19/04/2024
Em março, saiu o meu primeiro livro sobre paternidade.
Nunca imaginei que escreveria contos, mas a vida se encarrega de apresentar cenários que parecem cenas de um filme.
Eu ainda passo por uma situação difícil, dolorosa!
E nessa jornada eu me prestei a ouvir outros pais! No livro eu me descrevo como um jornalista não diplomado, uma espécie de cronista das emoções!
Ouvi histórias de muitos pais que foram separados de seus filhos do dia para a noite. E eles me contaram sobre rituais matinais e que criavam para se conectar aos seus filhos.
Eu aprendi diferentes formas de dizer “bom dia” para alguém que não acorda do seu lado.
Transformar tudo isso em contos de realismo mágico foi uma jornada dolorosa, mas necessária.
Há muitos pais que querem cuidar de seus filhos, mas há uma pintura com tinta velha a base de óleo na sociedade que insiste em exibir a figura materna como A CUIDADORA primária.
Não é verdade! O amor transborda de todos os lados! O amor não tem gênero, o amor não tem papel social definido.
O amor é humano!
Segue a sinopse do “Bom dia, Manuela: contos tecidos entre amor e paternidade:
“Bom dia, Manuela” é uma viagem poética e comovente ao coração de um pai que foi afastado de seu filho, de forma forçada e involuntária. Através de metáforas e emoções profundas, este livro é uma ode ao amor incondicional, à dor da separação e à esperança resiliente de reunião. Nesta coletânea, o autor constrói uma ponte entre o real e o mágico, onde os rituais diários se transformam em atos de amor puro, ecoando o desejo de cada pai de tocar a vida de seu filho, não importa a distância. “Bom dia, Manuela” não é apenas um livro; é um espelho da alma paterna, um manifesto que celebra a força e a resiliência dos laços familiares.
Agradeço a querida Flavia Ferrari que me indicou a editora que fez um trabalho incrível de produção, edição e distribuição do livro.
Eu dedico esse livro a todos os pais que foram afastados de seus filhos por algum motivo. É muito mais comum do que imaginamos.
E muitos homens se calam diante da situação. Tem medo, vergonha, ficam sem chão!
O que não é o meu caso!