PPGAC/UFBA), e compartilhando narrativas que versam sobre a história desse movimento junino desde o surgimento até os dias atuais. O segundo trabalho, de Soiane Gomes, vai pôr para jogo o que foi aprendido em pesquisa-ação sobre o Fórum Permanente de Quadrilhas, experiência derivada de evento acadêmico de 2019 (Proext/UFBA), e cujas atividades se mantém ativas até os dias hoje, envolvendo quadrilheiros juninos, artistas, pesquisadores e gestores públicos em torno da proposição e efetivação de políticas culturais para o segmento de quadrilhas juninas da Bahia. No veio da teatralidade, duas outras produções puxam a prosa para o lado das oralidades performativas. Numa delas, José Rêgo (Pinduka) vai partilhar um pequeno acervo de textos da oralidade lúdica das infâncias populares oferecendo-o à degustação pública: acalantos, brincos, lenga-lengas, parlendas, adivinhas, trava-línguas e quadrinhas, acompanhado de breve protocolo sobre a especificidade performativa de alguns desses textos. O referido acervo vem à baila a partir de pesquisa de doutorado (PPGAC/UFBA) e foi pensado como potencial recurso para o incremento didático-performativo dos licenciandos em Teatro, quando estes forem atuar em espaços educativos onde haja a presença de crianças. Na outra, figura o trabalho de Luciene Souza, oriundo do Grupo de Estudos e Pesquisas em Poéticas Orais (PROGEL/UEFS) e que trata da pesquisa interinstitucional “Cacimba de Histórias: vidas e saberes de contadores de histórias tradicionais de cidades do interior da Bahia”. O trabalho tem foco na organização de acervo literário, especificamente no campo das Poéticas Orais e está preocupado em investigar a constituição de intercâmbios entre os saberes tradicionais e o conhecimento acadêmico relacionados aos repertórios e à performance das tradições orais e da cultura popular. A mesa se constitui como quadrilátero, ladeado por diferentes trabalhos, mas que têm em comum o gosto pela poética popular: entoada, cantada, dançada, feita com linguagens em estado de brinquedo.

02/11/2024

Pé de Ouvido:
histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce

No domingo (10 de novembro, às 17h), no Teatro Gamboa, volta a cartaz o espetáculo “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce” do grupo Canastra Real*, com Luciene Souza e José Rêgo (Pinduka). Rendendo homenagem aos tradicionais contadores de histórias e aos que recolheram contos populares e os eternizaram na escrita, a dupla de brincantes articula cenicamente a contação de histórias e o entoar de canções, afirmando a riqueza narrativa de contos da oralidade ameríndia, afro-brasileira e mourisca.
Quem manda na cena é a oralidade e deixar as histórias de pé no coração de quem ouve é o que mais importa. Para os olhos, apenas o essencial: no fundo do palco, a “árvore dos contos”, cujas folhas parecem espiar a meninada. A ação é mínima: os brincantes adentram a cena versando a própria caminhada, arriam maletas de viagem, se abancam em tamboretes e se põe a contar aventuras e patacoadas como quem distribui os frutos da referida árvore para uma degustação compartilhada... Parece pouco? Bem, as histórias versam sobre idas e vindas de gentes, bichos, plantas e seres do reino da imaginação, e são apresentadas numa pegada acolhedora do riso e da traquinagem, mas fazendo também notar tristezas e agruras por eventuais alianças entre ganância e inveja quando da mira a tesouros (materiais/imateriais) de outrem. Quem for bom de escuta, vá lá, que o brinquedo pede ouvidos atentos.

FICHA TÉCNICA

José Rêgo (Pinduka) | encenação, contação de histórias, brinquedos sonoros e guitalele
Luciene Souza | contação de histórias, brinquedos sonoros
Fernanda Leturiondo | produção, cenografia e figurinos
Álvaro Dourado | desenho de luz e iluminação
Patrícia Rojas | desenho de som e sonoplastia
Bruno Aziz | arte digital

SERVIÇO:

O quê? “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce”
Quem? Canastra Real: contos em cantos
Onde? Teatro Gamboa
Quando? 10 de novembro de 2024, às 17h.
Classificação etária: A partir dos 6 anos
Ingressos: Sympla e bilheteria do Teatro

16/07/2024

"Pé de Ouvido:
histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce"

Nos próximos domingos (21/07) acontecem, como parte da programação de aniversário de 50 anos do Teatro Gamboa, apresentações do espetáculo “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce” do grupo Canastra Real*, com Luciene Souza e José Rêgo (Pinduka). Rendendo homenagem aos tradicionais contadores de histórias e aos pesquisadores que recolheram contos populares e os eternizaram na escrita, a dupla de brincantes articula cenicamente a contação de histórias e o entoar de canções, afirmando a riqueza narrativa de contos da oralidade ameríndia, afro-brasileira e mourisca.
Quem manda na cena é a oralidade e deixar as histórias de pé no coração de quem as ouve é o que mais importa. Para os olhos, apenas o essencial: no fundo do palco, a “árvore dos contos”, cujas folhas parecem espiar a meninada. A ação é mínima: portando antigas maletas de viagem, os contadores de histórias adentram a cena versando a própria caminhada, arriam maletas de viagem, se abancam em tamboretes e se põe a contar aventuras e patacoadas como quem distribui os frutos da referida árvore para uma degustação compartilhada... Parece pouco? Bem, as histórias versam sobre idas e vindas de gentes, bichos, plantas e seres do reino da imaginação, e são apresentadas numa pegada brincante, acolhedora do riso e da traquinagem, mas fazendo também notar as tristezas e agruras advindas de eventuais alianças entre ganância e inveja quando da mira a tesouros (materiais/imateriais) de outrem. Quem for bom de escuta, verá. Bora lá, ver?

FICHA TÉCNICA

José Rêgo (Pinduka) | encenação, contação de histórias, brinquedos sonoros e guitalele
Luciene Souza | contação de histórias, brinquedos sonoros
Fernanda Leturiondo | produção, cenografia e figurinos
Cecília Vasconcelos | desenho de luz e iluminação
Patrícia Rojas | desenho de som e sonoplastia
Bruno Aziz | arte digital

SERVIÇO:

O quê? “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce”
Quem? Canastra Real: contos em cantos
Onde? Teatro Gamboa
Quando? 21 e 28 de julho de 2024, às 17h.
Classificação etária: A partir dos 5 anos
Ingressos: Sympla e bilheteria do Teatro

16/07/2024

"Pé de Ouvido:
histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce"

Nos próximos domingos (21/07 e 28/07), como parte da programação de aniversário de 50 anos do Teatro Gamboa, vão rolar apresentações do espetáculo “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce” do grupo Canastra Real*, com Luciene Souza e José Rêgo (Pinduka). Rendendo homenagem aos tradicionais contadores de histórias e aos pesquisadores que recolheram contos populares e os eternizaram na escrita, a dupla de brincantes articula cenicamente a contação de histórias e o entoar de canções, afirmando a riqueza narrativa de contos da oralidade ameríndia, afro-brasileira e mourisca.
Quem manda na cena é a oralidade e deixar as histórias de pé no coração de quem as ouve é o que mais importa. Para os olhos, apenas o essencial: no fundo do palco, a “árvore dos contos”, cujas folhas parecem espiar a meninada. A ação é mínima: portando antigas maletas de viagem, os contadores de histórias adentram a cena versando a própria caminhada, arriam maletas de viagem, se abancam em tamboretes e se põe a contar aventuras e patacoadas como quem distribui os frutos da referida árvore para uma degustação compartilhada... Parece pouco? Bem, as histórias versam sobre idas e vindas de gentes, bichos, plantas e seres do reino da imaginação, e são apresentadas numa pegada brincante, acolhedora do riso e da traquinagem, mas fazendo também notar as tristezas e agruras advindas de eventuais alianças entre ganância e inveja quando da mira a tesouros (materiais/imateriais) de outrem. Quem for bom de escuta, verá. Bora lá, ver?

FICHA TÉCNICA

José Rêgo (Pinduka) | encenação, contação de histórias, brinquedos sonoros e guitalele
Luciene Souza | contação de histórias, brinquedos sonoros
Fernanda Leturiondo | produção, cenografia e figurinos
Cecília Vasconcelos | desenho de luz e iluminação
Patrícia Rojas | desenho de som e sonoplastia
Bruno Aziz | arte digital

SERVIÇO:

O quê? “Pé de Ouvido: histórias de bichos traquinas, criaturas malinas e encantados de água doce”
Quem? Canastra Real: contos em cantos
Onde? Teatro Gamboa
Quando? 21 e 28 de julho de 2024, às 17h.
Classificação etária: A partir dos 5 anos
Ingressos: Sympla e bilheteria do Teatro

24/10/2023

"CRIANÇA DE BOA NO GAMBOA"

Você é da realeza canastreana ou simpatizante do nosso brinquedo e não poderá assistir à última apresentação da temporada da "Toada Crianceira", dia 29 de outubro, às 11h, no Teatro Gamboa? De boa. Mas sabia que você pode fazer a infância de uma criança mais feliz?

Pois é, no mês da criança, comprando um vaucher/ingresso para o espetáculo você fortalece nosso trabalho e bota mais uma criança cirandando de boa no Gamboa!

Interessou? Então tá: basta fazer a compra antecipada via PIX, usando a chave ou link do QR Code mais abaixo.

Obs.: Após a compra, nos envie o comprovante de pagamento (direct ou zap) que ligaremos nossas bases para fazer sua oferta chegar a uma criança que não poderia pagar para assistir.

22/10/2023

"Criança de boa no Gamboa"
Bora fortalecer o brinquedo?

instagram.com

15/10/2023

Em 2023, a Canastra Real comemora 10 anos de brincância. Sim, temos muitos projetos para o futuro, mas o aniversário fez a gente passar a vista no retrovisor e acendeu a vontade de revisitar nossos brinquedos. A poucos dias, fomos ao Festival Rozê arriar nosso bailinho de carnaval (“Folia Crianceira”) para infantes de todas as idades. Agora, teremos duas sessões de nosso mais longevo e itinerante espetáculo, a “Toada Crianceira: cancioneiro brincante da infância” no Teatro Gamboa Nova .
(22 e 29 de outubro, às 11h).

Constituído a partir do cancioneiro na forma de acalantos, brincos, lenga-lengas, parlendas, trava-línguas, tangolomangos, rodas de verso e afins, a Toada é uma carta-convite para a vivência compartilhada de um repertório que diz respeito às crianças, mas também aos adultos que as estiverem acompanhando. Estamos cientes de que ser criança é algo natural, mas miramos a experiência da infância como algo cultural, tradição e usina de invenção, herança e esperança, algo que se pode aprender e ensinar.
Então tá, essa menina! Então tá, esse menino! Esperamos você para cirandar com a gente, com a infância em riste, nos ajudando a espalhar a notícia de que há essa dimensão humana, milenar e planetária, que precisa ser vivida pra ser confirmada.

05/10/2023

A Canastra Real segue nas comemorações do mês de Outubro ao lado do Festival Rozê de São Joaquim.

Com a sua Folia Crianceira, o grupo vai fazer a festa e convidar os que visitam o Festival para brincar o Carnaval das Infâncias.

Você não pode faltar!




20/09/2023

Faz dez anos que José Rêgo (Pinduka) e Luciene Souza aliançaram vontades de beleza e criaram a Canastra Real: contos em cantos [pedra cantada pela menina Lica]. Sendo artistas docentes, as primeiras produções (2013) foram aulas-espetáculo com diferentes motes criativos, arriadas em universidades, seminários, congressos, simpósios, jornadas pedagógicas e festas literárias.

Mais adiante, a dimensão performativa ficou saliente [a chegada da menina Fernanda Leturiondo amplificou a saliência rs], espetáculos ganharam corpo [“Era uma vez... três” (2014), “Poética Taluda: cantos, poemas e contos para gente grande” (2015), “O amor e sua ruma de modos” (2016), “Toada Crianceira: cancioneiro brincante da infância” (2016), “C@ntinhos: narracantos de meninar” (2020), “Retrós n°1: narracantos de meninar” (2021), “Folia Crianceira: o baile do cancioneiro para pipocar” (2022), e traquinaram pelos palcos da cidade... de outras paragens baianas, nordestinas, brasileiras (o mundo que nos aguarde rs).

A trupe de músicos e artistas que acompanhou/acompanha nossa itinerância brincante é sortida e sabida: Berta Pitanga, Marcos Bezerra, Josi Freitas, Nilton Azevedo, Ricardo Costa, Patrícia Rojas, Cerqueira (in memoriam), Pitty Ferreira, Tauã Cerqueira, Abner Bueno, Bruno Santos, Danilo Scaldaferri, Fernanda Pimenta, Ana Antar, Rafaela Moreira, Ferna Almeida, Fred Alvin, Pedro Souza, Ricardo Sans... essa lista ainda vai crescer bastante.

As pessoas amigas que colaram desde sempre e fortaleceram o brinquedo são muitas, não cabendo no limite de caracteres permitido aqui rs. São elas as principais convidadas para nosso espetáculo comemorativo de uma década de brincância: “A Canastra é Dez!”, na CASA PRETA, dia 30 de setembro, 19:30h. Se você está lendo esse textão até agora, provavelmente é uma delas. Bora lá, essa menina? Bora lá, esse menino? Então tá. Em breve anunciaremos o link para a compra de ingressos.

P.S.: Caso resida em outra cidade, não possa vir, mas queira fortalecer o Real da Canastra rs, pode fazer um PIX utilizando nosso CNPJ 21.148.613/0001-40. Agradecemos e enviamos, desde já, saudações brincantes.

Photos from Canastra Real: contos EM cantos's post 05/02/2023

Correndo trecho para entoar belezas em outras paragens...

06/01/2023

Está aberta a temporada de Jornadas Pedagógicas de 2023 e mais uma vez a Canastra Real vai correr trecho com sua aula-espetáculo JORNADA POÉTICA. Há dez anos estamos propondo que esse momento de abertura dos trabalhos pelas Secretarias Municipais de Educação se dê na aliança ética-estética, que a reflexão seja atravessada pela fruição e vice-versa. Se a sua rede está pedindo uma ciranda de saberes com alegria, inteligência e sensibilidade: liga nóiz! (chama no DM)

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