19/06/2026
⚠Iniciamos duas novas turmas de formação com educadores de organizaçÔes parceiras que, ao longo de 5 meses, irão participar da formação no Método Espiral.
đ Durante esse percurso, vamos passar por temas como:
⹠Pilares do Método Espiral
âą Desenvolvimento Humano
âą ViolĂȘncia e Trauma
âą ResiliĂȘncia e Recursos
âą VivĂȘncias no MĂ©todo
Participam dessa jornada:
đ€ Turma 1
CCA Quadrangular -
CCA Dona Diva -
Instituto Ebenézer -
N.A.V.E -
đ€ Turma 2
Liga SolidĂĄria -
CCA Nossa Senhora da ProvidĂȘncia -
Projeto Fazendinha -
đE tem mais: durante esses 5 meses, vamos realizar atividades semanais com dois grupos de crianças, colocando o MĂ©todo Espiral em movimento na prĂĄtica.
20/05/2026
Diante de tantas situaçÔes que envolvem violĂȘncia contra crianças e adolescentes, Ă© comum surgir a dĂșvida:
o que eu posso fazer, na prĂĄtica?
Ă para isso que existem os nossos encontros đ LOVES.
Um espaço ao vivo de diĂĄlogo, cuidado e prevenção, onde diferentes temas se transformam em oportunidades de reflexĂŁo e fortalecimento de vĂnculos.
No prĂłximo encontro, vamos conversar sobre como reconhecer sinais, como agir, quando denunciar e como orientar com cuidado e responsabilidade.
Vamos receber a Dra. Hertha Padilha, que tambĂ©m vai compartilhar o projeto âEu tenho vozâ, uma iniciativa que vem fortalecendo crianças e famĂlias na prevenção da violĂȘncia.
đ
Quinta, 28 de maio Ă s 19h
đ Ao vivo no Zoom e YouTube.
Um convite para quem quer entender melhor, se fortalecer e fazer parte dessa rede de cuidado.
Juntos, cuidamos para transformar.
18/05/2026
Para lidar com qualquer problema, precisamos primeiro entendĂȘ-lo.
E, no caso das violĂȘncias, esse caminho começa pela conscientização.
Em 2024, o Brasil registrou mais de 65 mil casos de violĂȘncia sexual contra crianças e adolescentes.
Os dados tambĂ©m mostram o crescimento de crimes como exploração sexual infantil, aliciamento e produção ou compartilhamento de material de abuso sexual infantil.â
Essa violĂȘncia, na maioria das vezes, acontece dentro de relaçÔes de confiança e em ambientes prĂłximos Ă s vĂtimas, o que torna ainda mais desafiador o caminho de identificação, denĂșncia e proteção.
O enfrentamento desse cenĂĄrio exige mais do que resposta.
Exige prevenção, formação e responsabilidade coletiva.
Significa fortalecer a escuta, orientar quem cuida, reconhecer sinais e construir ambientes mais seguros no dia a dia.
Proteger crianças e adolescentes é um compromisso de todos.
Vamos falar sobre a NĂŁo-ViolĂȘncia?
Juntos, cuidamos para transformar.