Seletividade alimentar não é birra ou capricho. 🍎
Crianças autistas podem recusar alimentos por sensibilidade ao sabor, cheiro, textura ou cor, ou por precisarem de previsibilidade.
Isso pode afetar nutrição, energia, sono e comportamento.
No vídeo, eu explico estratégias práticas para ampliar a aceitação de alimentos com carinho e consistência, envolvendo família, escola e equipe multidisciplinar.
O segredo? Microexposição, reforço positivo, rotina previsível e respeito à sensorialidade.
Assista ao vídeo completo no meu canal do YouTube e descubra como transformar refeições em oportunidade de desenvolvimento e vínculo.
Mayra Gaiato - Autismo e Psicologia Infantil
👩🎓 Neurocientista, mestre em ABA e especialista em TEA
♾️ Inspirando o cuidado do autismo
- Autismo, tdah, atrasos de linguagem e ansiedade infantil
- Intervenção precoce para crianças com risco de autismo ou de déficits de atenção e hiperatividade
- Atendimento em consultório
- Atendimento em casa e na escola
- Treinamento de pais
- Treinamento de cuidadores
- Treinamento de professores
Supervisão não é só observar.
É estar presente no processo, ajustar em tempo real, dar direção e também criar momentos leves que fazem parte da aprendizagem. Por trás de uma boa intervenção existe uma supervisão ativa, que orienta o profissional, fortalece a prática e garante mais segurança para o desenvolvimento da criança.
Na Clínica do Instituto Singular, esse acompanhamento faz parte da rotina, porque ninguém constrói uma boa intervenção sozinho. E quando tem supervisão de qualidade, a evolução deixa de ser tentativa e passa a ser caminho!
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Existem muitos erros na hora de intervir no desenvolvimento de uma pessoa autista… mas o maior dele é: intervir sem respeito e sem ciência.
Não basta aplicar técnica… É preciso entender função, contexto, comunicação, vínculo, motivação e vida real.
Uma intervenção bem feita não apaga a criança para caber no método. Ela adapta o método para favorecer desenvolvimento com dignidade, segurança e afeto. É isso que eu defendo quando falo de ABA com estratégias naturalistas: uma prática baseada em ciência, mas profundamente humana.
O Messi se tornou o maior artilheiro em Copas, mas boatos sobre autismo não são fatos. ⚠️
Autismo não tem aparência única. Não é timidez, isolamento ou fala infantilizada. Cada pessoa tem seu perfil, nível de suporte e formas de comunicar e sentir.
Nunca divulgue diagnósticos sem avaliação profissional, isso é antiético e reforça estereótipos! Aprenda com ciência, respeite a história de cada pessoa e compartilhe para ajudar a combater preconceitos.
Ensinar não precisa ser engessado.
Quando a gente força demais a condução, ignora sinais da criança ou transforma a interação em comando o tempo todo, a gente perde algo essencial: o vínculo. Na intervenção, segurança não vem da rigidez, vem da previsibilidade, da escuta e do respeito ao tempo da criança.
A técnica naturalista mostra justamente isso: é possível ensinar, direcionar e desenvolver habilidades sem romper a conexão. Quando a criança se sente respeitada, ela participa mais, se engaja mais e aprende com muito mais consistência.
No fim, não é sobre “fazer certo do jeito duro”, é sobre fazer funcionar com humanidade
Hiperfoco não precisa ser tratado como inimigo.
Quando uma criança ou adolescente tem um interesse muito intenso, o caminho não é simplesmente cortar, proibir ou tirar tudo de uma vez. O caminho é entender como usar esse interesse com estratégia.
Aquilo que motiva pode virar ponte para ensinar comunicação, espera, flexibilidade, autonomia e comportamentos importantes. Não é usar o hiperfoco para “controlar” a criança. É transformar motivação em oportunidade de aprendizagem.
Quando a gente só priva, pode aumentar a busca, a frustração e a fixação, mas quando a gente organiza o acesso e usa esse interesse como reforçador, o cérebro começa a associar comportamentos adequados a algo que realmente tem valor para aquela criança.
É por isso que, nas estratégias naturalistas, o interesse da criança não é obstáculo: é caminho.
20/06/2026
Desenvolver uma criança autista não é tentar encaixá-la em um molde.
É olhar para quem ela é, entender seus interesses, respeitar seu tempo e construir caminhos para que ela avance com segurança, alegria e ciência, porque intervenção de verdade não apaga singularidades, ela amplia possibilidades.
Trecho do meu livro Cérebro Singular.
Se uma pequena mudança vira crise aí na sua casa, talvez não seja “manha”, pode ser o cérebro tentando se proteger do imprevisível.
Flexibilidade cognitiva não se ensina forçando a criança a aguentar. Ela se constrói aos poucos, com vínculo, previsibilidade, microdesafios e muito respeito ao limite da criança.
💌 No vídeo completo, eu explico 8 formas simples de treinar flexibilidade na rotina, sem transformar mudança em sofrimento. Assista no meu canal do YouTube!
19/06/2026
Nem sempre a criança “não brinca”. 😉
Às vezes, ela só não consegue sustentar o brincar no meio de tantas opções ao mesmo tempo. O excesso de estímulos pode fragmentar a atenção e dificultar o envolvimento profundo em uma atividade. Quando reduzimos um pouco o ambiente e organizamos melhor as possibilidades, algo importante acontece: a criança começa a explorar mais, permanecer mais e criar mais com o que tem.
Desenvolvimento não depende da quantidade de brinquedos. Depende da qualidade da experiência e da interação!
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Nem toda dificuldade escolar tem uma causa única.
Quando uma criança tem TEA, TDAH, suspeita de dislexia, discalculia ou deficiência intelectual leve, a avaliação precisa olhar para o todo: atenção, linguagem, memória, funções executivas, leitura, escrita, matemática e comportamento.
Dislexia não é preguiça. Discalculia não é “não gostar de matemática”. E autismo não significa automaticamente facilidade com números. O mais importante não é encaixar a criança em vários rótulos. É entender como ela aprende e quais apoios ela precisa para avançar com dignidade.
📽️ No vídeo completo, eu explico tudo isso com mais clareza no meu canal do YouTube.
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