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24/08/2026

Volto da Amazônia com a sensação de ter recebido muito mais do que fui buscar.

Foi um privilégio conhecer de perto comunidades ribeirinhas, ouvir suas histórias e entender um pouco melhor o que significa viver da floresta e, ao mesmo tempo, ajudar a mantê-la em pé.

Quando estamos nas grandes cidades, sustentabilidade pode parecer uma palavra distante, ligada a metas, compromissos e indicadores. Lá, ela ganha rosto. Está no extrativista que aprende a manejar a floresta sem destruí-la, nas mulheres que encontram novas fontes de renda, nos jovens que precisam enxergar um futuro em suas próprias comunidades e nas associações que aprendem a produzir, administrar e comercializar.

Também aprendi que preservar a Amazônia não é simplesmente dizer que a floresta não pode ser tocada. É criar condições para que quem vive nela possa ter renda, conhecimento, infraestrutura e perspectivas sem precisar abandoná-la.

Tenho o privilégio de, como jornalista, conhecer realidades que transformam o nosso olhar. Essa viagem foi uma delas.

Voltei admirada com a força dessas pessoas, com muito mais perguntas e, principalmente, com a certeza de que a floresta em pé precisa ter valor também para quem vive nela.

Obrigada à CNP Seguradora e ao I D E S A M pela oportunidade de conhecer tão de perto esse trabalho e, sobretudo, de aprender com quem conhece a Amazônia não pelos livros, mas pela vida.

Este quarteto de mulheres lindas, maravilhosas, inteligentes, carismáticas e amigas está de volta. Somos finalistas no  ...
21/08/2026

Este quarteto de mulheres lindas, maravilhosas, inteligentes, carismáticas e amigas está de volta. Somos finalistas no Especialistas, formulado pela Revista Negócios da Comunicação. Denise Bueno do Sonho Seguro Carol Rodrigues Jamille Niero Kelly Lubiato. Parabéns a todas que se dedicam a este árduo trabalho que envolve estudar, trazer análises profundas, fazer networking para ter as notícias exclusivas e descobrir novidades para levar aos leitores um conteúdo relevante para tomadas de decisões. Ter olhos fixos no leitor, driblando o peso pesado do marketing, é uma luta diária! Avante!!!! Link no stories

O varejo, que por anos foi uma verdadeira "mina de ouro” para as seguradoras, agora também se transforma em fonte de ris...
20/08/2026

O varejo, que por anos foi uma verdadeira "mina de ouro” para as seguradoras, agora também se transforma em fonte de riscos bilionários. A recuperação judicial do Grupo Casas Bahia, com R$ 17,3 bilhões em dívidas, colocou o setor de seguros no centro de uma das maiores reestruturações empresariais recentes do país.

A Zurich Seguros, que aparece entre os maiores credores da varejista, com cerca de **R$ 1,98 bilhão a receber**, expõe como os antigos contratos de distribuição de seguros no varejo — antes considerados estratégicos — também podem gerar impactos relevantes quando o parceiro enfrenta dificuldades financeiras.

O cenário reforça ainda a importância do seguro de crédito para fornecedores. Casos como o da Positivo, que possui recebíveis protegidos por seguro, e da Multi, que precisou provisionar valores não cobertos, mostram na prática como a proteção pode reduzir o impacto de uma recuperação judicial.

Com a transformação do varejo e o avanço dos canais digitais, a distribuição de seguros também mudou: o antigo balcão das lojas dá espaço a aplicativos, marketplaces e plataformas financeiras, criando novas oportunidades — mas também novos desafios para o mercado segurador.

19/08/2026

Cinco famílias. Hoje, cerca de 150 pessoas. 🌳 Esse talvez seja um dos números que melhor conte a história que conheci na miniusina de óleos essenciais, na Amazônia.

Vanderlei cresceu aqui. Desde os nove anos acompanhava o pai na floresta e na agricultura. Hoje é gestor da miniusina e acompanha uma transformação que começou em 2020, quando apenas cinco famílias faziam os primeiros te**es com o breu.

“Hoje são cerca de 150 pessoas envolvidas. É geração de renda para famílias que passam a ter um recurso para levar alimentação para casa.”

O investimento mudou também a forma de produzir. Antes, a usina dependia de gerador a diesel. Uma falha no meio da destilação podia significar perder a produção. Com energia solar, novos equipamentos e um sistema melhor de resfriamento, a produção ganhou eficiência e qualidade.

Mas uma das mudanças que mais me chamou atenção não está nas máquinas. Hoje, a própria associação emite nota fiscal, vende seus produtos e administra os recursos.

“Antes, outras pessoas faziam isso por nós. Hoje a gente está tomando a frente do negócio.”

É exatamente aí que aparece uma palavra importante: autonomia. O próximo desafio é ampliar as vendas. E Vanderlei já sonha mais longe: quer ver os óleos produzidos ali chegando ao mercado internacional.“Queremos produzir mais, expandir e chegar a exportar nosso produto.”

É isso que significa bioeconomia quando saímos dos discursos e chegamos à floresta: conhecimento, estrutura e mercado transformando aquilo que a natureza oferece em renda para quem vive aqui.

Mais uma história que trago da minha visita ao Conexão Amazônia, projeto executado pela CNP Seguradora, financiado pela CNP Assurances Latam e desenvolvido com o Idesam.

FlorestaEmPe Sustentabilidade OleoEssencial SonhoSeguro

Cinco famílias. Hoje, cerca de 150 pessoas. 🌳Esse talvez seja um dos números que melhor conte a história que conheci na ...
18/08/2026

Cinco famílias. Hoje, cerca de 150 pessoas. 🌳

Esse talvez seja um dos números que melhor conte a história que conheci na miniusina de óleos essenciais, na Amazônia.

Vanderlei cresceu aqui. Desde os nove anos acompanhava o pai na floresta e na agricultura. Hoje é gestor da miniusina e acompanha uma transformação que começou em 2020, quando apenas cinco famílias faziam os primeiros te**es com o breu.

“Hoje são cerca de 150 pessoas envolvidas. É geração de renda para famílias que passam a ter um recurso para levar alimentação para casa.”

O investimento mudou também a forma de produzir.

Antes, a usina dependia de gerador a diesel. Uma falha no meio da destilação podia significar perder a produção. Com energia solar, novos equipamentos e um sistema melhor de resfriamento, a produção ganhou eficiência e qualidade.

Mas uma das mudanças que mais me chamou atenção não está nas máquinas.

Hoje, a própria associação emite nota fiscal, vende seus produtos e administra os recursos.

“Antes, outras pessoas faziam isso por nós. Hoje a gente está tomando a frente do negócio.”

É exatamente aí que aparece uma palavra importante: autonomia.

O próximo desafio é ampliar as vendas. E Vanderlei já sonha mais longe: quer ver os óleos produzidos ali chegando ao mercado internacional.

“Queremos produzir mais, expandir e chegar a exportar nosso produto.”

É isso que significa bioeconomia quando saímos dos discursos e chegamos à floresta: conhecimento, estrutura e mercado transformando aquilo que a natureza oferece em renda para quem vive aqui.

Mais uma história que trago da minha visita ao Conexão Amazônia, projeto executado pela CNP Seguradora, financiado pela CNP Assurances Latam e desenvolvido com o Idesam.

FlorestaEmPe Sustentabilidade OleoEssencial SonhoSeguro

18/08/2026

Na Amazônia, “mulheres levantam mulheres”. 🌳💚

Foi Elisangela quem me disse essa frase. E depois de conhecer sua história, ela ganhou ainda mais significado.

Elisangela e o marido construíram uma movelaria que trabalha com madeira proveniente de manejo florestal legal. O sonho existia havia muito tempo, mas, como ela mesma conta, no começo quase tudo faltava:

“A única coisa que a gente tinha de certeza era a vontade de fazer funcionar.”

Vieram capacitações, designers, equipamentos e energia solar. A madeira retirada de forma controlada e autorizada da floresta começou a ganhar design e valor agregado, transformando-se em pilões, tábuas, espátulas e outros objetos.

Hoje, a movelaria já alcança cerca de R$ 39 mil em faturamento, aproxima-se dos R$ 40 mil e mira os R$ 50 mil.

Mas a história de Elisangela vai muito além da madeira.

Ela lidera um coletivo que hoje reúne 65 mulheres de 11 das 22 comunidades da reserva.

Os encontros têm rodas de conversa, acolhimento e oficinas de crochê, pintura, biojoias e outras atividades que podem se transformar em fonte de renda.

E Elisangela tem uma convicção:

“O empoderamento da mulher, para acontecer realmente, precisa de autonomia financeira.”

Essa mudança já chegou até a atividades historicamente consideradas masculinas. As mulheres sempre participaram da extração do breu, conta ela, mas seus nomes não apareciam.

Agora aparecem.. “Falavam que era trabalho dos homens, mas as mulheres estavam juntas. Muitas vezes faziam até mais, só que na hora não apareciam. Hoje você olha a planilha de fornecedores e já encontra equipes com nomes de mulheres.”

Talvez por isso sua outra frase seja tão poderosa: “Mulheres levantam mulheres.”É mais uma história que estou trazendo da minha visita ao Conexão Amazônia, projeto executado pela CNP Seguradora, financiado pela CNP Assurances Latam e desenvolvido com o Idesam

18/08/2026

Plantar uma árvore na Amazônia pode significar muito mais do que recuperar a floresta. Pode significar renda, trabalho e futuro. 🌱

Foi isso que encontrei ao conhecer de perto um dos Sistemas Agroflorestais, os SAFs, apoiados pelo Conexão Amazônia.

Amauri trabalha nesse ciclo que começa nas mudas, passa pelo plantio e manejo e, no caso do pau-rosa, pode terminar na produção de óleo essencial e na comercialização.

Nos viveiros, não há apenas pau-rosa. São produzidas mudas de diferentes espécies, entre frutíferas e espécies amazônicas, que ajudam a formar novos sistemas agroflorestais.

É uma lógica interessante: recuperar áreas, diversificar a produção e, ao mesmo tempo, criar uma atividade econômica para as famílias.

Na terceira fase do Conexão Amazônia, os SAFs de pau-rosa voltam a receber investimentos, com aquisição de mudas e apoio ao manejo.

E é acompanhando pessoas como Amauri que uma expressão repetida tantas vezes nos debates sobre sustentabilidade ganha sentido concreto: floresta em pé.

Porque a árvore precisa ter valor não apenas depois de cortada.

Ela precisa gerar valor viva.

O Conexão Amazônia é executado pela CNP Seguradora, financiado pela CNP Assurances Latam e desenvolvido com o Idesam. Com a terceira fase, o investimento acumulado chegará a R$ 7,5 milhões.

PauRosa SistemasAgroflorestais Bioeconomia FlorestaEmPe SonhoSeguro

CNP Seguradora investe para ajudar a manter a floresta em pé — cuidando primeiro de quem vive nela. 🌳Essa talvez seja a ...
18/08/2026

CNP Seguradora investe para ajudar a manter a floresta em pé — cuidando primeiro de quem vive nela. 🌳

Essa talvez seja a melhor maneira de resumir o que estou conhecendo nestes dias na Amazônia.

O Conexão Amazônia chega no final deste mês a terceira fase de investimentos acumulados da CNP Assurances Latam. Executado pela CNP Seguradora e desenvolvido com o Idesam, o projeto prevê ampliar sua presença de cinco para nove municípios e de oito para 11 organizações apoiadas.

Mas como uma seguradora chegou até aqui?

Manuela Cartani, especialista em ESG da CNP Seguradora, me contou que a história começou quando a companhia estruturou sua estratégia de sustentabilidade no Brasil. Um trabalho realizado com o BCG identificou a proteção ambiental como um dos pilares prioritários e levou ao mapeamento de iniciativas na Amazônia.

Foi no território, porém, que surgiu um dos maiores aprendizados do projeto.

Não adianta falar em reflorestamento e preservação se as pessoas que vivem ao redor da floresta não tiverem condições de sustentar suas famílias.

Como explicou Gregoire Saint Gal De Pons, diretor de Relações Institucionais, Comunicação e ESG da CNP Assurances BU Latam, preservação ambiental e desenvolvimento social precisam caminhar juntos.

Por isso, um dos indicadores acompanhados pelo Conexão Amazônia é justamente a renda média das famílias.

A terceira fase deve avançar mais.

Depois de capacitação, equipamentos, regularização e estruturação das cadeias produtivas, o foco passa a ser ampliar a comercialização e ajudar os empreendimentos a ganhar escala e autonomia.

O projeto também terá um olhar específico para mulheres e para os jovens — com a meta de alcançar 60 deles.

Nestes dias conheci SAFs, viveiros, uma miniusina de óleos, uma movelaria, associações e, principalmente, as pessoas por trás de tudo isso.

E saio daqui com uma ideia muito mais concreta do que significa preservar a Amazônia: não basta proteger a floresta. É preciso fazer com que viver dela — sem destruí-la — seja economicamente possível. 🌱

Bioeconomia FlorestaEmPe Sustentabilidade ESG SonhoSeguro

Durante décadas, o seguro de vida esteve associado principalmente à proteção dos familiares em caso de morte do segurado...
12/08/2026

Durante décadas, o seguro de vida esteve associado principalmente à proteção dos familiares em caso de morte do segurado. Esse conceito, porém, vem mudando rapidamente, impulsionado pelo comportamento das novas gerações. Millennials e integrantes da Geração Z passaram a enxergar o produto como uma ferramenta de proteção financeira em vida, voltada para enfrentar situações como doenças graves, acidentes, perda temporária da capacidade de trabalho e outras circunstâncias que possam comprometer a renda e a qualidade de vida.

Na Icatu Seguros, essa transformação aparece de forma clara nas estatísticas de contratação. Entre os Millennials, 81% optam pela cobertura de Invalidez Parcial por Acidente e 72% incluem Doenças Graves. Na Geração Z, os percentuais sobem para 88% e 81%, respectivamente. Para Luciana Bastos, diretora de Produtos de Vida da Icatu, a tendência reflete uma mudança estrutural na forma como os brasileiros mais jovens encaram o planejamento financeiro e amplia o papel do seguro como instrumento de proteção patrimonial, prevenção e bem-estar.

Para estabelecer uma relação ainda mais próxima com os brasileiros e fortalecer sua nova estratégia de marketing, a Alli...
12/08/2026

Para estabelecer uma relação ainda mais próxima com os brasileiros e fortalecer sua nova estratégia de marketing, a Allianz Seguros lança a campanha institucional “Quem tem Allianz está pronto para viver o melhor”, estrelada por Fernanda Lima e assinada pela iD\TBWA, agência que une dados, criatividade e inovação para acelerar o crescimento de marcas e negócios. A ação é guiada pelo conceito “Você pronto para viver o melhor” e busca ampliar a percepção sobre o papel do seguro, destacando sua relevância como ferramenta de proteção e planejamento financeiro.
“Como seguradora, queremos que as pessoas vivam com mais leveza e autenticidade, seguindo seus caminhos com tranquilidade e valorizando aquilo que realmente importa. Nosso propósito é estar cada vez mais presente em seu dia a dia, oferecendo o que o cliente precisa no momento certo, porque, acima de tudo, o nosso negócio é sobre proteção, relacionamento e confiança”, ressalta Maria Clara Ramos, diretora executiva de Transformação, Estratégia e Marketing.

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