10/03/2026
Acredito profundamente no valor do trabalho comunitário com a pessoa idosa.
Nos encontros semanais de estimulação cognitiva, entre jogos, leitura, conversas e desafios de memória, acontece algo muito maior do que exercícios para o cérebro. Ali nascem vínculos, confiança, troca de histórias e, muitas vezes, uma nova percepção sobre o próprio envelhecer.
Foi a partir dessa experiência real com grupos de idosos que surgiu o trabalho que tive a alegria de ver aprovado hoje para exposição ao público durante o 14º Congresso Paulista de Geriatria e Gerontologia (GERP 2026) que acontecerá em abril.
Essa conquista também carrega a contribuição dos aprendizados que venho construindo na pós-graduação em Gerontologia do Ensino Einstein, que tem ampliado meu olhar sobre o envelhecimento e fortalecido a ponte entre prática e conhecimento científico.
Sigo acreditando que estimular a mente, fortalece vínculos e valoriza o envelhecimento ativo, um caminho importante para a saúde e para a dignidade na longevidade.
Gratidão a cada idoso que caminha comigo nesse processo de aprender e ensinar todos os dias.