colheita.educa

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Educação e partilha para construir um mundo antirracista.

14/03/2024

Arte educadora, mãe, dançante, brincante e curiosa. Formada em Pedagogia pela Universidade de São Paulo, em Dança pela Etec de Artes de São Paulo, mestranda em Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, fundadora da Colheita - Educação e Partilha, grupo de arte-educação e consultoria pedagógica focada em Educação decolonial que desde 2020 atua na divulgação conteúdos educativos/ formativos nas redes sociais (Instagram, facebook, youtube, spotify e linkedin) e em ações presenciais em casas de cultura, universidades, escolas da rede pública entre outros.
Técnica social da Associação Terra de Deus Terra de todos, movimento de habitação popular da cidade de São Paulo.
Tem trajetória na construção do Movimento de Cultura de Ermelino Matarazzo, produtora cultural periférica, poeta tem o projeto ESTRIA e Abismada entre suas composições.

14/03/2024

Colheita - Educação e Partilha é uma equipe de consultoria pedagógica, somos uma coletividade que busca através do encontro transformar a educação brasileira com uma abordagem e .

De e pertença é feito nosso caminhar, nossa prática e todo trabalho.
Formações, palestras, intervenções e consultoria pedagógica é nossa especialidade.

Estamos em diversas plataformas digitais, confira na bio.

Nascemos como um contato virtual em meio ao caos pandêmico de 2020 e seguimos em ação e propósito até aqui, com a sorte grande de poder hoje atuar também presencialmente.

Apresentamos uma nova fase de nosso trabalho, além de contar com .bru.na.na (Bruna Salgueiro) temos a presença iluminada de Luana Ferrari dos Santos somando a equipe.

Vamos nesse ano de 2024 dar início à atividades presenciais regulares, mas mantendo nosso elo digital, nosso compromisso com a formação popular, compartilhada e franca que sempre houve aqui na página.

Muito amor pela jornada até aqui construída, muita força e axé pra seguir no futuro que nos aguarda e muita gratidão por quem nos acompanha nesse trabalho bonito.

Seguimos em constante semeadura para colher e partilhar sempre.

Avante!
♥️🍃🔥

14/03/2024

Filha, neta, mãe. Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da USP (2018), especialista em Educação Digital pela Universidade Estadual da Bahia (2023), mestranda do Programa de Pós-Graduação em Têxtil e Moda da Escola de Artes, Ciências e Humanidades - USP Leste, arte educadora e entusiasta do corpo tornou-se professora de Hatha Yoga pelo Instituto de Estudos e Pesquisa de Yoga (2013), iniciou como aprendiz dos saberes da cultura Afrobrasileira e Indígena no Núcleo de Artes Afro Brasileiras da USP em 2015, aproximando-se do campo das práticas feministas em saúde da mulher e processo de envelhecimento formou-se doula pelo Multiplicando Doulas (2017).
Realizou aulas de Hatha Yoga na Casa de Cultura do Santa Tereza, no município de Embu das Artes, em 2013 e 2014. Atuou como professora e coordenadora pedagógica no projeto Multiplicando Doulas durante o período mais severo da pandemia por Covid-19, nos anos de 2020 e 2021.
Educadora em sala de aula da educação infantil e do ensino fundamental, atualmente é professora de Jardim de Infância na Pedagogia Waldorf em uma escola associativa e rural.
Iniciou o ano de 2024 firmando parceria como sócia na Colheita - Educação e Partilha. Chega na Colheita para contribuir na semeadura da educação através da perspectiva comunitária traçando discussões sobre aquilombamento e cuidado construção da aparência, processo de envelhecimento e ancestralidade.

09/03/2024

Vem pro pós carnaval com as crianças!

Na ocupação Cultural Mateus Santos, Ermelino Matarazzo, pertinho da estação Comendador Ermelino, na Zona Leste de São Paulo.

Av. Paranaguá, 1633.

Bora?

Photos from colheita.educa's post 25/09/2023

É um prazer fazer parte desse evento tão necessário ao lado de pessoas tão admiráveis.

Amanhã vou estar junto de na
Para falar de educação decolonial e história indígena, olha que chic!

Já estou no caminho e ansiosa, vou mostrando tudo pra vocês pelos stories.

Beijo!

13/06/2023

É mais fácil gostar de você quando as pessoas em volta também gostam.
É pra isso que serve o QUILOMBO!
Gente, frente a tanta opressão nossos ancestrais desenvolveram uma tecnologia para nos garantir o amor. Usemos!
Foi pra ter direito ao abraço, ao colo, ao dengo. Foi pra ensinar as carícias e as piadas, as comidas e cafunés. Nossos antepassados inventaram o quilombo pra voltarem a serem seres de afeto, mesmo depois do castigo, independente do tempo do cativeiro.
Muitos dos traumas e dificuldades de amar foram forjados ou reforçados na escola, é por isso que estou hoje falando de amor aqui. É também papel da escola ajudar as crianças a desenvolverem o afeto, entenderem o que é o respeito e o quilombo.
A colonização nos tirou do afeto, nos colocou em roupas e cômodos, em papeis onde você precisa caber e ninguém nunca cabe. Isso machuca. Na escola, nas amizades, no trabalho, na família...
Escolher bem as amizades, estar em grupos que nos celebram, nos aceitam e nos acolhem, isso é se aquilombar e é isso que vai te ajudar a manter o seu amor por você, o seu amor por quem está em volta.
VOCÊ SABE SE AQUILOMBAR?
Como a gente ensina as crianças a terem a famosa AUTOESTIMA se nós estamos em relações que nos enfraquecem? Se nós reforçamos na sala a lógica da competição, da nota, da comparação, do estigma?
Construir o quilombo é todo dia, é manutenção, é dar e receber.

Numa semana como essa, Dia dos Namorados, dia de Santo Antônio e um monte de fotos de amores, cobranças de afeto, ciúmes e rejeições, num momento como esse a gente precisa do quilombo.
Precisa do quilombo pra lembrar que nosso valor é inegociável, que o amor também é nosso direito, nosso órgão mais precioso que pulsa, nosso lar. Pra lembrar que a beleza cabe no nosso corpo, que o carinho cabe nas nossas mãos, que a gente não precisa se odiar.
Sem QUILOMBO a gente cai nas armadilhas das caravelas, a gente busca relações colonizadoras com medo da solidão. A gente não enxerga o próprio valor e nem o valor das pessoas. A gente confunde cativeiro.

(Continua nos comentários)

Photos from colheita.educa's post 24/03/2023

o perigo do
esteriótipo

O trabalho com esteriótipos é um perigo!

parece que você sabe, mas você não sabe!

Estereótipo: 5. Esse padrão formado de ideias preconcebidas, resultado da falta de conhecimento geral sobre determinado assunto.
fonte: Michaelis on-line

Na escola construímos conceitos, aprendemos sobre o mundo.
É importante estudar com responsabilidade e aprender para além do esteriótipo.
Aprender a pesquisar e saber distinguir conhecimento específico de esteriótipos.

Ex.:
Como vive o índio?
Não existe "o índio", existem povos indígenas, povos originários diversos, de lugares diversos e com culturas diversas.

Tem indígena de celular, de calça jeans, na favela, no planalto central, na aldeia e etc...

Fazer cocar de papel sulfite sem explicar o contexto indígena no brasil e no mundo
é ensinar esteriótipo.

Mas eu quero fazer uma honenagem,
não posso?!

Pode, amore,
Mas faz direito.

chame lideranças e/ou especialistas no tema para falar;
faça pesquisas coletivas e apresente os resultados;
Estude sobre personalidades e suas origens.
aprenda onde f**a no mapa, como se pronunciam algumas palavras e o que signif**am seus elementos
Entenda quais são as demandas das próprias pessoas indigenas.

A pesquisa ensina todo mundo

Nosso compromisso é
aumentar o repertório e não reduzir.
Reproduzir esteriótipos na escola desinforma e atrapalha a aquisição de conhecimento.

Pense nisso.

.educa

06/01/2023

- Semeadura
Escolher os melhores projetos e ações visando os frutos que queremos colher no futuro

- Cultivo
Refletir sobre a prática e ajustar o processo de cultivo desse horizonte

- Colheita
Avaliar, acolher e valorizar os progressos alcançados e se preparar para o próximo ciclo

10/08/2022

Cortar fora minha língua,
Roubar minha identidade
Não impede que eu encontre num novo idioma a palavra LIBERDADE.

Desembaraçar as raizes,
Enfraquecer a união
É pequeno perto do tamanho da nossa próxima REVOLUÇÃO.

Diariamente pulsando,
Alimentando o sorriso,
Resistir é artesania de todo dia inverter o paraíso.

Segurar na mão de quem está,
Estender para quem ainda vem,
Ser quem sou e sempre celebrar quem aceita aceitar sua fibra também.

Avante.

16/07/2022

Live - Acolhimento e vulnerabilidade social na escola.

Pra seguir o tema do mês com a brilhante .sendolais nos contando um pouco de sua trajetória e ajudando a pensar em caminhos no acolhimento de crianças em vulnerabilidade na escola.

Vem que vai estar incrível!

Quinta-feira
21/07/2022

As 18:30

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