Professora Deise Tavares

Professora Deise Tavares

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Professora e Capacitadora por 40 anos (1987 até 2022) Aposentada do Gov. Secret. de Educação do Estado de SP. Graduação em Nível Técnico e Superior. Professora

Educadora Social
Gestão de 3°Setor/
Escritora/Autora de Livros, textos em diversos meios de comunicação.

27/04/2026
13/03/2026

O esforço invisível de quem tem TDAH
Levantar e tentar organizar o dia.
Lutar contra distrações.
Tentar lembrar compromissos.
Começar tarefas que parecem simples.
Lidar com a culpa de não conseguir.

⚠️ Quem tem TDAH muitas vezes tenta mais do que parece.

11/03/2026

Foi sancionada a Lei 15.256, que busca ampliar os diagnósticos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos e pessoas idosas no Brasil.

A nova norma acrescenta um inciso à Lei nº 12.764/2012, reforçando as diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA e incentivando a ampliação do acesso ao diagnóstico.

A lei tem origem no projeto apresentado pelo deputado Zé Haroldo Cathedral e, no Senado, foi relatada pelo senador Mecias de Jesus. Durante a tramitação, foi destacada a importância da medida para melhorar a qualidade de vida das pessoas autistas.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que cerca de 2,4 milhões de brasileiros já foram diagnosticados com TEA.

A mudança busca atender especialmente pessoas que chegam à vida adulta ou à velhice sem diagnóstico formal. Durante muitos anos, a falta de informação fez com que diversos autistas fossem confundidos com pessoas que apresentavam outros transtornos, como ansiedade, depressão ou esquizofrenia.

Segundo o relator da proposta, a medida contribui para que essas pessoas tenham mais qualidade de vida, além de favorecer o autoconhecimento e o acesso a redes de apoio.

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Fonte: Senado Federal@

10/03/2026

Existe um exercício simples que costuma revelar muito mais sobre um homem do que qualquer discurso sobre caráter.

Fechar os olhos por um instante e imaginar que tem uma filha.

Agora imaginar essa filha se relacionando com um homem exatamente como ele.

Não com a versão que ele diz ser.
Não com a versão que ele mostra em público.
Mas com o homem que ele é no cotidiano,
no jeito de falar quando está irritado, na forma como responde quando é contrariado, na maneira como lida com limites, frustrações e responsabilidade afetiva.

É essa homem.

Quando essa imagem aparece na mente, alguns homens sorriem.
Sentem tranquilidade.
Pensam: minha filha estaria segura.

Outros não.

Porque, no fundo, sabem exatamente como tratam as mulheres que passam pela própria vida.

E maturidade talvez comece justamente aí: no momento em que um homem entende que não pode desejar para a própria filha um tipo de homem que ele mesmo insiste em ser.

Se a ideia te trouxe orgulho, continue.

Se trouxe incômodo, não ignore isso.

Mude.

Texto do psicólogo Bruno Aguiar.Existe um exercício simples que costuma revelar muito mais sobre um homem do que qualquer discurso sobre caráter.

Fechar os olhos por um instante e imaginar que tem uma filha.

Agora imaginar essa filha se relacionando com um homem exatamente como ele.

Não com a versão que ele diz ser.
Não com a versão que ele mostra em público.
Mas com o homem que ele é no cotidiano,
no jeito de falar quando está irritado, na forma como responde quando é contrariado, na maneira como lida com limites, frustrações e responsabilidade afetiva.

É essa homem.

Quando essa imagem aparece na mente, alguns homens sorriem.
Sentem tranquilidade.
Pensam: minha filha estaria segura.

Outros não.

Porque, no fundo, sabem exatamente como tratam as mulheres que passam pela própria vida.

E maturidade talvez comece justamente aí: no momento em que um homem entende que não pode desejar para a própria filha um tipo de homem que ele mesmo insiste em ser.

Se a ideia te trouxe orgulho, continue.

Se trouxe incômodo, não ignore isso.

Mude.

Texto do psicólogo Bruno Aguiar.

21/02/2026

ALERTA

21/02/2026

O menino inglês Sammy Scott, de apenas 9 anos, virou assunto do momento no mundo do futebol após ser flagrado pelas câmeras celebrando a vitória do Newcastle contra o Arsenal pela Carabao Cup. Ele deveria estar na escola naquele dia.

Sammy implorou para viajar a Londres com o pai, Mark, para assistir ao jogo. Para realizar o sonho do filho, a mãe ligou para a escola dizendo que ele estava doente.

Tudo corria bem até que as câmeras da Sky Sports captaram Sammy na primeira fila, vibrando com punhos cerrados e um enorme sorriso no rosto. A imagem viralizou.

No dia seguinte, a escola enviou um e-mail informando que a ausência seria registrada como não autorizada — eles também tinham visto as imagens.

Apesar disso, a história ganhou apoio nas redes sociais. Até o ex-jogador Peter Crouch comentou: “Vocês têm que dar um desconto para esse garoto. São memórias para a vida inteira.”

18/02/2026

Violência contra mulher, muitas nem sabem que existem, e homens muito menos.
Toda mulher precisa de proteção, e do cumprimento das leis, não deixe de buscar apoio 180 e 190.

Os mais graves:

Exploração Patrimonial.
Abuso psicológico.
Abuso moral
Violência física
Violência Vicária

18/02/2026

Desesperador.

26/10/2025

“Você não serve pra nada.”
Foi o que um menino de sete anos me disse no meu último dia como professora.
Sem raiva. Sem ironia. Apenas uma frase solta, dita com a naturalidade de quem comenta sobre o tempo.

“Você não sabe fazer TikToks. Minha mãe disse que pessoas velhas como você já deviam se aposentar.”

Eu sorri. Aprendi a não levar pro coração. Mas algo, lá dentro, quebrou, de novo.

Meu nome é Helena. Ensinei o 1º ano por 36 anos em uma cidadezinha perto de Belo Horizonte. Hoje, arrumei minha sala pela última vez.

Quando comecei, ser professora era um chamado. As pessoas confiavam em nós. Os pais levavam bolo de fubá nas reuniões. As crianças faziam cartões cheios de erros e corações tortos. E quando um aluno lia sua primeira frase em voz alta, o mundo inteiro cabia naquele instante.

Mas as coisas mudaram. Lentamente, até que um dia olhei em volta e não reconheci mais a sala que tanto amei.

Hoje, quase metade dos professores brasileiros é interrompida o tempo todo. Perdemos 21% do tempo de aula tentando manter a ordem. Já gritaram comigo na frente de uma turma. Não alunos, pais.
“Vi o vídeo no celular do meu filho”, disse um deles.

E ninguém perguntou como eu estava.

As crianças também mudaram. Vivem cansadas, ansiosas, carentes de sono e de abraço. Não é culpa delas, cresceram num mundo barulhento e desconectado. Chegam sem paciência, sem afeto, sem tempo pra ser criança.

Ainda assim, continuo acreditando no que sobrevive.
Na menina que me disse: “Aqui me sinto segura.”
No menino tímido que murmurou: “Li sozinho.”
São esses momentos que me salvaram do naufrágio.

Hoje, ao esvaziar a sala, encontrei uma caixa de cartas antigas.
Uma delas dizia: “Obrigado por gostar de mim, mesmo quando fui bagunceiro.”

Chorei.
Porque naquela época, ensinar era sinônimo de amor.
Hoje, parece um ato de resistência.

Mas se um dia o mundo esquecer do valor de um professor, que pelo menos o amor guardado nos olhos de uma criança continue lembrando.

E é isso que levo comigo.
O que ensinei — e o que aprendi.
O que passou — e o que ficou.
Isso é meu.
Ninguém pode me tirar.

Quem enviou esse texto foi uma professora.

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