28/01/2021
Nesta última madrugada, Carolina Iara sofreu um ataque em sua própria residência. Ao menos dois tiros de projéteis foram disparados. No momento do ataque, também estavam presentes no local sua mãe e seu irmão.
Covereadora da Bancada Feminista do PSOL, Carolina é uma mulher negra, intersexo, tr****ti e vive com HIV. Por tudo que ela representa, não há dúvidas de que se trata de um ataque político, deliberadamente planejado com o intuito de enviar uma mensagem de ódio.
Expressamos, através desta nota, toda nossa solidariedade à Carolina, e exigimos uma investigação detalhada. É inadmissível que ataques como esses persistam em nosso ambiente e, pior, que sejam tolerados.
O avanço do fascismo no Brasil abriu espaço para que oportunistas se achem no direito de ceifar nossas vidas, de nos silenciar e impedir nossa entrada a espaços de poder. A imagem de Carolina é uma ameaça contra tudo que os fascistas acreditam. Só por respirar, diariamente, milhares de Carolinas os ofendem. E para isso, dizemos: Não vamos nos calar!
A vida de Carolina e de sua família foram colocadas em risco! Não aceitaremos que esse acontecimento passe em branco e impune. Vidas negras, intersexo, trans, tr****tis e transvestigeneres importam!
Assinam esta nota:
- Centro Acadêmico XI de Agosto - Faculdade de Direito da USP
- Coletiva Xica Manicongo
- Centro Acadêmico Lupe Cotrim - ECA USP
- CeUPES Ísis Dias de Oliveira - Ciências Sociais USP
- Centro Acadêmico Guimarães Rosa de Relações Internacionais
- DCE Livre da USP “Alexandre Vannucchi Leme”
- Centro Acadêmico Panthalassa (IOUSP)
- Centro Acadêmico Arnaldo Vieira de Carvalho (FoFiTO USP)
- Centro Acadêmico do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (CAIAG-USP)
- Centro Acadêmico da História USP - Luiz Eduardo Merlino (CAHIS USP).
- Coletivo LGBT Madame Satã- História USP
Nesta última madrugada, Carolina Iara sofreu um ataque em sua própria residência. Ao menos dois tiros de projéteis foram disparados. No momento do ataque, também estavam presentes no local sua mãe e seu irmão.
Covereadora da Bancada Feminista do PSOL, Carolina é uma mulher negra, intersexo, tr****ti e vive com HIV. Por tudo que ela representa, não há dúvidas de que se trata de um ataque político, deliberadamente planejado com o intuito de enviar uma mensagem de ódio.
Expressamos, através desta nota, toda nossa solidariedade à Carolina, e exigimos uma investigação detalhada. É inadmissível que ataques como esses persistam em nosso ambiente e, pior, que sejam tolerados.
O avanço do fascismo no Brasil abriu espaço para que oportunistas se achem no direito de ceifar nossas vidas, de nos silenciar e impedir nossa entrada a espaços de poder. A imagem de Carolina é uma ameaça contra tudo que os fascistas acreditam. Só por respirar, diariamente, milhares de Carolinas os ofendem. E para isso, dizemos: Não vamos nos calar!
A vida de Carolina e de sua família foram colocadas em risco! Não aceitaremos que esse acontecimento passe em branco e impune. Vidas negras, intersexo, trans, tr****tis e transvestigeneres importam!
Assinam esta nota:
- Centro Acadêmico XI de Agosto - Faculdade de Direito da USP
- Coletiva Xica Manicongo
- Centro Acadêmico Lupe Cotrim - ECA USP
- CeUPES Ísis Dias de Oliveira - Ciências Sociais USP
- Centro Acadêmico Guimarães Rosa de Relações Internacionais
- DCE Livre da USP “Alexandre Vannucchi Leme”
- Centro Acadêmico Panthalassa (IOUSP)
- Centro Acadêmico Arnaldo Vieira de Carvalho (FoFiTO USP)
- Centro Acadêmico do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (CAIAG-USP)
- Centro Acadêmico da História USP - Luiz Eduardo Merlino (CAHIS USP).