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Somos uma consultoria educacional, cujo propósito é atuar em instituições de ensino e culturais

20/05/2026

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O médico brasileiro registra últimas palavras antes de ser sequestrado pelo exército sionista em águas internacionais, juntamente com centenas de outros ativistas que estavam levando ajuda humanitária para Gaza!

Cassio era o último brasileiro que navegava rumo à Gaza. O barco que ele estava faz parte da missão Global Sumud Flotilla, que busca levar ajuda aos palestinos. Outras três brasileiras também foram sequestradas e seguem incomunicáveis!

A marinha israelense interceptou ilegalmente as embarcações, rompendo com todos os tratados internacionais de navegação, assim como viola sistematicamente direitos humanos.

Exigimos que o dê uma resposta sobre as condições dos brasileiros sequestrados e o que está sendo feito pelo para que essa violência seja interrompida e responsabilizada, além de trazê-los em segurança para suas famílias!

Por uma Palestina Livre, do Rio ao Mar!



Entenda mais sobre a flotilha em

20/05/2026

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Uma das campanhas de conscientização mais perturbadoras transformou a desigualdade de gênero nesse formato. Usou justamente a linguagem que a gente não presta atenção: o “Termos e Condições”. Aquele que ninguém lê. Aquele em que a vida moderna praticamente obriga a gente a clicar em “aceito” para seguir em frente.
A ONG mostra isso numa metáfora brutal sobre nascer mulher no mundo.

Na campanha “The Fine Print”, criada pela agência .london, com uso de IA, os “termos” que aparecem não falam sobre cookies ou privacidade. Falam sobre assédio. Sobre menos acesso à educação. Sobre medo. Sobre liberdade limitada. Sobre ganhar menos. Sobre precisar calcular caminhos, roupas, horários, tons de voz e até o tamanho do sorriso para atravessar a vida em segurança.
❌E o mais desconfortável é justamente isso: não existe botão de recusar no nascer de uma mulher.
🔏Você nasce menina e o contrato já vem automaticamente ativado.

🚨A campanha ainda afirma, sem hesitar: a maioria das mulheres vivas hoje não verá a igualdade de gênero acontecer. Por isso incomoda tanto. A campanha traduz, em segundos, uma sensação que toda mulher conhece, desde muito cedo: a de que existir no mundo como mulher sempre veio acompanhada de letras minúsculas que ninguém teve coragem de explicar direito.

Photos from EtnicoEduc's post 20/05/2026

Você sabe por que o dia 18 de maio foi escolhido como Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil?
Em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune. E como aconteceu com a menina Araceli, infelizmente, para nosso horror e alerta máximo, continua acontecendo com meninos e meninas, em menor ou maior grau de violência, todos os dias em nosso país!
A data foi instituída pela Lei Federal nº 9.970/2000 e integra o movimento 🟠que convoca a sociedade a se mobilizar e denunciar qualquer forma de violência contra menores.

A ‘Campanha Faça Bonito’ é uma iniciativa liderada pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. O símbolo da campanha é uma flor 🌼, que representa a fragilidade da infância e a necessidade de cuidado e proteção.

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O número de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual no Brasil mais que triplicou nos últimos 10 anos. Em 2025, foram registrados 59.366 casos.*

18 de maio é um lembrete urgente. A violência sexual contra crianças e adolescentes acontece todos os dias no Brasil.

Mais da metade das vítimas tem entre 1 e 5 anos e grande parte dos casos nunca é denunciada.

Proteger crianças exige ação coletiva. Toda criança tem direito a crescer com segurança e proteção.

*(Fonte: Ministério da Justiça)

18demaio

16/05/2026

Nunca é demais relembrar acontecimentos históricos em que as mulheres são protagonistas, lutando pelos seus direitos de existirem e fazerem parte da sociedade brasileira, como do mundo!
Ocorre que as conquistas que obtiveram, muitas vezes, não são atribuídas a elas e, ao contrário, a cultura e política machista se volta contra as mulheres, ameaçando direitos conquistados, assim como suas próprias vidas.
Nesse sentido, vale sempre recordar fatos históricos como faz a professora , nesse post.

Repost Lilian Schwartz

As mulheres brasileiras já provaram, ao longo da história que podem ser o que desejarem ser.
Há muitas diferenças. Mulheres negras e indígenas ainda sofrem muito mais discriminação e são alvo de violência de gênero ainda mais aguda, mas a luta continua.
Nunca foi presente.
Sempre foi conquista.

Photos from EtnicoEduc's post 16/05/2026

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💊 A cultura “red pill” não existe só na internet.

Ela transforma misoginia em “piada”, exclusão em “brincadeira” e violência em comportamento normalizado.

Quando meninas são silenciadas, ridicularizadas, sexualizadas ou desacreditadas dentro da escola, não estamos falando de casos isolados. Estamos falando de uma cultura de ódio que cresce alimentada pelo machismo, pela impunidade e pelos algoritmos.

Combater o assédio nas escolas também é enfrentar os discursos misóginos que tentam transformar violência contra mulheres em identidade masculina.

Escola segura é escola onde meninas podem existir sem medo.

Escola sem assédio, já. ✊🏽📚🔥

Photos from EtnicoEduc's post 15/05/2026

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Poetas fingem a própria morte para serem valorizados em vida

Caso aconteceu em São Paulo, após Poetas da Periferia saberem das condições de participação na FLIP

Tudo começou com um diálogo em um grupo de WhatsApp sobre quanto o grupo de editoras que integra a Câmara Periférica do Livro,  CPL,  teria que investir para poderem viabilizar sua participação na Festa Literária Internacional de Paraty - a FLIP.  Segundo relatos, não se tinha notícias ainda do preço das barracas pequenas e os boatos que circulavam era que rins precisariam ser vendidos.

Desesperados, autores e editoras tiveram a ideia de fingir uma morte coletiva,  para assim se tornarem mais elegíveis a homenagens e, quem sabe, receberem convites de participação remunerada nos eventos literários deste ano de 2026.

“TAA ou TAC - é o mínimo que vão oferecer aos nossos espíritos após essa morte tão dramática”. Disse Elizandra Souza, referindo-se à tríade “Transporte, Alimentação e Ajuda de custo/Cachê” - termos criados por ela mesma em mais um daqueles momentos em que precisou vestir a roupa de autoempresária por cima da de escritora, que ela, sem dúvida, afirma gostar mais.

O falecimento em grupo foi encenado durante um encontro presencial na ONG Ação Educativa.

“De repente, os participantes da reunião começaram a desmaiar e então chamamos o samu.  Era poeta caído pra todo lado”, conta Eleilson Leite,  então coordenador de cultura da instituição que, após o trauma, optou por se desligar da função.

Hoje, Elê, como é conhecido, dirige o Instituto Diálogos e Conhecimentos e afirma estar bastante feliz. 

Após a chegada de paramédicos, e constatada a não morte do grupo, Daniel Minchoni, líder da turba, foi levado à delegacia para prestar depoimento sobre o ocorrido, sendo liberado em seguida. 

A confusão toda deve ter durado em torno de trinta minutos,  apenas.  Mas a notícia de que poetas se mataram antes de morrerem de fome continuou reverberando e dividindo opiniões. 

Alguns, sem saber que foi só fingimento,  ainda lamentam “essa grande perda para o país”, enquanto planejam homenagens. 

Saiba mais sobre essa quase tragédia na .editorasdasperiferias

Photos from EtnicoEduc's post 14/05/2026

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📚145 ANOS DE LIMA BARRETO

Lima Barreto ter nascido no dia 13 de maio é uma dessas coincidências que o universo proporciona. Lima nasceu 7 anos antes da abolição da escravidão e o dia da celebração da Lei Áuera, no dia do seu aniversário de 7 anos, o marcou profundamente. Décadas depois, já no século XX, mais precisamente no ano de 1911, Lima elaborou essa memória na crônica “Maio”, em que fala do seu aniversário e da abolição.

Nesta crônica, notamos um Lima confrontando a alegria daquele 13 de maio que prometia ser uma grande libertação, mas que ainda estava longe de ser. De certa forma, ainda parece estar longe de ser.

📌Na crônica, Lima escreve:

Eu tinha então sete anos e o cativeiro não me impressionava. Não lhe imaginava o horror; não conhecia a sua injustiça. Eu me recordo, nunca conheci uma pessoa escrava. Criado no Rio de Janeiro, na cidade, onde já os escravos rareavam, faltava-me o conhecimento direto da vexatória instituição, para lhe sentir bem os aspectos hediondos.

Era bom saber se a alegria que trouxe à cidade a lei da abolição foi geral pelo país. Havia de ser, porque já tinha entrado na consciência de todos a injustiça originária da escravidão.

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Você pode ler a crônica “Maio”, de Lima Barreto, facilmente na internet e no domínio público. Vamos deixá-la também disponível nos Stories e no Destaque: Educação.

13/05/2026

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🫀Poema “Vozes-mulheres”, escrito e declamado por Conceição Evaristo.

🔴 13 de Maio - Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo.

Por que o dia da “Abolição” da Escravatura merece uma reflexão profunda?🤔

Por muitos anos, o dia 13 de maio foi uma data comemorativa, no Brasil, devido à abolição da escravatura, ocorrida em 1888. Entretanto, a realidade enfrentada por negros e negras, após a sua liberdade, foi oposta a uma comemoração. Milhares foram abandonados nas ruas, sem ter o acolhimento do Estado. Sem ter onde morar, sem saber ler e escrever, negros e negras reuniram-se nos quilombos em condições precárias e distantes dos centros urbanos para, unidos, tentarem sobreviver. Além disso, a abolição da escravatura apagou o grande dano que a escravidão representou e também branqueou a população brasileira através da imigração europeia.

Proposto pelo professor e pesquisador gaúcho Oliveira Silveira, em 1971, o 13 de Maio passou a ser considerado o Dia Nacional da Denúncia Contra o Racismo, para oficializar a falsa liberdade concedida e a representatividade.

Esta data deve ser lembrada como mais um dia de resistência, e não como uma data comemorativa. A escravidão trouxe consigo as mazelas do racismo que reflete nas taxas de desemprego, na miserabilidade, nos altos índices de morte, no flagelo e na violência que negros e negras continuam sofrendo.

Racismo é crime. Denuncie! Disque 100

(Fonte: Secretaria da Cultura do RS)
Agradecimento:

❤️📚

Novo por aqui?
flix é um espaço para quem AMA POESIA 🫀
Acreditamos que a Poesia está em todo lugar e tem o poder de tocar profundamente o ser humano.
Poesia cura, emociona, conecta!
Nossa missão é celebrar esta ARTE e divulgar os POETAS.

❤️📚

13/05/2026

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✨🌿 O Festival Artes Pela Paz transforma Campinas em um grande encontro de arte, cultura e conexão coletiva

💛 Só na abertura, o festival reuniu mais de 5 mil pessoas e cerca de 200 artistas no Centro de Convivência Cultural de Campinas, celebrando a força da arte como espaço de encontro, participação coletiva e construção de uma cidade mais humana e conectada.

🎶 O evento contou com apresentações marcantes como o Concerto Sinfônico pela Paz, com participação da Orquestra Sinfônica de Campinas, sob regência do maestro Nelson Ayres, composição original de Rafael dos Santos, solo de dança da bailarina Diane Ichimaru, da Confraria da Dança, e participação especial do grupo Caixeiras das Nascentes.

📄📃 A programação também reuniu dezenas de poetas convidados na “Revoada de Poemas”, com artistas e coletivos literários compartilhando poemas inéditos sobre cultura de paz com o público.

Entre apresentações, música, poesia, oficinas, exposições e experiências culturais, o público ocupa os espaços do festival vivendo momentos de troca, sensibilidade e celebração da cultura de paz.

Cada atividade reúne pessoas de diferentes idades, histórias e territórios em experiências que fortalecem o encontro, a escuta e a construção coletiva através da arte.

✨ O festival está com uma programação diversa e aberta ao público durante dois meses, reunindo artistas, educadores, coletivos culturais e participantes em vivências que conectam arte, memória, bem-estar e transformação social.

👉 Confira a programação completa e participe das próximas atividades pelo link da bio do

💬 Qual momento vivido através da arte mais marcou você recentemente? Deixe nos comentários!

✨ Quando pessoas se encontram através da arte, a cidade também se transforma. Continue conosco que ainda vem muita produção artística disponível também nas plataformas digitais pra todo mundo alcançar!

13/05/2026

Repost .a.zahra
Todas as universidades de Gaza foram destruídas...
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😱 Esse fato é absolutamente estarrecedor e, ao mesmo tempo, aponta exatamente a urgência de referendarmos o conceito de ou . Essa destruição sistemática e deliberada das infraestruturas educativas, instituições de ensino superior, bibliotecas e arquivos, além do assassinato de acadêmicos, professores e estudantes, com o objetivo de destruir o ensino, a pesquisa, a cultura, a memória e a identidade de um povo é alarmante!
A morte de espaços educativos, sejam eles em escolas, universidades, centros de cultura, salas de leitura, centros de pesquisa e convivência humana, sejam em Gaza ou em qualquer outra parte do mundo, diz muito sobre a humanidade que nos tornamos, o que permitimos ou ignoramos, e a humanidade que queremos ser!

Leia mais sobre isso nos Stories e Destaque: Educação.

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