18/03/2014
Amanhã começa o Awake+DikaKids, com uma programação bem bacana para quem procura conteúdos interessantes sobre o tema, família e filhos. Um programa cuidadosamente montado pelas queridas Camila Setúbal, Marina Gaspari de Brito, Renata Malheiro e Danielle Carvalho, com quem tenho o privilegio de trabalhar.
http://projetoawake.com.br/
Eventos
O Awake é um espaço para otimizar nossos momentos de inspiração e compartilhar tudo que nos inspire e nos transforme de alguma maneira.
25/11/2013
SEJA O FUTURO, SEJA EXTRAORDINÁRIO!
http://www.danieladerogatis.com.br/seja-o-futuro-seja-extraordinario/
Daniela de Rogatis
Seus filhos dependem de você e da sua liderança em todos os aspectos da vida, mas especialmente no que se relaciona a conhecimento.
20/06/2013
REVOLUÇÃO BRASILEIRA COMEÇA DENTRO DE NOSSAS CASAS
http://www.womens-forum.com/
O Brasil e um pais que vem procurando resolver a questão da defasagem da qualidade educacional a disposição as crianças e jovens a partir da qualif**ação docente. Este e o programa do governo Brasileiro há mais de 5 décadas e embora sabidamente fracassado continua sendo repetido ano após ano, governo após governo.
Embora nos dias de hoje ele seja um híbrido de iniciativas publicas, iniciativas do terceiro setor e da iniciativa privada a partir de vários formatos e programas de desenvolvimento social atuando no segmento da educação, existe uma peça chave para a mudança concreta de nossa realidade educacional.
O Brasil precisa, em todas as classes sociais, de famílias engajadas na ideia de que a maior riqueza que se pode oferecer aos filhos é o conhecimento e a educação. É uma bandeira que precisa ser levantada com urgência pela família, e uma voz que precisa soar em coro em todos os lares brasileiros.
Uma voz que oriente para o valor do conhecimento, que priorize o desenvolvimento pessoal na busca por refinar-se como ser humano a cada dia, uma voz que inspire a criança e o jovem a gostar de aprender, conhecer e realizar, uma voz que saiba que nossa sociedade atual anda adoentada com as febres do consumo e entretenimento, com as dores dos prazeres efêmeros e digitais e que seja capaz de inspirar crianças e jovens a sonhar um mundo diferente, sonhar o mundo do futuro, e trabalhar nesta construção.
E da liderança afetiva e estratégica das famílias que a educação brasileira anda carente. De famílias que queiram filhos educados, formados e cultos. De famílias que puxem em casa a conexão com conhecimento e cultura e que realmente acreditem no conhecimento como motor para o desenvolvimento e felicidade de seus filhos. O Brasil precisa de famílias que se organizem em cooperativas de pais atuantes nas escolas publicas e particulares de suas cidades, para ai sim pressionar por qualidade e contemporaneidade, cobrando os sistemas de ensino por técnicas, ferramentas e professores que ajudem a educar nossos filhos .
Falta ao Brasil um entendimento claro de que a família é o motor do desenvolvimento de seus filhos e consequentemente do país. Não é do governo ou da escola,, nem tampouco dos professores a responsabilidade isolada de formar nossos filhos, mas sim da família. A mensagem clara, objetiva e concreta de pais e mães brasileiros ao orientarem seus filhos para a conexão com conhecimento e cultura e que poderá transformar nossa realidade.
Nossos filhos estarão no caminho certo, se os olhos deles assistirem ao certo. E como sociedade global já sabemos há muito tempo que o caminho para uma vida boa é o conhecimento. Falta na família liderar esta ideia dentro de seus lares em uma voz brasileira e coletiva por um país realmente mais democrático.
http://www.womens-forum.com/
The 2nd Edition of the Women's Forum Brazil will be held 17-18 June 2013 at the Grand Hyatt in São Paulo, Brazil. The theme: "Making a difference".
15/06/2013
O que vamos dizer aos nossos filhos?
http://www.danieladerogatis.com.br/e-o-que-vamos-dizer-aos-nossos-filhos/
Daniela de Rogatis
Frente aos acontecimentos últimos da cidade de São Paulo temos muito a dizer a nossos filhos, mas o principal e dizer que existe um certo e um errado e ajuda-los a discriminar entre as duas pontas.
18/04/2013
Uma geração privilegiada (Ciências)
Não faz muito tempo, li uma matéria que dizia que os maiores acadêmicos da Matemática já não têm conseguido validar os conceitos desenvolvidos pelos estudiosos da contemporaneidade.
O último teorema, por exemplo, por conta de sua complexidade, levou 5 anos para ser considerado verdadeiro. Mesmo assim, quando foi publicado, a Academia declarou que não assumiria quaisquer responsabilidades sobre suas aplicações ou derivações.
Isso me fez pensar no estágio em que está o conhecimento humano e em quantos são os avanços que apontam para um novo amanhã da humanidade.
Miguel Nicolelis, cientista brasileiro, vem estudando a fundo as possibilidades de interação entre máquinas e o corpo humano, tendo o desejo de permitir a um garoto tetraplégico dar o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014.
Antonio Damasio, neurocientista americano, explicou as distinções entre mente e cérebro e está desenvolvendo aplicações para que seja possível construir mapas mentais de pessoas com deficiências neurais.
Outros neurocientistas vêm trabalhando em tecnologias para estudar a mente e o cérebro de crianças e jovens dentro de uma visão de educação individualizada, personalizada, reinventando currículos e formas de ensinar e aprender.
Geneticistas e especialistas em medicina regenerativa estão evoluindo dia após dia em descobertas que permitem a produção e a reposição de órgãos, tecidos e funções.
A biologia e a biotecnologia apresentam ao mundo frentes inovadoras no que diz respeito ao desenvolvimento de alimentos, elementos químicos, preservação da natureza, entre outros temas.
Esses exemplos me vieram em mente por duas razões:
1) As novidades da ciência vão seguir transformando a realidade em que vivemos, e nossos filhos precisam estar preparados para vivê-las e compreendê-las.
2) Já a curto prazo, eles encontrarão um mundo cada vez mais alinhado a essa perspectiva científ**a, e para que participem dele com relevância e destaque, é preciso que naveguem com fluidez.
A pergunta que f**a: como vamos liderar nossos filhos em mais este desafio?
12/04/2013
Caminhos para a curiosidade
Como estimular a curiosidade em nossos filhos? Essa pergunta representa um dos principais desafios das famílias do século XXI frente aos núcleos do conhecimento. E como encontrar respostas para ela não é uma missão das mais fáceis, indico hoje um post do blog mindshift que trata de levantar algumas reflexões sobre o assunto.
http://blogs.kqed.org/mindshift/2013/04/how-to-stimulate-curiosity/
O artigo se baseia em um estudo de 1994, feito por George Loewenstein, professor de psicologia e economia da Carnegie Mellon University, no qual ele aponta três receitas básicas para motivar a curiosidade.
A primeira delas, pais e professores que saibam perguntar mais e melhor. Depois, oportunidades para que a criança se envolva com alguns temas o suficiente para despertar sua vontade de se aprofundar. E, por fim, contextos favoráveis para a comunicação e a colaboração, para colocar a curiosidade em um fluxo de constante rotação.
Infelizmente, esse brilho nos olhos anda um pouco ausente do dia a dia das crianças de hoje. F**a a dica para que as famílias sejam as primeiras a alimentar em seus filhos a vontade de fuçar o mundo!
10/04/2013
Uma geração privilegiada (Globalização e Identidade Familiar)
Foi-se o tempo em que Globalização era um conceito novo. Hoje, virou quase que uma condição de sobrevivência ter um olhar atento para o mundo e suas conexões. Que empresário ou executivo não tem uma visão estratégica do seu negócio e da sua carreira de forma globalizada?
No campo da Educação, no entanto, há um costume de reduzir os impactos da Globalização à necessidade de aprendizado da Língua Inglesa. A esmagadora maioria das famílias que atendo já equacionou esse desafio (e muitas vezes até o da Língua Espanhola), porém com as intensas transformações globais em curso – com destaque para centros como China e Índia -, novos cenários se abriram.
Muito mais que saber falar mandarim ou dialetos hindus, o que realmente conta é a nossa postura frente à diversidade cultural. Isso signif**a não apenas saber se comunicar com novas culturas, o que é importante, mas também (e principalmente) entender suas maneiras de pensar a vida, o trabalho, suas relações e características particulares.
Por um lado, nossa condição econômica nos permite viajar e conhecer múltiplas culturas ao redor do planeta. São descobertas e conversas importantes que dão a oportunidade de nossos filhos refletirem sobre seu modelo de vida, comparar sua cultura local com outras perspectivas e assim, aos poucos, compreender melhor seu bairro, sua cidade, seu país, em contraponto aos novos horizontes. Trata-se de um grande exercício de identidade.
Por outro lado, São Paulo e outras capitais brasileiras têm se tornado cidades cada vez mais globais. Com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, milhares de pessoas do mundo todo passarão por aqui ao longo dos próximos anos, interagindo com a nossa cultura. E isso já se vê no nosso próprio dia a dia. Nossos filhos têm colegas de diversas nacionalidades, religiões e culturas, visitam suas casas, questionam suas diferenças. Ou seja, a forma como aproveitamos a diversidade da nossa própria cidade também é um exercício de identidade.
Essa variedade nada mais é que a grande riqueza da Globalização. Ela coloca na mesa de jantar questões de convivência, preconceito, valores. Confronta pontos de vista, desafia verdades. Logo, neste início de século XXI, precisamos formar crianças e jovens que sejam donos de uma identidade pessoal muito bem construída, para que possam navegar com liberdade pela diversidade cultural. A solidez de conhecer a si mesmo e sua origem dá o sentido e a segurança do pertencimento.
De onde vem essa solidez? Da família, nosso primeiro núcleo de identidade. Nós pais somos os responsáveis por liderar este pertencimento, fazendo com que nossos filhos caminhem mais e melhor pelo mundo globalizado, sempre a partir do norte que levam da nossa orientação.
03/04/2013
Uma geração privilegiada (Tecnologia)
Costumo dizer que informação, conhecimento e relações pessoais são a base da formação de uma criança ou jovem. Nos dias de hoje, principalmente com os avanços da tecnologia, a oferta nestas frentes se tornou muito vasta, o que traz coisas boas, mas também exige um olhar cada vez mais atento por parte das famílias.
Não restam dúvidas, um dos principais benefícios da tecnologia é o acesso facilitado à informação. Antes, tínhamos que torcer para achar o livro certo em alguma biblioteca ou livraria, ou então esperar nossos pais voltarem do trabalho para tirar as dúvidas do dia. Hoje, nossos filhos têm uma série de ferramentas para resolver estes dilemas de forma rápida, lúdica, interativa e prazerosa. Curiosidade não passa mais fome.
Por outro lado, nunca se viu uma juventude tão apática frente ao conhecimento. A tecnologia ampliou o volume e a velocidade da informação, mas em contrapartida ampliou também um dos grandes problemas dessa informação, sobretudo para as crianças: como aplicá-la no dia a dia? Como pesquisar, selecionar, avaliar, classif**ar, ordenar e utilizar todo esse conteúdo disponível, transformando-o em conhecimento prático e aplicável?
Já no campo das relações pessoais, tudo que nossos filhos supostamente pensam, sentem e vivem está ao alcance de um clique nas redes sociais. Mas isso também tem seus pontos positivos e negativos. Por conta do fluxo intenso e aberto de informações (que os pensadores da modernidade têm definido como “ideias líquidas”), nossos filhos aprendem que não existe verdade absoluta. Suas mentes são treinadas para operar na incerteza, no constante questionamento, o que é importante em meio a tempos de tanta pluralidade e diversidade.
Contudo, essa mesma multiplicidade é responsável por romper com a hierarquização do conhecimento; ou seja, na internet, a opinião de uma pessoa mais experiente tem o mesmo peso da opinião dos nossos filhos. Quando isso é transportado para o dia a dia da família e da escola, reverbera como falta de respeito e de discernimento.
A juventude de hoje, em suma, vive sob a presunção de que o conhecimento que adquirem no mundo virtual será suficiente para navegar no mundo real. Logo, não valorizam a experiência, a prática, o lúdico. Tornam-se extremamente competentes nas esferas tecnológicas, mas esquecem da vida lá fora.
Nossa liderança familiar precisa estar voltada a promover exatamente este olhar: o da tecnologia como uma ferramenta, e não como uma substituição da própria vida.
28/03/2013
Que o brincar esteja em tudo e em toda parte
Os anos passam e rapidamente dão contornos de seriedade às nossas vidas. Aprender e trabalhar vai virando coisa séria. Crescemos, enfrentamos desafios, nos posicionamos, e nesse processo o brincar vai sendo esquecido, deixado de lado em meio a um mundo cada vez mais mecânico e menos lúdico.
Acredito que a perda do direito de brincar, que costumo definir como a grande dádiva que a infância nos permite, é um dos maiores, se não o maior prejuízo para o desenvolvimento social de uma pessoa. Como sociedade, impusemos entre nós essa transformação sem nenhuma razão de ser, apenas levados pelo descuido de não olhar a beleza dos detalhes.
Criar, imaginar, tentar, errar, organizar, planejar, colaborar, avaliar, sentir, usar o corpo, comunicar, fracassar, vencer. Eu poderia listar uma infinidade de outros verbos que representam as competências que uma criança empreende ao brincar. Trata-se da forma mais rica que ela encontra para aprender a codif**ar o mundo e as relações lógicas entre as partes.
Para uma criança, brincar é viver. E por que não poderia ser assim para todos nós? Temos, como pais, um desafio imenso, que é plantar as sementes de um futuro que reaprenda a brincar em tudo e em toda parte.
Crianças e jovens precisam ter um tempo garantido de brincar. Não apenas com seus eletrônicos, mas também com ferramentas lúdicas, inspiradoras e integradoras. Sem dúvida, dentro das expectativas que nutrimos para nossos filhos neste século XXI, a reconexão com os campos do brincar é um dos caminhos mais efetivos do sucesso e da felicidade.
22/03/2013
Uma geração privilegiada
Atravessamos um momento histórico em que a velocidade das transformações é gigantesca. E em meio a tantas mudanças, é preciso que haja um norte. Por isso decidi propor no post de hoje uma conversa sobre liderança. Mas não qualquer liderança.
Falo aqui da quiçá mais importante liderança que exercemos em nossas vidas, a de crianças e jovens que têm ao seu alcance as maiores oportunidades de aprendizado que a humanidade já experimentou, seja pela inserção social, econômica, cultural, seja pela ampliação do acesso à informação.
Isso mudou ao longo do tempo. A geração dos nossos pais estava concentrada em gerar riqueza e estabilidade. A anterior, dos nossos avós, ainda enfrentava dilemas basais, como por exemplo sobrevivência. Já nós, pais de hoje, temos o privilégio de poder educar para o potencial pessoal de nossos filhos, entendendo suas ideias e propósitos particulares. Entendendo, antes de mais nada, que existe um brilhante específico dentro de cada ser humano.
Com essa nova visão, podemos investir em viagens, cultura, talentos, ideias inovadoras, tecnologias e práticas que estejam muito além da escola. Contudo, trata-se de uma faca de dois gumes. É exatamente por conta deste lugar que nossos filhos ocupam na sociedade atual, de muita articulação e variedade, que nossas responsabilidades e desafios familiares aumentam, tornando a liderança afetiva e estratégica crucial e imprescindível.
Agora vocês devem estar se perguntando: mas como transferimos tudo isso para a realidade prática?
Bom. Acredito que para saber isso, outra pergunta se faz relevante:
Que mundo é este para o qual e no qual educamos nossos filhos?
Para ajudar vocês a encontrar essa resposta, passarei por quatro temas principais, e farei isso nas próximas quatro sextas-feiras, dedicando um post para cada assunto.
Os temas serão:
1. Mídias e Tecnologia
2. Ciências
3. Globalização
4. Economia
Hoje refleti um pouco sobre o cenário que temos nas mãos. Espero que tenha sido um bom couvert e uma boa introdução para os conteúdos que trarei adiante. Conto com vocês!
21/03/2013
Saber deixar viver as paixões
“Cada pessoa é única, assim como é única sua mente, seu olhar sobre o mundo, seus interesses, afinidades e maneiras de aprender. É sobre essa individualidade que habita o potencial de um ser humano.” (Daniela de Rogatis)
Cada um de nós veio ao mundo com um DNA específico, e nessa constituição está não apenas nosso biótipo, mas também todo o composto de personalidade, temperamento, interesses, afinidades e formas distintas de aprender, pensar e se expressar. Essa complexidade individual é exatamente a nossa riqueza enquanto seres humanos.
As forças e interesses particulares são partes fundamentais de uma mente única. Uma vez identif**adas na criança ou no jovem, devem ser nutridas, cultivadas e apoiadas ativamente.
Mel Levine, em seu livro Educação Individualizada, diz: “Afinidades são alimentadas para se desenvolverem em paixões e para que estas paixões se tornem áreas de perícia. A profundidade do conhecimento é um dividendo generoso para uma mente em desenvolvimento.”
Somos movidos desde o princípio por nossas paixões. E é sobre este campo que a família deve manter seu olhar atento, sabendo traduzir interesses, curiosidades, anseios, e trazendo com isso elementos que possam transformar uma simples intenção em uma grande paixão. Isso fará com que a criança tenha o desejo de se aprofundar nos conteúdos de seus temas de interesse e de emendar esforços de pesquisa, tempo e concentração. Em outras palavras, a família deve ser um instrumento para deixar brotar o brilhante que existe dentro de cada um.
Esta é a minha orientação para os pais: estimulem a conexão de seus filhos com o conhecimento. Conectem-se aos seus campos de intenção, sejam eles um game, uma planta, um animal, o oceano, o ser humano. Tudo é possibilidade para o encanto e a descoberta.
Saber deixar viver as paixões é o caminho mais efetivo rumo ao tão almejado “aprender a aprender”.
15/03/2013
A criança se distingue do adulto não na inteligência, mas sim na experiência
Uma das conversas que mais gosto de ter com as famílias que atendo é sobre a importância de mantermos um diálogo constante com nossos filhos, não apenas sobre os temas que eles mesmos nos propõem, mas também sobre aqueles que nós pais devemos trazer no dia a dia, na medida da maturidade deles.
Este é um dos meus focos. Sempre proponho que se fale abertamente das principais notícias do jornal, dos sabores e dissabores do dia, seja no trabalho, seja na escola, de trechos dos livros que estamos lendo, de tudo que aprendemos etc.
Entendo que a conversa aberta é uma forma de nós pais mostrarmos que também estamos sempre descobrindo novos mundos, pessoas, realidades, o que motiva nossos filhos a adotarem a mesma postura de contínuos aprendizes, contínuos estudantes. Dar o exemplo é a maneira mais dinâmica e eficiente de conectar crianças e jovens ao conhecimento e de motivá-los a compreender o valor da escola como fonte para isso.
Além disso, conversar também é uma forma de manter uma relação fluida. Quando falamos sobre nossos encantamentos, dificuldades, impasses, nossos filhos aprendem a compartilhar os seus, criando assim um círculo virtuoso e vínculo familiar saudável e verdadeiro – em que um sabe do outro em sua essência. É desse espelho que virá a amplitude do olhar que eles terão no futuro.
O que distingue uma criança de um adulto não é sua inteligência, mas sim sua experiência. Cabe a nós, líderes familiares, plantar as sementes e as oportunidades dessa experimentação da vida.