08/05/2016
"Mãe é árvore de um só fruto: AMOR"
Flavio Meyer, Aflorismos, p00, Editora Desvario
Ilustração: Flavio Meyer
Recomendada a todos os autores que buscam produzir seu livro com qualidade elevada e custo controlado.
As obras são produzidas em parceria com a Amazon, em impressão sob demanda, isto é, a quantidade de livros a ser produzida é definida pelo autor de acordo com as suas necessidades específicas.
08/05/2016
"Mãe é árvore de um só fruto: AMOR"
Flavio Meyer, Aflorismos, p00, Editora Desvario
Ilustração: Flavio Meyer
08/03/2016
"Se o seu nome não fosse MULHER, seria AMOR" Elvira Campos
Ilustração: Flavio Meyer
17/11/2015
O próximo lançamento da Editora Desvario já pode ser seu!
Clique aqui para ver uma amostra virtual da obra e reservar e garantir o seu exemplar com dedicatória exclusiva. Aceitamos todos os cartões.
Conselhos de Nietzsche 160 paginas, Preto e branco, 13 x 21 cm, R$ 48,00 Frete incluso (Brasil)
15/03/2015
A Editora Desvario parabeniza a autora Pepita de Oliveira pelo sucesso de publico e crítica no lançamento de sua primeira obra literária que aconteceu neste sábado na Biblioteca Municipal Paul Harris :D (Y)
30/01/2015
"Deus produz o mundo por uma espécie de desvario" Arthur Shopenhauer, As Dores do Mundo, p28
30/01/2015
Esta obra foi escrita por diversas mãos, mas também foi idealizada e concebida por diversas mentes. Uma verdadeira egrégora foi criada e formatada para modelar cada linha e cada página deste livro.
A arqueologia ortodoxa, adepta e seguidora dos ensinamentos convencionais e acadêmicos, baseada no pragmatismo ideológico, costuma ser cética em relação às novas teses e teorias que colocam o homem como coadjuvante nos processos de criação e também em relação às origens das fabulosas e misteriosas construções megalíticas espalhadas pelos quatro cantos do planeta Terra.
De acordo com esta arqueologia nossos ancestrais possuíam plenas condições intelectuais, tecnológicas e estruturais para projetar, construir e gerenciar estes magníficos feitos da engenharia. Mas a moderna arqueologia deslumbra uma gama de possibilidades muito maior permitindo que seus seguidores expandam suas mentes e suas teses através de conceitos holísticos
e através de uma ampla visão universalista, onde o todo é sempre maior que a soma das partes (princípio geral do holismo, por Aristóteles).
Neste livro a autora, de uma forma brilhante e dinâmica, faz uma completa viagem através dos quatro cantos do planeta, uma viagem pelo passado numa perfeita comunhão e simbiose com nossos ancestrais, com suas obras e com seus feitos.
Através de sua jornada evolutiva ela seguiu a nobre missão de buscar as respostas, o entendimento e a compreensão de que o planeta está sendo preparado para um novo ciclo, uma nova era e um novo recomeço. Desta forma, este livro mostra como permitir que o coletivo supere o individual, que o plural seja mais importante que o singular e como num futuro próximo o homem possa finalmente compreender suas origens e sua verdadeira missão
na Terra.
Ela faz parte de um seleto grupo de pessoas que conseguem ler nas entrelinhas do que ainda não foi escrito, escutar as palavras e mensagens que ainda não foram ditas, enxergar e compreender as evidências que outros ainda não conseguiram enxergar. Assim a autora transcreve sua própria experiência, sua própria percepção e avaliação da vida em todas as suas dimensões.
Temos plena consciência que diante de um sítio arqueológico pessoas diferentes terão percepções e compreensões diferentes e isto é absolutamente normal, pois cada um de nós percebe através dos seus próprios sentidos.
Desta forma, somente alguns poucos conseguem enxergar com os olhos da mente e perceber com os sentidos da alma e estes são capazes de interpretar todos os sinais e mensagens deixados na Terra pelos demiurgos cósmicos.
Nesta obra os leitores irão perceber que são as perguntas e não as respostas que criam as condições para aprimorar e expandir o conhecimento. Quem somos nós, de onde viemos, porque estamos aqui e para onde iremos são questões que desde os primórdios dos tempos perturbam a mente dos homens.
E ao longo das eras o homem preferiu permanecer cético, calado, mergulhado na incompreensão, mantendo a mente na vacuidade e assim perpetuando os laços que o prendem às deidades. A existência de um conflito antagônico entre o ego e a consciência coordena e mantém a disciplina moral e ética do comportamento humano. Mas quando o ego começa a superar os argumentos da consciência surgem paradigmas que transmutam o comportamento
e invadem os limites da irracionalidade impedindo o homem de
compreender a realidade.
Neste livro a autora mostra como uma mente dualista é contraditória por natureza. Esta dualidade estabelece um diálogo interior que apenas serve para perturbar a nossa paz e o nosso raciocínio. Estamos sempre pensando:
“Talvez isto, talvez aquilo, talvez qualquer outra coisa” e assim por diante.
O pensamento dualista perpetua o conflito dentro da nossa mente. Ele nos torna agitados e profundamente confusos. Quando chegamos à conclusão de que essa confusão é o resultado de uma mente condicionada pela visão dualista da realidade, estaremos aptos a perceber e decifrar os sinais e os códigos deixados pelos nossos criadores.
Ao fugir desta visão dualista, a autora teve a percepção e a compreensão da realidade, interagindo através de sua sensibilidade com entidades cósmicas que sempre estiveram entre nós. E assim uma nova realidade vai sendo descortinada,
revelada e percebida.
Sem dúvida este livro não é apenas mais um tratado sobre arqueologia, mas sim um completo guia, um compêndio e um legado para as novas gerações.
Um verdadeiro e importante relato sobre experiências transcendentais, de formatação e de base quântica onde a mente do receptor interagiu diretamente com a mente do emissor.
Assim, sem precisar de intermediários, a autora tangenciou os orbes mais profundos do conhecimento, interagindo com a fonte através de uma sensibilidade individual e num raro momento de introspecção canalizou estas experiências para as páginas deste livro. Sua mente expandiu-se e ultrapassou a pesada e materialista geometria euclidiana indo interagir diretamente com a geometria sagrada dos deuses espalhada e existente por todo o nosso planeta.
Através de sua experiência transformacional ela conseguiu estar muito além da calibração da mente humana, assim como as estrelas no céu estão além do toque de um observador que está na Terra. Você pode apenas observar as estrelas com seus olhos humanos, mas você nunca poderá tocá-las com suas mãos. Da mesma forma, você pode prever a experiência de transformação
com o instrumento humano, mas você não pode experimentá-lo através deste mesmo instrumento.
Iniciando pela Suméria (atual Iraque), onde os Anunnakis criaram as bases de uma religiosidade cósmica, onde nosso DNA foi manipulado e codificado pelas mãos de hábeis geneticistas cósmicos, a autora esteve em alguns sítios arqueológicos da Terra e, com uma visão mística, transcendental e holística conseguiu transmitir e decodificar os sinais, as mensagens e as marcas deixadas pelos conquistadores e legisladores vindos das estrelas.
Uma obra dinâmica, simples e objetiva sobre uma temática complexa e muitas vezes incompreensível, mas que através do raciocínio lógico transcrito diretamente da mente e das experiências da autora levam os leitores a uma verdadeira viagem no tempo e no espaço.
Por Antonio Carlos Barcellos
Editora Desvario, Colorido, 176 páginas
28/01/2015
A primeira impressão que temos da obra é que Pepitas prima pela simplicidade e, desta forma, ganha imensa acessibilidade. Como o próprio nome sugere, a obra se propõe ao garimpo em meio à hostilidade de terrenos rudes e deles extrair seus grãos mais preciosos. Tarefa que a autora realiza com êxito e, com a habilidade de um escafandrista, penetra na escuridão abissal da profundidade para trazer à tona e revelar com claridade.
Ao longo da leitura da obra, deslumbrei a agradável semelhança estrutural com obras literárias clássicas de grande relevância histórica como Aprendendo a Silenciar a Mente, de Osho, Oráculo de Bolso e a Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, e Aprendendo a Viver, de Sêneca. Desta mesma maneira, também pude sentir na temática a espirituosa presença de autores consagrados, de extrema habilidade poética e profundidade filosófica, como Kalil Gibran, em O Profeta, quando a autora discorre com propriedade sobre os filhos e a maternidade, ou como Carl Gustav Jung, em Memórias, Sonhos e Reflexões, quando especifica com nitidez as distintas maneiras de se amar, isso somente para citar alguns. Todo este rico conteúdo e muito mais convido o leitor a revelar, sintetizado em um único volume, maestralmente arranjado de forma agradável, prática, objetiva e autêntica.
Pepitas é mais que necessária na medida em que se projeta ponte entre o inalcançável e o inacessível.
PEPITAS
Editora Desvario, 90 páginas
28/01/2015
Não à toa que o título do livro de Flavio Meyer chama-se Poesia Fotografada. Não se trate de um livro de versos, nem tão pouco de um álbum de arte, mas do casamento minucioso e indissociável da poesia com a imagem. Sensível, este livro estabelece relações com a própria arte, pelos olhos e palavras do fotografo e escritor.
O autor parece procurar poesias de construção ímpar e riquíssima interpretação, e ao longo desta viagem poética é quase sempre romântico, lírico, embora algumas vezes seja chocante e incômodo. Entre poesias tocantes nos sorriem imagens que resgatam memórias introspectivas.
Apreciando este livro observamos o autor, pouco a pouco, tentar desvendar-se, resgatar e desnudar a si mesmo e a seu próprio texto em imagens. É quase sem perceber que, ao fim do volume, nos quedamos nós mesmos desnudados e expostos ali, estampados nas páginas de Poesia Fotografada.
POESIA FOTOGRAFADA (R$ 55,00)
Editora Desvario, 90 paginas
Colorido, 22 x 22 cm
28/01/2015
Ainda é tempo de lirismo, talvez seja
ele urgente para tempos carentes de magia.
A construção medida, o alinhavo de aforismos
e a perícia nos versos redondos feito rosas em
botões mais-que-perfeitos são marcas do poeta
Flavio Meyer.
A imagética rara expressa bem horizontes amplos
desse ar tesão de atmosferas. Na tradição dos
poetas amalgamados aos caminhos da prosa é nítida
a influência do simbolismo francês ou da escola de
contenção carregada de significados desdobráveis
de Cassiano Ricardo ou Manoel de Barros.
O verso preciso para sensações imprecisas,
a prosódia justa para percepções intangíveis
de duração e nexo causal na existência: conceitos
se contradizendo na aparência quando na verdade
exploram o campo fértil da multiplicidade sensorial,
como se tocasse o poema com acalanto de pólen
na semeadura de signos convergentes. O paradoxo,
o oxímoro tão caro à Pessoa e os epigramas não
menos poéticos por serem moldados do casamento
entre emotividade e intelecção fazem desse livro
um caleidoscópio.
A plasticidade dos versos devem muito à maestria
do fotógrafo e artista visual: Flavio Meyer escreve
com perspectiva e apuro de quem congela o Eterno
que perpassa pelo instante. Recomendo esses
poemas por serem necessários: são maturação
duma voraz vontade de expressão nítida no carinho
com que erige um painel amoroso de sua delicada
topografia íntima: o relevo de quem extrai com
sutileza a profusão num texto curto e denso.
Cada poema um nascedouro de signos constelados;
esmero condensado em que lagos profundos se
interligam por um mar tranquilo na superfície sobre
abissal inquietude do verbo.
"Se eu não fosse,
brisa seria,
afagaria flores,
abraçaria seus perfumes
e borboletas encantaria.
Já estrela não seria.
Sentiria muito calor!
Onda ia caçar sombra?"
Quem nos deu esse fascínio merece persistir
escrevendo porque essa poesia é da conta do
infindo como o mítico, o quase ininteligível sendo
contado.... Não sei agora onde começa o artista
da lente e o ourives de versos: meus olhos brilham
quando gêneros e artes se misturam num vibrátil
cromatismo de poesia em que cabem universos.
Prefácio de Flávio Viegas Amoreira - escritor e jornalista
RETRATO ÍNTIMO (R$ 38,00)
Editora Desvario, 120 Páginas
Preto e branco, 12 x 20 cm