01/10/2017
Em tempos de crise muito se fala em redução, redução até chegar em demissão! Esse é o discurso da grande parte dos donos e administradores de empresa que adotam práticas do milênio passado! Estou falando de Maslow, Skinner, Ford, Taylor e tantos outros que praticamente fundaram a escola de administração. Mas os tempos mudaram, as pessoas mudaram, os meios e ferramentas de trabalho mudaram, a forma de enxergar o trabalho mudou. Então por quê é tão difícil largar do passado, e assumir um novo modelo de compartilhamento de propósito. Não estou usando o termo gestão ou administração de pessoas, mas sim o compartilhamento de propósito. Por que é tão difícil acreditar que as pessoas, mesmo as que tem mais idades ou as que tem menos idade, mesmo as que tem menos experiência ou são incapazes de contribuir para o resultado de um sonho? Isso é um outro paradigma, se pensarmos em compartilhar um negócio, estamos criando uma sociedade, mas se compartilhamos um sonho estamos criando pessoas comprometidas pessoas que se juntam a você, a nos não pela recompensa (salários e benefícios) ou pelo reconhecimento, (cargos, e posições de poder) e sim por que querem que este sonhos seja compartilhado com outras pessoas. A visão pode parecer um tanto quanto romântica, mas quando nos deparamos com empresários de diversos segmentos e setores somos sempre indagados sobre como fazer com que as pessoas sejam mais comprometidas com suas responsabilidades, e a minha pergunta sempre será você já perguntou qual é o sonho desta pessoa e qual o proposito dela nesta empresa? Na semana passa conversando com uma gestora que acabara de assumi um grupo de aprendizes, para atuar na atividade de atendimento, percebi o alto nível de frustração dela diante do baixíssimo nível de adesão destes jovens as regras estabelecidas pela empresa, regras estas apresentadas durante a integração de novos funcionários. ela não compreendia como pessoas novas, motivadas no período em que eram aprendizes, mudaram tanto de postura logo após serem efetivadas. Postura, comportamento, atitudes diante do cliente, uso indiscriminado de celular na área de atendimento entre outras coisa. Perguntei a ela o que mudou de um período para o outro? Ela me respondeu, enquanto aprendizes eles tinham um prazo determinado de contrato, com a chance ou não de efetivação! O quê mais, continuei questionando? eles tinham um horário de 6 horas de trabalho, que não poderia ser extrapolado, e uma bolsa auxilio de 1 salário mínimo. Estas condições são motivadoras para qualquer pessoa? Sem pestanejar ela me respondeu. Acho que não! o que mudou então? Agora eles são efetivos, tem um salario melhor do que o outro, tem um horário igual ao dos outros colaboradores assim como as condições de trabalho, mas tem uma coisa, quando eles estavam na condição de aprendiz ele tinham que , ao final do dia, se reportar a um supervisor, sobre o dia de trabalho, agora não mais, e eram cobrados do cumprimento das regras, agora não são mais. Mas o principal, destaquei, eles tinham um proposito, mesmo que de curtíssimo prazo, que elas a efetivação, por tanto conquistada esta fase, qual o próximo desafio, o que os obriga e manter o mesmo desempenho, e outra pergunta qual são os exemplos positivos que eles tem no ambiente em que atuam?
Bom pessoal as respostas ficam para o próximo post!
Mas se você tiver alguam sugestão não diexe de deixar nos comentários!
Até lá!