24/02/2026
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Questionar! Refletir! Agir! Se não tiver diversão não estamos interessados...
24/02/2026
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25/01/2026
Quando a estrutura não se responsabiliza, alguém precisa pagar.
24/01/2026
O que a escola chama de falha, a psicologia histórico-cultural compreende como o sintoma de um sistema que normaliza para silenciar.
Não aceite que a complexidade do seu filho seja reduzida a um diagnóstico. O sofrimento que emerge na escolarização não é um defeito individual, mas a síntese de múltiplas determinações sociais e pedagógicas que se recusam a ver a criança em sua totalidade.
O critério que decide quem “cabe” é o mesmo que produz a exclusão. Precisamos de uma escuta comprometida com a vida, não com a norma.
A escola precisa promover reflexão e não submissão.
Precisa libertar e não domesticar.
20/01/2026
Mochila nova, cadernos em branco e a mesma pergunta silenciada: a escola se preparou para a humanidade do seu filho?
Ou apenas preparou as mesmas etiquetas e gavetas para enquadrar quem ousa ser diferente?
Na perspectiva histórico-cultural, o desenvolvimento não ocorre no vazio. Se a escola é uma esteira de produção, ela não recebe seu filho; ela tenta adaptá-lo.
Volta às aulas: tudo será diferente. Será?
Um convite para olhar além do giz.
19/01/2026
Nem todo silêncio liberta. Alguns aprisionam.
Quando a escola exige silêncio, ela não busca reflexão - busca controle. E quem não se cala? Vira diagnóstico.
É hora de questionar: qual silêncio estamos praticando?
17/01/2026
Talvez o que chamamos de fracasso não seja um erro, nem um desvio. Talvez seja apenas vida em transformação, lida por critérios que não dão conta do humano.
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17/01/2026
Revolucionar é desaprender a obediência que machuca, e escolher, com calma e coragem, um jeito mais verdadeiro de existir.
16/01/2026
O silêncio de uma criança não é ausência.
É linguagem.
É história.
É pedido de escuta.
14/01/2026
Ande com um ponto de interrogação na mão.
As coisas não são assim porque são.
Nada é neutro, nada é natural, nada acontece por acaso.
Há razões, interesses e escolhas por trás dos fenômenos sociais.
Questionar é o primeiro gesto de quem não aceita viver no automático.