13/06/2026
Bora Brasil!!!!
LEGO LEGO Brasil Dra. Aline Marques
Dr. Rodrigo Fernandes é médico ginecologista, especializado em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas, endometriose e oncologia pélvica. Arnaud Wattiez.
Embaixador da Sociedade Mundial de Endometriose e professor no IRCAD. Especializado em laparoscopia, histeroscopia e cirurgia robótica, Dr. Rodrigo Fernandes tem grande experiência no tratamento de endometriose, câncer ginecológico e outras doenças ginecológicas benignas como miomas, adenomiose, cistos e disfunções que necessitem de cirurgia. Fez sua formação ginecológica na Santa Casa de São Paul
13/06/2026
Bora Brasil!!!!
LEGO LEGO Brasil Dra. Aline Marques
12/06/2026
Faz tempo que o namoro teve um upgrade…
Mas todos os dias voltamos a namorar…
Não pelo clichê, mas porque o namoro faz reencontrar aquela paixão, aquela faísca, aquele frio na barriga que tenho quando estou ao seu lado…
O resto das qualidades a gente deixa pro amor e pro companheirismo…
Feliz dia dos namorados…
Aline Marques Dra. Aline Marques
09/06/2026
A gestrinona voltou a ganhar espaço nas discussões sobre endometriose após a publicação do primeiro ensaio clínico randomizado avaliando essa estratégia.
Mas, como acontece em toda boa ciência, os resultados precisam ser analisados com equilíbrio: nem entusiasmo excessivo, nem rejeição automática.
Neste carrossel, explico o que o estudo realmente mostrou, quais são seus pontos fortes, suas limitações e o que podemos concluir neste momento.
RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944
09/06/2026
Hoje a convite da Profa e do grupo GMI participarei do debate sobre ureterolise em cirurgia minimamente invasiva junto com os amigos .beatrizporto e
Falaremos sobre as técnicas de ureterolise, os requisitos, quando a ureterolise deixa de ser somente a ureterolise e pede algo mais complexo como resseccao e anastomose ou reimplante.
Aguardo vocês!
08/06/2026
“Mas outro médico me orientou de forma diferente.” Eu escuto essa frase com uma certa frequência e isso não significa, necessariamente, que uma das opiniões esteja errada.
Nem sempre existe apenas um único caminho correto. Inclusive, em muitos casos, buscar uma segunda opinião não é sinal de insegurança, é parte de uma tomada de decisão mais consciente e estratégica.
RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944
A infertilidade associada à endometriose vai muito além das alterações anatômicas causadas pela doença.
Hoje sabemos que o ambiente inflamatório provocado pela endometriose também pode interferir diretamente na fertilidade, afetando receptividade endometrial, implantação embrionária e funcionamento adequado do sistema reprodutivo.
Isso ajuda a explicar por que algumas mulheres apresentam dificuldade para engravidar mesmo sem grandes alterações visíveis nos exames.
No vídeo explico como a inflamação da endometriose pode impactar fertilidade e por que decisões individualizadas fazem tanta diferença no planejamento do tratamento.
RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 MÉDICO | RQE 72.944
03/06/2026
Durante muitos anos, a endometriose foi interpretada principalmente como uma doença ginecológica localizada na pelve. Hoje, estudos mais recentes mostram um cenário muito mais complexo.
A ciência vem demonstrando que a endometriose está associada a um estado inflamatório sistêmico persistente, capaz de influenciar diferentes órgãos e sistemas além da região pélvica.
Pesquisas recentes identificaram níveis aumentados de citocinas inflamatórias como IL-6, TNF-α e prostaglandinas em mulheres com endometriose, substâncias envolvidas não apenas na progressão das lesões, mas também em sintomas sistêmicos como:
Fadiga crônica;
Alterações do sono;
Dor difusa;
Sensibilização central;
Alterações gastrointestinais;
Impacto cognitivo e emocional.
Além disso, estudos publicados nos últimos anos em revistas como Human Reproduction, Fertility and Sterility e Journal of Endometriosis and Pelvic Pain Disorders reforçam a participação do sistema imunológico e de mecanismos neuroinflamatórios na manutenção da doença e da dor crônica.
Isso ajuda a explicar um ponto importante da prática clínica: a intensidade dos sintomas nem sempre acompanha o tamanho das lesões vistas nos exames.
Em outras palavras, existem pacientes com poucas alterações radiológicas e sintomas extremamente incapacitantes, enquanto outras apresentam doença extensa com apresentações completamente diferentes.
Esses dados mudam a forma como entendemos o tratamento.
Hoje sabemos que manejar endometriose não significa apenas “retirar focos”.
O cuidado adequado pode envolver:
Controle inflamatório;
Melhora do sono;
Atividade física orientada;
Manejo da dor;
Fisioterapia pélvica;
Tratamento hormonal;
Cirurgia quando bem indicada;
Abordagem multidisciplinar.
A endometriose é uma doença complexa, sistêmica e heterogênea. E compreender isso é fundamental para oferecer tratamentos mais precisos e individualizados.
RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944
02/06/2026
A relação entre endometriose, ansiedade e depressão vai muito além do impacto emocional causado pela dor. Hoje sabemos que a própria fisiopatologia da doença pode contribuir para alterações importantes na saúde mental.
A inflamação crônica associada à endometriose libera mediadores inflamatórios que interferem no funcionamento do sistema nervoso central, influenciando humor, percepção da dor, sono e níveis de energia.
Tratar endometriose não é apenas tratar lesões. É cuidar da paciente como um todo.
A abordagem adequada pode envolver tratamento clínico, cirurgia quando indicada, manejo da dor, fisioterapia pélvica e acompanhamento psicológico especializado.
RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944
01/06/2026
No último sábado estive no Congresso da SOBRACIL em Brasília, participando de discussões, aulas e trocas de experiências sobre cirurgia minimamente invasiva, tecnologia e os avanços que vêm transformando a nossa especialidade.
Grande parte do que aplicamos hoje no tratamento da endometriose, dos miomas e das cirurgias ginecológicas minimamente invasivas nasceu justamente desses encontros entre especialistas, pesquisa científica e experiência prática.
Volto para casa feliz pela oportunidade de compartilhar minha experiência com os colegas e com a certeza de que buscar excelência é um processo contínuo.
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29/05/2026
Muitas pacientes escutam “massa no ovário” e automaticamente associam com endometriose, especialmente com o chamado endometrioma ovariano (“cisto de chocolate”).
Mas, na prática clínica, nem toda massa ovariana corresponde a um endometrioma.
Passe para o lado e entenda melhor sobre o assunto!
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