24/12/2025
Feliz Natal!
O ENDODEBATE celebra uma década com uma edição especial e completamente renovada. Em 2022 teremos finalmente a versão híbrida. Aproveite e inscreva-se já!
São 10 anos conectando grandes especialistas, antecipando tendências e promovendo debates que impactam diretamente o dia a dia de consultório. O ENDODEBATE é um curso de Endocrinologia & Diabetes que ocorre presencialmente todos os anos para cerca de 700 médicos de todo o Brasil. Sob coordenação do Dr Carlos Eduardo Barra Couri e ocorrendo no Hotel Bourbon Convention Ibirapuera em SP, o ENDODEBAT
24/12/2025
Feliz Natal!
12/12/2025
💉✨ Retatrutida! Em estudo recente, pacientes perderam até 28% do peso corporal — e com benefícios além da balança! 👇
Quer entender o que isso significa para o futuro do diabetes, metabolismo, saúde e qualidade de vida? 👉
🔗 Acesse o link na bio ou este aqui para ler na minha coluna O Futuro do Diabetes em VEJA SAÚDE:
➡️ https://saude.abril.com.br/coluna/futuro-do-diabete/retatrutida-nova-injecao-reduz-28-do-peso-corporal-em-estudo/
12/12/2025
⭐ O futuro do cuidado com a obesidade está mudando — e pode começar com uma pílula. Novas versões orais de medicamentos hoje usados em canetas antiobesidade mostram resultados promissores: perda de peso significativa sem injeções, abrindo portas para quem busca praticidade com segurança. Mas vale lembrar: medicamento sozinho não faz milagre. A revolução real só acontece com estilo de vida saudável, informação de qualidade e apoio médico.
Nosso entendimento tradicional da obesidade como doença crônica permanece — e, com avanços como esse, ganhamos novas armas para lutar por saúde, dignidade e qualidade de vida. ✨ Saiba mais em nossa coluna O FUTURO DO DIABETES em VEJA SAÚDE.
Link na BIO ou
https://saude.abril.com.br/coluna/futuro-do-diabete/novas-canetas-e-comprimidos-a-proxima-revolucao-no-tratamento-da-obesidade/
Muita gente acredita que chá limpa gordura do fígado… mas a verdade é: não há nenhum chá comprovado que reduza a esteatose.
E, para piorar, vários chás e fitoterápicos podem ser tóxicos para o fígado — e muita gente nem imagina.
Por isso, sempre conte ao seu médico tudo o que está tomando.
E, melhor ainda: pergunte antes de começar.
Jamais suspenda um tratamento médico por causa de chás, terapias alternativas ou produtos “naturais”.
Cuidar do fígado exige informação segura — e acompanhamento de verdade.
Você sabia que uma conta simples pode ajudar a identificar fibrose ou até cirrose hepática?
É o FIB-4, uma equação fácil, gratuita, disponível na internet, e que usa apenas dados básicos: idade, TGO, TGP e plaquetas.
Com essa informação, conseguimos identificar quem está em risco — e salvar vidas.
Se você tem gordura no fígado, peça ao seu médico para calcular o seu FIB-4.
E isso vale também para quem tem obesidade, sobrepeso, diabetes, pressão alta, colesterol ou triglicérides alterados, ou doenças cardiovasculares.
Informação simples, impacto enorme.
Converse com seu médico.
A maior causa de morte em pessoas com gordura no fígado não é o fígado — são as doenças cardiovasculares.
Por isso, além do hepatologista, é fundamental que o paciente tenha um acompanhamento conjunto com o endocrinologista e o cardiologista.
Condições como pressão alta, obesidade, diabetes tipo 2, colesterol e triglicérides alterados, doença coronariana, insuficiência cardíaca e renal caminham frequentemente ao lado da esteatose.
E quando tratamos todas essas peças juntas, os resultados são muito melhores.
Cuidar do fígado é também cuidar do coração — e da saúde como um todo.
A gordura no fígado por si só nem sempre é o maior problema. O que realmente importa é saber se ela evoluiu para fibrose ou até cirrose.
E é aí que a elastografia faz toda a diferença: um exame simples, disponível em muitos serviços do SUS e incluído nos convênios médicos, capaz de medir o grau de fibrose e mudar totalmente a condução do caso.
Se você tem gordura no fígado, converse com seu médico sobre a indicação de elastografia.
A ciência tem avançado muito no tratamento da doença da gordura no fígado.
A semaglutida já conta com um estudo marcante, o ESSENCE, que mostrou redução de fibrose hepática — um dado poderoso, já que o que realmente preocupa não é apenas a gordura, mas a progressão para fibrose e cirrose.
Nos Estados Unidos, ela já é aprovada para tratar cirrose hepática. No Brasil, ainda não.
A tirzepatida também vem mostrando resultados promissores em estudos para essa condição, mas ainda não possui aprovação em nenhum país para essa indicação específica.
Importante lembrar: no Brasil, semaglutida está liberada para tratamento da obesidade a partir dos 12 anos.
A tirzepatida, por sua vez, é aprovada apenas para adultos.
Converse sempre com seu médico sobre a melhor estratégia para o seu caso. Informação boa abre caminho para decisões melhores — e mais saudáveis.
Neste sábado foi ao ar, na EPTV (Rede Globo), minha entrevista sobre um tema que está cada vez mais presente nos consultórios: gordura no fígado.
Falei sobre causas, riscos, sinais de alerta e — principalmente — o que podemos fazer no dia a dia para evitar que esse quadro evolua.
O corte do vídeo que publiquei aqui traz os pontos essenciais da conversa.
Se você conhece alguém com gordura no fígado — e todos nós conhecemos alguém — compartilhe.
O conteúdo completo está disponível no Globoplay.
05/12/2025
✨ Quando a ciência não entrega o que esperamos… ela entrega algo ainda mais valioso: aprendizado.
O estudo com semaglutida em Alzheimer frustrou, mas abriu portas que podem mudar o rumo dessa história.
Quer entender por quê? Leia nossa coluna O FUTURO DO DIABETES em VEJA SAÚDE
👉 Acesse o link na BIO ou https://saude.abril.com.br/coluna/futuro-do-diabete/alzheimer-x-semaglutida-o-estudo-que-decepcionou-mas-ensinou-muito/
Novidades chegando para 2026 para tratamento de condições cardiometabólicas:
Neste vídeo gravado durante o DIACORDIS 2025 o cardiologista Dr Bruno Mioto aborda que os benefícios da semaglutida oral e injetável ainda são potencializados com doses maiores do que as que temos hoje.
Agências reguladoras internacionais estão avaliando a aprovação .
Vamos aguardar.
02/12/2025
A OMS acaba de dar um passo histórico no combate à obesidade.
Pela primeira vez, uma diretriz internacional coloca os medicamentos modernos — como semaglutida e tirzepatida — no centro da estratégia global.
Isso muda tudo: para médicos, pacientes, famílias e para a forma como o mundo enxerga essa doença tão complexa.
E o Brasil?
Chegou a hora de assumir seu papel, com políticas de Estado que vão muito além das “canetas” e tratem a obesidade com a seriedade que ela exige.
Quer entender o que realmente mudou, o que ainda falta — e como isso impacta o futuro da saúde no país?
➡️ Acesse agora nossa coluna Futuro do Diabetes em VEJA SAÚDE.
Link: https://saude.abril.com.br/coluna/futuro-do-diabete/oms-diretriz-medicamentos-obesidade/