NEP GREG - Núcleo de Estudos e Pesquisas de Gênero, Raça/Etnia e Geração

NEP GREG - Núcleo de Estudos e Pesquisas de Gênero, Raça/Etnia e Geração

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Núcleo de Estudos e Pesquisas de Gênero, Raça/Etnia e Geração - Fundado em 2009 no âmbito do I

As atividades do NEP GREG visam primordialmente o fomento e contributo à constituição de uma postura investigativa, de clara direção social, como parte do exercício profissional de cada categoria participante. Neste sentido, toma os recortes de Gênero, Raça/Etnia e Geração como temáticas que, na realidade brasileira, são elementos determinantes, que devem ser elencados em análises de conjunturas e

16/10/2024

QUINTAS DAS DIVERSIDADES é um projeto da disciplina IPSC93 Diversidade étnico-racial e de gênero no contexto dos direitos humanos que acontece todas as quintas-feiras das 13h50 às 17h30. Neste contexto, implementamos o projeto QUINTAS DAS DIVERSIDADES em 2021 que acontecia de forma online (https://www.youtube.com/). Neste momento, estamos inaugurando esta atividade de forma presencial, e contamos com a presença da comunidade UFBA interessada.
Nesta quinta-feira 17 de outubro contaremos com a presença de EDNA MARIA SANTOS ROLAND

20/05/2024

Convite aberto para o Seminário: “PSICOLOGIA SOCIAL DO TRABALHO E O TRABALHO DOMÉSTICO”, que ocorrerá de forma online no dia 24-05, das 14:50 às 18:30.
Este é um evento vinculado às disciplinas IPSE07 TE EXTENSÃO II: SERVIÇO SOCIAL E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA (graduação em Serviço Social da UFBA) tem como conteúdo RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DE GÊNERO E O TRABALHO DOMÉSTICO: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS (pós-graduação em Serviço Social da UFBA).
Contaremos com as partilhas potentes de pesquisadores (as) da área da psicologia do trabalho.
Link para as inscrições: https://docs.google.com/.../1-Lme96BhFrGIysfDAaZei6Ii90Z.../
Este evento também será transmitido pelo canal https://www.youtube.com/.../streams

21/04/2024

Convite aberto para o Seminário: “COM A PALAVRA AS TRABALHADORAS DOMÉSTICAS: OS AVANÇOS E BLOQUEIOS RUMO A SINDICALIZAÇÃO”, que ocorrerá de forma online no dia 26/4, das 14:00 às 18:00, em comemoração ao dia das Trabalhadoras Domésticas.
Este é um evento vinculado às disciplinas IPSE07 TE EXTENSÃO II: SERVIÇO SOCIAL E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA (graduação em Serviço Social da UFBA) tem como conteúdo RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DE GÊNERO E O TRABALHO DOMÉSTICO: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS (pós-graduação em Serviço Social da UFBA).
Contaremos com as partilhas potentes de trabalhadoras domésticas sindicalizadas e não sindicalizadas, colocando em foco as questões da classe e trazendo suas realidades em pauta.
Link para as inscrições: https://docs.google.com/forms/d/1-Lme96BhFrGIysfDAaZei6Ii90ZjBWBHrBcla4EjA1c/
Este evento também será transmitido pelo canal https://www.youtube.com//streams

13/04/2024

PASSANDO PARA AGRADECER POR LEMBRAREM DE MEU ANIVERSÁRIO. MUITÍSSIMO OBRIGADA!!!

Foi Um Ano Muito Bom
It Was A Very Good Year
https://www.letras.mus.br/frank-sinatra/36444/traducao.html

Quando eu tinha dezessete anos
When I was seventeen
Foi um ano muito bom
It was a very good year
Foi um ano muito bom para as meninas de cidades pequenas
It was a very good year for small town girls
E suaves noites de verão
And soft summer nights
Nos escondíamos das luzes
We'd hide from the lights
No campo da cidade
On the village green
Quando eu tinha dezessete anos
When I was seventeen
Quando eu tinha 21 anos
When I was twenty-one
Foi um ano muito bom
It was a very good year
Foi um ano muito bom para as meninas da cidade
It was a very good year for city girls
Que viviam no andar de cima
Who lived up the stair
Com cabelos perfumados
With all that perfumed hair
E isso foi desfeito
And it came undone
Quando eu tinha 21 anos
When I was twenty-one
Quando eu tinha 35 anos
When I was thirty-five
Foi um ano muito bom
It was a very good year
Foi um ano muito bom para as meninas de sangue azul
It was a very good year for blue-blooded girls
De meios independentes
Of independent means
Passeávamos em limousines
We'd ride in limousines
Seus motoristas dirigiam
Their chauffeurs would drive
Quando eu tinha 35 anos
When I was thirty-five
Mas agora os dias passam rápido
But now the days grow short
Estou no outono do ano
I'm in the autumn of the year
Agora penso em minha vida como um vinho vintage
And now I think of my life as vintage wine
De bons e velhos barris
From fine old kegs
Cheios até as bordas
From the brim to the dregs
E ela se derramou nítida e docemente
And it poured sweet and clear
Foi um ano muito bom
It was a very good year
Foi uma confusão de bons anos
It was a mess of good years
Mas quando eu tinha 17 anos os dias não eram tão bons. Minha saúde física emocional era precária. A única coisa forte era o meu caráter, as vezes reacionário e conservador, num misto revolucionário. Talvez fosse como um amigo ousa me chamar hoje: a MADRE SUPERIORA. De minha parte, acredito ser injusto. Vejo-me como flexível, todavia, não podemos perder, a vergonha na cara. Talvez, porque meu pai me dissera sempre: “PODEMOS PERDER TUDO, MENOS A VERGONHA NA CARA”. Fui embalada com os mantras fortes: força, coragem, disciplina e altivez. Isso soava como uma obrigação. LEVANTE A CABEÇA E, ENFRENTE A VIDA, dizia a mamãe. “QUEM GOSTA DE DENTES É DENTISTA, PORQUE DEPENDE DELES PARA VIVER, VOCÊ NÃO PRECISA RIR PARA NINGUÉM E NINGUÉM PRECISA RIR PARA VOCÊ” dizia meu pai; talvez porque fosse eu uma criança, uma adolescente, uma mulher negra.
Mas gostaria de agradecer os meus dezessetes anos. Eu tinha a minha família feliz na sua precariedade financeira: entre os cardápios nucleados pelos ovos: ora à poche com ervilhas e molho de tomate, omeletes de forno, fritos e cozidos. Na verdade, poder reclamar do cardápio era a maior felicidade. O único que não reclamava de nada, apenas, comia era Jose Noedir, o Di, meu amado irmão. Ele, também, não está mais aqui.
Todxs diziam não aguento mais chuchu, a vagem orelha de padre, polenta com frango, o bucho, e uma espécie de xixim de bofé que até virava recheio de torta. A massa era boa, o recheio que parecia indigno à época. Entretanto, tudo era feito com muito amor, meu querido e amado pai preparava as vezes o jantar com tanto esmero, que podíamos falar, rir e envolta da mesa, e, impedi-lo de colocar mais comida em nosso prato. Brigávamos, às vezes, não pelo melhor pedaço, mas pela asa do frango, e, até mesmo pelo pé. Eram anos bons. (IT WAS A VERY GOOD YEAR). Hoje eu sinto falta do bolo e suflê de chuchu, adoro as sardinhas fritas e como ovos quase diariamente com gemas nem dura, nem mole. Ovos me reportam ao acolhimento de um tempo feliz. Como faço o seu ovo, minha querida? Não tenho hoje para quem responder.
Quando eu tinha dezessete anos eu me pus cabisbaixa, andava curvada, acentuando minha cifose, escoliose e lordose, mas eu tinha a amada vizinha Dona Noemia que era muito fofoqueira, porém o que importa aqui é o amor. Eu a amava com todos os seus defeitos, pois sua maior qualidade era me amar. Então a me zelar gritava: Elisabete endireita a costa. Pareço ouvi-la na voz de minha amiga Marina a dizer de forma autoritária: endireita a costa, compre uma cadeira descente e vá para academia.
Nessa época não frequentava mais a nossa casa meu irmão Luís Carlos e sua família, mas, ainda, dançávamos e cantávamos e buscávamos juntos a felicidade. Riamos das palhaçadas e comportamento engraçado do meu cunhado Waldemar.
Acredito, haver adoecido pela abrupta ausência de Luís Carlos, e, relembrar àquela conjuntura me provoca dores no peito e no corpo até os dias de hoje. Acalentava-me o carinho sempre presente de minha Ia (minha amada irmã Maria), o cuidado aborrecido e crítico da Tata, o sorriso e o despojamento da bela Inês. Minha irmã Thereza sempre a me oferecer uma comidinha como forma de demonstrar carinho. Foi a época que assaltei o armário de meu pai, mas adquiri alguns ternos antigos de meu cunhado Antônio Pedro, com certeza eles foram concedidos pela minha irmã Thereza. Ficava elegante o terno azul marinho da década de 60 com blusas de sedas vermelhas presenteadas pelas patroas de minha mãe. Azul marinho é a minha cor preferida. Apresentava-me sempre elegante com as roupas reformadas e doadas pelas patroas.
Quando tinha dezessete anos também tinha a minha vizinha Dona Cida que me apresentou o centro de Umbanda e o caboclo Pena Branca, e, também avó Sabrina que dissera que eu iria sarar e passaria a comer tudo que quisesse. Ela me levou neste Centro de Umbanda escondido de meu pai.
Mas eu fui criada no espiritismo e, aos 17 anos eu dava suporte aos domingos ao Gabriel Paron. Ser espírita me ajudou chegar até aqui, aos 61 anos com uma certa resiliência e muita fé em Deus e na vida. Neste convívio estive presente com Helena Paron e amiga de minha mãe e minha amiga Lair Paron.
Lembro de Heraldo Paron nós passamos pelos processos de desenvolvimento espiritual na mesma época. Ambos, adolescentes. Íamos juntos aos sábados: eu, mamãe, papai, Dª Fina e Seu Pedro Paron
Assim, aos 61 anos estou no outono de minha vida (I'M IN THE AUTUMN OF THE YEAR) não me parece que dará tempo para realizar muitos projetos. Mas terei tempo de ficar mais feliz. Os dias são mais rápidos. Parece ser um tempo de se reconciliar com o passado, e, faxinar diariamente o coração. Quero celebrar o amor e a liberdade, e, seguir agradecendo a vida.
O que diria a adolescente Elisabete Aparecida Pinto para a quase idosa Elisabete? Talvez, ela dissesse: Olá senhora!!! Valeu a pena, pois tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Você preservou o seu coração, agora trate de lhe dar mais alegria, e, pensar mais em você. Nós, 17, 21 e 35 você estava lutando, chegou aos 61 lutando. Agora aprecie a vida. Feliz Aniversário.
Agradeço a todxs que celebraram comigo este momento. Muitíssimo obrigada

12/04/2024

PREZADXS COLEGXS PROFESSORES, TÉCNICOS E ESTUDANTES DE SÃO LÁZARO
MOBILIZA SÃO LÁZARO é uma comissão formada por algumas professoras do curso de Serviço Social. Especificamente, esta iniciativa está sendo organizada pelas professoras: Ângela Ernestina, Beth Borges, Elisabete Aparecida Pinto, Geyse Miranda, Josimara Delgado, Larisse Brito, Samira Safadi
Estamos realizando este convite com objetivo de fortalecer os laços da comunidade de São Lázaro diante da conjuntura política nacional e local que envolve as questões educacionais, enfatizando, aqui, o ensino superior. Nosso ponto de pauta são:
1. Analisar a conjuntura nacional e local, realizando um balanço das mobilizações que ocorrem em todo Brasil na busca de melhores condições gerais de trabalho.
2. A situação do CAMPUS São Lázaro
3. Preparação da Assembleia da APUB que ocorrerá no dia 25 de abril
Para tanto, estamos convidando a Comissão de Mobilização constituída pelas principais frentes sindicais dos profissionais do ensino superior
Esperamos que MOBILIZA SÃO LÁZARO se expanda como um movimento agregador em defesa, sobretudo, das melhores condições trabalho deste Campus
Boa reunião para todxs nós

04/04/2024

2ª aula das disciplinas
DIA – 05 DE ABRIL
Horário das 14:50 às 18:30
Para acessar a sala
Link - https://forms.gle/YgPz8USXmxTxVF6m7

IPSE07 TE EXTENSÃO II: SERVIÇO SOCIAL E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA (graduação)
PPGSS0038 - TÓPICOS ESPECIAIS EM TRABALHO PROFISSIONAL (pós-graduação)

RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DE GÊNERO E O TRABALHO DOMÉSTICO: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS

2ª AULA – A HISTÓRIA DO TRABALHO DOMÉSTICO NO BRASIL: REFLEXÕES HISTÓRICAS

19/03/2024

HOJE TEM SESSÃO DE CINEMA!!!

17/03/2024

AULA MAGNA ABERTURA SEMESTRE 2024.1
SEMINÁRIO - REFLEXÕES SOBRE A PALESTINA

O Instituto de Psicologia (UFBA), a Faculdade de Direito (UFBA) e a APUB (SINDICATO DOS/AS PROFESSORES/AS DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DA BAHIA) têm o prazer de convidar para a abertura das atividades do semestre de 2024, com o seminário REFLEXÕES SOBRE A PALESTINA
A Universidade Federal da Bahia não pode passar ao largo dos conflitos que ferem os princípios da dignidade humana, defendida na declaração dos Direitos Humanos. É nosso dever recusar toda forma de opressão e violência. Dessa forma, convidamos toda a comunidade UFBA para este debate, levando em consideração as conjunturas históricas, econômicas, políticas e sociais que alimentam este terrível conflito.
Link para inscrição: https://forms.gle/KQVsXm3HqBf3N42q9

Dia 21 de março -Transmissão online
https://www.youtube.com/c/PROGRAMAUNIVERSIDADEMULTICULTURAL
9h: MESA: A HISTÓRIA DA COLONIZAÇÃO E RESISTÊNCIA PALESTINA
Mediadora: Nádia Husein
COLONIZAÇÃO DA PALESTINA: DADOS HISTÓRICOS – Prof. Dr. Edison Bisso Cruxen (UNIPAMPA)
DIREITOS HUMANOS NA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL – Prof. Dr. Mário Jorge Philocreon de Castro Lima (Faculdade de Direito-UFBA)

17/03/2024

AULA MAGNA ABERTURA SEMESTRE 2024.1
SEMINÁRIO - REFLEXÕES SOBRE A PALESTINA

O Instituto de Psicologia (UFBA), a Faculdade de Direito (UFBA) e a APUB (SINDICATO DOS/AS PROFESSORES/AS DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DA BAHIA) têm o prazer de convidar para a abertura das atividades do semestre de 2024, com o seminário REFLEXÕES SOBRE A PALESTINA
A Universidade Federal da Bahia não pode passar ao largo dos conflitos que ferem os princípios da dignidade humana, defendida na declaração dos Direitos Humanos. É nosso dever recusar toda forma de opressão e violência. Dessa forma, convidamos toda a comunidade UFBA para este debate, levando em consideração as conjunturas históricas, econômicas, políticas e sociais que alimentam este terrível conflito.
Link para inscrição: https://forms.gle/KQVsXm3HqBf3N42q9

Dia 20 de março - CINEMA DA UFBA
Local: Av. Reitor Miguel Calmon, s/n, PAC Vale do - Canela, Salvador
18h30: Abertura oficial
19h - 20:30h: Exibição do documentário Nascido em Gaza.
Direção e Roteiro: Hernán Zin
20h30: Debate com Muntaser Khalil (UFBA) e Nádia Husein (mulher palestina, mãe, advogada e sócia do Circuito de Cinema Saladearte)

Dia 21 de março -Transmissão online
https://www.youtube.com/c/PROGRAMAUNIVERSIDADEMULTICULTURAL
9h: MESA: A HISTÓRIA DA COLONIZAÇÃO E RESISTÊNCIA PALESTINA
Mediadora: Nádia Husein
COLONIZAÇÃO DA PALESTINA: DADOS HISTÓRICOS – Prof. Dr. Edison Bisso Cruxen (UNIPAMPA)
DIREITOS HUMANOS NA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL – Prof. Dr. Mário Jorge Philocreon de Castro Lima (Faculdade de Direito-UFBA)

Dia 22 de março – Instituto de Psicologia UFBA
Local – Auditório do PASL 1 - R. Prof. Aristides Novis, 197 - Federação, Salvador
14h: MESA: A TRAGÉDIA PALESTINA COMO FRACASSO DA POLÍTICA INTERNACIONAL
Mediador: Prof. Dr. Júlio Cesar de Sá Rocha (Faculdade de Direito-UFBA)
A COLONIZAÇÃO NEOLIBERAL DE JERUSALÉM – Prof. Dr. Bruno Huberman (PUC-SP)
O PAPEL DO BRASIL NOS CONFLITOS INTERNACIONAIS – Diplomata Celso de Arruda França - Representante do Itamaraty

07/03/2024

RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DE GÊNERO E O TRABALHO DOMÉSTICO: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS
Inscrição - 06/03 à 15/03
Link - https://forms.gle/YgPz8USXmxTxVF6m7
Aulas online - datas: 15 e 29 de março, 12 e 26 de abril, 10 e 24 de maio, 07 e 21 de junho; 05 e 12 de julho.
Aulas práticas para elaboração de projetos: 22 de março; 05 e 19 de abril; 03, 17 e 31 maio; 14 e 28 de junho
Esta disciplina se implementa a partir da linha de pesquisa Relações Raciais e de Gênero no âmbito do trabalho e das profissões: focalizando as facetas do emprego doméstico em diversos contextos culturais (dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/1027305319193943401008) vinculada ao Núcleo de Pesquisas Gênero, Raça/Etnia e Geração - (NEPGREG), bem como vincula-se a CÁTEDRA UNIVERSIDADE INTERCULTURAL PLURIEPISTÊMICA E MULTIÉTNICA-RACIAL. Focalizaremos a partir da interdisciplinaridade o trabalho doméstico verificando como as diversas áreas do conhecimento humano, historicamente, têm abordado teórica e praticamente esta modalidade de trabalho, tendo como base o modo de produção capitalista. Importante, neste sentido, verificar as transformações ocorridas nas esferas das identidades individuais e coletivas dessas profissionais nacional e internacionalmente, na busca dos direitos humanos, sociais e trabalhistas.
OBJETIVOS GERAIS
Desenvolver uma disciplina em forma de AÇÃO CURRICULAR EM COMUNIDADE E EM SOCIEDADE (ACCS) envolvendo pesquisadores nacionais e internacionais, sindicatos das trabalhadoras domésticas, organizações governamentais e não governamentais, visando à pesquisa e intervenção junto às trabalhadoras domésticas
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Discutir a perspectiva histórica do trabalho doméstico
● Discutir a funcionalidade das diversas áreas do conhecimento como direito, psicologia e serviço social na sua vinculação com o trabalho doméstico
● Possibilitar aos cursistas o conhecimento da legislação básica que subsidia as relações trabalhistas
● Conhecer os contextos históricos e étnico-socioeconômico-político-culturais que envolvem o trabalho doméstico a partir da narrativa e interpretação dos próprios sujeitos envolvidos;
● Analisar as políticas sociais voltadas paras as trabalhadoras domésticas, sob a ótica dos direitos humanos, tendo em vista sua aplicabilidade, junto as trabalhadoras organizadas e não organizadas em sindicatos;
● Conhecer o processo de luta e resistência das trabalhadoras domésticas no que tange à violação/efetivação dos direitos;
● Compreender como as trabalhadoras domésticas, seus filhos e filhas acessam à universidade e enfrentam os desafios do ambiente acadêmico;
● Discutir as normas técnicas específicas para a realização do trabalho doméstico;
● Discutir o racismo estrutural e as políticas públicas para a população negra e trabalhadora doméstica;
● Formar os gestores, professores, técnicos e discentes das universidades parceiras;
● Produzir conhecimento acerca das temáticas debatidas nos cursos;
Esta é uma disciplina que ocorrerá de forma hibrida. Teremos aula online e atividades com as comunidades específicas, visando discutir a temática do trabalho doméstico.
As aulas teóricas ocorreram online nos dias: 15 e 29 de março, 12 e 26 de abril, 10 e 24 de maio, 07 e 21 de junho; 05 e 12 de julho.
As aulas práticas e elaboração dos projetos de intervenção: 22 de março; 05 e 19 de abril; 03, 17 e 31 maio; 14 e 28 de junho.
PARCEIROS: Na parceria para este feito temos Ufob, UFVASP, UNEB e MPT-SP.
link - https://forms.gle/YgPz8USXmxTxVF6m7

Direitos Humanos e as Familias LGBTQIA+ 17/10/2023

TÍTULO: DIREITOS HUMANOS DA POPULAÇÃO DA LGBTQIA+

EMENTA:

Este curso se constrói no âmbito das ações afirmativas numa parceria entre Núcleo de Estágio de Serviço Social da UFBA e a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos SJDH, através do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT da Bahia CPDD-LGBT/executado pela Instituição Beneficente Conceição Macedo/IBCM, visando dar respostas contundentes e profícuas às situações institucionais que envolvem principalmente práticas lgbtfóbicas, racistas e sexistas junto aos demandatarios dos serviços públicos, visando, ainda dar subsídios aos profissionais que atendem essa população nos diversos serviços. Desta forma, a ementa deste curso invoca temas conhecidos ressignificados num amplo e novo debate e enfoque. Discutiremos assim o impacto da história dos movimentos LGBTQIA+, a homossexualidade no imaginário social e nos processos civilizatórios e indenitários. Abordaremos temas conceituais como homossexualidade, Lesbianidade,Bissexualidade,Travestilidade entre outros. Daremos destaque a organização das famílias homoafetivas, interseccionalidades (negros, indígenas, quilombolas, pobres, periféricos e g**s). Daremos ênfase à produção sobre lgbtfobia e saúde mental. O sofrimento ético-político: inclusão perversa e humilhação, raça/racismo no contexto das ciências e profissões voltadas ao atendimento à saúde mental. A organização da população LGBTQIA+, a intervenção à saúde mental e o aprendizado sobre o grupo “Linguagem e Memórias Emancipatórias”.

Direitos Humanos e as Familias LGBTQIA+ Curso de Extensão Direitos Humanos da População LGBTQIAPN+17/10/23 às 14hs

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