01/12/2016
Viva VERDI! É o que se lia nos muros e se ouvia nas ruas das cidades no norte da Itália durante as guerras de unificação. Buscando driblar a censura do Império Austro-húngaro, que ocupava o nordeste da Itália, o acrônimo “V.E.R.D.I” trazia um duplo significado: fazia apologia a “Viva Vittorio Emmanuelle Re D´Italia” e homenageava o compositor Giuseppe Verdi. Vittorio Emmanuelle, rei da Sardenha-Piemonte, foi uma das principais forças políticas pró-unificação. Giuseppe Verdi, gênio absoluto da música, incluiu em suas óperas diversas críticas à ocupação austríaca, aos mandonismos locais e foi o autor do coro que animou o “risorgimento”, tornando-se o hino clandestino da Itália unificada. Quer saber mais sobre as relações entre as óperas de Verdi e a unificação italiana? inscreva-se no curso “A História contada pela Música Clássica”: http://cursos.faap.br/…/a-historia-contada-pela-musica-…/556
24/11/2016
É impossível dissociar o Antigo Regime de Luís XIV. Isso porque, além da concentração total do poder nas suas mãos, o “rei sol” se cercou dos maiores artistas do seu tempo para construir sua imagem pública como monarca absoluto. A fabricação de sua imagem foi modelo para outros monarcas e a atenção que seus ministros dispensaram a todo sistema de comunicação é precursora do marketing político contemporâneo. Superintendente da música em Versalhes, o genial Jean-Baptiste Lully compôs diversas obras para projetar a imagem de Luís XIV. Quer saber mais sobre as relações entre o absolutismo monárquico francês e a música de Lully? inscreva-se no curso “A História contada pela Música Clássica”: http://cursos.faap.br/…/a-historia-contada-pela-musica-…/556
18/11/2016
J.S. Bach criou o que muitos entendem ser a mais transcendente obra musical do repertório clássico. Frederico, o Grande, construiu as bases do que conhecemos hoje como Alemanha. O encontro dos dois, em 1747, foi um dos eventos mais representativos das transformações ocorridas no século XVIII. Bach e sua obra simbolizavam a visão da velha ordem religiosa, metafísica e barroca. Frederico sintetizava a nascente cultura iluminista, secular e pré-clássica. No encontro, Frederico desafiou Bach e desse desafio nasceu uma das obras-primas da música polifônica, a "Oferenda Musical". Quer saber mais sobre este episódio e como a música nos ajuda a compreender a história ocidental, inscreva-se no curso: http://cursos.faap.br/descricao/a-historia-contada-pela-musica-classica/556
17/11/2016
Friedrich Engels, em uma carta a Karl Marx, dizia que aprendeu “mais em Balzac sobre a sociedade francesa da primeira metade do século, inclusive nos seus pormenores econômicos, do que em todos os livros dos historiadores, economistas e estatísticos da época”. As artes conseguem exprimir com precisão o espírito do tempo (zeitgeist) e como qualquer outra manifestação artística, a música não existe no vácuo. A linguagem musical tem seu lugar na história geral das ideias, pois sendo de algum modo intelectual e expressiva, é influenciada pelo que se faz no mundo, pelas crenças políticas e religiosas, pelos hábitos e costumes. O objetivo deste curso é compreender alguns momentos importantes da História das Relações Internacionais por meio da expressão musical.
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