10/07/2015
✿ Entre vivas e suaves transgressões, aconteceu no dia 7, no Forte do Barbalho, a Oficina , realizada no âmbito das ações do Bahia Criativa e ministrada por Alice Barreto, da Rede Nômade. Foi um alvoroço! Foi uma alegria. Foi uma vitória. Vamos ver isso em 6 pequenas partes? clique aqui http://ow.ly/PsSbL
1. Falar em transgressões é um jeito de dizer da energia que mobilizou, em tarefas de ajustes de última hora, toda a equipe e - o que é muito especial ;-) - os participantes da oficina. Foram ajustes de facilitação. Foram necessidades do improviso. Mais importante é que o time do Bahia Criativa, impecável, nos deu em tudo o seu melhor apoio e que, no rebuliço todo - que até parecia ser já um primeiro exercício pra toda a galera, como se fosse um teste pro espírito colaborativo que ali nos aproximou - a mobilização coletiva foi vencedora.
2. Era a manhã do dia 7. Na noite anterior, no dia 6, cada qual mergulhou num sono de expectativas embaladas no que se tecia, ainda silencioso, em sonho que se revelaria comum, apenas chegasse a nova manhã. E a forma do seis é como um mergulho de cabeça na vida, com as oportunidades e os obstáculos que ela nos oferece. Dia seguinte, nos rebuliços de arrumar coisas, uma vitória da colaboração, no ânimo do trabalho coletivo. Depois foram as trocas, entre palavras e gestos, os fluxos de gente em conexão. Nas pequenas coisas se enxergam outras, maiores. Ou são já as pequeninas cenas do quotidiano uma esplêndida riqueza, apenas carecendo de que as consideremos na maravilha de sua grandeza...
3. Falar em transgressões é também, vamos acrescentar, um jeito de dizer que um mergulho coletivo na vida da cidade - um mergulho de cabeças pensantes & corações desejantes -, é imersão em caminhos na criação do comum, necessário e vivo, alegre e coletivo: uma cidade criativa como espaço da coletividade e como ambiente propício a ainda mais e mais criações.
4. O dia começou assim. E começou também em torno de uma grande mesa de café da manhã pro qual cada qual contribuiu, numa fartura de solidariedade, colorida e saborosa. Foi a começando a ser habitada, ali mesmo naquele Forte do Barbalho, pelo forte sentimento de comunhão, pelo alimento e pelos desejos partillhados, desejos de criar, coletivamente - mentes e corações - cidades que o futuro e já o presente nos solicitam, cidades da gente pra gente, cidades vitais e vitalizantes, cidades do viver comum, cidades para pessoas (Y)
5. "A cidade somos nós. Nos somos a cidade", disse Barreto, relembrando o microcosmo de uma Oficina em que, animadíssimas nessa disposição, as pessoas participantes demonstraram vivamente os seus desejos de atuar por um sonho que não se sonha só, porque, se somos a cidade, é mesmo muito nosso, de tod@s nós, o sonho de uma ;-)
6. E o dia terminou com uma ritualização desses desejos e sonhos coletivos ali expressos, uma queima de papelitos em que eles foram registrados, mas sem o risco de os perdermos, porque eles nos habitam muito intimamente e agora mesmo estão vivos nas conversas que vamos tendo aqui, em nossa .
✿ , Alice trará aqui outros relatos sobre a Oficina Cidades Criativas, apresentando alguns temas que foram ali tratados. E em breve - - acontece mais uma edição do evento (Y) Ficamos conectados, juntos, fazendo a rede :-D