Instituto de Musica Pentagrama

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Archie Shepp - U -Jamaa 24/05/2026

(🗽🇺🇸🎹🎷♫♪ ░H░A░P░P░Y░🎁💥🎂💥 ░B░I░R░T░H░D░A░Y░*♪♫•*¨*"Archie Shepp (Fort Lauderdale, (idade 88 🥳 anos)(24 de Maio de 1937) é um saxofonista tenor, norte-americano, de jazz, do estilo hard bop, free jazz e avant-garde. Shepp é mais conhecido pela sua música Afrocêntrica do fim dos anos 1960, centrada na denúncia das injustiças enfrentadas pelos afro-americanos, e pelo seu trabalho com o New York Contemporary Five, Horace Parlan, e as colaborações com os seus contemporâneos do movimento "New Thing" (à letra, "Coisa Nova") principalmente Cecil Taylor e John Coltrane. Archie Shepp
nasceu em Fort Lauderdale, Florida, mas cresceu em Filadélfia, Pennsylvania, onde estudou piano, clarinete e saxofone alto antes de se focar no saxofone tenor (ocasionalmente toca saxofone soprano e piano). Estudou teatro no Goddard College entre 1955 e 1959, mas acabou por se tornar musico profissionalmente. Por um curto período tocou numa banda de Latin jazz antes de se juntar ao grupo do pianista avant-garde Cecil Taylor.
A primeira gravação de Shepp, sob o seu próprio nome, "Archie Shepp - Bill Dixon Quartet" foi publicada pela Savoy Records em 1962, e apresentava uma composição de Ornette Coleman. A ligação com Coleman aumenta com a criação do New York Contemporary Five, que incluia Don Cherry.
Entretanto o apreço que lhe tinha John Coltrane, conduziu-o à realização de gravações para a Impulse Records, a primeira das quais foi "Four for Trane" em 1964, um album principalmente de composições de Coltrane no qual é acompanhado pelo seu amigo trombonista de longa data, Roswell Rudd, baixista Reggie Workman e o saxofonista alto John Tchicai. O album Giant Steps, de 1960, tinha sido um do mais conhecidos de Coltrane, e possivelmente um dos mais importantes albuns da história do Jazz. Shepp participou também na sessão de Coltrane "A Love Supreme no fim de 1964, mas nenhum dos takes em que participou foi incluido no LP final (foram disponibilizadas pela primeira vez apenas na reedição de 2002). Contudo, Shepp, juntamente com Tchicai e alguns outros musicos das sessões "Four for Trane" gravaram então Ascension em 1965, com Coltrane, e o seu lugar com Coltrane na primeira linha de cena do jazz avant-garde epitomizada quando a dupla dividiu o disco New Thing at Newport lançado em finais de 1965, o primeiro lado com um "set" de Coltrane, e o segundo com um "set" de Shepp.
Em 1965, Shepp lançou "Fire Music", que incluia os primeiros sinais cada vez mais proeminente consciência politica e afrocentrismo; incluia a leitura de uma elegia para Malcolm X, e o próprio titulo é derivado de um tradição musical cerimonial africana. "The Magic of Ju-Ju" em 1967 também vai buscar o seu título à tradição musical africana, mas desta vez a música mergulhou totalmente na música do continente, utilizando um grupo de percussão africano. Nessa altura, muitos músicos de jazz Afro-americanos estavam a ser influenciados pelas várias tradições culturais e musicais do continente Africano; a par de Pharoah Sanders, Shepp esteve na frente deste movimento. "The Magic of Ju-Ju" definiu o som de Shepp para os anos seguintes: linhas de saxofone free jazz avant-garde ligadas com os ritmos e ideologias de Africa.
Na década seguinte Shepp continuou o experimentalismo, incluindo por várias vezes músicos de harmónica e recitadores de poesia nos seus grupos. Com o album de 1972 "Attica Blues" e "The Cry of My People", clama pelos direitos civis identificando-se com o Movimento dos Direitos Civis; o primeiro album é uma resposta aos motins da prisão de Attica. Shepp também escreve para teatro; os seu trabalhos nesta àrea incluem The Communist (1965) e Lady Day: A Musical Tragedy (1972). Ambos foram produzidos por Robert Kalfin e o Chelsea Theater Center.
A partir de 1971, Shepp inicia uma carreira de 30-year como professor de música na "University of Massachusetts - Amherst". Os dois primeiros cursos de Shepp's foram intitulados "Conceitos revolucionários na música afro-americana" ("Revolutionary Concepts in African-American Music") e "A música negra no teatro" ("Black Musician in the Theater.") Shepp foi também professor de Estudos afro-americanos na "State University of New York" (SUNY) em Buffalo, Nova York.
Desde os finais da década de 1970, a carreira de Shepp oscilou entre vários antigos e novos territórios. Continuou a explorar a música africana, enquanto gravava também blues, baladas, e espirituais (no album de 1977 "Goin' Home" com Horace Parlan) ou gravou tributos a figuras de um jazz mais tradicional como Charlie Parker e Sidney Bechet, enquanto noutras alturas mergulhava no R&B, ou gravava com vários músicos europeus como Jasper van't Hof, Tchangodei e Dresch Mihály. Desde o início da década de 1990, tocou frequentemente com o trompetista francês Eric Le Lann. Shepp é destacado no documentário de 1981 "Imagine the Sound" no qual fala, lê a sua poesia e toca. Shepp também aparece em "Mystery, Mr. Ra", um documentário francês de 1984 acerca de Sun Ra. O filme também inclui imagens de Shepp tocando com a Sun Ra's Arkestra.
Em 2002, Shepp aparece no album "Red Hot and Riot" da Red Hot Organization, de tributo a Fela Kuti. Shepp apareceu numa faixa intitulada "No Agreement" ao lado de Res, Tony Allen, Ray Lema, Baaba Maal, e Positive Black Soul. Em 2004 Archie Shepp fundou a sua própria editora musical, "Archieball", juntamente com Monette Berthomier. A editora está situada em Paris, França, e apresenta colaborações com Monica Passos, Bernard Lubat e Frank Cassenti.

Archie Shepp - U -Jamaa Archie Shepp - U-Jamaa...........................................Wilbur Little (March 5, 1928 – Parmele, North Carolina – May 4, 1987 - Amsterdam) was an A...

Elmore James - Topic 24/05/2026

(🗽🇺🇸🎸🎙️Há exato em (24 de maio de 1963) partia 🏴 Elmore James (aos 45 anos)(Black, 27 de janeiro de em Chicago, Illinois vítima de um ataque cardíaco), foi um influente guitarrista, cantor e compositor de blues de vanguarda, amplamente reconhecido como o "Rei da Guitarra Slide" (ou guitarra bottleneck) e um dos grandes pioneiros do blues elétrico de Chicago. Seu estilo inovador, caracterizado por um som de guitarra distorcido e uma voz apaixonada que rompia os limites da histeria, transformou o panorama musical do período pós-guerra e lançou as bases para o desenvolvimento do hard rock. Começou a fazer música aos 12 anos com instrumentos caseiros, tocando uma única nota. Aprendeu lições rústicas com Robert Johnson e aperfeiçoou sua técnica misturando o blues do Delta com a tecnologia. Foi um dos primeiros músicos a modificar plugs e amplificadores para reduzir a distorção intencional em uma guitarra elétrica. Elmore James foi introduzido no Hall da Fama da Blues Foundation em 1980 e no Hall da Fama do Rock and Roll em 1988. Todo guitarrista que usa um slide atualmente tem uma ligação direta com ele. Seu trabalho foi profundamente inspirado por grandes ícones do rock como Jimi Hendrix (que originalmente se chamava "Jimmy James" em sua homenagem), Brian Jones dos Rolling Stones, Duane Allman, Eric Clapton e Fleetwood Mac.

Elmore James - Topic 39K likes, 342 comments. "Dust My Broom"

Tina Turner & Eros Ramazzotti - Cose Della Vita - Live Munich (1998) 24/05/2026

(🗽🇺🇸🎙️•♫♪ Há exato em (24 de maio de 2023) TINA TURNER 🌹
foi uma cantora, compositora e atriz americana-suíça Anna Mae Bullock, conhecida pela sua carreira solo de sucesso. Ela morreu em maio de 2023, aos 83 anos, de causas não reveladas. 🇺🇸🇨🇭🏴
Nascida em Brownsville, Tennessee, Turner começou a cantar na infância, mas sua carreira começou junto ao Ike Turner's Kings Of Rhythm em 1957. Sob o nome de Little Ann, ela apareceu em seu primeiro compacto, "Boxtop", em 1958, e em 1960 estreou como Tina Turner com o hit single "A Fool In Love", dueto com Ike. A dupla Ike & Tina Turner se tornou "uma das apresentações ao vivo mais formidáveis ​​da história" e lançaram sucessos como "It's Gonna Work Out Fine", "River Deep – Mountain High", "Proud Mary" e "Nutbush City Limits" antes de se separarem em 1976.
Na década de 1980, Turner lançou relançou sua carreira e seu álbum multi-platina Private Dancer (1984) continha o hit "What's Love Got To Do With It", que ganhou o prêmio Grammy de Gravação do Ano e se tornou sua primeira e única música #1 na Billboard Hot 100 -- aos 44 anos, ela era a artista solo feminina mais velha a chegar ao topo da principal parada americana de singles. Seu sucesso nas paradas continuou "Better Be Good To Me", "Typical Male", uma regravação de "Proud Mary", entre muitos outros singles, e em 1988,l estabeleceu um então recorde mundial do Guinness para o maior público pagante (180 mil pessoas) para um artista solo.
Em 2009, Turner se aposentou após completar sua turnê Tina!: 50th Anniversary Tour, tendo lançado 10 álbuns de estúdio somente em carreira solo e vendido mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, sendo é um dos artistas mais vendidos de todos os tempos. Ela recebeu 12 prêmios Grammy e também atuou nos filmes Tommy (1975), Mad Max Beyond Thunderdome (1985) e Last Action Hero (1993). Em 2013, foi naturalizada como cidadã suíça, vivendo na cidade de Küsnacht por 30 anos até seu falecimento, em maio de 2023, de causas não reveladas.
Birthday ://youtu.be/ko7qunEkmzE?si=WGSDM6JOeeBHImhn

Tina Turner & Eros Ramazzotti - Cose Della Vita - Live Munich (1998) http://tinaturnerblog.com🌎 Visit: http://tinaturnerblog.com📸 Ins...

GodsGirls.com is Closed... 24/05/2026

(🗽🇺🇸🎸🎙️♫♪ Há exato em (24 de maio de 2010) partia 🏴 PAUL GRAY
Paul Dedrick Gray Des Moines, foi um baixista estadunidense, conhecido por tocar na banda de nu metal Slipknot, seu número era o
Slipknot, A**l Blast, Brenna Gray (esposa)
Paul foi o co-fundador do Slipknot junto com Shawn e Anders (ex-vocalista), sendo o único dos integrantes da banda que anteriormente não morava no estado de Iowa.
Tocou também em bandas como Vexx, Body Pit, A**l Blast e Inveigh Catharsis, fazendo também uma pequena participação no The Havenots.
Paul nasceu em Los Angeles, Califórnia, pouco antes da sua família mudar-se para Des Moines, Iowa. Em sua juventude, Gray realizava trabalhos em bandas como A**l Blast, Vexx, Body Pit e Inveigh Catharsi.
Emprestando seu talento como baixista da banda, Gray também cantou como vocal de apoio em canções selecionadas do Slipknot que realizaram ao vivo, entre elas "Spit It Out", "Get This", "People = S**t", "Disasterpiece", "Three Nil", "Pulse Of The Maggots", "Before I Forget" e "Psychosocial", normalmente quando a voz do vocalista Corey Taylor tornou-se muito seca, cansada ou rouca. Fora do Slipknot, Gray tocou como baixista para Unida durante a sua tour 2003, apareceu na Drop Dead e Gorgeous, fez uma breve turnê com Reggie e apareceu no Roadrunner United project, realizando no baixo "The Enemy" e "Baptized in the Redemption" no projeto do álbum The All-Star Sessions.
Em Junho de 2003, Gray foi preso por dirigir sob a influência de dr**as. Criou-se polémica entre os fãs do Slipknot quando surgiram a partir do incidente, com a exceção de Corey Taylor e o guitarrista James Root, fotografias dos membros da banda sem máscara, o que era bastante raro
Paul Gray morreu em 24 de maio de 2010 com 38 anos. Foi encontrado por um empregado no dia 24 de maio, num quarto do Hotel Urbandale. as 10h30 da manhã. Paul Gray, deixou então viúva a sua mulher Brenna Gray, modelo da GodsGirls.com, grávida de 5 meses do músico.
Quando morreu, era um dos três fundadores da banda Slipknot ainda na banda, e o único que tinha mantido o seu papel original na banda devido à mudança do Clown da bateria para percussão personalizada.
Em 25 de maio de 2010, a banda realizou uma entrevista coletiva formal:
“ A única forma de resumir Paul Gray, é o amor. Tudo o que ele fez, ele fez pelos que estavam ao seu redor. Não importando se ele te conhecia ou não. E foi isso o que ele deixou para nós. O amor absoluto. ”
“ Ele era o tipo de pessoa que queria que tudo corresse bem e que todos se concentrassem na banda. Ele era um ótimo amigo e uma ótima pessoa. Sua falta vai ser sentida e o mundo vai ser um lugar diferente sem ele
“ Ele era uma pessoa incrível e eu apenas quero que as pessoas se lembrem dele dessa maneira. Nossa filha vai lembrar dele pelo jeito que ele era ”
A causa da morte foi declarada como overdose acidental. Foi encontrado um nível fatal de morfina e fentanil em seu sangue, mas tendo sido descartada a hipótese de suicídio.
Em 2012 Daniel Baldi, médico de Paul Gray, foi acusado de homicídio culposo por seu envolvimento em oito mortes, incluindo a de Gray. As acusações são de receitar quantidades elevadas de analgésicos para pessoas que mais tarde morreriam, mesmo com indicação por familiares e amigos que os pacientes estariam abusando das medicações. Baldi apresentou-se em setembro de 2012 ao tribunal de Polk Country.
A música Flat Lace de Sid Wilson foi escrita para Paul Gray. No final de cada show do Memorial World Tour os membros do Slipknot, em tributo a Paul Gray, ficavam ao lado de uma imagem dele enquanto a música Till We Die tocava ao fundo. O quinto álbum de estúdio da banda, .5: The Gray Chapter, lançado em 2014, foi nomeado em sua homenagem.
Gray usava fitas ao redor de sua cabeça para a sua máscara. Mais tarde, ele mudou para uma suína de Halloween, essa foi a máscara que ele usou para o Self-Titled da época. Essa máscara representava sua personalidade indulgente. A próxima máscara foi utilizada para o Iowa, a máscara tem olhos escuros e buracos, mantém o mesmo nariz. No entanto, a boca está faltando. Sua terceira máscara é uma máscara que tem barras metálicas na área da boca, juntamente com uma bala no buraco feito decoração. Ela também tem uma rachadura decorado a ela. Gray utilizou essa para o presente Vol. 3: (The Subliminal Verses). Sua máscara mais recente para o All Hope Is Gone era cinza, com barras de ferro como sua terceira máscara anterior, mas as barras estão alinhadas e a bala no buraco e decorações foram removidas. Sua máscara era feita de couro e costuradahttps://youtu.be/T1q9Ub7y52g?si=h5SZIvlPwUzcWxZd

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Patti Labelle: Noochie’s Live From The Front Porch 24/05/2026

(🗽🇺🇸🎙️♫♪ ░H░A░P░P░Y░🎁💥🎂💥 ░B░I░R░T░H░D░A░Y░*♪♫•*¨*"PATTI LABELLE! (idade 82 🎁 anos)(24 de maio de 1944) Patti começou sua carreira no início da década de 1960 como vocalista principal do grupo Patti LaBelle and the Bluebelles.
Após a mudança de nome do grupo para Labelle no início da década de 1970, elas lançaram a icônica música disco "Lady Marmalade" e, posteriormente, o grupo se tornou o primeiro grupo vocal afro-americano a estampar a capa da revista Rolling Stone.
Após a separação do grupo em 1976, LaBelle iniciou uma bem-sucedida carreira solo, começando com seu aclamado álbum de estreia, que incluía a música que definiria sua carreira, "You Are My Friend". LaBelle se tornou uma estrela solo de sucesso em 1984, após o sucesso dos singles "If Only You Knew", "New Attitude" e "Stir It Up", com os dois últimos alcançando o público pop e se tornando presença constante nas rádios.
Patti começou sua carreira no mainstream em 1960 como vocalista principal de "The Bluebelles". Menos de dois anos depois, em 1986, LaBelle alcançou o sucesso com o álbum número um, Winner in You, e o single número um em dueto, "On My Own", com Michael McDonald.
LaBelle acabou ganhando um Grammy em 1992 na categoria Melhor Performance Vocal Feminina de R&B por seu álbum de 1991, Burnin', seguido por um segundo Grammy pelo álbum ao vivo Live! One Night Only. Seus álbuns da década de 1990, Burnin', Gems (1994) e Flame (1997), mantiveram sua popularidade entre o público jovem de R&B ao longo da década.
Após o lançamento de dois álbuns solo com recepção moderada no início do novo milênio, ela se reuniu com suas companheiras da banda Labelle para o álbum Back to Now, seguido por uma breve turnê promocional bem-sucedida. O sucesso de LaBelle se estendeu à sua carreira como atriz, com um papel notável no filme A Soldier's Story e em séries de TV como A Different World e American Horror Story: Freak Show. Em 1992, LaBelle estrelou sua própria sitcom na TV, Out All Night. Uma década depois, LaBelle apresentou seu próprio programa de estilo de vida na TV, Living It Up with Patti LaBelle, no canal TV One. Em 2015, LaBelle participou da competição de dança Dancing with the Stars.
Em uma carreira que abrange cinquenta anos, ela vendeu mais de 50 milhões de discos em todo o mundo.
LaBelle foi incluída no Hall da Fama do Grammy, na Calçada da Fama de Hollywood, no Hall da Fama do Teatro Apollo e no Hall da Fama dos Compositores. Em 2005, o World Music Awards reconheceu seus anos no ramo da música, concedendo-lhe o Prêmio Lenda. LaBelle foi incluída na lista dos 100 Maiores Cantores da Rolling Stone. LaBelle é comumente identificada como a "Madrinha do Soul".LaBelle é uma soprano dramática e é conhecida por seu poder vocal, extensão e interpretação emocional. Ela também tem um bolo chamado "Patti LaBelle's Fancy Cake".

Patti Labelle: Noochie’s Live From The Front Porch Subscribe to the channel: 📺https://www.youtube.com/...

The Official Bob Dylan Site 24/05/2026

(🗽🇺🇸🎹🎸🎙️♫♪ ░H░A░P░P░Y░🎁💥🎂💥 ░B░I░R░T░H░D░A░Y░*♪♫ Bob Dylan, Robert Allen Zimmerman (Duluth, (idade 85🥳 anos)(24 de maio de 1941) é um cantor, compositor, escritor, ator, pintor e artista visual norte-americano, e uma importante figura na cultura popular há mais de sessenta anos. Grande parte do seu trabalho mais célebre data da década de 1960, quando canções como "Blowin' in the Wind" (1963) e "The Times They Are a Changin'" (1964) se tornaram hinos dos movimentos pelos direitos civis e de oposição à Guerra do Vietnã. Suas letras durante esse período incorporaram uma ampla gama de influências políticas, sociais, filosóficas e literárias, desafiaram as convenções da música pop e apelaram à crescente contracultura. Por conta disso, a música folk, na cultura norte-americana, atingiu o auge de popularidade nas décadas de 1950 e 1960 e Bob Dylan incorporou as tensões dessa época da melhor forma, com foco nos detalhes e humor.
Nascido no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus russos, aos dez anos de idade Dylan escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richard e Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Minnesota em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário cantor folk Woody Guthrie, a quem foi visitar em Nova Iorque em 1961.
Em 2004 foi eleito pela revista Rolling Stone o 7º maior cantor de todos os tempos e, pela mesma revista, o 2º melhor artista da música de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos. Influenciou diretamente grandes nomes do rock americano e britânico dos anos de 1960 e 1970. Em 2012, Dylan foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama.
Foi laureado com o Nobel da Literatura de 2016, por "ter criado novos modos de expressão poética no quadro da tradição da música americana". E, assim, tornou-se o primeiro e único artista na história a ganhar, além do Prêmio Nobel, o Pulitzer, o Oscar, o Grammy e o Globo de Ouro.
Robert Allen Zimmerman (nome hebraico: Zushe ben Avraham) nasceu no hospital St. Mary de Duluth, em Minnesota, no dia 24 de maio de 1941 e cresceu em Hibbing, Minnesota, no Mesabi Iron Range a oeste do Lago Superior. Os estudos realizados por vários de seus biógrafos mostraram que seus avós paternos, Zigman e Anna Zimmerman, emigraram de Odessa (atual Ucrânia) para os Estados Unidos por causa de um pogrom antissemita ocorrido em 1905. Seus avós maternos, Benjamin e Lybba Edelstein, eram judeus lituanos que chegaram à América em 1902. Em sua autobiografia, Crônicas, Vol. 1, Dylan escreveu que o apelido de sua avó materna era Kyrgyz e que sua família era procedente de Istambul.
Seus pais, Abram Zimmerman e Beatrice "Beatty" Stone, faziam parte de uma pequena mas muito unida comunidade judaica. Robert Zimmerman viveu em Duluth até seus seis anos, quando seu pai contraiu poliomielite e sua família voltou à cidade natal de sua mãe, Hibbing, Minnesota, onde passou o resto de sua infância. Robert passou boa parte de sua juventude escutando rádio: em um primeiro momento, escutando emissoras de Shreveport, em Louisiana, country, e posteriormente, rock and roll. Durante sua estadia na escola, formou várias bandas, como The Shadow Blasters, de curta duração, e The Golden Chords, com a qual chegaria a tocar no programa de busca de talentos Rock and Roll Is Here to Stay. No anuário escolar de 1959, Robert Zimmerman assinalou sua principal ambição "unir-se a Little Richard".No mesmo ano, usando o pseudônimo de Elston Gunn, tocou em duas apresentações com Bobby Vee, acompanhando ao piano e improvisando com palmas. Em setembro de 1959, Zimmerman se mudou para Minneapolis, para estudar na Universidade de Minnesota. Durante a época, seu interesse inicial no rock and roll deu lugar a uma aproximação ao folk. Em 1985, Dylan explicou sua atração pelo folk: "A coisa sobre o rock'n'roll é que para mim de qualquer jeito ele não era suficiente... Havia bons bordões e ritmo pulsante... mas as canções não eram sérias ou não refletiam a vida de um modo realista. Eu sabia que quando eu entrei na música folk, era um tipo de coisa mais sério. As canções eram enchidas com mais desespero, mais tristeza, mais triunfo, mais fé no sobrenatural, sentimentos mais profundos". Logo começou a tocar no 10 O'Clock Scholar, uma cafeteria a poucas quadras do campus universitário, e se viu envolvido no circuito folk de Dinkytown.
Durante seus dias en Dinkytown, Zimmerman passou a se chamar de "Bob Dylan". Em uma entrevista concedida em 2004, Dylan disse: "Você nasce, sabe, com nomes errados, pais errados. Digo, isso acontece. Você se chama do que quiser se chamar. Este é o país da liberdade". Em sua autobiografia, Crónicas, Vol. 1, Dylan escreveu sobre a mudança de nome:
"Eu havia visto alguns poemas de Dylan Thomas. A pronúncia de Dylann e Allyn era parecida. Robert Dylan. A letra D tinha mais força. Entretanto, o nome Roberto Dylan não era tão atraente como Robert Allyn. As pessoas sempre haviam me chamado de Robert ou Bobby, mas Bobby Dylan me parecia vulgar, e além disso já haviam Bobby Darin, Bobby Vee, Bobby Rydell, Bobby Neely e muitos outros Bobbies. A primeira vez que me perguntaram meu nome em Saint Paul, instintiva e automaticamente soltei: 'Bob Dylan'". Bob Dylan em novembro de 1963.
1960-1963: Mudança para Nova Iorque e contrato de gravação
Dylan abandonou a universidade após seu primeiro ano. Em janeiro de 1961, mudou-se para Nova Iorque com a esperança de ver seu ídolo musical, Woody Guthrie, que estava gravemente doente, com um estado avançado do mal de Hutington no hospital psiquiátrico de Greystone Park. Guthrie foi uma das maiores influências nas primeiras apresentações de Dylan. Sobre Guthrie, Dylan chegou a dizer: "Você pode escutar suas canções e aprender a viver". Também escreveu, posteriormente: "As canções em si têm o infinito alcance de humanidade nelas... [Ele] era a verdadeira voz do espírito americano. Eu disse a mim que seria o maior discípulo de Guthrie". À medida que o visitava no hospital, Dylan ficou amigo do assistente de Guthrie, Ramblin' Jack Elliott. Muito do repertório de Guthrie era na verdade canalizado através de Elliott, a quem Dylan prestou tributo em Crônicas (2004).
A partir de fevereiro de 1961, Dylan tocou em vários clubes do bairro de Greenwich Village. Em setembro, ele começou a ganhar certa reputação graças a uma resenha de Robert Shelton no The New York Times durante uma apresentação no Gerde's Folk City. No mesmo mês, Dylan tocou a harmônica para Carolyn Hester durante a gravação de seu terceiro álbum, o que levou seus talentos para a atenção do produtor John H. Hammond. Hammond contratou Dylan para a Columbia Records em outubro.
As interpretações incluídas em seu primeiro trabalho para a Columbia, intitulado Bob Dylan e lançado em 1962, consistiam em material de música folk, blues e gospel combinado com duas composições próprias, "Song to Woody" e "Talkin' New York". O álbum teve pouco êxito comercial, vendendo cinco mil cópias em seu primeiro ano, o suficiente para uma rescisão de contrato. Dentro da Columbia, Dylan começou a ser tachado como a "tolice de Hammond" e sugeriram findar seu contrato. Apesar disso, Hammond defendeu vigorosamente Dylan, e ao mesmo tempo encontrou um bom defensor em Johnny Cash, que havia assinado pela Columbia meses antes. Durante seu trabalho para a Columbia, Dylan também gravou várias canções sob o pseudônimo de Blind Boy Grunt para a revista de música folk Broadside Magazine, uma revista e gravadora de música folk. Dylan usou o pseudônimo Bob Landy para gravar como tocador de piano no álbum de antologia de 1964, The Blues Project, lançado pela Elektra Records. Sob o pseudônimo de Tedham Porterhouse, Dylan contribuiu com a harmônica para o álbum de 1964 de Ramblin' Jack Elliott, Jack Elliott.
Bob Dylan com Joan Baez na Marcha por Trabalho e Liberdade em Washington, D.C., em 1963.
Em agosto de 1962, Dylan deu dois importantes passos em sua carreira musical ao modificar seu nome legalmente para Robert Dylan na Corte Suprema de Nova Iorque e ao firmar um contrato de representação com Albert Grossman. Grossman foi o empresário de Dylan até 1970 e se caracterizou por sua personalidade algumas vezes confrontativa e pela extrema proteção que mostrava para seu principal cliente. Dylan descreveria posteriormente Grossman como "uma espécie de Coronel Tom Parker... você podia cheirá-lo vindo". As tensões entre Grossman e John Hammond obrigaram o segundo a abandonar as sessões de gravação do segundo trabalho discográfico de Dylan, sendo substituído pelo jovem produtor Tom Wilson.
De dezembro de 1962 a janeiro de 1963, Dylan fez sua primeira viagem ao Reino Unido.[36] Ele foi convidado pelo diretor de televisão Philip Saville para aparecer em um drama The Madhouse on Castle Street, o qual Saville estava dirigindo a emissora BBC. No fim da apresentação, Dylan tocou "Blowin' in the Wind", uma das primeiras exibições da canção para um público maior. Enquanto em Londres, Dylan tocou em alguns clubes folk da cidade, como Les Cousins, The Pinder of Wakefield, e Bunjies. Ele também aprendeu novas canções de alguns intérpretes britânicos, como Martin Carthy.
Próximo da época de seu segundo álbum, The Freewheelin' Bob Dylan, lançado em maio de 1963, ele começou a fazer seu nome como cantor e compositor. Muitas das canções incluídas no álbum foram classificadas como canções de protesto, inspiradas parcialmente em Woody Guthrie e influenciadas pela paixão de Pete Seeger por canções tradicionais. "Oxford Town", por exemplo, é um conto irônico sobre a arriscada matrícula de James Meredith como o primeiro negro na universidade do Mississippi.
Sua mais famosa canção à época, "Blowin' in the Wind", deriva parcialmente sua melodia da canção tradicional "No More Auction Block", apesar de sua letra questionar o status quo social e político da época. A canção teve muitas versões e tornou-se um sucesso internacional com Peter, Paul and Mary, criando um precedente para muitos outros artistas que se alçariam com sucessos através de composições de Dylan. Por sua parte, a canção "A Hard Rain's a-Gonna Fall" se baseia nos acordes da balada folk "Lord Randall". Com suas referências ao apocalipse nuclear, a canção ganhou ressonância durante o desenrolar da crise dos mísseis de Cuba, poucas semanas depois de Dylan começar a tocá-la. Como "Blowin' in the Wind", "A Hard Rain's a-Gonna Fall" marcou uma importante direção na composição de novas canções, mesclando o uso do fluxo de consciência e a lírica imagista com as formas tradicionais do folk. Enquanto as primeiras canções de Dylan solidificaram sua reputação inicial, The Freewheelin' Bob Dylan também incluía canções de amor mescladas com uma lírica irônica e blues falado surreal. O humor se converteu em um dos pilares da personalidade de Dylan, e a variedade de material impressionou muitos ouvintes, incluindo os Beatles. George Harrison comentou: "Só colocávamos e nos viajava. O conteúdo das letras de suas canções e só a atitude - era incrivelmente original e maravilhoso".
A voz áspera de Dylan era perturbadora para alguns ouvintes iniciais, ao mesmo tempo que uma atração para outros. Descrevendo o impacto que Dylan havia ocasionado em seu marido e nela mesma, Joyce Carol Oates escreveu: "Quando escutei pela primeira vez essa voz crua, muito jovem e parecendo não treinada, francamente nasal, como se a lixa pudesse falar, o efeito foi dramático e eletrificante". Muitas de suas primeiras canções famosas alcançaram o público em geral através de versões imediatamente mais palatáveis de outros intérpretes, como Joan Baez, que se converteu na protetora de Dylan assim como sua posterior amante. Baez foi determinante na hora de levar Dylan à popularidade nacional e internacional com numerosas versões de suas canções e ao convidá-lo frequentemente ao palco em suas apresentações.
Alguns outros que gravaram e tiveram sucessos com canções de Dylan no início e metade da década de 1960 foram The Byrds, Sonny & Cher, The Hollies, Peter, Paul and Mary, The Association, Manfred Mann e The Turtles. A maioria tentou dar uma batida pop e ritmo às canções, enquanto Dylan e Baez os tocavam na maior parte como peças folk esparsas. As versões cover tornaram-se tão ubíquas que a CBS começou a promovê-lo com a frase "Nobody Sings Dylan Like Dylan".
Mas logo Dylan mudou de rumos artísticos, afastando-se do movimento folk de protesto e voltando-se para canções mais pessoais, introspectivas, ligadas a uma visão muito particular de mundo. As questões sociopolíticas de seu tempo: racismo, Guerra Fria, Guerra do Vietnã, injustiça social, cedem espaço para a temática das desilusões amorosas, amores perdidos, vagabundos errantes, liberdade pessoal, viagens oníricas e surrealistas, embaladas pela influência da poesia beat. Esta transição se dá entre 1964 e 1966, quando Dylan eletrifica a sua música, passa a tocar com uma banda de blues-rock como apoio e choca a plateia folk, com sua aproximação ao rock. Na época, muitos ignoravam que Dylan já havia tocado rock and roll na adolescência e apreciava artistas country como Johnny Cash, que já trabalhavam com instrumentos elétricos desde os anos 50. O sucesso dos Beatles e demais roqueiros britânicos na releitura do rock americano também lhe chamaram a atenção. Em compensação, foi aclamado pela crítica, ampliou o seu público (mesmo sendo chamado de "traidor" por fãs do Dylan cantor folk), tornando-se cada vez mais influente entre artistas contemporâneos (John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr por exemplo) e lançando os mais apreciados discos de sua carreira, com uma série de canções clássicas de seu repertório: "Maggie's Farm", "Subterranean Homesick Blues", "Gates of Eden", "It's Alright Ma (I'm Only Bleeding)", "Mr. Tambourine Man", "Ballad of a Thin Man", "Like a Rolling Stone", "Just Like a Woman", entre outras, lançadas em seus álbuns mais inspirados: Bringing It All Back Home e Highway 61 Revisited de 1965 e o duplo Blonde on Blonde, de 1966.
Em maio de 1966, após uma tumultuada turnê pela Inglaterra, devido ao formato rock dos shows, Dylan sofreu um grave acidente de moto que o afastou dos palcos e gravações até 1968. Em seu retorno, surpreendeu o público e a crítica com o álbum "John Wesling Hardin", fortemente influenciado pelo country, tendência que acentuou-se no trabalho seguinte, "Nashville Skyline", que trouxe o clássico "Lay Lady Lay" para as paradas. Limitando-se a apresentações esporádicas, das quais a mais importante foi sua participação no Festival da Ilha de Wight em agosto de 1969, além de sua participação no Concerto para Bangladesh, organizado por George Harrison em 1971, Dylan só voltaria a realizar turnês em 1974. Anos 70
O que produziu no início dos anos 70 não foi bem recebido pela crítica, considerado muito abaixo de seus hits originais. Apenas algumas canções destacam-se: "If Not For You" (1970), "Knockin' on Heaven's Door" (1973), "Forever Young" (1974). Mas ao voltar as turnês, acompanhado pelo grupo The Band, retorna a evidência e ao sucesso, principalmente pelo elogiado duplo ao vivo "Before the Flood" (1974). Na retomada da carreira de forma mais ativa, Dylan produz "Blood On Tracks" (1975) e "Desire" (1976), seus melhores discos nos anos 70, aclamados pela crítica. Deste último, a canção "Hurricane", baseada na história de Rubin Carter, um boxeador negro preso injustamente, foi um sucesso espetacular, ao mesmo tempo que a turnê Rolling Thunder R***e (75/76) era aclamada por crítica e público. São também de Desire as músicas Sara (dedicada a sua esposa) e Romance in Durango, essa última vertida para Romance no Deserto pelo letrista Fausto Nilo para o disco de mesmo nome do cantor Raimundo Fagner.
Apresentação de Bob Dylan em Rotterdam, 23 De junho de 1978
Após seu divórcio em 1977, da esposa Sara Lownds, com quem era casado desde 1965, Dylan viveu uma grande crise pessoal, que refletiu-se em seu trabalho artístico. Depois de uma turnê mundial em 1978, em parte registrada no duplo ao vivo "At Budokan" (gravado no Japão), ele voltou-se para a música gospel, após converter-se ao cristianismo e filiar-se a uma igreja. Foi o período mais controverso e polêmico de sua carreira, principalmente por Dylan afastar-se de seu repertório clássico e investir em canções com temática cristã. Nesta nova fase, surpreendeu seus antigos fãs e se aproximou de músicos do segmento cristão, como Larry Norman, Chuck Girarde Keith Green, em cujo álbum "So You Wanna Go Back to Egypt" chega a gravar uma participação com sua harmônica.
Mais importante do que isso, motivado por sua nova espiritualidade, Dylan gravou três álbuns: "Slow Train Coming" (1979) considerado o mais inspirado dos três, deu a Dylan um Grammy de melhor vocal masculino, pela canção "Gotta Serve Somebody". O segundo álbum, "Saved" (1980), teve uma recepção menos entusiasmada, embora na opinião de Kurt Loder da Rolling Stone este álbum fosse superior ao primeiro.[53] "Shot of Love" (1981) encerra a fase cristã de Dylan.
A despeito da intolerância das críticas à época do seu lançamento, em 2003, o conteúdo das músicas de "Gotta Serve Somebody" foi depurado, revisitado e redimido por nomes como Shirley Caesar, Helen Baylor, Chicago Mass Choir e outros representantes da música afro-americana, em "The Gospel Songs of Bob Dylan", um CD que se desdobrou em indicação para o Grammy e em documentário (2006) sobre esta fase. O jornal International Herald Tribune declarava que a interpretação afro-americana levava a música de Dylan a um outro patamar.
Com "Infidels", de 1983, Dylan afasta-se da fé cristã, volta-se inesperadamente para as suas raízes judaicas e parece reencontrar certo equilíbrio artístico. Bem recebido pela crítica, é considerado seu melhor álbum desde Desire. As apresentações ao vivo, em que volta a interpretar suas canções clássicas, marcam uma reconciliação com seu público. Em 1985 participa do especial We are the world com outros 40 grandes nomes da música estadunidense - entre eles Michael Jackson, Tina Turner, Ray Charles, Stevie Wonder - pela campanha contra a fome na África.
Dylan continua a gravar regularmente, buscando uma sonoridade "made anos 80" ao mesmo tempo em que tenta preservar seu estilo. "Down In The Groove", álbum de 1988, passou despercebido, contém várias covers, mas equivale a uma declaração de princípios, com canções de folk-rock, gospel, rock, que demarcam os gostos artísticos preferenciais do artista. Depois de uma turnê com a lendária banda californiana Grateful Dead, ele lança o álbum "Oh Mercy" (1989), elogiado pela qualidade inesperada das canções e volta às paradas com o super-grupo Traveling Wilburys, formado com os amigos George Harrison, Tom Petty, além de Jeff Lynne e Roy Orbison.
No início dos anos 90, Bob Dylan parece dar uma "parada" na carreira. Para comemorar e fazer um balanço de seus 30 anos de trajetória, ele volta a gravar folk tradicional, acústico, sem importar-se com o pouco apelo comercial deste gênero nos dias atuais. Em 1992 é realizado um show-tributo em grande estilo, com a participação de vários nomes do rock, country e do soul cantando suas músicas entre eles: Eric Clapton, George Harrison, Stevie Wonder, Neil Young, Willie Nelson, Lou Reed, Eddie Vedder entre outros.
Depois do acústico produzido para a MTV em 1994, Dylan só voltaria com um CD de inéditas em 1997 (ano que vários outros famosos voltaram a ativa com sucesso, entre eles os Bee Gees). O álbum "Time Out Of Mind" ganharia vários prêmios Grammy e foi considerado por muitos uma nova ressurreição artística, confirmada pela qualidade de "Love and Theft" (2001). Neste mesmo ano a revista Rolling Stone publicou uma lista com as 500 melhores músicas da história e em primeiro lugar ficou Like a Rolling Stone, de Bob Dylan. Atualmente registra-se um novo interesse pela vida e obra de Dylan, com o lançamento oficial de várias gravações piratas, além do lançamento do documentário "No Direction Home", de Martin Scorsese, que flagra os anos iniciais de sua carreira (1961-1966) e, mais recentemente, com "Modern Times", seu novo álbum lançado em 2006, com o qual, pela quarta vez na carreira, Dylan conquistou a liderança do ranking dos mais vendidos dos Estados Unidos, vendendo 192 mil cópias na primeira semana. A última vez que Dylan tinha alcançado a liderança nos Estados Unidos, foi com o álbum "Desire", de 1976, que ficou 5 semanas no topo das paradas. Antes disso, alcançou o primeiro lugar com o clássico disco "Blood On The Tracks", em 1975, e com "Planet Waves", no ano anterior.
Em 13 de outubro de 2016, foi anunciada a escolha de Bob ao Prêmio Nobel da Literatura de 2016, em um evento em Estocolmo, na Suécia. Bob Dylan foi acusado de ser arrogante, inclusive por membros da Academia Sueca, pois ficou em silêncio após o anúncio de seu prêmio Nobel de Literatura e não respondeu às insistentes ligações da Academia.
Somente duas semanas depois, no dia 28 de outubro, Bob Dylan quebrou o silêncio acerca do Nobel. O cantor disse que é algo "difícil de acreditar", além de considerar "surpreendente e incrível" o laureamento. Contudo, o cantor não compareceu à cerimônia de premiação, alegando ter "outros compromissos".[56][57] Patti Smith o representou na cerimônia, com uma interpretação de "A Hard Rain's A-Gonna Fall", uma das composições mais emblemáticas de Dylan.
Bob Dylan só veio a receber as premiações do Nobel - que incluem uma medalha, um diploma e cerca de 8 milhões de coroas suecas (US$ 900 mil) em 1 de abril de 2017, após um encontro discreto com os representantes da Academia Sueca em Estocolmo.
Em 6 de junho de 2017, a palestra Nobel de Dylan foi postada na página oficial do Prêmio Nobel. A secretária da academia Sara Danius comentou: "A conversa é extraordinária e, como se pode esperar, eloquente. Agora que a palestra foi entregue, a aventura Dylan está chegando ao fim".Em seu ensaio Dylan escreve em detalhes sobre o impacto que três livros influentes - Moby Dick de Herman Melville, Odisseia de Homero e Nada de Novo no Front de Erich Maria Remarque - tiveram sobre ele. Dylan conclui: "Nossas letras são vivas na terra dos vivos. Mas as letras são diferentes da literatura. Elas devem ser cantadas, não lidas. As palavras nas peças de Shakespeare devem ser atuadas no palco. Assim como as letras de músicas são cantadas, não lidas em uma página. E espero que alguns de vocês tenham a chance de ouvir essas letras da maneira como elas foram destinadas a serem ouvidas: em concertos ou gravadas ou como quer que as pessoas estão ouvindo músicas atualmente. Volto mais uma vez a Homero, que diz: "Cante em mim, oh Musa, e através de mim conte a história".
Em Março de 2020, Dylan divulgou a sua primeira música original, desde o álbum de 2012 Tempest. “Murder Most Foul” é uma canção de 17 minutos que fala do assassinato de John F. Kennedy.
Em 1978, ele afirmou ter experimentado um novo nascimento e ter se tornado um cristão evangélicohttps://youtu.be/PBOe5KbKgcY?si=x7QbOE3R07JWwat8

The Official Bob Dylan Site Bob Dylan’s first major art publication in more than a decade—-featuring nearly 100 unseen sketches, and short prose from Eddie Gorodetsky, Jackie Hamilton, and Lucy Sante.

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