Jorge Americano nasceu em São Paulo, no dia 25 de agosto de 1891, filho de Luis Americano e de Amélia Cardoso Americano. Em 1908, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, vindo a bacharelar-se em 1912, com 21 anos de idade. Em 1915 iniciou a carreira de Promotor Público em Bebedouro de Atibaia, onde permaneceu até 1918. Em 1921, começou a trabalhar como professor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, tendo se tornado livre-docente em 1927. Publicou, em 1926, pela editora Saraiva & Cia Editores, a obra de direito processual denominada “Da ação rescisória”. De 1928 a 1930 foi Promotor Público do Distrito Federal. Em 1930, começou a carreira de professor de Direito Civil, tendo passado também pela cadeira de Literatura Brasileira. Em 1932, escreveu “Da ação pauliana”, obra igualmente publicada pela editora Sariava & Cia. Em 1933, tornou-se professor Catedrático de Direito Civil da USP, onde permaneceu até 1962. Foi vice-diretor da Faculdade de Direito no período de 1938 e membro do Conselho Universitário de 1938 a 1941. Em 1941, foi reitor da Universidade de São Paulo. Em 1944,Jorge Americano escreveu os “Comentários ao Código do Processo Civil e Comercial do Estado de São Paulo”, obra fonte de grande consulta à época. Em 1936, assumiu a presidência do Instituto dos Advogados do Brasil, onde permaneceu até 1945. Escreveu, de 1939 a 1943, a obra denominada “Comentários ao Código de Processo Civil do Brasil”, em 5 volumes. Em 1944, tornou-se Juiz permanente da Corte de Arbitragem em Haia. De 1954 até 1964, foi professor de Relações Internacionais na Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Foi o primeiro presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Faleceu no dia 6 de fevereiro de 1969, aos 78 anos de idade. Homenageado com a "Rua Jorge Americano", no bairro Alto da Lapa e também com Escola na cidade de São Paulo, no bairro Feitiço da Villa cujo nome é "E.M.E.F.