Denise Corrêa - Psicopedagogia

Denise Corrêa - Psicopedagogia Psicopedagogia e Tutoria Educacional

A Psicopedagogia compromete-se, primordialmente, com o sistema

As redes sociais passaram a fazer parte do dia a dia, também, das crianças. Com isso, elas acabam se expondo demais no m...
21/08/2026

As redes sociais passaram a fazer parte do dia a dia, também, das crianças. Com isso, elas acabam se expondo demais no mundo digital, necessitando de uma reflexão quanto ao uso consciente.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e entidades de saúde desaconselham redes sociais e restringem o tempo total de telas para crianças. Para as redes sociais, especif**amente, especialistas recomendam adiar o acesso até pelo menos os 13 anos de idade, enquanto limites diários gerais de uso de aparelhos eletrônicos variam por faixa etária.

Limite de tempo de tela por idade (SBP):
• Menores de 2 anos - Zero contato com telas, exceto chamadas de vídeos com parentes.
• 2 a 5 anos - Máximo de uma hora por dia, sempre com supervisão de adultos.
• 6 a 10 anos - Entre 1 e 2 horas por dia, com acompanhamento.
• 11 a 18 anos - Entre 2 a 3 horas por dia, evitando o uso antes de dormir e durante a madrugada.

Em um passado não tão distante, os mais novos se divertiam correndo pela casa e davam asas à imaginação para inventar brincadeiras com os amigos de carne osso. As crianças de hoje estão cada vez mais hipnotizadas pelas telas dos celulares, tornando-se alheios à vida real.

Para o uso de telas com crianças sem prejudicá-los, o segredo é garantir o equilíbrio, limitar o tempo por idade e priorizar conteúdos educativos com mediação ativa dos pais.

As telas não precisam ser vilãs, mas não podem substituir interações reais, brincadeiras físicas e o tempo de qualidade em família!

A frequência de pais em busca de orientação de como trabalhar o uso das telas com seus filhos tem se tornado crescente e...
13/08/2026

A frequência de pais em busca de orientação de como trabalhar o uso das telas com seus filhos tem se tornado crescente em atendimentos psicopedagógicos. Não resta nenhuma dúvida de que o uso das telas prejudica a atenção e a concentração dos estudantes, afetando o desenvolvimento escolar. A coexistência de ferramentas digitais com o desenvolvimento dos conteúdos escolares necessita ser bem orientada e trabalhada para que existam resultados positivos.

Confira alguns pontos negativos do excesso de telas em nossas crianças:

• Falta de foco: o uso constante das telas reduz o tempo de atenção.
• Cansaço mental: o uso prolongado altera o sono e aumenta a ansiedade e irritabilidade.
• Recompensa rápida: o cérebro se acostuma com estímulos velozes e perde a paciência com tarefas longas e difíceis.

Sempre procuro orientar os pais sobre os benefícios e prejuízos do uso de telas. O limite precisa existir. O controle não signif**a dar as costas ao progresso tecnológico, mas, sim, resgatar o espaço da paciência, do foco e da convivência real.

Para que as ferramentas digitais sirvam ao aprendizado e não à alienação, o limite se faz urgente. O futuro da Educação não depende das telas, mas da capacidade que nós - profissionais da Educação - temos para manter as mentes das nossas crianças despertas, concentradas e interessadas.

Para preparar a criança para a volta às aulas, sem estresse, precisamos ajustar a rotina aos poucos, conversar de forma ...
31/07/2026

Para preparar a criança para a volta às aulas, sem estresse, precisamos ajustar a rotina aos poucos, conversar de forma positiva sobre a escola e envolver as crianças nos preparativos do material de reposição.

Durante as férias, a rotina muda: horários mais flexíveis, menos compromissos e mais tempo livre. Com o retorno às aulas, mente e corpo precisam se reorganizar e pode gerar algum desconforto emocional. Atenção: dores de barriga ou dores de cabeça surgirão. Acolher os sentimentos das crianças é a melhor forma de ajudá-la!

Além do cuidado emocional, a organização ajuda a diminuir a ansiedade do retorno. Antecipe as compras do material e uniforme de reposição. Converse e lembre dos pontos positivos no retorno às aulas, como reencontrar os amigos e aprender coisas novas. Criar uma expectativa positiva ameniza o fim das férias.

Educar é, também, cuidar das emoções. Quando a criança se sente segura, respeitada e acolhida, aprender se torna um processo mais leve, confiante e signif**ativo. Volta às aulas é um novo começo e todo recomeço merece preparação, cuidado, escuta e afeto!

O atendimento psicopedagógico não costuma parar nas férias; alguns poucos dias de descanso são negociáveis desde que o d...
21/07/2026

O atendimento psicopedagógico não costuma parar nas férias; alguns poucos dias de descanso são negociáveis desde que o desenvolvimento e o acompanhamento do processo não sejam prejudicados. A continuidade do acompanhamento evita regressões e consolida as habilidades cognitivas, usando o tempo livre das crianças, durante o período das férias, de forma lúdica, sem a pressão das notas.

Essa manutenção garante uma gama de benefícios para o paciente:
* Atenção às lacunas emocionais - Trabalhar a autoestima e autoconfiança sem o peso do estresse escolar é sempre um ótimo acréscimo à terapia.
* Transição suave - Manter a rotina ajuda a preservar a previsibilidade e evita choque de realidade no retorno às aulas.
* Momentos de menor pressão - Sem as cobranças, provas e notas o aprendizado flui com mais leveza.

Acima de tudo, não é uma decisão unilateral. A família é consultada e cada caso é único e adaptável. Oriento sempre os responsáveis sobre os benefícios da continuidade. As sessões são ajustadas, não há uma rotina exaustiva de terapia. Trabalhamos em conjunto o período do "ócio necessário", com criatividade e leveza e focando, sempre, na evolução do paciente.

As férias escolares não são apenas um tempo para descansar, mas um momento essencial de pausa programada para o cérebro....
10/07/2026

As férias escolares não são apenas um tempo para descansar, mas um momento essencial de pausa programada para o cérebro. É no "não fazer nada" que o desenvolvimento infantil ganha espaço.

Nas férias, as atividades para as crianças são ferramentas para um objetivo maior: construir memórias e laços indestrutíveis. Por isso, uma dica para os familiares das nossas crianças: valorizem cada história e cada escolha e aproveitem cada segundo desse tempo precioso!

As sugestões das atividades aqui citadas podem ser realizadas em casa, pois nem sempre as férias escolares encontram familiares com tempo disponível e que conseguem também estar em férias. É importante lembrar que a presença de um adulto é fundamental.

1- *Chef de Casa:* Oficina de culinária simples. Cozinhar é matemática e é prática de leitura das receitas. É o "aprender" na prática. Escolham juntos uma receita simples para, literalmente, colocar as mãos na massa.
*Benefício:* Coordenação motora, noções de medidas e trabalho em equipe.

2 - *Maratona de livros e contação de histórias:* Crie um cantinho de leitura aconchegante e leiam juntos, alternando os papéis: uma hora o adulto lê a história e, depois, ouve atentamente o que a criança lê.
*Benefícios:* Desenvolve o hábito de leitura, ampliação de vocabulário e acolhimento.

3 - *Teatro de fantoches caseiro:* Usem meias, sacos se papel ou colheres de pau para fazer os fantoches. O roteiro pode ser criado na hora.
*Benefícios:* Habilidades de comunicação, expressão de sentimentos e desenvolvimento da imaginação.

4- *Repórter mirim:* Dê um bloquinho e um lápis e peça para a criança entrevistar alguém: um parente, um vizinho, um amigo. Ajude-os no tema e na formação das perguntas.
*Benefícios:* Promove o desenvolvimento da linguagem, estimula a escuta ativa e a empatia.

Também é importante lembrar que a Psicopedagogia não segue o calendário escolar; seguimos objetivos e prazos de planos terapêuticos. Quando uma criança está em processo de desenvolvimento, cada semana importa, cada habilidade treinada importa e cada avanço importa! É possível aproveitar as fér

Organizar atividades para as crianças é a melhor forma de evitar o tédio durante o período de férias. E manter as crianç...
02/07/2026

Organizar atividades para as crianças é a melhor forma de evitar o tédio durante o período de férias. E manter as crianças ocupadas ajuda a trazer a harmonia em um período de casa cheia!

Esta semana trago opções para quem mora na cidade de São Roque e região - cidade onde moro e minhas netinhas também -, na tentativa de ajudar a organizar a vida das mamães e papais que moram por aqui.

EM CASA: Que tal uma oficina de arte? Separe tinta, massinha de EVA, caixas de papelão e rolos de papel higiênico para construções livres. A atividade estimula a criatividade e as crianças adoram!

FORA DE CASA: Realize um piquenique no parque, na varanda ou no quintal. Escolha um local e prepare, junto com as crianças, uma cesta de piquenique com os alimentos preferidos delas. Uma toalha xadrez pode dar um toque charmoso. Depois de organizar, é só desfrutar de um momento que f**ará na memória. Inclua jogos ao ar livre com cordas, bolas ou bolinhas de sabão para enriquecer o passeio. Minha sugestão de local para o piquenique é o Centro Educacional e Turístico Brasital, que sempre foi um dos locais preferidos das minhas netas em São Roque; já fizemos alguns piqueninques por lá e sempre foram divertidos.

DICA BÔNUS PARA A REGIÃO DE SÃO ROQUE: A Fazenda Angolana (Fazenda Angolana) proporciona um dia divertido para as crianças, que vão poder curtir vários animais, parquinho, pedalinho, trilhas e momentos especiais em família. Ela f**a na Estrada Turística da Angolana, 257, em Canguera (no famoso Roteiro do Vinho). Funciona de sexta-feira à domingo, das 9h às 17h. O ingresso custa R$ 25 (adultos e crianças a partir de 4 anos) e R$12 (idosos). O estacionamento é gratuito!

Siga meu perfil para mais dicas para as férias! Psicopedagogia também é entretenimento!

As férias escolares são períodos fundamentais para a pausa, descanso e recuperação de energias físicas e mentais de alun...
23/06/2026

As férias escolares são períodos fundamentais para a pausa, descanso e recuperação de energias físicas e mentais de alunos e professores. Além de prevenir o esgotamento, essa quebra de rotina estimula o desenvolvimento cognitivo e social, permitindo a vivência de novas experiências, aprendizados práticos e fortalecimento dos vínculos familiares.

Para ajudar aos papais e mamães no período de férias, algumas ideias de atividades para realizar com a criançada serão postadas aqui.

EM CASA: Caça ao tesouro! Pode ser dentro de casa ou no quintal. Você esconde um objeto e dá instruções (dicas) para a criança procura-lo. É uma atividade dinâmica e divertida, que estimula habilidades importantes como criatividade, pensamento lógico e a resolução de problemas. Além de garantir muitos momentos de diversão e boas risadas!

FORA DE CASA: O Museu Catavento é uma excelente opção para as crianças aprenderem ciências na prática e de forma muito divertida. F**a no centro de São Paulo, na Avenida Mercúrio (Parque Dom Pedro) e funciona de terça a domingo, das 9h às 17h. E o preço é acessível: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia).

Acompanhe, por aqui, novas sugestões de atividades nas férias de julho! Psicopedagogia também é entretenimento!

Crianças em casa por um mês! As férias estão chegando e o desespero chega junto.  Mas, calma, mamãe e papai! Tudo vai da...
12/06/2026

Crianças em casa por um mês! As férias estão chegando e o desespero chega junto. Mas, calma, mamãe e papai! Tudo vai dar certo! O segredo é equilibrar tempo de qualidade, rotina e atividades.

A chegada das férias signif**a muita alegria para as crianças, mas para os pais é sinônimo de criatividade e planejamento para garantir que a criançada não fique entediada. Algumas sugestões de atividades, dentro e fora de casa, serão listadas aqui durante o mês de junho, para ajudar a entreter os pequenos e aliviar a rotina dos pais.

EM CASA: Montar cabanas sempre é uma boa opção: as crianças adoram, não demanda tanto trabalho para os pais e as crianças vão f**ar entretidas por horas, explorando a criatividade delas e inventando histórias.

FORA DE CASA: Férias também é tempo de aprender. Então, que tal um passeio pelo Planetário, em São Paulo? Localizado no Parque do Ibirapuera (acesso pelo portão 10), o Planetário tem entrada gratuita, só é necessário retirar senha uma hora antes da sessão. Também funciona aos domingos e feriados, com sessões nos seguintes horários: 12h, 14h, 16h e 18h. E ver a simulação do céu tem algo de mágico, que encanta as crianças.

Psicopedagogia também é entretenimento! Acompanhe, por aqui, novas dicas para a criançada!

O que fazer quando há situações recorrentes de discriminação a alunos homossexuais? A homofobia nas escolas é uma forma ...
02/06/2026

O que fazer quando há situações recorrentes de discriminação a alunos homossexuais? A homofobia nas escolas é uma forma de violência persistente, que envolve agressões verbais e físicas, afetando o rendimento e, em muitos casos, até causando a evasão escolar de estudantes LGBTQIAPN+. O preconceito presente - tanto na rede pública quanto na privada - exige ações de combate como formação de professores, acolhimento e escuta ativa.

Apesar da dificuldade em trabalhar o tema, a escola é o principal ambiente de combate à homofobia. Ao abordar a sexualidade, muitas instituições ignoram a pluralidade sexual e a homossexualidade, abrindo espaço para a manutenção do preconceito. O assunto não pode se restringir a semanas especiais, palestras e murais. É preciso inclui-lo no planejamento e ter ações sistematizadas, criando canais de discussão permanentes, em que haja transparência e sem julgamentos.

Falas preconceituosas de alunos e docentes não podem ser aceitas. A Educação precisa modif**ar a desigualdade e o preconceito. O silêncio institucional frente a "brincadeiras" perpetua um ambiente desagradável e hostil. E é dever da gestão escolar criar e perpetuar um ambiente escolar respeitoso e inclusivo, pois é necessário que todos os alunos se sintam seguros e acolhidos.

O preconceito na escola é uma forma de violência estrutural que impacta negativamente o aprendizado e o emocional dos al...
28/05/2026

O preconceito na escola é uma forma de violência estrutural que impacta negativamente o aprendizado e o emocional dos alunos, gerando ansiedade, baixa autoestima e isolamento.

A raça é um dos principais motivos de violência nas escolas brasileiras, com alto índice de relatos de preconceitos sofridos por jovens negros e pardos, afetando - e muito! - a boa convivência no ambiente escolar.

O combate ao preconceito demanda mudanças culturais, com currículos que valorizem a diversidade e ensinem a compreensão, a empatia e a valorização das diferenças. Investir na capacitação de professores é fundamental para que possam reconhecer e acolher vítimas de preconceito em sala de aula. Debater o racismo e outras formas de preconceito no ambiente escolar é urgente e a literatura e a história são ótimas ferramentas que podem contribuir para o conhecimento e valorização das diferentes culturas no mundo.

A escola precisa ser um espaço de valorização e respeito. Combater o preconceito não é apenas uma obrigação legal, mas também um passo fundamental para a construção de um ambiente seguro, acolhedor e propício ao aprendizado, garantindo a dignidade de todos os estudantes.

Endereço

São Roque, SP

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