08/10/2025
Claro que o vínculo do Jazz com essa história toda é muito legal. Ou trágico, melhor. Mas a ONU, como o palco dos enfrentamentos durante a Guerra Fria, é um grande destaque no documentário. Em um momento de revisão necessária urgente da instituição, quando todos estão “passados” com sua paralisia mórbida, diante do genocídio em Gaza.
Trilha sonora para um Golpe de Estado
Por Solange Peirão
Comentário sobre o documentário dirigido por Johan Grimonprez.
https://aterraeredonda.com.br/trilha-sonora-para-um-golpe-de-estado-2/
28/09/2025
Aconteceu na ONU, por Solange Peirão
'Trilha sonora para um Golpe de Estado' impressiona pela diversidade das fontes documentais: imprensa, filmes jornalísticos
17/10/2024
LUIZA ERUNDINA
Se tá difícil sonhar com o presente, sonhe com o passado. Luiza Erundina, essa gigante!
Se Paulo Freire não consegue embrulhar consciência de classe pra presente, ela manda entregar na sua casa.
Baita aula de História e Memória!
CHICO PINHEIRO ENTREVISTA LUIZA ERUNDINA - CHICO PINHEIRO ENTREVISTA AO VIVO
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29/06/2024
Tesouro Natterer
Por Carmo Tedesco & Solange Peirão
Comentário sobre o filme dirigido por Renato Barbieri.
https://aterraeredonda.com.br/tesouro-natterer/
27/04/2024
EMPREGADAS DOMÉSTICAS
O Jornal GGN publicou antigo texto meu em que relaciono minha pesquisa acadêmica (e minha antiga militância), e o filme “Que horas ela volta? “de Anna Mulayert. Li recentemente o ótimo texto de Ivana Bentes em A Terra É Redonda, sobre o filme “A paixão segundo G.H.”, bela complementação do meu texto, que reproduzo abaixo.
Esse tema, enfim, sempre me sensibiliza. Embora as mudanças nas condições e relações de trabalho entre patroas e empregadas (uso o feminino porque é essencialmente uma questão entre mulheres) tenham mudado bastante, nas duas últimas décadas, a essência permanece.
Por isso ainda sinto certa amargura na alma, ao ler o bonito texto de Ivana Bentes (vide em A terra é redonda, 23/04/2024), comentando o filme “A paixão segundo G.H.”, de Luiz Fernando Carvalho, a partir de texto homônimo de Clarice Lispector:
“No quarto de Janair
Uma chave é entregue a G.H. pela empregada negra que vai embora, que abandona a casa elegante. Na entrada do quarto de serviço, o quarto de empregada, vemos colada uma pequena bandeira do Brasil.
O quarto despojado contrasta com todo o apartamento suntuoso, decorado com obras de arte. O quarto é cárcere: um armário e um colchão puído enrolado sobre um estrado de cama/catre. Estamos em Casa grande e senzala mais uma vez, narrativa atualizada nos apartamentos das classes médias e altas e nas formas assujeitantes dos serviços domésticos. Ao mesmo tempo G.H. entende que de dentro do quarto da empregada ela foi vista nos seus privilégios, na sua vida indiferente, na sua branquitude.
O filme fala do olhar: quem olha, de onde olha, quem me vê, como me vejo, o que vejo quando olho a empregada, a barata, o que vejo quando me olho.”
Dia Nacional da Empregada Doméstica, por Solange Peirão
Lenira Maria de Carvalho (1932-2021) é esta doméstica que permaneceu na profissão por mais de cinquenta anos, e que faz um longo relato O post Dia Nacional da Empregada Doméstica, por Solange Peirão apareceu primeiro em Jornal GGN.
10/04/2024
HOMENAGEM A EDUARDO COUTINHO – Há 10 anos, o cinema brasileiro perdia um de seus grandes gênios. Para honrar a memória de Eduardo Coutinho, o 50º Festival Sesc Melhores promove nesta quarta-feira, 10/4, uma homenagem ao cineasta com diversas atividades.
Às 19h, todos e todas estão convidadas para participar da seção Conversas intitulada “Jogos de Cena: 10 Anos sem Coutinho”. O encontro será no saguão do CineSesc e vai contar com a presença de profissionais do audiovisual que já trabalharam com Coutinho, como a montadora Jordana Berg e os cineastas Carlos Nader e Allan Ribeiro.
Na Faixa Histórica, será exibido às 18h o documentário “Jogo de Cena”, escolhido pela crítica como Melhor Filme Nacional no Festival Sesc Melhores Filmes em 2008. O filme reúne em um estúdio 23 mulheres que contam suas histórias de vida e intercala com a participação de atrizes que interpretaram, a seu modo, as mesmas histórias. Entre elas, estão Fernanda Torres, Marília Pêra e Andréa Beltrão.
Às 20h30, a sessão é dupla. O diretor Allan Ribeiro apresenta o seu curta-metragem “Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho”, e na sequência, será exibido “Cabra Marcado Para Morrer” (1984), um dos grandes clássicos da cinematografia brasileira.
🎫Grátis. Retirada de ingressos acontece na bilheteria 1 hora antes da exibição.
Para quem quiser conhecer mais sobre o homenageado, a plataforma Sesc Digital disponibiliza gratuitamente o documentário “Eduardo Coutinho, 7 de Outubro”, de Carlos Nader. No filme, o cineasta fala sobre o seu processo de criação, utilizando o chamado método "coutiniano". Para assistir, acesse sescsp.org.br/cinemaemcasa.
Cabras marcados, por Solange Peirão
Em Cabra marcado para Morrer, o desafio de Eduardo Coutinho vai além, na verdade. Porque há um filme dentro de outro filme O post Cabras marcados, por Solange Peirão apareceu primeiro em Jornal GGN.
05/04/2024
Cabras marcados, por Solange Peirão
Em Cabra marcado para Morrer, o desafio de Eduardo Coutinho vai além, na verdade. Porque há um filme dentro de outro filme O post Cabras marcados, por Solange Peirão apareceu primeiro em Jornal GGN.