Lailson Lima

Lailson Lima

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🎗️Ensino práticas de NR-1 e Gestão Psicossocial para líderes de empresas e escolas. Engenheiro SST, Palestrante, V. Presidente @reinventandoaeducacao

25/07/2026

Prevenção precisa fazer parte do cotidiano escolar.

Durante o Simpósio de Afetividade e Educação Infantil, promovido pela para educadores do Rio de Janeiro, fiz uma pergunta simples: quantos profissionais presentes já haviam realizado o curso de primeiros socorros previsto pela Lei Lucas?

A resposta nos convida a refletir.

Não basta reconhecer a importância dos primeiros socorros depois que uma emergência acontece. Precisamos investir em capacitação, protocolos, identif**ação de riscos e ações preventivas permanentes.

A prevenção protege as crianças, fortalece a atuação dos educadores e contribui para que as escolas estejam preparadas para responder com segurança diante de uma emergência.

Também precisamos ampliar esse debate. O dia 10 de outubro é o Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas. Essa data precisa ser incorporada ao calendário pedagógico como uma oportunidade de conscientização, formação e mobilização de toda a comunidade escolar.

Cultura do cuidado não é apenas discurso. É transformar conhecimento em atitude antes que o dano aconteça.

A sua escola já realizou a capacitação prevista pela Lei Lucas?

Prof. Lailson Lima





23/07/2026

Prevenção também é cuidado com a saúde mental de toda a comunidade escolar.

Durante o Simpósio de Afetividade e Educação Infantil, promovido pela para educadores do Rio de Janeiro, falei sobre a Lei Lucas e outros casos que nos ajudam a compreender a urgência da prevenção nas escolas.

Quando uma criança sofre um acidente grave durante uma aula, atividade ou excursão, o impacto alcança famílias, colegas, professores, gestores e toda a comunidade escolar. Trata-se de uma experiência potencialmente traumática, que pode produzir sofrimento e consequências duradouras.

Por isso, não podemos esperar que uma emergência aconteça para começar a agir.

Precisamos capacitar as equipes, identif**ar os riscos, estabelecer protocolos, organizar as responsabilidades e preparar os profissionais para responder adequadamente às situações de emergência.

A Lei Lucas representa um avanço importante, mas a prevenção não pode ser tratada apenas como cumprimento de uma obrigação legal. Ela precisa fazer parte da cultura e do cotidiano das instituições de ensino.

Proteger as crianças também signif**a proteger os educadores e todos os profissionais que trabalham nas escolas.

Precisamos falar mais sobre prevenção nas salas de aula. Cuidar é agir antes que o dano aconteça.

Compartilhe este vídeo com educadores, gestores e famílias.

Prof. Lailson Lima





21/07/2026

Afetividade também é prevenção.

Durante o Simpósio de Afetividade e Educação Infantil, evento promovido pela para educadores do Rio de Janeiro, compartilhei uma reflexão necessária: não podemos falar em cuidado sem falar sobre segurança nas escolas.

Precisamos falar sobre afetividade, primeiros socorros, prevenção de acidentes e sobre a Lei Lucas. Crianças ainda são vítimas de ocorrências que poderiam ser evitadas com formação adequada, protocolos claros, responsabilidade institucional e uma cultura permanente de prevenção.

A Lei Lucas, Lei nº 13.722/2018, determina a capacitação em noções básicas de primeiros socorros para professores e funcionários de instituições públicas e privadas de educação básica e de estabelecimentos de recreação infantil.

Mas cumprir a legislação é apenas o começo.

A cultura do cuidado se materializa quando a escola identif**a riscos, prepara suas equipes, estabelece procedimentos para situações de emergência e oferece condições seguras para que educadores possam ensinar e cuidar.

A educação enfrenta pressões de diferentes lados. Enquanto perdemos tempo atacando uns aos outros, deixamos de olhar para aquilo que deveria ser prioridade: a segurança das crianças e dos profissionais da educação.

Cuidar não é apenas demonstrar afeto. Cuidar é prevenir, preparar e proteger.

Agradeço à pela realização deste importante encontro e pela oportunidade de dialogar com educadores do Rio de Janeiro sobre a construção de escolas mais seguras, afetivas e comprometidas com a vida.

Compartilhe este vídeo com educadores, gestores e famílias. A prevenção precisa fazer parte do cotidiano de todas as escolas.

Prof. Lailson Lima





Fonte: Lei nº 13.722/2018, Lei Lucas

Photos from Lailson Lima's post 20/07/2026

NR-1 EXIGE AÇÃO 🚨

Gestão de riscos psicossociais deixou de ser opcional. A atualização da NR-1 transformou estresse, assédio e metas abusivas em riscos formais que toda empresa precisa mapear.

⚠️ 3 sinais de alerta:
• Alta rotatividade sem causa aparente
• Afastamentos recorrentes por saúde mental
• Clima organizacional tóxico

A verdade é que muita gente ainda trata isso como burocracia, mas a fiscalização já está ativa em todo o Brasil — e o impacto nos resultados do negócio é real.

Por onde começar?
1️⃣ Diagnóstico de clima organizacional
2️⃣ Mapeamento de riscos psicossociais
3️⃣ Plano de ação e adequação à NR-1
4️⃣ Monitoramento contínuo

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20/07/2026

Se o problema fosse o professor, bastaria trocar o professor.

Se o problema fosse o estudante, bastaria mudar o estudante.

Mas os números mostram outra realidade.

Mais de 150 mil professores da rede pública brasileira foram afastados de suas funções em 2023.

Isso não pode ser tratado como casos isolados.

Os profissionais da educação estão entre as categorias mais impactadas pelo adoecimento relacionado ao trabalho. Esse cenário exige uma mudança profunda na forma como organizamos o trabalho nas escolas.

A pergunta deixa de ser:

"Quem está adoecendo?"

E passa a ser:

"O que existe na organização do trabalho que está produzindo esse adoecimento?"

Essa é a lógica da NR-1.

Olhar para as condições reais de trabalho, identif**ar os fatores de risco psicossociais e agir antes que o sofrimento se transforme em afastamento, burnout ou perda de profissionais experientes.

Não existe educação de qualidade sem cuidar de quem ensina.

Não existe inclusão sustentável sem proteger quem está na linha de frente.

Cuidar do professor não é um benefício.

É uma estratégia para garantir o futuro da educação.

Você concorda que precisamos discutir as condições de trabalho dos educadores com a mesma seriedade com que discutimos a aprendizagem dos alunos?









16/07/2026

Diversidade escrita na parede não transforma uma organização. O que transforma é a prática.

Durante sua participação no .inteligenciaorganica, o Professor Eng. Lailson Lima compartilhou uma reflexão pessoal e necessária sobre letramento racial, inclusão e representatividade nos ambientes de trabalho.

Como homem negro, ele reconhece que passou a identif**ar comportamentos e estruturas racistas que antes não conseguia perceber. Esse processo de educação mudou a forma como observa as empresas, suas lideranças e suas equipes.

Quem ocupa os cargos de decisão?

Onde estão as pessoas negras?

Onde estão as pessoas LGBTQIAPN+?

Onde estão as pessoas com deficiência?

Uma empresa não se torna inclusiva apenas porque afirma valorizar a diversidade em seus documentos, campanhas ou placas institucionais. A inclusão precisa aparecer nas contratações, nas oportunidades, nas promoções, na acessibilidade, na escuta e nos espaços de poder.

Representatividade não é discurso. É evidência.

O episódio completo já está disponível no .inteligenciaorganica.

Assista e compartilhe com quem acredita que a diversidade precisa sair do papel e fazer parte da cultura organizacional.

Na sua percepção, as empresas estão avançando na prática ou ainda permanecem apenas no discurso?





15/07/2026

Mais de 800 mil acidentes de trabalho foram registrados no Brasil em apenas um ano.

Esse número não representa apenas estatísticas. Representa trabalhadores, famílias, equipes e organizações impactadas por situações que, em muitos casos, poderiam ter sido prevenidas.

Durante sua participação no .inteligenciaorganica, o Professor Eng. Lailson Lima explica como as mudanças na legislação ampliaram a atenção sobre a saúde mental e os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.

Sobrecarga, assédio, falta de autonomia, conflitos, ausência de apoio e jornadas excessivas não podem ser tratados como problemas individuais do trabalhador. São condições de trabalho que precisam ser identif**adas, avaliadas e controladas.

A NR-1 determina que as organizações informem seus trabalhadores sobre:

✅ Os riscos ocupacionais presentes nas atividades.

✅ As medidas adotadas para prevenir e controlar esses riscos.

✅ Os procedimentos de segurança e emergência.

✅ O papel de cada trabalhador na prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

Prevenção não começa depois do acidente. Prevenção começa com informação, planejamento, participação dos trabalhadores e compromisso da liderança.

O episódio completo já está disponível no .inteligenciaorganica.

Assista e compartilhe com profissionais de SST, RH, gestores e lideranças.

Na sua empresa, os trabalhadores conhecem os riscos aos quais estão expostos?





15/07/2026

"Qual é o problema desse professor?"

Essa talvez seja a pergunta mais injusta que uma escola pode fazer.

A pergunta correta é outra.

Que condições de trabalho estão produzindo sofrimento, conflitos e adoecimento?

Essa é a mudança de olhar proposta pela NR-1.

Ela nos convida a sair das opiniões e da busca por culpados para adotar uma gestão baseada em evidências.

Não basta querer cuidar das pessoas.

É preciso identif**ar os perigos, avaliar os riscos, definir prioridades, implementar medidas de prevenção, acompanhar os resultados e registrar evidências.

Quando falamos de educação inclusiva, o desafio não está no estudante.

Também não está apenas no professor.

O desafio está em construir condições de trabalho que permitam ensinar, incluir e cuidar sem adoecer quem faz a educação acontecer todos os dias.

Foi sobre essa reflexão que compartilhei minha palestra no Congresso Mais Inclusão no Mundo.

A inclusão precisa caminhar junto com a saúde mental, a segurança do trabalho e uma gestão comprometida com a Cultura do Cuidado.

E você, acredita que as escolas estão preparadas para cuidar de quem cuida?

Escreva sua opinião nos comentários.









15/07/2026

O trabalhador tem o direito de saber quais riscos enfrenta. 🚨

E a empresa tem o dever de informar. ⚠️

Isso está na NR-1.

Não basta contratar uma pessoa e colocá-la para trabalhar.

É preciso orientar.

É preciso treinar.

É preciso comunicar os riscos.

É preciso explicar as medidas de prevenção.

É preciso garantir que o trabalhador compreenda a atividade que vai executar. 📋

A nova NR-1 já está valendo. ✅

E a gestão de riscos ocupacionais exige participação, informação e responsabilidade.

O trabalhador não é apenas alguém que recebe ordens.

Ele também participa da prevenção. 🧠

Ele precisa saber quais riscos existem.

Precisa entender como se proteger.

Precisa saber a quem comunicar uma situação insegura.

Precisa ser ouvido quando identif**a um risco no trabalho. 🤝

E existe um ponto muito importante:

Quando o trabalhador se depara com uma situação de risco grave e iminente, ele pode interromper a atividade e informar a liderança. 🚨

A liderança precisa escutar.

Precisa avaliar.

Precisa corrigir.

Precisa garantir condições seguras para que o trabalho continue. 🛡️

Segurança do Trabalho não é silêncio.

É diálogo.

É informação.

É prevenção.

É responsabilidade compartilhada. ❤️

A pergunta é simples:

Na empresa onde você trabalha, alguém já te informou claramente quais riscos existem na sua função? ⚠️

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14/07/2026

Análise de risco não se faz só da mesa. 🚨

Não dá para entender o trabalho real olhando apenas para documentos, planilhas e checklist preenchido no escritório. ⚠️

Segurança do Trabalho exige presença.

Exige escuta.

Exige observação.

Exige participação de quem vive a rotina todos os dias. 📋

A nova NR-1 já está valendo. ✅

E a gestão de riscos ocupacionais precisa considerar a realidade do trabalho.

Isso signif**a ir ao local.

Ver a atividade acontecendo.

Ouvir a liderança.

Ouvir o trabalhador.

Ouvir quem executa.

Ouvir quem está na ponta.

Ouvir quem conhece os riscos que muitas vezes não aparecem no papel. 🧠

O PGR não pode ser construído de forma isolada.

Ele precisa nascer de um trabalho conjunto entre profissionais de SST, liderança, trabalhadores e representantes da empresa. 🤝

Porque o risco não mora apenas na teoria.

O risco aparece no detalhe da operação.

No improviso.

Na sobrecarga.

Na pressão.

Na falha de comunicação.

Na ausência de procedimento.

Na diferença entre o trabalho prescrito e o trabalho real. ⚠️

Uma boa análise de risco precisa de roda de conversa, troca de saberes e compromisso com a verdade do ambiente. 🎯

Documento bom não é o que f**a bonito na pasta.

Documento bom é o que ajuda a prevenir acidentes, adoecimentos e falhas reais. 🛡️

A pergunta é simples:

Sua empresa faz análise de risco in loco ou ainda tenta mapear tudo sem escutar quem trabalha? 🚨

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