27/06/2017
Dica de Gramática da Língua Portuguesa!
Cursos de Gramática e Redação
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
Sabe-se que uma comunicação clara, objetiva, coesa e coerente abre portas e oportunidades de crescimento profissional.
Saber escrever bem nos dias atuais é fundamental e um diferencial. O domínio da Língua Portuguesa irá mudar sua vida!
27/06/2017
Dica de Gramática da Língua Portuguesa!
Cursos de Gramática e Redação
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
21/06/2017
Você sabe qual é a importância da VÍRGULA em sua comunicação?
Cursos de Gramática e Redação.
Atualize-se, prepare-se e comunique-se com eficácia!
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
Amor gramatical :-*
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador para, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e para justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.
Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise a três. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à Língua Portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
:-*
(Autor Desconhecido)
07/06/2017
Erros comuns que comprometem a comunicação verbal e escrita... Atentem-se!
Gramática na Prática!
Invista em você !
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
02/06/2017
"O dia ESTÁ frio, mas tenho que ESTAR de pé cedo para publicar ESTA dica para vocês!"
Gramática na Prática!
Invista em você !
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
30/05/2017
Gramática na Prática!
Invista em você !
Cursos de Aperfeiçoamento em Língua Portuguesa!
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
26/05/2017
Dica da Sexta!
Invista em você !
Cursos de Aperfeiçoamento em Língua Portuguesa!
Contate-nos:
11-29630957
11-947586104
23/05/2017
Invista em você e cultive o seu conhecimento!
Cursos de Aperfeiçoamento em Língua Portuguesa!
Contate-nos:
11-29630957
11-9947586104
22/05/2017
Iniciando a semana com dica nova... Boa tarde!
17/05/2017
Boa tarde!
15/05/2017
Excelente Semana!
10/05/2017