25/06/2026
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informa que, nos dias em que houver partidas da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo com início no horário das aulas, os estudantes e professores da rede estadual estão dispensados das atividades letivas presenciais. A determinação visa adequar o funcionamento das escolas ao calendário do torneio mundial, garantindo a segurança e o deslocamento da comunidade escolar nos períodos de maior fluxo urbano.
De acordo com as diretrizes oficiais, a medida vale para todas as fases da competição em que houver coincidência entre o horário do jogo e o turno de ensino. Portanto, ela já tem incício na próxima segunda-feira (29), quando o Brasil faz o primeiro jogo da fase mata-mata.
Contudo, a aplicação da dispensa em etapas avançadas f**a estritamente condicionada à classif**ação da Seleção Brasileira no campeonato.
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Fonte: Rádio Bandeirantes
25/06/2026
Pai adia busca do filho por causa do jogo do Brasil e escola precisa aguardar até o fim da partida
Uma situação registrada nesta quarta-feira (24), em uma escola do estado de São Paulo, gerou discussões sobre a importância do cumprimento dos horários de saída dos estudantes.
Segundo informações divulgadas pela direção da unidade, os responsáveis foram informados de que as aulas terminariam às 16h em razão do jogo da Seleção Brasileira. Mesmo assim, um pai comunicou que iria buscar o filho apenas após o encerramento da partida.
Enquanto aguardava a chegada do responsável, a equipe gestora permaneceu na escola acompanhando o estudante. Durante esse período, os profissionais assistiram ao jogo nas dependências da unidade, já que a criança não poderia permanecer desacompanhada.
Ainda conforme a direção, o Conselho Tutelar foi procurado para orientação sobre o caso. No entanto, a escola recebeu a informação de que não havia atendimento disponível naquele momento em razão do ponto facultativo.
O responsável chegou à escola somente após o término da partida para buscar o aluno.
O episódio voltou a levantar reflexões sobre a responsabilidade compartilhada entre família e escola. Especialistas destacam que o cumprimento dos horários de saída contribui para a segurança dos estudantes e evita a necessidade de prolongar a permanência dos profissionais na unidade escolar.
24/06/2026
Muitos professores chegam à escola com disposição, dedicação e um sorriso no rosto. Mas, ao final do dia, carregam o cansaço de quem deu o melhor de si, enfrentando turmas cheias, falta de recursos e uma rotina cada vez mais exigente.
São horas de planejamento, correção de atividades, preenchimento de relatórios, reuniões, desafios em sala de aula e a responsabilidade de contribuir para a formação de centenas de estudantes.
Valorizar os professores é reconhecer o papel fundamental que eles desempenham na construção de uma sociedade melhor. ❤️📚✏️
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24/06/2026
A 18ª Vara Federal do DF analisa uma ação judicial em que uma professora de inglês pleiteia o reconhecimento de direitos autorais sobre uma metodologia de pagamento instantâneo. Segundo a autora, o método teria sido utilizado no desenvolvimento do Pix.
Ela afirma ter criado o projeto "Tá Pago" entre 2011 e 2012, com registro na Biblioteca Nacional realizado em 2014. A ação sustenta que o Banco Central acessou a documentação da plataforma antes da implementação do sistema atual.
O processo inclui pedidos de indenização por danos morais e materiais, pagamento de royalties e a suspensão do funcionamento do Pix em todo o território nacional.
Via: Migalhas
23/06/2026
Professores podem ter redução na carga horária sem perda no piso salarial
Uma decisão recente trouxe uma importante discussão para a categoria docente: professores poderão ter a carga horária reduzida sem que isso represente diminuição do valor do piso salarial.
A medida busca adequar a jornada de trabalho às regras estabelecidas para a educação, preservando a remuneração mínima garantida por lei aos profissionais do ensino.
O entendimento reforça a importância do piso salarial como instrumento de valorização da categoria, garantindo proteção financeira mesmo diante de alterações na carga horária em determinadas situações.
O tema chama atenção de educadores, gestores e profissionais do setor, especialmente em um cenário de constantes debates sobre condições de trabalho, valorização profissional e qualidade da educação.
Se você é professor ou atua na área da educação, vale acompanhar as atualizações sobre o assunto e entender como essa decisão pode impactar sua realidade profissional.
23/06/2026
O Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que passa a incluir temas relacionados à participação cidadã e ao funcionamento das instituições públicas entre os conteúdos da educação básica.
A proposta modif**a a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e amplia uma previsão já existente sobre o estudo da realidade social e política do país no ambiente escolar.
O texto não detalha em quais etapas do ensino os temas serão abordados nem como será feita a aplicação das atividades. A matéria recebeu ampla aprovação no Congresso e agora aguarda a decisão final para entrar em vigor.
22/06/2026
Esperando ser chamado no concurso...
22/06/2026
Uma professora chamou a atenção nas redes sociais após aparecer em sala de aula usando uma roupa que gerou diferentes reações entre os internautas.
Nas imagens compartilhadas, a vestimenta da profissional se tornou tema de debate e rapidamente passou a ser comentada por milhares de pessoas nas plataformas digitais.
As opiniões f**aram divididas. Enquanto alguns usuários consideraram que a roupa não seria a mais apropriada para o ambiente escolar, outros defenderam que a escolha do vestuário não tem relação com a competência profissional nem com a qualidade do trabalho desenvolvido em sala de aula.
O assunto ganhou grande repercussão e levantou discussões sobre liberdade de expressão, padrões de vestimenta e expectativas em ambientes profissionais.
E você, qual a sua opinião sobre essa situação? A escolha da roupa deve ser uma decisão individual ou é importante seguir determinados padrões no local de trabalho?
22/06/2026
Professor não é responsável por custear festas escolares com recursos próprios.
A realização de eventos e comemorações deve acontecer dentro das condições e dos recursos disponíveis da escola. Quando não há verba, é preciso buscar alternativas viáveis, sem transferir essa responsabilidade para os profissionais da educação.
Enquanto enfrentamos a perda de direitos, a falta de valorização e a ausência de reajustes salariais dignos, não é justo exigir que professores arquem do próprio bolso com lembranças, brindes ou despesas de eventos escolares.
Professor está na escola para educar, não para financiar atividades que cabem à instituição.
Fonte: rittamarques_7
22/06/2026
Existe um constrangimento que muitos professores são submetidos há anos: ouvir especialistas explicarem sua realidade sem realmente vivê-la.
A cena é conhecida. Um auditório cheio de educadores. No palco, alguém apresenta as razões do fracasso escolar, da desmotivação dos alunos e dos baixos resultados da educação. Quase sempre sobra uma mensagem implícita: os professores precisam fazer mais.
O que raramente aparece na discussão é uma pergunta simples: quando foi a última vez que quem está falando enfrentou, durante meses, a rotina de uma turma de sexto ano da escola pública?
Faço essa pergunta porque, depois de mais de duas décadas afastado do ensino fundamental e mais de trinta anos distante da rede pública, decidi voltar para a sala de aula.
A experiência foi um choque de realidade.
Nenhuma pesquisa me preparou para as cicatrizes emocionais deixadas pela p.AN.d3M.I6. Nenhum congresso me mostrou a complexidade de uma geração marcada pelo isolamento, pelas telas, pela ansiedade e pelas profundas defasagens de aprendizagem.
Por isso me incomoda quando formações educacionais transformam o professor em parte do problema antes de reconhecê-lo como alguém que luta diariamente contra ele.
A pesquisa é indispensável. A universidade é indispensável. Mas talvez esteja na hora de mais pesquisadores, consultores e palestrantes assumirem algumas horas semanais na educação básica.
Não para provar competência. Mas para cultivar empatia. Porque uma coisa é estudar a escola. Outra, muito diferente é continuar entrando nela todos os dias.
Fonte: Professor Fábio Flores / ofabioflores