08/06/2026
🔹 Produtividade ou sintoma? A psicanálise observa que, para muitos sujeitos, o trabalho deixa de ser uma escolha e passa a funcionar como sustentação da própria existência. Sem o movimento constante, emerge uma pergunta difícil: quem sou eu para além do que faço? Quando a pausa produz angústia no lugar do descanso, algo merece atenção. Existe algo de você que permanece mesmo quando você não está produzindo? 🔹
22/05/2026
Gratidão a todos que estiveram presentes no II Encontro do Curso Ateliê em Psicanálise, realizado na UNINASSAU!
Foi um encontro cheio de trocas e aprofundamentos. Mergulhamos nos textos freudianos “O Sentido do Sintoma” e “Sobre o Início do Tratamento” e abrimos espaço para uma discussao rica sobre a atuação clínica da psicanálise na atualidade.
Cada encontro é uma oportunidade de, mais uma vez, repensar a escuta, o sujeito e o inconsciente. Que possamos continuar construindo juntos esse espaço de estudo e reflexão.
Até o próximo encontro! ❤️
13/04/2026
O saber não se transmite sem corpo: ele se encarna na experiência, no encontro e na escuta.
É nesse ponto que nasce o Ateliê Clínico em Psicanálise, um espaço vivo de elaboração, onde a teoria não se fecha sobre si mesma, mas se coloca em trabalho na prática clínica. Uma proposta que sustenta a articulação entre o que se estuda e o que se escuta, entre o conceito e o caso, entre o saber e o sujeito.
Fruto da parceria entre o Pulsinal e a UNINASSAU, este ateliê se dirige especialmente a estudantes de Psicologia e ex-alunos Uninasaau e Pulsional que desejam sustentar um percurso de formação comprometido com a ética da psicanálise.
Mais do que aprender, trata-se de implicar-se.
📅 Início: 25 de abril de 2026
⏰ Horário: 08h às 12h
📍 UNINASSAU Pituba – Salvador/BA
🎓 Certificado de 16h
⚠️ Vagas limitadas
Condução: Cleberson Alves e Fátima Dias
As inscrições já estão abertas. Acesse o link na bio e venha sustentar esse espaço de escuta, construção e elaboração clínica.
🔗 https://l1nk.dev/h4f0bc2
Salvador UNINASSAU:
02/04/2026
Tem coisas que não começaram como normais… mas foram sendo repetidas até parecerem parte de quem você é.
O problema não é só o que você sente. É quando você para de estranhar o que sente!
Na psicanálise, isso tem um nome silencioso: aquilo que se repete sem ser questionado… se instala.
E o que se instala, governa.
Você começa a viver no modo sobrevivência, mas chama de “fase” “correria” “vida adulta”
Só que existe uma diferença importante:
👉 nem tudo que é comum é saudável
👉 nem tudo que você aguenta, você deveria sustentar
Talvez o que esteja te fazendo mal hoje não seja algo novo… seja algo que você já aprendeu a não olhar.
E é aí que começa o trabalho real: não de “se consertar”… mas de se escutar de verdade.
Porque quando você escuta, você começa a diferenciar: o que é seu… e o que você só aprendeu a suportar.
Se esse conteúdo fez sentido pra você, talvez não seja por acaso.
Siga o Instituto Pulsional e aprofunde sua escuta. 📱
09/03/2026
Hoje se fala muito sobre “eu me escolho” “priorizar a si mesmo” “se colocar em primeiro lugar”
E, claro, existe algo importante nisso: aprender a se respeitar, reconhecer limites e não aceitar qualquer tipo de relação.
Mas a psicanálise nos convida a olhar para um ponto mais profundo.
Nem todo discurso de autocuidado é, de fato, maturidade emocional.
Às vezes, ele também pode ser uma forma sofisticada de evitar o risco que todo vínculo exige.
Porque se implicar em uma relação significa lidar com frustração, diferença, conflito, negociação… Significa sair do lugar confortável de quem só protege a própria imagem.
Em muitos casos, o “eu me escolho” não é escolha.
É defesa. Maturidade emocional não é simplesmente se retirar quando algo incomoda.
É também ter a capacidade de sustentar encontros, atravessar desconfortos e se responsabilizar pelo que se constrói com o outro.
Nem sempre é sobre se escolher.
Às vezes, é sobre não fugir dos vínculos!