25/09/2026
É comum ouvir que pessoas autistas “não sentem dor”. No entanto, essa afirmação não é verdadeira.
O que pode acontecer é uma diferença na forma como a dor é percebida ou expressa. Em pessoas autistas, alterações no processamento sensorial podem influenciar a resposta a diferentes estímulos, incluindo aqueles relacionados à dor.
Por esse motivo, a ausência de uma reação considerada esperada não significa, necessariamente, ausência de dor. Em muitos casos, mudanças no comportamento, no sono, no apetite ou na participação nas atividades podem ser sinais importantes de que algo precisa ser investigado.
Observar como cada indivíduo percebe e comunica desconforto é fundamental para favorecer sua segurança, sua participação nas atividades do cotidiano e sua qualidade de vida.
A Formare disponibiliza um recurso visual sobre dor, desenvolvido para apoiar a identificação e a comunicação do desconforto. Acesse gratuitamente pelo link na bio.