Dr. Rodrigo Fernandes - Cirurgias Ginecológicas Minimamente Invasivas

Dr. Rodrigo Fernandes - Cirurgias Ginecológicas Minimamente Invasivas Dr. Rodrigo Fernandes é médico ginecologista, especializado em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas, endometriose e oncologia pélvica. Arnaud Wattiez.

Embaixador da Sociedade Mundial de Endometriose e professor no IRCAD. Especializado em laparoscopia, histeroscopia e cirurgia robótica, Dr. Rodrigo Fernandes tem grande experiência no tratamento de endometriose, câncer ginecológico e outras doenças ginecológicas benignas como miomas, adenomiose, cistos e disfunções que necessitem de cirurgia. Fez sua formação ginecológica na Santa Casa de São Paulo com especialização em Laparoscopia e Histeroscopia. Especialização em Strasbourg, na França, onde morou e atuou por aproximadamente dois anos com o maior nome da cirurgia minimamente invasiva da atualidade, Prof. Junto ao Prof. Wattiez, ministra cursos e opera pacientes todos os anos ao redor do mundo. Atualmente Assistente do ICESP - Instituto do Cancer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da USP, um dos institutos de maior reconhecimento internacional voltado para o tratamento do câncer. Atua na equipe de Endometriose do Hospital Samaritano de São Paulo e Oncologia Pélvica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

31/08/2026

A dor crônica produz consequências que nem sempre aparecem nos exames. 

Ela altera rotinas, gera inseguranças, desgasta relações e afeta a forma como a paciente se relaciona com a própria saúde. 

Por isso, muitas vezes, o comportamento que parece resistência, ansiedade ou excesso de preocupação pode ser apenas o reflexo de anos convivendo com sintomas não resolvidos. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

28/08/2026

Uma das áreas mais interessantes da pesquisa atual em endometriose envolve a participação do sistema imunológico. 

Nos últimos anos, diversos estudos observaram maior prevalência de algumas doenças imunomediadas em mulheres com endometriose. 

Ainda não sabemos exatamente quais mecanismos explicam essa associação. 

Mas sabemos que a doença envolve processos inflamatórios e imunológicos muito mais complexos do que se acreditava no passado. 

É justamente esse tipo de descoberta que está mudando a forma como entendemos a endometriose. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

27/08/2026

Existem sintomas que são frequentemente minimizados porque acontecem em uma esfera muito íntima da vida. 

A dor durante a relação é um deles. 

Mas o impacto desse sintoma vai muito além do desconforto físico. Ele pode afetar relacionamentos, autoestima, bem-estar emocional e qualidade de vida. 

Por isso, independentemente da causa, a dor merece ser escutada, investigada e tratada. 

Normalizar nunca foi a solução. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

24/08/2026

Esse relato da Juliette traz uma reflexão que aparece com frequência no meu consultório: às vezes, o diagnóstico de endometriose faz uma mulher precisar pensar sobre maternidade antes mesmo de estar preparada para tomar essa decisão.

E existe uma diferença enorme entre desejar ser mãe e sentir medo de perder a possibilidade de ser mãe.

Ter endometriose não significa infertilidade. Mas, dependendo da idade, da localização da doença, da reserva ovariana, de cirurgias prévias e de outros fatores, o planejamento reprodutivo pode — e deve — entrar na conversa.

Meu papel como médico não é apressar uma decisão tão pessoal. É oferecer informação suficiente para que cada mulher possa compreender seu cenário e fazer escolhas com mais consciência, sem transformar o diagnóstico em uma sentença.

Porque preservar possibilidades também pode fazer parte do tratamento da endometriose.

RODRIGO FERNANDES, M.D., Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944

Alguns registros da minha participação no SOGESP. Foram dias de muito conteúdo, discussões importantes e, principalmente...
22/08/2026

Alguns registros da minha participação no SOGESP. Foram dias de muito conteúdo, discussões importantes e, principalmente, boas trocas com colegas que admiro e que também estão constantemente buscando aprimorar a prática médica.

Gosto muito desses momentos porque a medicina não para de evoluir. Estar próximo de quem pesquisa, ensina e vive a prática diariamente nos faz rever conceitos, discutir condutas e voltar para a rotina com novos aprendizados.

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944

20/08/2026

Mioma e infertilidade não são sinônimos. Embora alguns tipos de mioma possam reduzir as chances de gravidez, outros têm impacto mínimo ou inexistente sobre a fertilidade. 

O desafio está justamente em identificar quais pacientes realmente se beneficiam de uma intervenção e quais podem seguir outros caminhos com segurança. 

No vídeo explico por que a localização costuma ser muito mais importante do que a quantidade de miomas observados no exame. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

18/08/2026

Durante muitos anos, a adenomiose foi uma doença subdiagnosticada. 

Parte disso aconteceu porque seus sintomas eram frequentemente atribuídos a alterações “normais” do ciclo menstrual. 

Hoje sabemos que cólicas progressivas, sangramento aumentado, anemia e dor pélvica podem fazer parte de um quadro muito mais complexo. 

O avanço dos métodos diagnósticos permitiu compreender melhor essa doença e oferecer tratamentos mais individualizados. 

No vídeo explico por que adenomiose vai muito além de uma simples alteração do fluxo menstrual. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

14/08/2026

A relação entre sintomas e gravidade nem sempre é proporcional. 

Existem tumores pequenos que provocam manifestações precoces e tumores maiores que permanecem silenciosos durante muito tempo. 

Entender essa característica ajuda a explicar por que algumas doenças ginecológicas ainda representam desafios importantes para o diagnóstico precoce. 

No vídeo explico um pouco mais sobre esse comportamento biológico e o que ele significa na prática. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

13/08/2026

Existe um alimento que, em algumas mulheres, pode contribuir para um ambiente mais inflamatório e favorecer a piora dos sintomas da endometriose.

Mas é importante fazer um alerta: não existe um único alimento que “cause” ou “inflame” a endometriose por si só. O impacto da alimentação depende do contexto, dos hábitos e das características de cada paciente.

No vídeo, explico qual alimento merece atenção e por que a alimentação pode ser uma aliada importante no manejo da doença.

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944

12/08/2026

Durante muito tempo, a histerectomia foi considerada a solução padrão para diferentes doenças ginecológicas. 

Hoje, felizmente, essa realidade mudou. 

Os avanços da cirurgia minimamente invasiva e o entendimento mais aprofundado de doenças como miomas, adenomiose e endometriose permitiram que muitas mulheres fossem tratadas preservando o útero quando isso é seguro e faz sentido para sua realidade. 

Ao mesmo tempo, também existem situações em que a retirada do útero continua sendo a melhor opção. 

A boa medicina não está em preservar ou retirar um órgão por princípio. 

Está em construir uma estratégia individualizada para cada paciente. 

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944 

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