Aprender Centro Pedagógico

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Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Aprender Centro Pedagógico, Formação, Rua Amazonas, 509, Salvador.

26/09/2022

A acessibilidade educacional, também chamada de acessibilidade pedagógica, é a ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo oferecidas a estudantes de todas as idades.

Na vida prática, ela acontece quando a equipe de profissionais da educação têm um olhar abrangente sobre os conceitos de aprendizagem, avaliação e, especialmente, subjetividade. Cabe a essas pessoas identif**ar que elementos do processo de ensino podem impedir alguém de adquirir e aplicar conhecimento.

Quer ver alguns exemplos?

💡Textos em braile;

💡Intérprete de sinais;

💡Reorganização da sala de aula;

💡Avaliação alternativa à tradicional;

💡Ampliação curricular;

💡Criação de material didático adaptado.

Estes e outros recursos podem e devem ser considerados quando falamos em educação inclusiva.

✅O Aprender é o Serviço de Acessibilidade Educacional e pode te ajudar. Para conversar mais com a gente, mande uma mensagem ou ligue para 71 3011-6896.



23/02/2022

O tema da inclusão escolar está em alta, e para a nossa alegria, vai f**ar cada vez mais. Pessoas com deficiência e transtornos de aprendizagem - e instituições que as representam - não estão mais dispostas a evitar desconfortos na luta pela inclusão.

Inclusão não é caridade.
Inclusão não é integração.
Inclusão é direito.

11/02/2022

Esqueça a imagem clichê do aluno disléxico lendo palavras de trás para frente. Segundo a Associação Internacional de Dislexia, 15% a 20% das pessoas têm algum traço de dislexia. Ela afeta o reconhecimento de palavras, ortografia e decodif**ação, e pode interferir no vocabulário e na leitura.

Então, vamos entender como a dislexia afeta o aprendizado das crianças?

✅ Afeta de maneiras diferentes

Assim como o autismo, a dislexia não acontece do mesmo jeito com duas pessoas. Isso varia com a gravidade da condição e o tipo de ajuda que o aluno recebe. Pode surgir um sintoma ou diferentes combinações deles.

✅ Pode afetar a leitura

A dislexia afeta a fluência de leitura, com dificuldade no reconhecimento compreensão e ortografia das palavras. Por isso disléxicos costumam ler devagar.

✅ Pode afetar a escrita

Muitas pessoas com dislexia acham escrever um desafio. Não é questão de esforço, mas consequência de características do cérebro.

✅ Pode prejudicar o aprendizado matemático

A linguagem simbólica da matemática pode ser complicada para os disléxicos, mas isso não é uma regra. Além disso, a baixa fixação de conceitos e uso limitado da memória de trabalho podem prejudicar a resolução de problemas e equações mais complexas.

A dislexia f**a evidente a partir da alfabetização. A melhor atitude nesse momento é procurar ajuda médica e terapêutica especializada.

Além disso, essas dicas podem ajudar:

💡 Respeite o ritmo individual, sem pressão e com estímulo.
💡 Trabalhe para melhorar a caligrafia.
💡 Canetas grandes, tintas, giz de cera e papéis coloridos podem ajudar.
💡 Leiam juntos e em voz alta.
💡 Ajude no entendimento do tempo usando cronômetros para algumas atividades.
💡 Aposte na aprendizagem multissensorial. A criança com dificuldade com as palavras pode aprender por imagens, música, desenhos animados, jogos ou arte.

Gostou das dicas? Comenta aqui embaixo!☺

Photos from Aprender Centro Pedagógico's post 09/02/2022

Precisando de ajuda com a leitura das crianças? Viemos com a solução, ou pelo menos uma mãozinha.😋

Conta pra gente: essas estratégias funcionam com você?

31/01/2022

Desde que o Aprender Salvador nasceu, em agosto de 2021, recebemos muitas perguntas sobre o que fazemos e para quem. Nesse período de volta as aulas, viemos reforçar os pontos principais.

Então, vamos lá:

1 - O Aprender é um AEE (Atendimento Educacional Especializado) privado. Os AEEs foram regulamentados no Brasil em 2008 e integram a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

2 - O AEE não é um reforço, mas um serviço desenvolvido por educadores capacitados em parceria com o professor de sala de aula. Verif**amos as barreiras e criamos atividades que permitam o aprendizado efetivo. O objetivo é a acessibilidade educacional.

3 - Trabalhamos com crianças com deficiências diversas, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Entretanto, crianças sem diagnóstico, mas com dificuldades de aprendizado no dia-dia, também podem ser alunas do Aprender.

4 - Não oferecemos atendimento psicopedagógico. A psicopedagogia trata a origem do problema de aprendizagem. O Aprender trabalha com professores das diferentes disciplinas no conteúdo escolar, com metodologias alternativas e acessíveis.

5 - Algumas crianças precisam apenas de psicopedagogia, que oferecemos no . Outras, serão orientadas a trabalhar também com o apoio do AEE.

6 - Toda criança tem direito à intervenção precoce em suas dificuldades de desenvolvimento. Por isso, devemos oferecer o apoio adequado logo que notamos que as dificuldades de aprendizagem são persistentes.

Em resumo, é isso. Você tem mais dúvidas sobre o trabalho do ?

Photos from Aprender Centro Pedagógico's post 28/01/2022

*5 elementos essenciais para aprendizagem ef**az*

Saber como a aprendizagem funciona é importante para todos os alunos, especialmente para aqueles com dificuldades de aprendizagem. Os elementos centrais desse processo precisam ser considerados para desenvolver um programa de aprendizagem ef**az.

Você sabe quais são?

21/01/2022

Chamar uma criança de preguiçosa “virou moda”? Não, já que essa não é prática nova. Infelizmente, esse mito existe, atinge milhares de famílias e precisa ser combatido.

Muitas crianças chegam aos serviços de apoio educacional e até terapêutico com o rótulo de preguiçosas, pouco esforçadas, difíceis. É a criança que "não quer nada". Essa posição pode vir de professoras, pedagogas, da coordenação ou direção escolas, e muitas vezes da própria família.

Crianças que não aprendem precisam de acolhimento e avaliação. Nesse caminho, podemos identif**ar dificuldades e/ou transtornos de aprendizagem, como dislexia, discalculia, disgrafia, TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade), TEA (Transtorno do Espectro Autista), Deficiência Intelectual, Paralisia Cerebral, entre outras possibilidades. Depois disso, podemos oferecer suporte adequado à aprendizagem.

Então, f**a combinado: no lugar de rotular uma criança, vamos ajudá-la a desvendar os próprios limites?

19/01/2022

Ontem estava aprendendo a andar e agora já vai para a escola? É, passa rápido. Se seu filho pequeno vai começar as aulas, esse pode ser um momento de apreensão. Será que ele está preparado para uma mudança tão grande?

Para algumas crianças, a Educação Infantil é o momento em que família e outros adultos percebem atrasos de desenvolvimento. Essas descobertas vêm com a observação da criança no grupo e suas diferenças de habilidades.

Nos primeiros meses, você pode notar que:

Seu filho parece não consegue seguir instruções;

🎒Não organiza as próprias coisas como as outras crianças;

🗣Não se comunica tão bem quanto o grupo;

👂As pessoas costumam pedir que ele repita o que disse;

😕Evita ou sofre para brincar com as outras crianças;

😫Tem dificuldades em identif**ar e gerenciar seus sentimentos ou os dos outros.

Nenhum desses comportamentos, sozinho, é um indício definitivo de que seu filho precise de apoio pedagógico ou terapêutico. Mas, se você está preocupada, é importante buscar uma avaliação profissional. Esperar que a escola oriente esse encaminhamento pode signif**ar a perda de meses valiosos para o desenvolvimento da criança.

Muitas vezes, as famílias nos dizem que tinham um 'sentimento' de que algo não ia bem. Geralmente, estão certas. Se estiver passando por isso, confie no seu instinto e marque uma conversa conosco pelo 71 3011-6896.


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30/12/2021

Todas as crianças são diferentes e têm necessidades específ**as de aprendizagem. O grande trabalho dos professores é encontrá-las e ajudar a preenchê-las.

Todos os sentidos são fonte de conhecimento, mas crianças com dislexia podem depender mais de um deles. Exemplo: O disléxico “visual” codif**a, trata e relembra imagens, cores e formatos. Já o disléxico “auditivo” se lembra melhor quando escuta o que quer aprender. Assim, descobrimos que há dois estilos de “aprendedores”: os visuais e os auditivos.

Os aprendizes visuais têm um olhar amplo das questões, se aproveitando das imagens e percebendo a informação gerais antes de ir aos detalhes. Para eles, algumas informações sobre o tema antes da leitura de um texto são de grande ajuda. Recursos como fichas de leitura e mapas conceituais também costumam funcionar bem.

Do outro lado, os aprendizes auditivos começam pelos detalhes e pensam analiticamente. Preferem trabalhar com pequenos blocos de informação, para só depois juntar tudo. Para eles, os resumos hierarquizados, com capítulos, títulos e subtítulos, funcionam melhor.

Um atraso na aprendizagem pode nascer do desencontro entre os estilos de ensino e aprendizagem. Em diferentes casos, uma adaptação da metodologia de ensino aumenta muito o rendimento escolar da criança ou adolescente.

Por isso, os planejamentos pedagógicos devem ser flexíveis, considerando adaptação de metodologias para cada assunto. No dia a dia, cada professor ou professora pode reconhecer o estilo dos alunos e adequar seus planos.

O reconhecimento do estilo de aprendizado é determinante na autonomia escolar de crianças com dislexia. Para isso, usamos exercícios de memorização multissensorial, que ajudam a criança a identif**ar qual sentido a ajuda mais a relembrar o assunto.

E você: aprende mais por estímulos visuais ou auditivos?

Photos from Aprender Centro Pedagógico's post 27/12/2021

Toda criança com dificuldades de aprendizagem precisa de um plano individual e exclusivo, criado para favorecer a superação dos seus obstáculos.

Esse trabalho deve ser desenvolvido pelos educadores responsáveis pela criança no dia-a-dia e acompanhado pela família.

Não há um modelo fixo para o plano individual de aprendizagem, mas ele deve conter alguns elementos centrais.

Qual deles você acha mais importante?

20/12/2021

Quando ouvimos falar em portfólio pessoal, pensamos naquela pastinha com trabalhos escolares das crianças. Hoje em dia, ele tem sido visto como uma ferramenta útil na socialização de crianças e adolescentes neurodiversos, especialmente autistas.

O portfólio pessoal pode ajudar a criança a se apresentar a professores e terapeutas, incluindo fotos, figuras, textos, amostras de trabalhos escolares, listas de coisas favoritas, etc.

Um portfólio é especialmente útil para estudantes que não falam ou não se adaptaram a uma comunicação alternativa. O material pode ajudar na escola, início de um processo terapêutico e até num novo emprego. A ideia é oferecer uma opção de representação que reconheça as limitações comunicacionais da criança.

Veja um exemplo de um portfólio que você pode fazer com seu filho:

Algumas páginas de fotografias com a família e amigos, em atividades de lazer, na escola e em outros momentos;

Uma "currículo" descrevendo atividades que a criança já faz em casa ou na escola, a depender da idade;

Uma lista de habilidades desenvolvidas e outras que ainda precisam ser trabalhadas;

Uma lista de filmes, séries, músicas, canais do YouTube (entre outros) favoritos;

Materiais informativos sobre a condição de neurodiversidade da criança.

Essas são apenas sugestões, mas você pode pensar em outras. O portfólio pode ser digital, em papel, em áudio ou vídeo, com poucas ou muitas páginas, com informações atuais ou registro histórico da vida do aluno. O que importa é a finalidade: facilitar a apresentação de uma criança neurodiversa em novos ambientes.

Você conhecia essa ferramenta?

14/12/2021

Agora é LEI: depois de muita luta, os estudantes brasileiros com dislexia, transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem têm direito ao acompanhamento integral. O programa inclui identif**ação precoce do transtorno, encaminhamento para diagnóstico, apoio educacional e terapêutico especializado. E o melhor: a lei vale para as escolas públicas e privadas.

A novidade veio com a lei nº 14.254, publicada no Diário Oficial em 30/12/2021. A ideia é ajudar essas crianças e adolescentes a alcançarem seu pleno desenvolvimento. Para isso, deve ser oferecido acompanhamento específico direcionado à dificuldade quanto antes, sempre num trabalho interdisciplinar entre educadores, profissionais de saúde e assistentes sociais.

De acordo com o texto, caso seja verif**ada a necessidade de intervenção terapêutica, é importante trabalhar em parceria com os serviços de saúde oferecendo avaliação diagnóstica e traçando metas de acompanhamento. O decreto fala em acompanhamento multidisciplinar. Por aqui, continuamos acreditando na abordagem interdisciplinar, e sonhando para que isso se torne cada vez mais comum.
Mais do que tudo isso, a nova lei preenche uma das principais lacunas da educação de pessoas com transtornos do desenvolvimento: a capacitação. Ela garante aos professores formação continuada para a atuação pedagógica, inclusive para identif**ação precoce dos sinais relacionados aos transtornos de aprendizagem ou ao TDAH.

O que oferecemos no Centro Pedagógico Aprender - nosso projeto de acessibilidade educacional - passa a ser direito de todos os educandos brasileiros com dislexia, transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem.

Agora, é lutar pra tirar isso do papel!

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