23/07/2026
Um dos erros mais comuns na prática de profissionais que estão começando na ABA é definir o reforçador a partir da própria perspectiva ou da perspectiva dos pais, sem verif**ar se aquele estímulo realmente funciona para aquela criança.
Balas, elogios, abraços, brinquedos. Parecem boas escolhas. Mas um reforçador, por definição, é qualquer estímulo que aumenta a probabilidade de um comportamento ocorrer novamente. Se o comportamento não aumenta, o estímulo não é reforçador, independentemente do quanto você acredita que deveria ser.
Na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), a identif**ação de reforçadores não é feita por intuição. É feita por avaliação de preferências: observação livre, tentativas de escolha pareada, te**es de reforçador. O processo tem método porque o resultado importa.
Uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode ter um repertório de preferências muito diferente do esperado. Ignorar isso e insistir em um estímulo que não funciona não é só inef**az, é um desperdício direto do tempo mais valioso do desenvolvimento dessa criança.
Reforçador se descobre. Não se supõe.
Se você quer aprofundar sua compreensão sobre avaliação de preferências e programação de reforçamento, a formação da Academia do Autismo foi construída exatamente para isso.
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