Quando uma mulher resolve se posicionar e traz com ela uma comunicação visual forte, isso geralmente causa incômodo no meio em que ela circula.
Com isso, vem os rótulos: exagerada, brega, fútil.
Será que podemos colocar uma mulher numa caixinha pela sua forma de se apresentar para o mundo?
Não seria essa também uma escolha livre que só deve dizer respeito a ela?
Esse assunto me incomoda há um tempo, também tenho sido colocada nessas caixas. Por isso, resolvi compartilhar parte do que penso a respeito desse assunto com vocês.
E aí? Já passaram por algo parecido?
Fabiana Albuquerque - Português & Redação
O Descomplica é um curso especializado em Língua Portuguesa e Redação para alunos do Ensino Fundamental e Médio, bem como para estudantes de concurso.
Essa semana, meu filho produziu um minidocumentário sobre ímãs. Durante o processo, um aspecto merece nossa atenção: para cumprir a tarefa, ele precisou organizar as ideias, planejar a sequência da fala e adaptar a linguagem ao público, monitorando a própria expressão oral. Em outras palavras, realizou um trabalho complexo com a linguagem.
Mas há um detalhe importante: ele não fez isso porque alguém lhe entregou um tema artificial ou distante da sua realidade. Fez porque estava falando sobre um assunto que ele ama, pauta de suas leituras e pesquisas autônomas.
Quando a produção textual nasce de um interesse genuíno, a linguagem deixa de ser apenas conteúdo escolar e passa a cumprir sua função mais importante: comunicar algo que faz sentido para quem fala e para quem escuta.
É curioso perceber quantas vezes a escola desperdiça esse potencial. Com frequência, os alunos são vistos apenas como recipientes vazios a serem preenchidos por conhecimentos previamente definidos. Pouco espaço resta para aquilo que eles já sabem, investigam, observam, criam e desejam compartilhar.
Toda criança chega à escola carregando repertórios, perguntas, experiências e paixões. Chega como sujeito de saberes, que tem muito a dizer.
Talvez uma das tarefas mais importantes da educação seja justamente esta: criar oportunidades para que esses saberes encontrem a linguagem que os materializem.
Porque escrever, falar, argumentar e produzir conhecimento ganham outro significado quando partem de um interesse genuíno de dizer algo ao mundo.
13/06/2026
Valentines day ❤️
27/05/2026
“A vida só é possível reinventada”.
Diante das incertezas e ilusões do tempo, a única forma de seguir em frente é se transformar continuamente.
Sabendo disso, que a impermanêcia, a superação e a liberdade sejam a nossa tríade de vida. Impermanência para nos lembrar de que a vida e a natureza são passageiras e mutáveis. Superação porque é preciso buscar sempre um novo significado, ao invés de se apegar a ilusões ou dores. E liberdade porque se reinventar é um ato de coragem, de deixar ir o passado e o tempo.
Será isso o amor depois de tantos anos? Não permanecer intacto, mas permanecer inteiro, descobrindo que amadurecer juntos também é uma forma de renascimento?
Passada a lua de mel, assim seguimos.
Ainda em travessia.
Ainda em movimento.
Ainda reinventando a vida.
20/05/2026
Há 25 anos, iniciávamos a nossa travessia. Sem sabermos ao certo o que o destino nos reservava, seguimos achando graça em não saber. Passado o tempo, vieram as tempestades e os dias de calmaria, os desencontros e os reencontros e, com a vida fazendo tudo correr e embrulhar, as versões de nós começaram a emergir. Não havia mais espaço para as idealizações.
Regidos pelo compositor de destinos, o real de cada um foi sendo revelado: as fragilidades, os medos, as imperfeições, os silêncios, as cicatrizes. E, ainda assim, a decisão foi de ficar. Escolher permanecer depois de conhecer o outro para além daquilo que imaginávamos dele. Talvez seja disso que se façam os “sins” mais profundos. Não da fantasia de encontrar alguém que confirme nossas projeções, mas da coragem de construir um caminho com alguém real.
Relacionamentos não sobrevivem de personagens perfeitos. Vivem da disposição de atravessar. De olhar para o outro inteiro, com a cara lavada, e decidir que, mesmo assim, vale a pena continuar, num jogo do “se mostra e eu descubro se eu gosto, do seu verdadeiro jeito de ser”.
Porque, como bem disse João Guimarães Rosa, “O real não está no início nem no fim, ele se mostra pra gente é no meio da travessia”.
03/05/2026
05/04/2026
Viver é melhor que sonhar! 🌸 🌹 💐
04/04/2026
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso…
18/03/2026
Com o tempo a gente aprende um bocado de coisas, principalmente, o que queremos para a nossa vida. Minha mãe sempre é uma grande referência nesse sentido de não ter medo da idade, mas, sim, de celebrar a vida a cada início de novo ciclo. Ela sempre fala: “se tem medo de envelhecer, pois então deseje morrer jovem! Só temos essas duas escolhas!”.
Como nunca desejei morrer jovem - quem é doido de querer isso com uma vida tão boa de se viver? - passo o meu dia cantando, em festa, ao encontro dos novos ciclos da idade. Nessa jornada, desde que foi lançada, essa música passou a ser a trilha sonora do meu dia 18 de março. Porque, com o tempo, a gente vai aprendendo também o que verdadeiramente importa e tem valor. Assim, sigo com o corpo cheio de esperança, pelos caminhos brandos, escolhendo estar cercada da minha família, dos bons amigos e de gente que vibra muito, mas muito a favor! Por aqui, tudo tem se descomplicado! A minha proposta é boa eu sei! 🎂
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