21/02/2025
Olá, rede!
Tenho um convite imperdível para vocês, como uma das executivas de negócios da Bravend, compartilho aqui o próximo Webinar com as principais tendências em T&D com grandes especialistas, confiram os detalhes 👇
📣 O futuro da educação corporativa já começou! No dia 25 de fevereiro, das 9h30 às 11h30, vamos reunir grandes especialistas para falar sobre as inovações que estão transformando o T&D.
🎙️ quem estará com a gente?
✨ Carlos Cruz – CEO e Fundador da Bravend
✨ Elis Soares – Líder de Cultura da Bravend
✨ Marcel Molina – Líder de Treinamentos
✨ Nicolas Domingos – Líder de Tecnologia
💡 Serão duas horas de insights práticos, troca de experiências e tendências que você precisa conhecer para se destacar em 2025 e além!
Inscreva-se agora, garanta sua vaga e prepare-se para liderar o T&D do futuro!
👉 https://lnkd.in/da_3gCjF
💬 Vai ser imperdível! Já garantiu seu lugar?
23/11/2024
“O que você não muda, você está escolhendo”. 🤯
Escutei essa frase recentemente e ela alugou um triplex na minha mente 🧠.
Você reclama do seu trabalho, do seu corpo, da sua falta de saúde, falta de tempo, reclama do seu relacionamento e não faz nada para mudar?
Então, querendo ou não, você está escolhendo. Pesado, eu sei.
A falta de ação é uma escolha! Mesmo que, muitas vezes, inconsciente.
Somos responsáveis por nossas vidas. Como adultos funcionais, não podemos seguir terceirizando a nossa felicidade, bem-estar, somos protagonistas e precisamos encontrar as estratégias que funcionam para nós.
Ao invés de seguir se comparando com as pessoas à sua volta, se compare com quem você foi ontem, faça uma lista de coisas que funcionaram, liste também o que você gostaria de mudar e comece pelo mais simples. Comece por aquilo que depende somente de você!
Pense aí: o que você gostaria de mudar na sua vida, na sua carreira hoje? Se não existissem impedimentos, onde você gostaria de estar?
19/11/2024
Gosto de pensar a metáfora do jardineiro, tanto sobre a parentalidade quanto a liderança nas organizações.
Como pais, criamos nossos filhos para a vida, as crianças de hoje serão os profissionais do futuro. Existem diversos caminhos para essa educação, assim como nas empresas, existem diversos modelos de liderança.
A conhecida metáfora do jardineiro é, para mim, o mundo ideal. Nem sempre alcançamos esse ideal, entretanto, podemos escolher, tentar, experimentar. O jardineiro cria as condições ideais para as plantas poderem florescer, nada está pronto, não existem certezas de que elas irão se desenvolver e manifestar o seu potencial, existem fatores externos que poderão interferir e que, muitas vezes, não temos como controlar, mas ele faz a sua parte.
Já o marceneiro pega um bloco de madeira e esculpe uma cadeira, uma mesa ou outro objeto qualquer, na forma que ele imagina ser a melhor ou mais bonita. Não há muito espaço para criar, inovar, florescer. Tudo já foi detalhadamente planejado, pensado, agora é apenas executar.
E aí, faz sentido para você? Quem você gostaria de ser na vida de alguém, jardineiro ou marceneiro?
Quem você gostaria de ter na sua vida profissional, mais jardineiros ou marceneiros?
11/11/2024
Quem aí lembra da série norte-americana dos anos 2000 intitulada “Dr. House”, com o personagem central Dr. Gregory House, estrelada pelo ator inglês Hugh Laurie?
Recentemente, assisti um recorte da série bastante interessante, que me fez refletir muito sobre a nossa resistência humana às mudanças de hábitos, mesmo que estes já tenham se tornado disfuncionais no nosso dia-a-dia.
Para contextualizar, o trecho em questão apresentava um breve diálogo entre um paciente que se queixava de uma severa dor no ombro, uma dor crônica, e o Dr. House. Após algumas perguntas do médico, f**a subentendido que a dor tem origem em um hábito do paciente de sempre dormir em uma mesma posição, pressionando o ombro e causando a dor.
👉🏻O médico então pergunta: “Você já pensou em trocar de posição para dormir?”
👉🏻O paciente responde: “Não consigo, é um hábito muito antigo, difícil mudar. O senhor poderia operar? Fazer algo, por meio de cirurgia, para terminar com a dor?”
👉🏻O médico: “Sim, podemos amputar seu braço, aí vai parar a dor.” (Contém sarcasmo rsrs).
Quantas vezes ao longo da vida você se viu em uma situação parecida? Eu, algumas.
Buscando uma medicação milagrosa ou mesmo uma solução tão invasiva quanto uma cirurgia sem antes tentar o que deveria ser o mais óbvio: a mudança de hábito.
A mudança de rota, a mudança de destino, seja como for, a mudança para algo menos doloroso, mais saudável. Por mudança de hábito podemos entender também a mudança de uma relação que não funciona mais, a mudança de uma dinâmica familiar, uma mudança de postura no trabalho, uma mudança de emprego ou de carreira, ou uma mudança de hábito que levará a novas possibilidades de vida.
Temos medo da mudança, resistimos a ela bravamente, até que nos questionam: que tal amputar o braço?
Antes de qualquer medida externa, deveria haver uma medida interna: novas escolhas, novos caminhos, novos hábitos e comportamentos. Dá trabalho? Sim, muito. Porém, é nesse movimento de mudança que nos tornamos conscientes de que estamos vivos, portanto, capazes e extraordinários.
Concorda? Já se viu nessa situação? Me conta aqui 👇🏻
18/10/2024
O poder da Escuta
“Quando lhe falo dos meus sentimentos, estou me colocando vulnerável, buscando conexão, não estou pedindo a sua validação ou permissão para sentir, desejo apenas ser escutada e respeitada”.
Quando uma pessoa nos procura para conversar, dizer como ela se sente, seja no ambiente profissional ou na vida pessoal, o nosso papel é escutar ativamente, livre de julgamentos. Recebemos a informação com generosidade, acolhimento, porém, isso exige maturidade emocional.
A escuta ativa talvez esteja entre as habilidades mais desejadas pelas pessoas que buscam relações saudáveis, sejam elas no nosso ambiente de trabalho ou nas relações pessoais.
Para exercitarmos esse tipo de escuta afetiva é necessário estarmos verdadeiramente disponíveis para escutar o que o outro tem a dizer, sem interrupções, julgamentos e evitando dar conselhos, apenas escute, conscientemente, esteja disponível para a pessoa, mantenha o olhar nela, sem distrações.
O poder de desenvolvermos esse tipo de escuta é, sobretudo, evitarmos mal entendidos, alimentarmos a autoestima de quem decide se colocar vulnerável, fortalecer laços e conexões, desenvolver a habilidade de olhar para o outro com respeito e profundidade, no caso de quem escuta, entre outros benefícios.
A inabilidade de escutar afetivamente pode ser uma das grandes causas do afastamento entre as pessoas, desmotivação e desentendimentos.
Concorda? Como anda a sua escuta por ai?
Beijos da Ci.