24/06/2020
❗️ INSCRIÇÃO PARA PALESTRA ❗️
Módulo de Neurologia Felina organizado pelo GEFel, GENEURO e GEMIRA.
🔴 PALESTRA EXCLUSIVA PARA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DE VETERINÁRIA 🔴
🧠 Reabilitação de Distúrbios Neurológicos em Felinos 🐱
👀 M.V. Esp. Roberto Siqueira
📆 26 de junho
⏰ 19:00
💰 Palestra gratuita
📖 Emissão de certificado
❗️ Necessária inscrição no link da bio do Instagram: a inscrição não garante a vaga; entre 15min antes do início da palestra
🖥 Via Google Meets (link enviado pelo e-mail de inscrição)
🔴 TEREMOS SORTEIO! 1 vaga no curso de Ozonioterapia do IBRA ministrado pelo M.V. Esp. Roberto Siqueira 🔴
🐾 LINK DE INSCRIÇÃO 🐾
https://forms.gle/iWSwUHT14XED6JZ79
Esperamos por vocês! 🧠🐈
19/06/2020
❗ MÓDULO DE NEUROLOGIA FELINA❗
O Grupo de Estudos de Felinos (GEFel), o Grupo de Estudos de Neurologia Veterinária (GENEURO) e o Grupo de Estudos de Medicina Integrativa e Reabilitação Animal (GEMIRA) da USP convidam vocês para a segunda palestra do módulo de Neurologia Felina: “Diferencial de paralisias em gatos”, com o Prof. Dr. Bruno Benetti Junta Torres.
🔴 PALESTRA EXCLUSIVA PARA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DE VETERINÁRIA 🔴
🧠 Diferencial de paralisias 🐱
👀 Prof. Dr. Bruno Benetti Junta Torres
📆 22 de junho
⏰ 19:00
💰 Palestra gratuita
📖 Emissão de certificado
❗ Inscrição pelo formulário abaixo: https://forms.gle/pwuuWMefoUU2DCZ19
🖥 Via Google Meets (link será enviado por e-mail)
Contamos com sua participação! 🐈🧠
17/06/2020
❗️ SAVE THE DATE ❗️
Esperamos que tenham gostado da primeira palestra do módulo de Neurologia Felina!
E aí vão as datas das duas próximas palestras do módulo:
🧠 Diferencial de paralisias 🐈
📆 22 de junho às 19h
📍 Inscrições a partir do dia 19 de junho (link será divulgado na bio)
🧠 Reabilitação de distúrbios neurológicos em felinos 🐈
📆 26 de junho às 19h
📍 Inscrições a partir do dia 23 de junho (link será divulgado na bio)
🔴 EVENTO EXCLUSIVO PARA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DE MEDICINA VETERINÁRIA 🔴
❗️ As palestras terão certificado
🖥 Via Google Meet (link enviado pelo e-mail de inscrição)
🔹 Número limitado de vagas; inscreva-se o quanto antes!
Esperamos por vocês! 🧠🐱
13/06/2020
❗️ LINK PARA A PALESTRA ❗️
Módulo de Neurologia Felina organizado pelo GEFel, GENEURO e GEMIRA.
🔴 PALESTRA EXCLUSIVA PARA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DE VETERINÁRIA 🔴
🧠 Semiologia Neurológica em Gatos 🐱
👀 M.V. MsC. Amanda Maria Gomes da Silva
📆 13 de junho
⏰ 19:00
💰 Palestra gratuita
📖 Emissão de certificado
❗️ Sem inscrição prévia
🖥 Via Google Meets
📷 Desligue a câmera e o microfone antes de ingressar na sala.
❓Dúvidas podem ser enviadas no chat.
🐈 Link: https://meet.google.com/rgy-xhkx-jrw
Entre com antecedência, pois as vagas são limitadas.
12/06/2020
❗️ É AMANHÃ ❗️
Lembrando vocês que amanhã teremos a nossa primeira palestra do módulo de Neurologia Felina: “Semiologia neurológica em gatos”, com a palestrante M.V. MSc. Amanda Maria Gomes da Silva, às 19h.
O link será postado no Facebook e colocado em nossa bio do Instagram 30min antes do início da palestra. Entre com antecedência; as vagas são limitadas!
🔴 PALESTRA EXCLUSIVA PARA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DE VETERINÁRIA 🔴
🧠 Semiologia Neurológica em Gatos 🐱
📆 13 de junho
⏰ 19:00
💰 Palestra gratuita
📖 Emissão de certificado
❗️ Sem inscrição prévia
🖥 Via Google Meets
Esperamos por vocês!!! 🐈🧠
29/05/2020
O Grupo de Estudos de Neurologia Veterinária (GENEURO), o Grupo de Estudos de Felinos (GEFel - ) e o Grupo de Estudos de Medicina Integrativa e Reabilitação Animal (GEMIRA - ) da USP se juntaram para realizar para vocês um módulo de NEUROLOGIA FELINA 🧠🐈
A primeira palestra será no dia 13 de junho (sábado), às 19 horas, sobre “Semiologia neurológica em gatos” com a MV. MSc. Amanda Maria Gomes da Silva.
‼PALESTRA EXCLUSIVA PARA PROFISSIONAIS E ESTUDANTES DE MEDICINA VETERINÁRIA‼
❗️ Terá emissão de certificado.
❗️ Não é necessária inscrição prévia.
❗️ O link será liberado nas redes sociais dos grupos de estudo; entre com antecedência, pois as vagas são limitadas!
🧠 Semiologia Neurológica em Gatos 🐈
📆 13 de junho
⏰ 19:00
💰 Palestra gratuita
🖥 Via Google Meets
Esperamos por vocês!!! 🐱🐾🧠
24/04/2020
👀Diagnóstico:👀
Inclui realização de anamnese, exame clínico e neurológico e podem ser necessários exames de imagens para confirmar.
Alguns exames que ajudam são radiografia, ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, sendo que os dois últimos permitem a visualização mais detalhada e precisa.
🐶Tratamento:🐶
Para o tratamento é importante descobrir a causa e tentar eliminá-la, quando possível.
Para a hidrocefalia adquirida é possível eliminar a causa, mas descobri-la é muito complicado, uma vez que a coleta de líquor leva a risco de herniação secundária à pressão intracraniana.
Já para a hidrocefalia congênita, é impossível eliminar a causa, então o tratamento é paliativo. O tratamento pode ser cirúrgico ou medicamentoso, dependendo do caso.
🧐Tratamento cirúrgico:🧐
A mais utilizada é colocar um dreno valvular unidirecional intracraniano, ele direciona o excesso de líquor para cavidade peritoneal. Entretanto, podem ocorrer complicações, principalmente em animais jovens. Algumas delas são: infecções, obstruções, desconexão ou torções dos dispositivos de shunt e desvio excessivo de líquor.
💉💊Tratamento medicamentoso:💉💊
Varia com os sinais clínicos, no geral são utilizados diuréticos e, de acordo com Thomas, 2010, corticoesteroides podem auxiliar. Para pacientes que não respondem ao tratamento convencional, o omeprazol é uma alternativa.
Fontes:
Festugatto R., Mazzanti A., Salbego F., Pelizzari C., Santos R.P., Trindade D. & Beckman D. 2007. Hidrocefalia secundária
a meningoencefalite bacteriana em cão. Acta Scientiae Veterinariae. 35: s599-s600. Disponível em
LIMA, Renata M. Hidrocefalia congênita em cão idoso. Pubvet. v. 11 No. 01 p. 1-102 ; Janeiro de 2017. Disponível em
PERPÉTUA, Paulo C. G. Monitoramento clínico de um filhote de cão com hidrocefalia – relato de caso. IV Mostra Interna
de Trabalhos de Iniciação Científica do Cesumar. Disponível em <
http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/mostras/qua_mostra/Paulo_Cesar_Goncalves_Perpetua_2.pdf >
QUESSADA, A. M. et al. Hidrocefalia em cão: relato de caso. Enciclopédia Biosfera, Goiânia, v. 10, n. 19, p. 11541162,
2014. Disponível em
TRINDADE, A. B.; SÁ, T. C.; PESSOA, L. F.; TRINDADE, A. B.; FERNANDES, E. P. A.; PAULA, D. S. de. Hidrocefalia
canina – relato de caso. Arq. Ciênc. Vet. Zool. UNIPAR, Umuarama, v. 22, n. 2, p. 65-69, abr./jun. 2019. Disponível em
18/04/2020
Os sinais clínicos variam de acordo com o grau de aumento da pressão intracraniana e com o local da compressão e seus tecidos adjacentes.
Segundo as referências consultadas,
❗ os sinais mais comuns observados em cães são:❗
Deformidades no crânio, como abaulamento e aumento; andar em círculos; convulsões; alterações comportamentais como agressividade, depressão, vocalização excessiva, apatia, inquietação e andar compulsivo; e deformidades na órbita ocular, levando a deficiências visuais, como estrabismo e cegueira.
👀 Outros sinais incluem: 👀
Ataxia e deficiências cognitivas como demência e dificuldade de aprendizagem, além de disfunções vestibulares, causando nistagmo e dificuldades de equilíbrio.
🐕 Raças predispostas 🐕
As raças mais predispostas à hidrocefalia são as de pequeno porte, principalmente as raças Toy. Alguns exemplos são: Maltês, Yorkshire Terrier, Bulldogue Inglês, Chihuahua, Lhasa Apso, Pug, Poodle Toy, Spitz-alemão-anão (Lulu da pomerânia) e Pequinês.
Fontes:
Fenner W.R. 1997. Moléstias do Cérebro. In: ETTINGER, S.J.; FELDMAN, E.C. Tratado de medicina interna veterinária. 4.ed. São Paulo: Manole, pp.892-977.
LIMA, Renata M. Hidrocefalia congênita em cão idoso. Pubvet. v. 11 No. 01 p. 1-102 ; Janeiro de 2017. Disponível em
QUESSADA, A. M. et al. Hidrocefalia em cão: relato de caso. Enciclopédia Biosfera, Goiânia, v. 10, n. 19, p. 11541162, 2014. Disponível em:
TRINDADE, A. B.; SÁ, T. C.; PESSOA, L. F.; TRINDADE, A. B.; FERNANDES, E. P. A.; PAULA, D. S. de. Hidrocefalia canina – relato de caso. Arq. Ciênc. Vet. Zool. UNIPAR, Umuarama, v. 22, n. 2, p. 65-69, abr./jun. 2019. Disponível em
11/04/2020
A hidrocefalia é causada por circulação inadequada ou má absorção do líquido cefalorraquidiano, o qual se acumula, resultando no aumento de volume e dilatação dos ventrículos cerebrais (ventriculomegalia).
🤔O que é líquor?🤔
O líquido cefalorraquidiano (LCR), também chamado líquor ou fluido cérebro espinhal, é uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, encontrada no espaço subaracnóide, no cérebro, e entre as meninges aracnóide e pia-máter da medula espinhal. Sua principal função é a proteção mecânica do sistema nervoso central. Também fornece nutrientes para o tecido nervoso e dele remove resíduos metabólicos. Ele é produzido pelos plexos coróides dos ventrículos terceiro, quarto e lateral, pelo revestimento ependimário do sistema ventricular e pelos vasos sanguíneos do espaço subaracnóide (ver sua localização na imagem) e absorvido pelos vilos aracnóides desse espaço. A hidrocefalia se desenvolve quando há uma obstrução do fluxo. Essa obstrução pode ocorrer em qualquer parte das vias por onde circula o líquor.
🧠Tipos de hidrocefalia🧠
Classificada em:
❗Intraventricular: a obstrução ocorre no interior dos ventrículos
❗Extraventricular - obstrução no espaço aracnóide ou nos vilos aracnóides
Clinicamente, é classificada como:
❗Primária/congênita: causada, aparentemente, pela incapacidade das vilosidades aracnóides de absorver o líquor em intensidade adequada, devido a desvios estruturais.
❗Secundária/adquirida: deve-se à obstrução ventricular geralmente causada por neoplasias.
Fontes:
https://www.infoescola.com/sistema-nervoso/liquido-cefalorraquidiano/
Festugatto R., Mazzanti A., Salbego F., Pelizzari C., Santos R.P., Trindade D. & Beckman D. 2007. Hidrocefalia secundária a meningoencefalite bacteriana em cão. Acta Scientiae Veterinariae. 35: s599-s600. Disponível em:
PERPÉTUA, Paulo C. G. Monitoramento clínico de um filhote de cão com hidrocefalia – relato de caso. IV Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica do Cesumar.
Disponível em:
QUESSADA, A. M. et al. Hidrocefalia em cão: relato de caso. Enciclopédia Biosfera, Goiânia, v. 10, n. 19, p. 11541162, 2014.
Disponível em:
19/03/2020
𝘿𝙞𝙖𝙜𝙣𝙤́𝙨𝙩𝙞𝙘𝙤 💡
O diagnóstico pode ser feito da seguinte maneira:
🧠 𝗔𝗻𝗮́𝗹𝗶𝘀𝗲 𝗳𝗶́𝘀𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗻𝗲𝘂𝗿𝗼𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗹𝗲𝘁𝗮: identificar se existe alguma outra doença e determinar a localização do cérebro atingida.
🧠 𝗘𝘅𝗮𝗺𝗲 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝗻𝗴𝘂𝗲: descartar a possibilidade outra doença.
🧠 𝗥𝗮𝗱𝗶𝗼𝗴𝗿𝗮𝗳𝗶𝗮 𝘁𝗼𝗿𝗮́𝗰𝗶𝗰𝗮: descartar a possibilidade de tumor pulmonar (região suscetível).
🧠 𝗥𝗲𝘀𝘀𝗼𝗻𝗮̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗺𝗮𝗴𝗻𝗲́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗲𝗺: recomendada principalmente para gliomas, que são de difícil identificação a partir de tomografia computadorizada.
🧠 𝗕𝗶𝗼́𝗽𝘀𝗶𝗮: a partir da ressonância magnética ou da tomografia pode se ter suspeita do tipo de tumor, mas só pode ser definido o tipo e a malignidade a partir de uma biópsia.
𝙏𝙧𝙖𝙩𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤 💡
🧠 𝗥𝗲𝗺𝗼𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗖𝗶𝗿𝘂́𝗿𝗴𝗶𝗰𝗮: a doença dificilmente será curada, mas os sinais clínicos podem ser aliviados. No entanto, deve-se considerar a distância do tumor à superfície do cérebro e a distância dele de áreas críticas e dependendo da região atingida o acesso será mais arriscado.
🧠 𝗧𝗲𝗿𝗮𝗽𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗥𝗮𝗱𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼: esse tratamento é recomendado para casos em que o tumor é pequeno ou a maior parte foi removido cirurgicamente, além disso o animal deve estar saudável o suficiente para receber uma anestesia geral a cada sessão.
🧠 𝗤𝘂𝗶𝗺𝗶𝗼𝘁𝗲𝗿𝗮𝗽𝗶𝗮: o encéfalo tem uma barreira hematoencefálica que restringe a efetividade dos quimioterápicos, no entanto já existem dr**as que se mostraram capazes de atravessar essa barreira e serem efetivas, como os agentes alquilantes lomustina (CCNU) e a carmustina (BCNU).
🧠 𝗧𝗿𝗮𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗣𝗮𝗹𝗶𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼: se nenhum dos outros tratamentos forem uma possibilidade. Apesar de não tratar o tumor em si, o uso de medicamentos pode melhorar a qualidade de vida do animal.
𝗙𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀
Steinberg, H. & Galbreath, E. J.; Muñoz-Gutiérrez JF, Garner MM, Kiupel M; Handbook of Clinical Neurology, 2016.
12/03/2020
Os sintomas variam da região do cérebro afetada:
🧠 𝗣𝗿𝗼𝘀𝗲𝗻𝗰𝗲́𝗳𝗮𝗹𝗼: responsável pelo comportamento e a integração das informações sensoriais.
Alguns dos sintomas incluem: perda de comportamento aprendido, depressão, aumento ou diminuição de apetite e sede, andar em círculos, perda ou diminuição de consciência e visão em um lado do corpo e convulsões, sintoma característico de tumores no prosencéfalo.
🧠 𝗧𝗿𝗼𝗻𝗰𝗼 𝗲𝗻𝗰𝗲𝗳𝗮́𝗹𝗶𝗰𝗼 (𝗯𝘂𝗹𝗯𝗼, 𝗽𝗼𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗺𝗲𝘀𝗲𝗻𝗰𝗲́𝗳𝗮𝗹𝗼): responsável pela função motora, estado de vigília e sistemas cardiovascular e respiratório. Além de ser a origem de nervos que controlam o movimento e a sensibilidade no rosto, olhos, garganta, laringe e língua.
Os sintomas normalmente começam com perda de equilíbrio, partindo, então, para head tilt, queda para o lado do head tilt, ataxia, nistagmo, estrabismo, perda de apetite e vômito.
Por afetar a respiração e o coração, tumores nessa região podem ser rapidamente fatais.
🧠 𝗖𝗲𝗿𝗲𝗯𝗲𝗹𝗼: responsável pelo refinamento dos movimentos e, juntamente com o sistema vestibular, equilíbrio e postura.
Os sintomas envolvem marcha descoordenada (hipermetria), tremores de intenção na cabeça (presentes apenas quando o animal está concentrando em algo, como comida), balanço do tronco, lordose e eventuais sinais vestibulares (como head tilt).
𝗙𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀
NC State Veterinary Hospital
05/03/2020
Tumores encefálicos são neoplasias originadas no encéfalo (tumores primários) ou que se espalharam para essa região por conta de um processo de metástase (tumores secundários).
São a causa mais frequente de disfunção neurológica em animais de companhia de meia idade a idosos, com uma incidência de 14,5 e 3,5 a cada 100.000 cães e gatos, respectivamente (McEntee & Dewey, 2013), mas que pode chegar a 3% nos cães (Snyder et al., 2006).
𝙋𝙧𝙞𝙣𝙘𝙞𝙥𝙖𝙞𝙨 𝙩𝙞𝙥𝙤𝙨
🧠 𝗚𝗹𝗶𝗼𝗺𝗮𝘀: tumores cerebrais malignos que ocorrem nas células gliais. Segundo a Universidade de Purdue, este é o segundo tipo mais frequente de tumor cerebral em cães, acometendo, principalmente, raças braquicefálicas (de nariz curto, como pugs, boxers e etc).
↳ 𝘈𝘴𝘵𝘳𝘰𝘤𝘪𝘵𝘰𝘮𝘢𝘴: afetam os astrócitos (têm função de preenchimento dos espaços entre neurônios, regulação de eletrólitos e neurotransmissores e manutenção da barreira hematoencefálica);
↳ 𝘖𝘭𝘪𝘨𝘰𝘥𝘦𝘯𝘥𝘳𝘰𝘨𝘭𝘪𝘰𝘮𝘢𝘴: afetam os oligodendrócitos (formação e manutenção da bainha de mielina);
↳ 𝘌𝘱𝘦𝘯𝘥𝘪𝘮𝘰𝘮𝘢𝘴: afetam os ependimócitos (revestimento).
🧠 𝗠𝗲𝗻𝗶𝗻𝗴𝗶𝗼𝗺𝗮𝘀: tumores que afetam as meninges, membranas que revestem e protegem o encéfalo, o tronco encefálico e a medula espinal. Mais comuns em cachorros dolicocéfalicos, como Collies e Pastores Alemães. Tumores encefálicos são raros em gatos, mas meningiomas são os mais comuns.
🧠 𝗠𝗲𝗱𝘂𝗹𝗼𝗯𝗹𝗮𝘀𝘁𝗼𝗺𝗮𝘀: tumores que afetam células neuroectodérmicas do cerebelo, de desenvolvimento rápido. É menos pesquisado e ainda não há predisposições comprovadas de raças, mas são o tipo de tumor encefálico mais comuns em crianças humanas.
🧠 𝗖𝗿𝗮𝗻𝗶𝗼𝗳𝗮𝗿𝗶𝗻𝗴𝗶𝗼𝗺𝗮𝘀: neoplasia primária derivada de tecidos mal formados.
🧠 𝗦𝗰𝗵𝘄𝗮𝗻𝗻𝗼𝗺𝗮𝘀: primário grau se desenvolve a partir de células de Schwann e pode surgir de qualquer nervo craniano.
🧠 𝗚𝗮𝗻𝗴𝗹𝗶𝗼𝗴𝗹𝗶𝗼𝗺𝗮𝘀: compostos por células da glia e neuronais que apresentam vários graus de atipia celular.
🧠 𝗠𝗲𝗱𝘂𝗹𝗼𝗯𝗹𝗮𝘀𝘁𝗼𝗺𝗮𝘀: neoplasia na fossa posterior do cerebelo, em veterinária é mais comum em cachorros e bovinos, e casos isolados em porcos, gatos e ratos.