Coleção Aquarela Matemática

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18/09/2020
23/10/2018

Professor,

A escolha dos livros do PNLD Literário 2018 está chegando ao fim! O último dia para adoção é dia 31/10.

Se sua escola já está cadastrada, vocês podem solicitar os livros:

As aventuras de Wiraí – Categoria 4: do 1º ao 3º ano (Ensino Fundamental). Gênero: Texto da tradição popular. CÓDIGO: 1019L18602

Fábulas de La Fontaine em cordel – Categoria 5: do 4º ao 5º ano (Ensino Fundamental). Gênero: Obras clássicas da literatura universal. CÓDIGO 1039L18605

Para fazer a adoção, entre no link: http://pddeinterativo.mec.gov.br/

Para ter acesso ao livro completo entre no site:
http://www.kitseditora.com.br/pnld2018/pnld-literario-2018.html

Estamos à disposição para sanar suas dúvidas!

15/10/2018

Resenha completa do livro:

Em Fábulas de La Fontaine em Cordel, Wilson Marques adapta o conteúdo narrativo de oito fábulas tradicionais para a estrutura poética do cordel. Empregando as estrofes de seis versos, com rimas nos pares, o autor reveste as histórias de uma dicção literária peculiar, cujo ritmo e imagens advêm da cultura popular, especialmente a nordestina. A obra desenvolve criativamente na introdução, também em verso, o relato da origem oral do gênero creditado ao grego Esopo, que séculos mais tarde seria registrado em língua escrita por La Fontaine. Então o enunciador anuncia sua versão das fábulas no gênero popular brasileiro. A obra tem êxito em adaptar fábulas universais para um gênero de nossa tradição popular. A linguagem do texto, em relação à forma do conteúdo, condiz com as características da fábula, cujos enredos, em sua maioria, desenvolvem conflitos envolvendo animais com características e comportamentos humanos. No texto, tais narrativas são estruturadas em poesia, segundo a estrutura formal do gênero cordel. Quanto às ilustrações, Cibele Queiroz apropria-se do estilo da xilogravura para representar tanto o retrato dos autores das fábulas quanto as personagens e cenas. Levando-se em conta que a arte da xilogravura é empregada nos folhetos tradicionais, a ilustradora estilizou essa forma de gravura em formato digital. A composição combina cores sólidas e vibrantes com linhas curvilíneas, que se somam a uma tipografia que emula as matrizes de xilo. Além do preto e branco, foi trabalhada apenas mais uma cor em cada desenho; também se destaca a reprodução das nervuras da madeira por meio de técnicas digitais. O prazer da leitura do texto visual é oferecido sobretudo pelo estilo híbrido dos desenhos que é coerente com a adaptação das fábulas para cordel. A forma do cordel, bem como as referências ao universo cultural nordestino, possibilita trabalhos de análise, compreensão e interpretação sobre diferenças regionais, por exemplo. Nesse sentido, a experiência estética propiciada pelo texto faz um convite ao diálogo com a diversidade e a diferença.

15/10/2018

Resenha completa do livro:

As aventuras de Wiraí aborda as peripécias de um pequeno indígena que se perde na mata por não obedecer aos conselhos de sua mãe. Escrita por Wilson Marques de Oliveira e ilustrada por Cibele Queiroz de Oliveira, descreve, a partir dos versos da literatura de cordel, os riscos e as angústias que o pequeno indígena Wiraí tem ao se perder na mata amazônica. Nessa causalidade ele encontra alguns animais, dentre esses, ferozes, mal-humorados, animados, mal-intencionados e caridosos que o ajudam a fugir dos perigos e a encontrar alimento para matar sua fome. Além da poética e vivacidade dos versos, o ponto forte do livro são as ilustrações com suas cores, tonalidades, luz e sombras que reforçam as surpresas e sustos que o menino desobediente encontra na mata repleta de animais. O texto explora a relação produtiva do menino com a floresta e sua proximidade com o mundo animal. A obra tematiza as relações do homem com a natureza e com o mundo social que o rodeia, especialmente, a família. Na figura do menino indígena Wiraí, do povo dos Tenetehara, o texto narra, em forma de versos de extração popular (o cordel), o momento em que o menino se perde de sua mãe por estar perseguindo um bacurau (pássaro). Perdido, o pequeno índio recorre à amizade com os animais para não passar fome e para retornar à segurança de sua tribo. Ao percorrer diversos espaços, o leitor tem a oportunidade de, junto com o protagonista, fazer um caminho de conhecimento da vida na floresta, de conhecimento de animais com os quais pode não estar familiarizado e também com situações conflituosas que têm resolução positiva. Ao realizar a representação do mundo natural, o texto instiga o conhecimento dos leitores e permite que sua mundividência seja ampliada. As aventuras de Wiraí é uma obra tanto para meninos e meninas de qualquer lugar do país que queiram aventurar-se e acompanhar um dia de peripécias de um pequeno indígena em uma longínqua aldeia.

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