Associação dos Docentes da Unesp - Adunesp Seção Sindical - fundada em 1976. Sua sede localiza-se na capital paulista.
Aspectos da História da Adunesp
Fundada em 1976, a Associação dos Docentes da Unesp - Adunesp Seção Sindical tem como base os docentes e pesquisadores vinculados à Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp. A Adunesp agrega 11 Subseções Sindicais: em Araraquara, Assis, Bauru, Franca, Jaboticabal, Guaratinguetá, Ilha Solteira, Marília, Presidente Prudente, Rio Claro e São Jo
sé do Rio Preto, tendo ainda filiados diretos nos demais campi. A luta pelos direitos da categoria, dos específicos aos mais gerais, pela democratização das estruturas de poder da Universidade e contra o projeto neoliberal na educação, tão em voga no final do século passado e no início deste, deu o tom na trajetória da Adunesp desde a sua criação. Entre altos e baixos, vitórias e decepções... a resistência sempre esteve presente. Os docentes da terceira universidade pública criada em São Paulo nunca se acovardaram. Desde a luta contra o fechamento de cursos e transferências forçadas, em 1976, passando pelas eleições a reitor, em 1984, a redação de novos estatutos, entre 1985 e 88, as conquistas na LDO em 1996, a reação aos ataques da trupe tucana no governo federal e estadual nos anos 90, as históricas greves de 2000 e 2004, a reação vigorosa às reformas neoliberais de Lula, o combate aos decretos de Serra contra a autonomia em 2007, a forte e memorável greve de 2014, entre muitos outros momentos... a categoria nunca se colocou como agente passivo. A Universidade que temos hoje, com seus avanços e retrocessos, é produto da intervenção ativa da comunidade acadêmica. E o muito que ainda temos a conquistar também o será. Um pouco desta história está retratado em duas edições especiais da Revista Adunesp:
- Em 1996, resgatando os primeiros 20 anos de vida da entidade, seus pioneiros, sua batalha pela estruturação material e política e suas grandes lutas
- Em 2007, desta vez marcando os 30 anos da Associação.
02/06/2026
A greve nas universidades, que ganhou destaque na grande imprensa, especialmente a partir dos atos de rua e das ações repressivas contra os estudantes, tem pressionado o governador Tarcísio de Freitas a falar.
Fórum indica manutenção e ampliação da GREVE pela imediata REABERTURA DAS NEGOCIAÇÕES. Dia de atividades locais em 9/6 e preparação de novo ato estadual também são indicativos
Em vez de negociação e diálogo, reitores se apoiam na intransigência e na repressão ao movimento
O pedido de reintegração de posse contra a ocupação estudantil no Instituto de Artes (IA) da Unesp, na capital, e o pronto atendimento pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), na tarde de 28/5, foi mais um grave elemento a mostrar a estratégia escolhida pelos reitores para lidar com as ...
29/05/2026
Docentes se unificam em apoio às pautas estudantis, defesa de reajuste salarial digno, financiamento e autonomia universitária
As sessões dos conselhos universitários da USP e da Unicamp, em 26/5, não tiveram os resultados esperados pelos reitores. Em ambas, estava em pauta o referendo ao reajuste salarial de 3,47% oferecido pelo Cruesp na negociação de 4/5 e mantido na de 14/5.
Movimento se espalha nos três segmentos da Unesp, Unicamp e USP. Queremos negociação efetiva sobre salários, condições dignas de trabalho e estudo, permanência estudantil. Queremos financiamento adequado!
O indicativo de greve geral, apresentado pelo Fórum das Seis após a negociação de 14/5, quando o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) manteve o índice proposto anteriormente, ou seja, reajuste salarial de 3,47%, de acordo com o IPC/Fipe, já é realidade na Unesp, Unicamp e USP.
Vamos fortalecer nossa representação, ampliar conquistas e prosseguir no debate sobre os temas que interessam à universidade pública e à comunidade acadêmica
Só a mobilização pode virar esse jogo! Fórum indica GREVE a partir de 18/5
Manutenção do índice apresentado em 4/5, ou seja, reajuste salarial de 3,47%, de acordo com o IPC/Fipe! Essa foi a postura do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) em 14/5. A data foi marcada após o cancelamento unilateral da reunião prevista para 11/5 e, por insistência do Fórum das Seis, teve a permanência estudantil como ponto de pauta, além da questão salarial.