07/04/2025
Thai Se Eu Te Pego! (Arroz Frito Tailandês Servido no Abacaxi)
Ingredientes:
1 xícara de arroz basmati (cozido e reservado, um pouco durinho, sem sal);
1 abacaxi cortado ao meio (preservar a coroa em uma das metades);
1 cenoura ralada;
1 xícara de vagem picada;
1 xícara de abacaxi picado (retirado do interior do abacaxi);
1 pimenta dedo-de-moça picada (opcional: retirar sementes para menos ardência);
1 xícara de shimeji (ou outros cogumelos como sh*take, champignon Paris, etc.);
2 colheres de sopa de manteiga;
3 colheres de sopa de shoyu (ou a gosto);
1 pitada de açúcar;
Coentro fresco picado (a gosto);
1 colher de sopa de óleo de gergelim;
1 cebola média picada;
Alho picado (a gosto, para refogar os cogumelos);
Outros legumes opcionais (como pimentão, brócolis, ervilha-torta, milho, etc.).
Modo de Preparo:
Preparar o Abacaxi:
Corte o abacaxi ao meio no sentido vertical, preservando a coroa em uma das metades;
Com uma faca ou colher, retire o miolo do abacaxi, formando “barcas”. Reserve o miolo picado para refogar.
Refogar os Cogumelos:
Em uma frigideira ou wok, aqueça um fio de óleo de gergelim;
Refogue os cogumelos (shimeji, sh*take, champignon Paris, etc.) com alho picado até ficarem macios;
Acrescente 1 colher de sopa de shoyu e finalize com coentro picado e reserve.
Refogar os Legumes:
Na mesma frigideira ou wok, aqueça um pouco mais de óleo de gergelim;
Refogue a cebola até ficar translúcida;
Adicione a cenoura ralada, a vagem picada e outros legumes de sua preferência (como pimentão, brócolis, ervilha-torta, etc.), refogando até ficarem al dente;
Tempere com 1 colher de sopa de shoyu e reserve.
Refogar o Abacaxi:
Em outra frigideira, derreta a manteiga;
Refogue o abacaxi picado com a pimenta dedo-de-moça;
Polvilhe uma pitada de açúcar para caramelizar levemente. Reserve.
Misturar Tudo:
Em uma wok grande, junte o arroz basmati cozido, os cogumelos refogados, os legumes refogados e o abacaxi caramelizado;
Misture bem, ajustando o tempero com shoyu, se necessário.
Montar o Prato:
Preencha as “barcas” de abacaxi com a mistura de arroz frito e decore com coentro fresco picado e sirva imediatamente.
https://sabordasespeciarias.com.br/receitas/receita-do-thai-se-eu-te-pego-arroz-frito-tailandes-servido-no-abacaxi-por-andre-mafra/
31/03/2025
Encontros que transformam: uma visita ao Culinary Institute of Ethiopia - Vida Simples
O colunista André Mafra conta da visita a Etiópia, das amizades e dos sabores tradicionais e culturais que encontrou
10/02/2025
Viajar para a Ásia é sempre uma aventura fascinante e cheia de desafios. Em janeiro de 2025, eu e Mara, minha parceira de viagens e de vida, tínhamos a Índia como destino principal. Mas, dada a distância com o Brasil, uma parada intermediária era quase obrigatória.
As opções mais comuns — Londres, Frankfurt, Paris, Amsterdã ou até mesmo Doha e Dubai — já estavam no radar. Foi então que, em meio às pesquisas, surgiu uma ideia inusitada: por que não fazer uma escala na Etiópia, voando pela Ethiopian Airlines, com parada em Addis Ababa?
O início de uma aventura
A princípio, a ideia era apenas uma pausa estratégica, mas, aos poucos, foi ganhando forma. O que começou como um simples stopover transformou-se em uma jornada maior. No fim das contas, decidimos que o final do ano seria o momento perfeito para conhecer um pouco da Etiópia — um país que, até então, era apenas um nome no mapa, mas que prometia histórias, sabores e experiências únicas. E assim, o que seria uma escala tornou-se o início de uma nova aventura.
Nos preparativos para a viagem, fui buscar se havia em São Paulo algum restaurante etíope na cidade. Infelizmente, não havia um específico, mas existia um restaurante africano que servia o prato mais típico da Etiópia: a injera! O restaurante era o Biyouz (R. Fernando de Albuquerque, 95, em São Paulo – ). Para provar a iguaria, era necessário solicitá-la com 24 horas de antecedência. Contive a ansiedade e marquei uma segunda visita, desta vez acompanhado dos meus alunos do DeRose Method Brooklin. Em uma inocente segunda-feira, após a aula, fomos nos deliciar com a injera!
Vida Simples: De São Paulo a Addis Ababa: uma jornada ao sabor da injera por André Mafra – Sabores & Destinos
Viajar para a Ásia é sempre uma aventura fascinante e cheia de desafios. Em janeiro de 2025, eu e Mara, minha parceira de viagens e de vida, tínhamos a Índia como destino principal. Mas, dada a distância com o Brasil, uma parada intermediária era quase obrigatória.
29/10/2024
Tem muita gente me perguntando sobre a filósofa Heide Goettner Abendroth e segue alguns posts nos quais vou colocar trechos da entrevista que fizemos com ela.
Heide é fundadora da Akademie HAGIA de Estudos Modernos de Sociedades Matriarcais, é sem dúvida alguma a principal referencia sobre o tema no mundo.
Programa-se para conhece-la, pois teremos um Imersão presencial com ela em Lisboa nos dias 25,26 e 26 de junho de 2025 no DeRose Method Augusta
História e criação da HAGIA Academy - Parte 1 da entrevista com Dra. Heide Göettner-Abendroth
Trecho da entrevista com Heide Göettner-Abendroth para o Canal Reino das Mulheres ano de 2024Saiba mais...Heide Göettner-Abendroth é uma filósofa e pesquisad...
28/10/2024
Este video é lindo demais!!
DeRose Method around the World!
DeRose Method all over the world
"DeRose Method is beautiful to watch; it is fascinating to practice; and it is excellent as a philosophy of life. " DeRose
24/10/2024
Para saber mais sobre obra de Heide Goettner Abendroth recomendo o livro: Matriarchal Societies of the Past and the Rise of Patriarchy in West Asia and Europe
A historiografia tradicional foca em guerras, dominação e figuras de poder, como imperadores e reis, resultando em uma história masculina que marginaliza as mulheres. Suas realizações foram tratadas como irrelevantes pela arqueologia convencional.
Este livro busca corrigir esse viés, reescrevendo a história cultural de uma forma mais equilibrada, considerando perspectivas tanto das elites quanto das classes comuns. Ele examina a história de sociedades matriarcais, reveladas por pesquisas arqueológicas, e não apenas a história das mulheres.
Além disso, o surgimento dos padrões patriarcais é abordado com base em descobertas arqueológicas, mostrando que suas origens variam nas diferentes culturas, especialmente na Ásia Ocidental e na Europa.
Fique de olho! Teremos a oportunidade de conhecer a filósofa Heide em Lisboa em junho de 2025!
22/10/2024
Reserve a Data!
Nos dias 26, 27 e 28 de junho de 2025, em Lisboa, ocorrerá o curso Imersão Presencial em Estudos Modernos de Sociedades Matriarcais, ministrado pela renomada filósofa alemã Heide Goettner-Abendroth, uma das principais referências sobre o tema.
Este intensivo de 18 horas será dividido em três dias e oferecerá um certificado emitido pela HAGIA Akademy, instituição fundada por Heide em 1986, dedicada à disseminação do conhecimento acumulado ao longo de décadas sobre sociedades matriarcais.
Heide Goettner-Abendroth é também pesquisadora em cultura e sociedade e autora de diversas obras, incluindo: Matriarchal Societies: Studies on Indigenous Cultures across the Globe, Matriarchal Societies of the Past and the Rise of Patriarchy in West Asia and Europe, Societies of Peace: Matriarchies Past, Present and Future, The Way to an Egalitarian Society: Principles and Practice of a Matriarchal Politics, The Goddess and Her Heroes: Matriarchal Religion in Mythology, Fairy Tales and Poetry, entre outros.
Resumo do Curso:
O quê: Imersão Presencial em Estudos Modernos de Sociedades Matriarcais
Com quem: Heide Goettner-Abendroth
Quando: 26, 27 e 28 de junho de 2025
Onde: DeRose Method Augusta, Lisboa, Portugal
Vagas limitadas
Para se inscrever, entre em contato pelo WhatsApp:
Mara Carneiro: +55 11 99452-4547
André Mara: +55 11 99634-9326
02/10/2024
Tive o prazer de visitar o Irã (2017) e Israel (2015) e não consigo me conformar que possa haver um conflito grave com grande chance de muitas perdas de ambos os lados.
Nem o povo iraniano, nem os israelenses podem ser confundidos com seus governos. Devastador ver países em conflito com seus jovens mandados para o campo de batalha para morrerem pelas mãos de seus governantes sedentos de poder e vingança. Vidas inocentes serão sacrificadas que para muitos são apenas notícias, mas talvez seja para mim um perda de um conhecido ou amigo. E para outros a perda de um parente. Muito triste
02/09/2024
7 de setembro é dia de Imersão na Índia
Estamos no período intenso de atividades sobre a Índia, berço da nossa tradição filosófica. Fique de olho nas nossas próximas atividades.
* Workshop Especiarias Indianas - 7 de setembro - 10h R$320
* Gourmet Indiano - 7 de setembro - 13h R$89
* Curso Histórias da Índia com Professor DeRose - 7 de setembro 15h (tabela em anexo. Inscrevendo-se no curso, o gourmet e o workshop estão inclusos)
Quero ver você aqui conosco! Interessa?
08/07/2024
Tem artigo novo na Vida Simples, confira!
Currywurst, prato com salsicha alemã, tem opções veganas
Com a tendência de crescimento do veganismo na Europa, pratos tradicionais como o currywurst, da Alemanha, apresentam versões sem carne; bebidas sem álcool também é uma das tendências
Os novos tempos parecem ter aterrissado, tendo deixado os mais puristas talvez um pouco incomodados. Mas o fato é que parece que algumas modas viraram tendências. E muitas delas parecem ter se tornado padrão.
Na minha última jornada pela Europa Central, me deparei com o clássico da comida alemã, o popularíssimo currywurst. Trata-se de salsicha cozida, frita ou grelhada, servida em um molho de tomate ou ketchup, salpicada com curry em pó. Pode ou não acompanhar batatas fritas.
Cabe ressaltar que de clássico o currywurst nada tem de originário da Alemanha. Afinal, o curry é de origem indiana. Trata-se de uma mistura em pó de muitas especiarias, com destaque para a cúrcuma, que dá o tom amarelo ao tempero.
O ketchup é obviamente de tradição estadunidense. E as batatas, originárias da América. Pelo jeito só sobrou “wurst”, que traduz-se como salsinha, mas que designa qualquer embutido na culinária alemã.
Currywurst, prato com salsicha alemã, tem opções veganas
Com a tendência de crescimento do veganismo na Europa, pratos tradicionais como o currywurst, da Alemanha, apresentam versões sem carne