11/01/2026
No próximo dia 15 de janeiro, você terá a oportunidade de assistir à primeira aula da Jornada Incluir T21 Família – 2026.
E sim: aberta e gratuita, pelo YouTube.
Pra você, mãe de criança com Trissomia do 21, que ama profundamente seu filho, mas vive com aquela sensação silenciosa de que o tempo está passando rápido demais…
Pra você que faz o que pode, corre atrás de terapias, escola, médicos —
mas, no fundo, sente medo de não estar fazendo o que realmente importa em cada fase do desenvolvimento.
Essa aula não é sobre promessas mágicas.
É sobre consciência.
Sobre entender as delícias e os desafios de crescer, e o que muda — de verdade — da primeira infância à adolescência.
Porque algumas escolhas precisam acontecer no tempo certo.
E quando isso não acontece, a culpa costuma cair toda nas costas da mãe.
Se você já pensou:
“E se eu estiver errando sem saber?”
“E se eu perceber tarde demais?”
Essa aula é pra você.
📅 15/01 (quinta)
▶️ Aula aberta no YouTube
🎯 Das delícias e desafios de crescer: uma viagem pelas fases do desenvolvimento na T21
Participar pode não mudar tudo de uma vez.
Mas pode mudar a direção.
Comenta EU QUERO pra garantir a sua presença!
Siga inclusaopossivel.ig
29/10/2025
Comente EU QUERO pra receber gratuitamente uma aula com 3 dicas indispensáveis para a elaboração do seu relatório pedagógico.
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Quem nunca?
Se você se identificou, vem logo!
ANTES de entregar o relatório do seu aluno com deficiência.
Porque "bem feito é melhor que feito de qualquer jeito."
ig
15/11/2024
Eu prefiro brigadeiro! Entenda o porquê...
23/02/2023
A convite do vamos, mais uma vez, somar saberes!
E, desta vez, sobre este período de ouro para o desenvolvimento infantil, em especial abordando a importância da educação infantil para o desenvolvimento e aprendizagem de nossos meninos e meninas com T21.
Se inscrevam, toda programação do Seminário está imperdível!
Espero vocês no dia 07 de Março, combinado?
Sigamos! Por nossas crianças!🌻
12/02/2023
Dizem que não viemos ao mundo para f**ar. Discordo. Viemos ao mundo para f**ar, sim. Não da maneira que gostaríamos, que nosso desejo egoísta e insensato de perpetuidade nos diz que seria bom.
Viemos ao mundo para f**ar no outro que nos sucede. Naquele(s) que marcamos com nossa rápida presença, com nosso afago - ou, infelizmente - com nosso açoite.
Se não fosse assim, de que adiantaria chegarmos ao mundo nus e pobres, descalços e ignorantes, frágeis e inocentes; aprendermos tanto, nos dedicarmos tanto, amarmos tanto... E, finalmente, irmos embora? De que serviria a viagem, e que diferença faria o curso, o plano, a rota? A chama interna, que arde e se apaga, precisa acender em outra.. e em outra... e em outra. Um brinde, pois, à chama! Um gole ao sopro, que a mantém e que também cala a sua voz. Dosemos a intensidade, sigamos com consistência.
Concluo (pelo menos, por enquanto) que viemos, então, ao mundo para imprimir tatuagens emocionais no outro... e para fazer nossa pequena existência ter sentido, em meio a tudo e a todos, a um relógio que corre a despeito dos nossos quereres e acima do nosso humano entendimento.
Gratidão a cada olhar novo que chega a mim em forma de criança e que me permite ser nova de novo, marcar, tatuar e reviver a infância; dia após dia, ano após ano. Que dure o suficiente para ser eterno, para que eu marque cada um que por mim passar... e que f**ar, depois de mim.
Que marcas você deixa? De que forma você se eterniza? Que diferença você faz?
Pró Bia
09/02/2023
Parecia que estava indo tudo tão bem...
Início da adaptação escolar! Crianças descobrindo os espaços e as possibilidades, alegrias, interações. E, de repente, ao menor sinal de contrariedade, olha a nossa criança com T21 dando birra!
Calma, está tudo - quase - sob controle...
A birra é um comportamento muito comum na primeira infância DE TODAS AS CRIANÇAS. Umas mais, outras menos, terão seus momentinhos de "curto-circuito", nos quais a descarga emocional é maior que a capacidade de regulação.
Criança dá birra, viu? Quem tem filho, sabe. Quem trabalha com criança, também.
Mas, no caso da T21, a birra é um comportamento característico? É mais frequente?
E a resposta é SIM!
A birra clássica, aquela em que a criança se joga no chão e simplesmente " empaca" é bem típica na criança com T21.
Inadequada, sim! Difícil de lidar, às vezes. Mas, fruto do comportamento amigdaliano, reativo que muitas crianças com deficiência intelectual apresentam.
Some a isso a dificuldade de compreensão, a imaturidade frequente em relação à idade cronológica, entre outras questões.
A criança está sinalizando que não sabe lidar racionalmente com aquela situação. Ela precisa de você. Então:
Mantenha a calma, e deixe isso evidente na sua expressão facial e tom de voz;
Evite entrar em embate com a criança. Não ceda, mas também não a force a fazer algo naquele momento;
Explique, na altura da criança, que não é possível fazer aquilo que ela quer. Que ela pode f**ar chateada, e que, quando ela se acalmar, podem retomar a atividade.
Em nenhuma hipótese, reforce o comportamento, oferecendo doces, brinquedos ou outro tipo de premiação para que ela obedeça;
Se não dá conta, che outro adulto para entrar em cena. E entenda que nós somos os condutores desta relação educativa. Não o contrário.
A birra passa. A aprendizagem f**a. Sigamos! É só birra!🌻
Obs.: Ah, e não julgue a mãe/pai que cede diante da birra da criança. Manejo se aprende. Ajude, apoie. E compartilhe essa informação com outros educadores e famílias!
04/02/2023
Como saber se a tão sonhada adaptação está acontecendo?🤔
Alguns sinais indicam que a sua criança está começando a se familiarizar com espaços e pessoas; que começa a se sentir pertencente.😀
Incentive, encoraje, seja ponte nessa fase tão linda e desafiadora, que marca o início do ano escolar do seu filho!🤗
Mas, ele tem deficiência..🥺
E daí? Alguma dúvida de que ele vai conseguir? Eu não tenho nenhuma!🥰
Lembrando que o tempo de adaptação varia de criança para criança, tá bom? Acalme seu coração, converse com a professora e aplauda cada passo do seu filho rumo à independência na vida escolar.👏🏾
Como tem sido a adaptação dos nossos pequenos por aí?🤓
Aproveita, e compartilha este post com outra família que precisa de um apoio nessa jornada. Já deu certo! Sigamos encorajando o voo dessa turminha encantadora e potente!🌻
03/02/2023
Como saber se a tão sonhada adaptação está acontecendo de fato?
Alguns sinais indicam que a criança começa a se familiarizar com o espaço e com as pessoas; e também a se reconhecer como parte do grupo.
É um período desafiador, sim! Choro das crianças, aflição das mães, muito afeto, atenção e técnica das professoras e auxiliares e... Pluft!
De repente, lá vão eles, cheios de si, vivenciar todas as possibilidades de desenvolvimento e aprendizagem que a escola pode e deve lhes oferecer.
O tempo varia de criança para criança - afinal, cada uma é única, tem suas particularidades, suas demandas. Mas, acredite... elas conseguem!
Observe os sinais que o seu filho lhe dá, converse com a professora e acalme seu coração, para que suas atitudes não reforcem a insegurança em seu pequeno!
E por aí, como têm sido o período de adaptação?
Sigamos, envia para outra família que precisa de apoio nessa jornada!🌻
28/01/2023
Querida professora nova do meu filho...
(É VOCÊ? ENTÃO, LEIA ATÉ O FINAL).
Muito prazer. Não, não é. Queria que fosse, estou tentando, mas... estou com medo.
Estou lhe entregando meu filho. Ele tem deficiência. Isso não é o mais importante pra mim, mas preciso lhe lembrar que ele tem deficiência. Preciso que você cuide dele, porque eu não vou estar aí pra cuidar.
Você é professora, eu sei. Você já trabalhou com centenas de crianças, eu sei. Mas, as outras crianças não eram ELE! Ele é meu filho. É meu bem mais precioso. Você pode já ter cuidado de muitos, mas nunca cuidou dele. E isso está angustiando meu coração de mãe.
Eu sei, eu preciso deixar ele voar! Eu sei, eu preciso confiar, colaborar e esse "blá, blá, blá" todo que vocês da escola repetem o tempo todo. Mas eu sou a mãe. Eu ainda não confio. Lá no fundo, eu me sinto extremamente desconfortável, para dizer o mínimo, de deixar meu filho com você, fechar a porta e sair. E respirar sem ele; e ele, sem mim. Acredite, é duro!
Tudo o que eu mais quero é que chegue o dia em que eu o deixe aqui e ele não olhe para trás. Que ele corra para os seus braços, para o encontro dos amiguinhos; que ele - por mais que me doa a alma - me esqueça por algumas horas e seja somente uma criança em meio às outras.
E que eu retorne e o veja chorar, porque não quer ir para casa; porque quer f**ar. Porque está feliz. Porque a escola virou - também - o seu lugar.
Nesse dia, você terá ganho uma admiradora para sempre! Você f**ará guardada no meu coração e na nossa história. Você terá feito a diferença.
Só te peço uma coisa: FAÇA O SEU MELHOR! E, na hora em que estiver difícil, se pergunte:
"E se fosse meu filho?"
Com lágrimas e esperança, uma Mãe em busca da inclusão.
26/01/2023
Famílias e educadores, chegou a hora!
Se você é mãe/pai de uma criança com Deficiência Intelectual, T21, TEA; ou, se é um educador comprometido com uma educação para todos, sabe dos desafios da inclusão na escola.
Como educadora em atuação na Educação Especial e Inclusiva e capacitadora de professores e auxiliares de classe para a inclusão dos nossos meninos e meninas, sei que não é um caminho curto. E, muitas vezes, não é um caminho fácil.
Mas é possível, sim! E é extremamente importante que a inclusão de nossos meninos e e meninas aconteça desde os primeiros anos; desde a educação infantil.
O período de acolhimento e adaptação é fundamental para abrir caminho às aprendizagens! E alguns detalhes fazem, sim, toda a diferença.
Educadores e pais precisam saber por onde começar. E precisam atuar de forma cooperativa. Sempre!
Nesta quinta-feira, às 20h, vamos fazer um apanhado dos aspectos mais importantes sobre o tema; e tirar dúvidas, apontadas por vocês na caixinha dos stories.
Nada melhor do que dialogarmos e buscarmos caminhos juntos, não é?
Te espero, compartilha essa informação com outras famílias e educadores em ação como você.
Vamos formar uma grande rede pela inclusão de nossas crianças?
Sigamos! Já deu tudo certo!🌻