11/04/2024
É bom sair da cervejaria artesanal...tá lhe fazendo mal!!
Aqui você irá encontrar vídeo aulas de Geografia dos mais diversos assuntos!!!!!!
11/04/2024
É bom sair da cervejaria artesanal...tá lhe fazendo mal!!
11/04/2024
Chega logo, agosto! Vocês não têm ideia do que essa galera está produzindo! A escola pública é forte, a escola pública forma, a escola pública tem os melhores!!! Ansiedade falando... Agosto!
05/04/2024
Boa sexta!!!!
15/03/2024
Boa sexta 😘
12/03/2024
Eu gosto do café tá...
07/03/2024
Não existe tecnologia que substitua isso!!!
02/03/2024
Quem será?
29/02/2024
Tá vendo essa galera aí? Esta é a turma que, com altos e baixos, me faz acreditar na educação. São as pessoas que abraçam, choram, reclamam e, às vezes, soltam faíscas em meio às pólvoras. São eles que vão iniciar um projeto de educomunicação que será incrível, e como poderia não ser? Com eles, tudo se torna muito bom! Vamos juntos!
23/02/2024
Esses professores viu...
11/02/2024
Quem paga e quem a(paga)?
09/02/2024
No palco da cidade de São Paulo, onde os contornos da realidade se entrelaçam com a fantasia do Carnaval, vislumbramos a efervescência popular, embora sua essência democrática se veja abalada pelas garras do padrão e pelos avanços do capital. O Carnaval ainda, mesmo contra tudo e todos, continua sendo a festa do povo, um caleidoscópio de vivências entre idas e vindas, entre limpezas e sujeiras.
Nesse cenário, desfilamos pelas ruas do Pari-Canindé com o Bloco de Bitita, entre bicicletas, catraias, carrocinhas, lixos e outros objetos que testemunham a perversidade deste mundo chamado progresso, especialmente para nossas crianças. Enquanto nossos passos se entrelaçavam com os batuques, observamos as casas tingidas em tons acinzentados e as fábricas de costura que pontilham a capital mais rica da América Latina.
No território de Carolina Maria de Jesus, entre sabores e dissabores, a vida pulsa, habitada por aqueles que, após incontáveis escárnios do sistema, permanecem à espera da próxima chance para um "sim" à vida. Os sinais se manifestam timidamente hoje, anunciados pelos ritmos das percussões e desfiles de fantasias, entoando alegrias para aqueles que assistem, tocando o ombro de seus companheiros de luta para que também apreciem.
Em choros espontâneos, no topo das exclusões que a vida lhes apresenta, expressam gratidão pelas crianças que passam cantando, pulando, mostrando que ainda há esperança. A alegria, não gratuita, tampouco romântica, persiste como um suspiro nas veias dos trabalhadores e nas almas de nossas crianças, marcando um território que ainda continua sendo e sempre será de Bitita.