O Mundo de Peu

O Mundo de Peu Posts exclusivos e atuais sobre o mundo do autismo, com ideias, dicas e estratégias para melhorar a qualidade de vida das pessoas com TEA.

"Quantas vezes nos encontramos desejando ser aceitos pela sociedade, evitando qualquer coisa que nos faça parecer difere...
02/07/2023

"Quantas vezes nos encontramos desejando ser aceitos pela sociedade, evitando qualquer coisa que nos faça parecer diferentes? Por que será que tememos tanto as diferenças? Acredito que parte disso vem do medo do desconhecido, da sensação de desconforto quando as coisas fogem do que estamos acostumados.

As pessoas autistas são verdadeiramente singulares em sua forma de se comunicar, processar informações, interagir e experimentar o mundo. Houve um tempo em que essas diferenças também me assustavam, até que, através do convívio diário com meu filho, aprendi a enxergar toda a beleza e valorizar cada peculiaridade dele. Seu olhar curioso, suas reações genuinamente inocentes, seu sorriso sincero, sua alegria contagiante e até mesmo sua expressão de medo. Percebi que estava diante de um ser humano único, alguém que não apenas necessitava do nosso apoio, mas também da aceitação de todos ao seu redor.

Quando finalmente deixei de temer o desconhecido e abracei a essência do meu filho, comecei a enxergar suas diferenças não como fraquezas, mas como perspectivas distintas e maneiras peculiares de experimentar o mundo. Aceitar essas perspectivas me permitiu redefini-las não como algo a temer, mas como forças e dons que, quando apoiados, não apenas beneficiaram sua vida, mas também enriqueceram a minha.

Percebi que causamos mais danos ao tentar mudar nossos filhos do que ao simplesmente apoiá-los. Antes de eliminar a diferença, devemos observar e ouvi-la para entender o seu verdadeiro valor. É importante buscar primeiro o lado positivo, para então ressignificar a diferença. Minha experiência mostra que muitas dessas diferenças são verdadeiros presentes capazes de aprimorar nossa própria perspectiva do mundo.

Portanto, resistir ao desejo de sufocar ou mudar a diferença apenas porque não a entendemos é essencial. Devemos nos esforçar para identificar o valor em nossos filhos, validá-los e oferecer-lhes todo o apoio necessário. Você ficará surpreso ao ver como uma "erva daninha" percebida pode se transformar em uma bela árvore, cheia de vida e singularidade!"

Quer saber mais sobre as experiências inspiradoras e os desafios enfrentados por pessoas no espectro autista? Descubra histórias emocionantes, dicas práticas e recursos úteis em nosso blog dedicado ao autismo. Junte-se a nós nessa jornada de compreensão e aceitação. Clique no link www.omundodepeu.blog.br e embarque nessa incrível aventura de conhecimento e sensibilidade. Vamos aprender juntos sobre o autismo e promover uma sociedade mais inclusiva e acolhedora. 💙🌟

Pais, escolas e profissionais geralmente se concentram em um "modelo de déficit" de autismo. Eles são muitas vezes tão f...
18/02/2020

Pais, escolas e profissionais geralmente se concentram em um "modelo de déficit" de autismo. Eles são muitas vezes tão focados em "tratar" os déficits da criança que não reconhecem os pontos fortes e dons que a criança possa ter.

A maioria dos critérios diagnósticos para o autismo é formado por uma lista de déficits ou sintomas, todos eles têm conotações negativas. Infelizmente para a criança, o apoio que damos é muitas vezes baseado em mudar a criança e moldá-la para um padrão que não se encaixa na sua própria natureza. Com o fracasso da criança nesse modelo, ela é constantemente colocada como deficiente, danificada ou incompetente.

Quando a criança não consegue atender as demandas, ela pode sentir-se muito ansiosa, insegura e com baixa autoestima. Em vez de nos concentrarmos em como a criança é e ajudá-la a desenvolver seus pontos fortes, muitas vezes nos concentramos naquilo que a criança não é e no que queremos que ela seja. Esperamos que, mudando seu comportamento ou moldando-a para agir de acordo com um determinado roteiro, possamos curar o "autismo". .

Cada criança apresenta um conjunto de pontos fortes e fracos, com um conjunto de interesses, talentos e dons. Quando esses talentos e forças naturais são apoiados e estimulados, elas se tornarão pessoas naturalmente capazes. Nós passamos tanto tempo forçando as crianças a se encaixarem em um perfil que não corresponde a elas que ignoramos e suprimimos a sua verdadeira essência. Esta essência é o que a criança naturalmente se tornará se apoiada em vez de ser mudada. .

Se nos concentrarmos menos nas fraquezas e mais no desenvolvimento de forças, ajudamos a criança a construir uma forte confiança e autoestima, desenvolvendo um forte senso de identidade.

Todas as crianças têm o desejo de se sentirem seguras, aceitas e capazes.Todos os seres humanos são motivados pelo domínio, sucesso e eventos que desenvolvem nossos pontos fortes e interesses.Quando as crianças se sentem valorizadas pelo que são, ao invés do como gostaríamos que elas fossem, elas se desenvolvem e crescem.

Dr. Ross Greene, autor de A Criança Explosiva (2010), entra em detalhes sobre como usar sua abordagem colaborativa na re...
18/02/2020

Dr. Ross Greene, autor de A Criança Explosiva (2010), entra em detalhes sobre como usar sua abordagem colaborativa na resolução de problemas dos pais de crianças rígidas/inflexíveis. Neste livro, ele afirma que a maioria dos problemas não decorrem da criança ser rígida/inflexível, os maiores problemas surgem quando uma criança rígida/inflexível se encontra com um adulto rígido/inflexível.

Ross Greene toma a posição de que as crianças fazem o melhor que podem, dada a situação em que se encontram e suas habilidades atuais para lidar com ela. Isto pressupõe que se uma criança está agindo de forma muito rígida, então há uma boa chance de que ela não tenha as habilidades necessárias para lidar com a situação em que está sendo colocada. Isso pode ocorrer, devido a problemas sensoriais, cognitivos, sociais e emocionais.

Nestas situações, o adulto deve primeiro observar o que precisa mudar nas exigências feitas para melhor corresponder as habilidades da criança, em seguida, fornecer uma assistência adicional para apoiá-la na situação e, eventualmente, ensinar lhe melhores habilidades para lidar com as expectativas.
Esta suposição geralmente significa que a responsabilidade pela mudança começa com o adulto, antes dele esperar que a criança mude. Sei que isso é difícil para muitos de nós aceitar. Quando a criança está agindo de forma inflexível, nós instintivamente tendemos a colocar a culpa nela e não nas demandas.

Quanto mais rígida e inflexível a criança for, mais paciente, compreensivo e compassivo o adulto deve ser. Entendo que é mais fácil falar do que fazer. Passei por isso muitas vezes. Contudo, precisamos primeiro ouvir e entender antes de exigir que a criança mude. Precisamos primeiro olhar para o que está acontecendo de errado na situação e quais as mudanças que precisamos fazer.

A criança tem as ferramentas sensoriais, cognitivas, sociais, emocionais e comportamentais para atender às nossas expectativas? Que mudanças eu preciso fazer? Existe auxílio extra que eu poderia dar? Ou talvez eu devesse apenas validar os sentimentos da criança de incerteza, medo e frustração antes de apoiá-los?

Dr. Barry Prizant está de volta para responder as perguntas mais frequentes que fazem a ele em suas palestras. Que fazer...
12/11/2019

Dr. Barry Prizant está de volta para responder as perguntas mais frequentes que fazem a ele em suas palestras. Que fazer para suportar os olhares de estranhos quando uma criança exibe um comportamento anormal em público?

R: Quase todos os pais e irmãos de uma criança com autismo enfrentam essa realidade em um momento ou outro. Mesmo profissionais e cuidadores experimentam de maneira diferente. Uma criança tem uma crise no supermercado, mexe os dedos na frente do olhos, começa a pular sem motivo aparente, comenta abertamente sobre o corte de cabelo de um vizinho, se choca bruscamente com um estranho sem se desculpar, ou se espalha ao redor do auditório durante uma reunião da escola. Os pais se perguntam: devo explicar? O que eu deveria dizer? Tenho a obrigação de compartilhar o diagnóstico do meu filho? Ou talvez isso esteja realmente errado?

Nesse momento, um pai pode sentir uma onda de emoções: embaraço, confusão, desafio, raiva, tristeza. Alguns pais se movem bastante naturalmente para explicar e educar, enquanto outros são muito mais privados e reticentes ou não vêem o valor de compartilhar essas informações.

Uma mãe enérgica e criativa me disse que desenvolveu um sistema de quatro níveis para tais situações, oferecendo explicações que variam dependendo do relacionamento do indivíduo com seu filho e a família, e a probabilidade de encontrarem a pessoa com regularidade. Passando os cards aqui em baixo você poderá ler as explicações para cada um dos níveis e ficar mais tranquilo na próxima vez que vir uma cara de reprovação.

Ah! Uma outra abordagem criativa que muitas famílias usam no lugar de explicar é usar camisetas e outras roupas com logotipos e nomes de organizações de autismo. Se os estranhos forem observadores o suficiente para percebê-los, eles irão fazer menos perguntas e ainda podem aprender algo sobre o autismo apenas observando como os membros da família interagirem.


Para entender a mente de uma criança ou adulto que é completamente não verbal, sem linguagem oral ou escrita, você deve ...
07/11/2019

Para entender a mente de uma criança ou adulto que é completamente não verbal, sem linguagem oral ou escrita, você deve deixar o mundo de pensar em palavras. Isso pode ser bastante desafiante para muitas pessoas. Nossa sociedade funciona através da palavra falada. Para a maioria das pessoas, as palavras são sua "língua nativa". É difícil para elas saírem dessa maneira muito básica de se relacionar e imaginar outra coisa.

Como sociedade, equiparamos a inteligência com a linguagem. Pessoas inteligentes são pessoas verbais. As pessoas verbais que podem se expressar melhor são assumidas como sendo as mais inteligentes. As pessoas que não podem usar a linguagem bem são percebidas como idiotas. Não costumamos parar e questionar se as habilidades motoras orais, em vez de inteligência, podem estar causando a deficiência da linguagem. Não, fazemos exatamente o oposto e quase instantaneamente julgamos a pessoa não verbal como sendo mentalmente prejudicada. "Pobre cara, ele não pode falar."

E, em nossas mentes, continuamos com o pensamento mais prejudicial de todos: ele não deve ter nada a dizer. .
Isso é muito verdadeiro dentro da comunidade do autismo. Assumimos que aqueles que não são verbais, especialmente crianças que não foram verbais desde o nascimento, têm habilidades cognitivas reduzidas ou limitadas.

É hora de repensar os indivíduos não verbais com autismo e perceber que as noções preconcebidas que usamos para se relacionar e educar essa população nos últimos 20 anos estão erradas. Felizmente, muitos profissionais da comunidade do autismo estão chegando à essa conclusão, e a pesquisa tem demonstrado as habilidades ocultas dessa população.

Pouco a pouco, esses autistas estão diminuindo a noção de que não poder falar significa não ter nada a dizer. Através do aumento do uso de dispositivos de comunicação aumentativa e alternativa, estamos descobrindo que muitas crianças com autismo ensinaram a si próprias a ler. Esses indivíduos estão conscientes do que se passa ao redor e aprenderam muito mais do que os pais e os professores imaginam. São seus corpos que não funcionam, não suas mentes.

A fim de ajudarmos nossos filhos e nós mesmos, temos que deixar de lado nossos preconceitos e os julgamentos dos outros....
04/11/2019

A fim de ajudarmos nossos filhos e nós mesmos, temos que deixar de lado nossos preconceitos e os julgamentos dos outros. Tal atitude nos levará a uma maior compreensão do autismo, e com tal entendimento vem perspectiva, paz e progresso em nossas próprias vidas, bem como nas vidas dos nossos filhos.

Todos nós temos que aprender como ajudar, aceitar e amar a criança como ela é, independente do grau de desenvolvimento do autismo que ela apresenta. Só então poderemos aprender como encontrar a felicidade com os nossos filhos e com nós mesmos.

Embora nós enfrentemos muitas lutas como pais do autismo, e, embora a maior parte de nossa vida não esteja sob nosso controle, é nossa obrigação reduzir parte do sofrimento que experimentamos diariamente. Podemos fazer isso lembrando de cuidar de nós mesmos, descobrindo formas para nos divertirmos mais com os nossos filhos, nutrindo nossos casamentos, e, mais importante, mudando nossas atitudes sobre o autismo.


Pessoa autista ou pessoa com autismo? Identidade primeiro ou primeiro a pessoa? As palavras são ferramentas poderosas qu...
03/11/2019

Pessoa autista ou pessoa com autismo? Identidade primeiro ou primeiro a pessoa? As palavras são ferramentas poderosas que influenciam e desenvolvem qualquer conversa.
Tem havido um movimento crescente, principalmente entre pessoas neurotípicas, alegando que o termo autista é ofensivo e deve ser evitado. Elas acreditam que dizer "pessoa com autismo" coloca a pessoa antes do transtorno e enfatiza que o autismo é apenas parte de quem elas são.

Por outro lado, estudos entre pessoas do espectro repetidamente mostram que elas freqüentemente preferem “autistas”. Os resultados de uma pesquisa revelaram que 56% preferiam “pessoas autistas”, 25% preferem “pessoas com autismo”, e 19% usavam ambos. Elas seriam pessoas completamente diferentes sem autismo, então é quem elas são e sempre serão, não apenas algo que elas têm.

Elas vêem isso como um traço de caráter como qualquer outro, como loira, engraçada ou atlética. Assim como você não pode separar alguém da cor dos olhos, também é impossível separar alguém do autismo. Quando alguém diz que é diabético, ninguém assume que ele não seja nada mais do que diabetes. Uma pessoa disse: "Pessoa com autismo" soa como se eu o carregasse como uma mochila, em vez de ser parte integrante de mim.

Uma nota importante é que as pessoas de ambos os lados desta questão estão tentando enfatizar o valor da pessoa. Então, qual devemos usar em nossa cultura atual? Embora a expressão “pessoa autista” pareça ser o padrão para a maioria das pessoas no espectro, a pesquisa acima mostra que ainda existem aqueles que preferem a terminologia pessoal. Aqui no perfil propositadamente uso ambos os termos em respeito às duas visões.

Quando falamos de uma pessoa alta ou de uma pessoa morena, não acreditamos que esses adjetivos sejam a única característica definidora do indivíduo. Se você for olhar no dicionário verá a definição de autista como "relacionado ou afetado pelo autismo". Portanto, uma pessoa autista é uma pessoa com autismo. Eles significam a mesma coisa.

Não há motivo para ser ofendido por um ou outro. No entanto, se você conhece alguém que tenha preferência em usar algum deles, então seja gentil e use-o.

Dr. Barry Prizant está de volta para responder as perguntas mais frequentes que fazem a ele em suas palestras. Que fazer...
02/11/2019

Dr. Barry Prizant está de volta para responder as perguntas mais frequentes que fazem a ele em suas palestras. Que fazer para suportar os olhares de estranhos quando uma criança exibe um comportamento anormal em público?

R: Quase todos os pais e irmãos de uma criança com autismo enfrentam essa realidade em um momento ou outro. Mesmo profissionais e cuidadores experimentam de maneira diferente. Uma criança tem uma crise no supermercado, mexe os dedos na frente do olhos, começa a pular sem motivo aparente, comenta abertamente sobre o corte de cabelo de um vizinho, se choca bruscamente com um estranho sem se desculpar, ou se espalha ao redor do auditório durante uma reunião da escola. Os pais se perguntam: devo explicar? O que eu deveria dizer? Tenho a obrigação de compartilhar o diagnóstico do meu filho? Ou talvez isso esteja realmente errado?

Nesse momento, um pai pode sentir uma onda de emoções: embaraço, confusão, desafio, raiva, tristeza. Alguns pais se movem bastante naturalmente para explicar e educar, enquanto outros são muito mais privados e reticentes ou não vêem o valor de compartilhar essas informações.

Uma mãe enérgica e criativa me disse que desenvolveu um sistema de quatro níveis para tais situações, oferecendo explicações que variam dependendo do relacionamento do indivíduo com seu filho e a família, e a probabilidade de encontrarem a pessoa com regularidade. Passando os cards aqui em cima você poderá ler as explicações para cada um dos níveis e ficar mais tranquilo na próxima vez que vir uma cara de reprovação.

Ah! Uma outra abordagem criativa que muitas famílias usam no lugar de explicar é usar camisetas e outras roupas com logotipos e nomes de organizações de autismo. Se os estranhos forem observadores o suficiente para percebê-los, eles irão fazer menos perguntas e ainda podem aprender algo sobre o autismo apenas observando como os membros da família interagirem.


Mais uma pergunta para o Dr. Barry M. Prizant responder pra gente. “É útil pensar nessa divulgação não como um veredicto...
01/11/2019

Mais uma pergunta para o Dr. Barry M. Prizant responder pra gente. “É útil pensar nessa divulgação não como um veredicto, mas como um processo, que varia para cada família e cada indivíduo - não uma revelação instantânea, mas uma discussão que acontece durante semanas, meses ou mesmo anos. Como algumas crianças com autismo ganham consciência social, começam a se sentir diferentes dos seus colegas e lutam para entender por que eles acham algumas situações e encontros tão desafiadores. Outros, antes de conhecer seu diagnóstico, questionam suas próprias inteligências e habilidades, assumindo que deve haver algo errado. "Eu sou louco?", Um garoto repetidamente perguntava a sua mãe.

Muitos pais hesitam em compartilhar o diagnóstico com seus filhos, ou mesmo se opõem fortemente a fazê-lo, temendo que colocar um rótulo na criança seja, de alguma forma, limitador ou sentindo (corretamente) que a criança é muito mais importante do que uma palavra pode demonstrar.

Nunca conheci uma pessoa com autismo que sentiu ao ser informado sobre o diagnóstico - ou se tornar consciente disso ao longo do tempo - uma experiência negativa ou prejudicial. Com certeza, a ficha cai aos poucos. Alguns começam a entender de repente o motivos de suas dificuldades, sentindo até alívio, já que suas lutas enfim tinham uma explicação.

Outros descrevem como a divulgação imediatamente mudou suas vidas para melhor, marcando um novo começo: "Eu finalmente entendi a mim mesmo". Quando é o melhor momento para comentar o problema? Certamente, quando uma criança começa a expressar que ela se sente diferente de seus amigos, ou questiona por que ela tem tanta dificuldade com coisas que parecem chegar facilmente a outros, é preciso conversar sobre isso. Quando uma criança ou adolescente faz observações autodepreciativas e sua autoestima sofre, é importante discutir o diagnóstico. Se uma criança se tornar vítima de provocações ou bullying, a divulgação pode ajudá-la a entender a dinâmica social. Divulgar o diagnóstico é um passo essencial para a autoconsciência, levando a uma vida mais feliz e mais promissora.” ⠀
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As pessoas no espectro geralmente se sentem fora de lugar na sociedade, apesar do fato de que a comunidade do autismo es...
31/10/2019

As pessoas no espectro geralmente se sentem fora de lugar na sociedade, apesar do fato de que a comunidade do autismo esteja crescendo rapidamente. Elas às vezes usam a frase "vivendo no planeta errado" para descrever como se sentem em relação ao seu lugar no mundo. Elas se parecem com outras pessoas, mas agem de forma diferente. Os que são verbais falam a mesma língua e ainda lutam para se comunicar. As tentativas de se misturar geralmente não são bem-sucedidas. Isso pode tornar a vida diária exaustiva. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
“Se você conhece uma pessoa com autismo, conhece uma pessoa com autismo.” Essa é uma frase comum usada na comunidade do autismo porque cada pessoa tem sua própria personalidade, pontos fortes e fracos, gostos e desgostos etc. de maneiras diferentes, assim como temos nossas próprias impressões digitais únicas. Cada pessoa é um indivíduo insubstituível se tem autismo ou não. Se você quer entender alguém com autismo, a educação é um ótimo começo, mas você também precisa conhecê-los pessoalmente.


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