29/04/2026
Escrita ao longo de séculos, em diferentes contextos, por diversos autores, ela carrega uma unidade impressionante e uma mensagem que permanece atual.
Mais do que um registro histórico, a Bíblia revela o coração de Deus, orienta decisões, confronta, consola e transforma.
E é isso que estudamos na Teologia: não só o conteúdo, mas a origem, a formação e a autoridade das Escrituras.
Na FABI, você é convidado a ir além da leitura — e mergulhar no entendimento profundo da Palavra.
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28/04/2026
Deus é grande demais para caber em explicações, mas Ele se deu a conhecer.
O mistério não é ausência de Deus, é prova da Sua infinitude. A teologia é a base segura para caminhar onde a razão não alcança.
Quer profundidade bíblica e seriedade? Estude na FABI.
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13/04/2026
Na perspectiva bíblica, isso significa muito mais do que escapar de uma dificuldade momentânea. Significa ser resgatado da condição de perdição causada pelo pecado, da separação de Deus e da condenação que o pecado produz. A salvação revela a iniciativa do próprio Deus em favor do homem: quando a humanidade não podia salvar a si mesma, Deus, em Seu amor e graça, providenciou em Cristo o caminho de redenção.
A Soteriologia nos ensina que a salvação não é mérito humano, nem resultado de esforços religiosos, mas obra da graça divina. Desde antes da fundação do mundo, Deus já havia concebido Seu plano redentor, manifestado plenamente na pessoa e na obra de Jesus Cristo. Nele, encontramos o verdadeiro livramento: perdão para os pecados, reconciliação com Deus, justificação pela fé, nova vida por meio da regeneração e a esperança segura da vida eterna.
Falar de salvação é falar do amor de Deus que chama, transforma e restaura. É compreender que o homem, preso ao pecado, necessita urgentemente da ação salvadora do Senhor. Em Cristo, o que estava perdido pode ser encontrado, o que estava morto pode receber vida, e o que estava distante pode voltar à comunhão com Deus.
Por isso, a salvação é a maior expressão da graça divina: um resgate completo, poderoso e eterno. Não se trata apenas de ser poupado de um perigo, mas de ser conduzido de volta ao propósito para o qual fomos criados — viver para a glória de Deus, em íntima comunhão com Ele.
03/04/2026
A adoração não é um evento, é o ambiente para o qual fomos projetados. Fomos criados para glorificar a Deus, e qualquer tentativa de encontrar satisfação fora desse lugar resultará em um vazio que nada no mundo pode preencher.
É impossível adorar a Deus sem amá-Lo profundamente. Ele nunca aceitou nada menos do que o nosso ‘tudo’. Como Jesus ensinou, o verdadeiro amor exige toda a nossa força e a energia do nosso ser. Quando entregamos nossa vida inteira no altar, finalmente descobrimos o real sentido da nossa existência.
Você tem oferecido a Deus o seu ‘tudo’ ou apenas o que sobra do seu tempo?
01/04/2026
Você conhece a Tríplice Missão da Igreja?
Adoração (Para com Deus)
Edificação (Para com os membros)
Evangelização (Para com o mundo)
Conheça a fundo sobre cada um desses pilares, venha estudar na FABI!
26/03/2026
A formação teológica começa com fundamentos sólidos.
Cada disciplina é um convite a compreender a fé de forma estruturada, interpretar as Escrituras com responsabilidade e aprofundar o conhecimento de Deus.
Mais do que informação, trata-se de formação.
Qual dessas disciplinas mais despertou o seu interesse?
24/03/2026
A morte de Cristo não pode ser reduzida a um símbolo religioso ou a um exemplo moral. Ela ocupa o centro da história da redenção.
Primeiro, Sua morte nos concede uma herança. Desde as promessas feitas a Abraão, a Escritura desenvolve a expectativa de um povo que participaria das bênçãos da aliança divina. Em Cristo, essa promessa alcança sua concretização: somos feitos filhos e, portanto, herdeiros (Rm 8:17; Gl 4:4–7). A herança não é apenas futura — ela redefine nossa condição presente. Justificação, reconciliação e adoção não são metáforas poéticas, mas realidades jurídicas e relacionais estabelecidas pela obra consumada na cruz.
Segundo, Sua morte inaugura a Nova Aliança. Os profetas anunciaram um tempo em que a Lei seria internalizada e o relacionamento com Deus deixaria de ser marcado pela exterioridade ritual para tornar-se realidade transformadora (Jr 31:31–34; Ez 36:26–27). Na cruz, essa promessa não apenas é confirmada — ela é estabelecida. O sangue de Cristo não apenas sela um pacto; ele inaugura uma nova ordem redentiva, na qual o acesso a Deus é mediado definitivamente pelo Filho.
Assim, a cruz é o ponto de convergência das promessas do Antigo Testamento e o fundamento da vida da Igreja. Ela garante a herança e estabelece a aliança. Não é apenas o fim do sofrimento de Cristo — é o início de uma nova humanidade reconciliada com Deus.
A pergunta que permanece não é apenas o que a cruz significa historicamente, mas o que ela significa existencialmente para nós hoje.
19/03/2026
Quem é o homem diante do Infinito? 🤔
Descubra a tensão entre a nossa fragilidade e a nossa dignidade divina no carrossel de hoje.
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