24/09/2026
A inteligência artificial está avançando rapidamente dentro das organizações. Mas, antes de decidir qual tecnologia adotar, talvez a liderança precise responder a questões mais estratégicas: qual problema queremos resolver, onde realmente criamos valor e o que faz sentido delegar às máquinas?
Mais do que acelerar tarefas ou reduzir custos, a IA abre espaço para repensar processos, decisões e até modelos de negócio. E, à medida que sistemas ganham capacidade para analisar, decidir e agir, cresce também a responsabilidade de quem estabelece os objetivos, os limites e os critérios que orientam essa autonomia.
No novo artigo do professor Ricardo Engelbert, a inteligência artificial é analisada a partir de uma perspectiva essencialmente de gestão: o redesenho do trabalho, os limites da delegação, a necessidade de verif**ação e o papel cada vez mais relevante do discernimento humano.
Se a tecnologia amplia nossa capacidade de executar, a direção precisa ampliar sua capacidade de escolher.
Leia o artigo completo: A inteligência artificial está avançando rapidamente dentro das organizações. Mas, antes de decidir qual tecnologia adotar, talvez a liderança precise responder a questões mais estratégicas: qual problema queremos resolver, onde realmente criamos valor e o que faz sentido delegar às máquinas?
Mais do que acelerar tarefas ou reduzir custos, a IA abre espaço para repensar processos, decisões e até modelos de negócio. E, à medida que sistemas ganham capacidade para analisar, decidir e agir, cresce também a responsabilidade de quem estabelece os objetivos, os limites e os critérios que orientam essa autonomia.
No novo artigo do professor Ricardo Engelbert, a inteligência artificial é analisada a partir de uma perspectiva essencialmente de gestão: o redesenho do trabalho, os limites da delegação, a necessidade de verif**ação e o papel cada vez mais relevante do discernimento humano.
Se a tecnologia amplia nossa capacidade de executar, a direção precisa ampliar sua capacidade de escolher.
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Mais do que acelerar tarefas ou reduzir custos, a IA abre espaço para repensar processos, decisões e até modelos de negócio. E, à medida que sistemas ganham capacidade para analisar, decidir e agir, cresce também a responsabilidade de quem estabelece os objetivos, os limites e os critérios que orientam essa autonomia.
No novo artigo do professor Ricardo Engelbert, a inteligência artificial é analisada a partir de uma perspectiva essencialmente de gestão: o redesenho do trabalho, os limites da delegação, a necessidade de verif**ação e o papel cada vez mais relevante do discernimento humano.
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Leia o artigo completo: https://ise.org.br/governanca/ia-tecnologia-gestao/?utm_source=facebook&utm_medium=organico&utm_campaign=artigo-institucional-facebook-organico-24-9-26