Rodrigo Nahas

Rodrigo Nahas

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Aos profissionais que querem chegar na excelência, ir mais além e obter resultados acima da média Para nós a beleza é a proporção natural de cada sorriso.

Os grandes estudiosos sempre procuraram a proporção ideal a ser aplicada nas artes. E foi com esse propósito que os gregos criaram o retângulo de ouro e os egípcios construíram suas pirâmides, chegando a receber o nome de divina proporção. Fibonacci surge por volta do ano 1200 estabelecendo sua famosa sequência geométrica. Ao observar a beleza da natureza, descobriu a divina proporção em vários el

18/05/2026

Ao vivo agora na Plataforma do Club Outliers…

Espero que essa informação te ajude a potenciar seus resultados estéticos e funcionais.

Digite EU QUERO e eu mando para você o artigo

18/05/2026

Estar na Universidade de São Paulo FO-USP, uma das maiores referências da odontologia mundial, compartilhando conhecimento com a turma de Especialização em Periodontia, foi uma experiência extremamente enriquecedora.

Tive a honra de ministrar a aula sobre a utilização de biomateriais na Periodontia, abordando desde os fundamentos biológicos até aplicações clínicas voltadas à previsibilidade e otimização dos resultados periodontais.

Entre os temas discutidos, destacamos a utilização do Emdogain nos procedimentos de recobrimento radicular, o emprego das membranas de L-PRF como estratégia para potencialização da cicatrização dos tecidos periodontais e a indicação dos substitutos mucosos ao enxerto de tecido conjuntivo no tratamento das recessões gengivais.

Meu agradecimento especial às professoras .holzhausen pelo convite e recepção. Além da excelência acadêmica do curso, destaco também o alto nível da turma, extremamente participativa, questionadora e engajada durante toda a aula — exatamente o tipo de ambiente que eleva a discussão clínica e fortalece a formação de especialistas de alto nível.

Sem dúvida, um curso de excelência, conduzido por profissionais que contribuem diretamente para a evolução da Periodontia no Brasil.

Foi um privilégio contribuir com essa troca de conhecimento.

16/05/2026

A estabilização coronal do enxerto de tecido conjuntivo representa uma das etapas mais sensíveis do recobrimento radicular.

Após a adaptação do enxerto no leito receptor, realizo uma sutura de tração para promover o posicionamento coronal do conjuntivo até a altura da junção cemento-esmalte (JCE).

Esse posicionamento deve ocorrer de maneira passiva, sem tensão excessiva, evitando compressão vascular e reduzindo o risco de deslocamento durante a fase inicial de cicatrização.

Na sequência, o enxerto é estabilizado com suturas estratégicas, eliminando micro movimentações e favorecendo angiogênese, nutrição plasmática e integração tecidual previsível.

Um ponto importante: estabilidade não significa compressão.O excesso de pressão sobre o conjuntivo pode comprometer irrigação sanguínea e impactar diretamente no volume e na previsibilidade do recobrimento radicular.

Em cirurgia plástica periodontal, pequenos detalhes técnicos costumam determinar grandes diferenças no resultado final.

13/05/2026

Receber grandes nomes da odontologia em nossa Especialização em Periodontia da USP é fortalecer ainda mais a formação clínica e científica dos nossos alunos.

Tivemos a honra de receber o Prof. José Carlos Garófalo que ministrou uma aula excepcional sobre a Inter-relação entre Dentística e Periodontia.

Uma discussão profunda, atual e extremamente relevante para a prática clínica, mostrando como a integração entre as especialidades é fundamental para alcançar excelência estética, funcional e biológica nos tratamentos.

Nosso agradecimento pela generosidade em compartilhar conhecimento, experiência e visão clínica com os alunos da Especialização em Periodontia da Universidade de São Paulo.

Sem dúvidas, uma aula que engrandece ainda mais a formação dos nossos alunos e reforça o compromisso da nossa especialização com uma periodontia de alto nível. 👏🏻🦷

Photos from Rodrigo Nahas's post 12/05/2026

10 turmas.
40 profissionais.
E uma certeza:

Quem busca excelência cirúrgica precisa viver a prática em um novo patamar.

É assim que construímos o Curso VIP Education Academy.
Uma imersão criada para dentistas que querem ir além da teoria e desenvolver maior previsibilidade em cirurgias plásticas periodontais e peri-implantares avançadas.

Nosso diferencial sempre foi a tríade:

• Teoria aprofundada
• Hands on técnico
• Treinamento cirúrgico personalizado

Porque performance clínica não nasce apenas do conhecimento.
Nasce da execução, do refinamento e da experiência prática ao lado de quem vive a cirurgia diariamente.

Após 10 turmas e 40 alunos mentorados, nasce uma nova fase:

VIP Over the Shoulder.

Um formato ainda mais exclusivo, próximo e personalizado.
Mais acompanhamento.
Mais cirurgias
Mais profundidade clínica.

Se você sente que chegou o momento de elevar o seu nível cirúrgico, talvez essa seja a experiência que faltava na sua formação.

As próximas vagas serão limitadas. 🔥

06/05/2026

Cirurgia guiada ou osteodensificação?
A verdadeira pergunta é:

Você prefere precisão ou performance?

Na implantodontia, essa discussão é como comparar Fórmula 1 e Rally.

A cirurgia guiada é Fórmula 1.
Tudo é previamente calculado.
Trajetória definida.
Máxima precisão tridimensional.

Ela entrega:
✔️ Posicionamento proteticamente guiado
✔️ Controle de eixo, profundidade e angulação
✔️ Menor variabilidade cirúrgica
✔️ Alta previsibilidade estética

Em resumo:
Controla perfeitamente o ONDE.



A osteodensificação é Rally.
O terreno muda.
A densidade óssea varia.
E o operador precisa interpretar o substrato em tempo real.

Ela entrega:
✔️ Compactação óssea
✔️ Maior densidade peri-implantar
✔️ Melhor torque de inserção
✔️ Mais estabilidade primária

Em resumo:
Otimiza o COMO.



E aqui está a polêmica:

De que adianta posicionar perfeitamente um implante sem estabilidade biomecânica ideal?

Mas também:

De que adianta excelente travamento primário se a posição protética foi comprometida?

No fim, o erro está em tratá-las como concorrentes.

A cirurgia guiada define o destino.
A osteodensificação melhora as condições da pista.

Fórmula 1 ou Rally?
Talvez o melhor piloto seja aquele que domina os dois.

E você?
Se tivesse que escolher em um caso limítrofe:
mais precisão ou mais performance? 👇

Photos from Rodrigo Nahas's post 17/04/2026

“Se sua prótese sobre implante parece artificial…
O ERRO NÃO ESTÁ NA COR.”

E provavelmente…
também NÃO ESTÁ NO LABORATÓRIO.

Prótese sobre implante não é uma coroa.
É um dente NORMAL, conectado ao implante através de uma concavidade.

Se você ainda não enxerga isso…
você não está fazendo implantodontia estética.
Está apenas instalando coroas.

Agora vamos ao ponto que mais gera frustração clínica:

Perda de papila - Black triangles.
E não…
isso não acontece “por acaso”.

Quando falamos em reconstrução de papila ao redor de implantes, tudo começa aqui:

Perfil crítico interproximal → É a anatomia da junção cemento-esmalte.

É ele quem define:
→ ponto de contato
→ posição final da papila
→ formato final da papila
→ define até onde a papila pode subir

E não existe padrão.

Varia entre:
• dentes anteriores e posteriores
• faces vestibular, interproximal e palatina

Errou no crítico?
Você perde naturalidade…
e começa a criar black triangles.


Perfil subcrítico interproximal→ cria o espaço para a papila existir

É onde você:
• cria espaço para acomodação tecidual
• constrói espessura
• dá suporte para a papila

Sem isso?
O tecido não se mantém.
Ele colapsa.

Agora o ponto mais negligenciado:

A “casa” da papila


Caso clínico – instalação de implante na região do dente 32.

•Espaço crítico.
•Limite anatômico e ósseo.
•Desafio clássico para a formação de papila.

Implante bem posicionado.
Volume tecidual adequado (enxerto de conjuntivo).

E mesmo assim…
a papila não estava lá.

E aqui está o erro mais comum:
culpar a anatomia…
quando o problema é o design protético.

A papila precisa de espaço, uma “casa”.
E essa casa depende de 5 fatores:
1. Ponto de contato
2. Perfil de emergência
3. Anatomia da JCE
4. Distância dente–implante
5. Crista óssea interproximal

O que fizemos:
• Ajuste do perfil crítico interproximal → direcionamento da altura papilar
• Controle do subcrítico → criação de espaço e espessura

Não tentamos “formar papila”.
CRIAMOS o ambiente para ela existir.

E o tecido…
responde exatamente ao que você desenha.

Photos from Rodrigo Nahas's post 10/04/2026

“Se sua prótese sobre implante parece artificial…
O ERRO NÃO ESTÁ NA COR.”

E provavelmente…
também não está no laboratório.



Prótese sobre implante não é uma coroa.
É um dente.

Um dente NORMAL, conectado ao implante através de uma concavidade
(Marco Guedes by ).

Se você ainda não enxerga isso…
você não está fazendo implantodontia estética.
Está apenas instalando coroas.



Quando falamos de resultado peri-implantar, tudo começa aqui:

Perfil crítico

É a anatomia da junção cemento-esmalte.

É ele quem define:
→ posição final da margem gengival
→ coroa clínica aparente

E não…
não existe padrão.

Varia entre:
• dentes anteriores e posteriores
• faces vestibular, interproximal e palatina

Errou no crítico?
Você perde naturalidade.



Perfil subcrítico

Não aparece.
Mas sustenta tudo.

É onde você:

• cria espaço para acomodação tecidual
• constrói espessura
• ganha estabilidade a longo prazo

Sem isso?

O tecido não se organiza.
Ele colapsa.



Agora o ponto clínico (fotos acima).

21 perdido por infecção + posição 3D inadequada
→ remoção do implante

Reconstrução:
novo implante + enxertos

Mesmo assim…
a provisória ainda apresentava uma coroa mais longa que o 11 (referência).



E aqui está o erro mais comum:

tentar resolver isso trocando coroa.



A solução não estava na peça.
Estava no conceito.
Estava no desenho.

• Ajuste do perfil crítico → reposiciona a margem
• Controle do subcrítico → cria espaço e volume



Não trocamos a coroa.
CRIAMOS espaço.
GUIAMOS o tecido.



Implante é estrutura.
Prótese é estratégia.

E o tecido…
responde exatamente ao que você desenha.

Photos from Rodrigo Nahas's post 01/04/2026

Reconstrução de papila entre dois implantes é um dos maiores desafios da implantodontia atual.

Tratamento na região dos dentes 31 e 41 em cenário crítico:
• perda óssea significativa
• contração gengival severa
• limitação de espaço biológico

Previsibilidade aqui não é técnica isolada.
É princípio.

Baseado nos 5 pilares da papila:
• crista óssea
• ponto de contato
• perfil de emergência
• anatomia da JCE
• distância entre implantes
• 1 fator decisivo:
volume e altura tecidual.

O diagnóstico partiu de engenharia reversa da anatomia dentária (enceramento de diagnóstico e guia cirúrgica), guiando o posicionamento tridimensional dos implantes (diâmetro reduzido).

Finalizamos a reconstrução da “casa da papila” com a reabilitação provisória:
• ajuste do ponto de contato
• controle do perfil de emergência (zona crítica e subcrítica)
• modulação da anatomia cervical

E o principal:
criamos espaço e aumentamos volume com enxerto conjuntivo nas 4D.

Papila entre implantes não é empurrada.
É resultado de espaço, forma e volume controlados.

Pós-operatório de 6 meses:
papila interimplantar formada e arquitetura estável.

Criar espaço. Controlar forma. Construir volume.



Você considera a papila entre implantes previsível?

Comente abaixo👇
E salve este post:
estética e função entre implantes não se improvisa. Se constrói.

28/03/2026

Sem legenda…

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