08/05/2026
História e Audiovisual
Grupo de Pesquisa (CNPq) coordenado pelos professores Eduardo Morettin e Marcos Napolitano. www.historiaeaudiovisual.weebly.com
08/05/2026
05/05/2026
Lançada ArtCultura 51
“Estamos chegando daqui e dali/ e de todo lugar que se tem pra partir”. Sim, como um trem que partisse de diferentes recantos do mundo, a ArtCultura 51, em mais uma viagem de reafirmação de sua vocação internacionalista, reúne colaborações oriundas de 3 continentes (América, Europa e Oceania) e de 9 países (Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, França e Peru). Ao dilatar seus horizontes, ela, propositalmente, recolhe águas de muitos potes e cozinha no caldeirão da História tempos e lugares díspares, sempre atenta à multiplicidade de grafias que definem a produção historiográfica.
Nesta edição, o centro de gravitação é a biografia, razão de ser do dossiê “Tessituras do biográfico: modos de pensar, fazer e ensinar”. Contribuições de outro teor se distribuem pelas seções Ponto de vista (uma homenagem a Jards Macalé, recentemente falecido), Primeira mão, Além-Brasil (entre as quais, um texto inédito em português de Paul Veyne), Artigos e Resenhas. Por elas fluem a História, a Música Popular, as Artes Visuais, o Cinema, a Literatura e a História em Quadrinhos.
Sirvam-se, sem a menor moderação, da ArtCultura 51. Acessem-na via Seer:
http://www.seer.ufu.br/index.php/artcultura/index
Abraços.
Adalberto Paranhos e Kátia Rodrigues Paranhos, editores de ArtCultura
29/04/2026
[PROGRAMMATION] Cette semaine, notre cycle se poursuit avec plusieurs films mettant en scène des figures de médecins inquiétantes dans LE CABINET DU DR. CALIGARI, DR. MABUSE ou encore WHEN THE CLOUDS ROLL BY.
Programme du 29 avril au 5 mai.
28/04/2026
PARUTION
L'ouvrage 𝑃𝑜𝑠𝑠𝑖𝑏𝑙𝑒𝑠 𝑖𝑛𝑎𝑐ℎ𝑒𝑣𝑒́𝑠. 𝐻𝑖𝑠𝑡𝑜𝑖𝑟𝑒, 𝑐𝑖𝑛𝑒́𝑚𝑎 𝑒𝑡 𝑝𝑟𝑎𝑡𝑖𝑞𝑢𝑒𝑠 𝑎𝑟𝑡𝑖𝑠𝑡𝑖𝑞𝑢𝑒𝑠, dirigé par Vanessa Brito et Vincent Jacques, vient de paraître aux éditions Creaphis.
La prise en compte de possibles qui n’ont pas vu le jour renouvelle l’écriture de l’histoire. Celle-ci ne s’en tient plus aux seuls faits du passé sans essayer de restituer le champ des possibles qu’ils recouvrent – ce qui aurait pu être ou advenir, ce qui a été empêché ou réprimé. Des expérimentations narratives se multiplient pour chercher à raviver les futurs non advenus du passé et leurs promesses inaccomplies : tentatives d’écrire l’histoire au conditionnel, essais d’histoire contrefactuelle ou d’histoire potentielle. Ce livre fait dialoguer ces écritures politiques de l’histoire avec des pratiques artistiques et cinématographiques où le rapport au passé et aux archives s’ouvre à des démarches spéculatives pour faire droit à ces possibles inachevés. Il cherche à montrer comment l’attention portée au non advenu – aux films non réalisés, aux rêves de cinéma empêchés, aux projets censurés ou jamais financés – nous invite à repenser l’écriture de l’histoire du cinéma, mais aussi la forme que peut prendre un film, le geste de la programmation ou le format du festival. En explorant les bords du cinéma et les frontières de la discipline historique, cet ouvrage réunit les contributions d’artistes, cinéastes et chercheur·es qui confrontent les enjeux de leurs pratiques respectives à travers une diversité d’approches et de registres d’écriture : scénarios, synopsis, collages, montages, entretiens et essais.
⏩ Retrouvez toutes les informations sur cet ouvrage à ce lien : https://www.editions-creaphis.com/fr/catalogue/view/1306/possibles-inacheves/?of=0
28/04/2026
25/04/2026
[Geraldo Pereira]
23/04/1918
08/05/1955
“Compositor. Cantor.
Filho de Sebastão Maria e de Clementina Maria Teodoro. Tinha três irmãos. Em 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro para morar com o irmão mais velho, Manoel Araújo, conhecido como Mané-Mané e que morava no Santo Antônio, Morro de Mangueira. Passou a trabalhar como ajudante do irmão no balcão de uma tendinha mantida por ele no Buraco Quente, localidade do Morro da Mangueira.
Em 1931, passou a estudar na Escola Pará, em Vila Isabel, posteriormente Escola Olímpia do Couto, onde fez o curso primário. Nessa época, conheceu Buci Moreira, Padeirinho e Fernando Pimenta, que tinham idade semelhante a sua e que se tornariam futuros sambistas.
Pouco tempo depois, deixou de trabalhar na tendinha o irmão e empregou-se como soprador de vidro na fábrica de vidro José Scaroni, na Rua Gonzaga Bastos, lá permanecendo por pouco tempo. Já nessa época, participava de rodas de samba no Morro da Mangueira na casa de Alfredo Português.
Aos 18 anos de idade, tirou sua carteira de motorista, empregando-se na Prefeitura do Rio de Janeiro, no volante do caminhão de limpeza urbana, emprego que manteve por toda a vida. Aprendeu a tocar violão com Aluísio Dias e Cartola. Por volta de 1940, conheceu Isabel, grande amor de sua vida, musa inspiradora de sambas como “Acabou a sopa”, gravado em 1940 por Ciro Monteiro e “Liberta meu coração”, gravada em 1947 por Abílio Lessa.” […]
Fonte e texto na íntegra:
https://dicionariompb.com.br/artista/geraldo-pereira/
Requerimento: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Divisão de Censura de Diversões Públicas
Requerimento da gravadora Estúdio Eldorado Ltda. para aprovação da letra: Bolinha de papel.
Bolinha de papel - Compositor: Geraldo Pereira, interpretada por (não consta). Ano: 1981
BR DFANBSB NS.CPR.MUI, LMU.8404
Ouça Geraldo pereira:
https://www.letras.mus.br/geraldo-pereira/415455/
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