30/05/2026
Rubensinho é:_______________?
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Professor Tiago Botelho, Explicador/professor, América Latina, São Paulo.
➪Candidato a Prefeito de Dourados PT-MS�
➪Prof e coordenador Direito UFGD�
➪Advogado� ➪Doutor em Direito�
➪Filho de MS � ➪+ info�
https://linklist.bio/tiagobotelho
30/05/2026
Rubensinho é:_______________?
🚨Deputados Federais de MS inimigos dos trabalhadores 🚨
19/05/2026
Que lindo dia para aquelas e aqueles que acreditam no Brasil e são contra corrupção do Banco Master que usa dinheiro do INSS para financiar filme de presidente presidiário.
É Lula no primeiro turno! ⭐️🇧🇷♥️
17/05/2026
O dia 17 de maio simboliza a luta histórica pelos direitos da população LGBTI+. Foi nessa data, em 1990, que a OMS (Organização Mundial da Saúde) retirou a homossexualidade da lista de doenças. No Brasil, essa conquista aconteceu ainda antes, em 1985, graças à mobilização do movimento LGBTI+.
Mesmo com avanços importantes, a realidade em Mato Grosso do Sul ainda é marcada pela violência, pelo preconceito e pela ausência de políticas públicas efetivas. O estado aparece de forma recorrente entre os que mais registram violência proporcional contra pessoas LGBTI+ no país. Dados do Observatório de Mortes e Violências LGBTI+ apontaram que, em 2023, Mato Grosso do Sul liderou o ranking nacional proporcional de mortes violentas de pessoas LGBTI+, com 3,26 mortes por milhão de habitantes.
Em cidades como Campo Grande, Dourados, Corumbá, Três Lagoas e Ponta Porã, relatos de agressões, discriminação, expulsão familiar e violência contra pessoas LGBTI+ seguem acontecendo diante de uma rede de proteção extremamente frágil. Muitas vítimas sequer registram ocorrência por medo, vergonha ou descrença nas instituições. A subnotificação esconde uma realidade ainda mais dura do que os números oficiais conseguem mostrar.
Enquanto isso, o poder público sul-mato-grossense em todas as esferas continua falhando em garantir políticas concretas para essa população. Faltam casas de acolhimento para jovens expulsos de casa, programas permanentes de combate à LGBTfobia nas escolas, acesso à saúde especializada, incentivo à empregabilidade de pessoas trans e campanhas públicas de conscientização. Falta orçamento, estrutura e, principalmente, vontade política.