20/04/2026
Conheça nosso comando de greve em parceria ao CEPEGE:
Funai, Bichano, Eutanásia, Brat, Progídio, Íon, Picareta, Mamatilda, Cupido, Marge, Cybershot, Boto e Dev.
Precisando de ajuda e não sabe a quem recorrer? Pode contar com a gente.
Tem dúvidas e não sabe com quem conversar? Vem com a gente também!!
Vamos juntos construir uma universidade melhor!!
15/04/2026
A Assembleia de hoje (15/04) contou com quórum de 99 presentes e 79 votos favoráveis à greve.
Reforçamos que a paralisação não interrompe nossas atividades políticas e acadêmicas: o Instituto será ocupado com uma programação de oficinas, campeonatos, festas e atividades de engajamento. A greve é um instrumento de luta e a presença de todos é fundamental para garantir nossas reivindicações.
A programação será enviada pelo Fórum IGc e nos storys do Instagram.
Greve NÃO é férias!! Participe e ocupe o IGc.
09/04/2026
O resultado da Assembleia pode ser visível pela foto: SIM à paralisação do dia 14/04. É agora que realmente começa a nossa luta estudantil!
Na segunda-feira (13/04) após as aulas noturnas faremos um piquete nas salas e precisamos da ajuda dos estudantes que votaram a favor para que haja organização.
O dia da Paralisação (14/04) não é um "day-off", é um dia de vir para a USP e manifestar contra a ameaça da reitoria de tirar NOSSOS espaços.
A Agenda e Oficinas do dia 14/04 serão entregues ao decorrer da semana aqui no Instagram e no grupo Fórum IGc.
Fiquem atentos e se organizem!
07/04/2026
ATENÇÃO ALUNOS DO IGc!!
Uma minuta aprovada pela Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) da USP ameaça a nossa existência como estudantes. Querem regulamentar (lê-se destruir) o nosso espaço proibindo qualquer tipo de comércio (lanchonetes, gráficas e outros).
Isso abre brechas para a reitoria tirar nossos espaços sem questionamentos, é um ataque direto às entidades e grupos estudantis.
Por isso, é NECESSÁRIA a presença de todes es estudantes na ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS - 07/04 (Terça-feira) às 18h no Saguão do IGc
Vamos debater, propor e entender o que está acontecendo!
25/03/2026
Hoje apresentamos a nova chapa do CEPEGE: “Chapadinha na Gaveta” 💥
Uma nova fase começa, com ideias, união e compromisso com os estudantes do IGc! 🚀
🟢⚫️
06/12/2025
A ABGE tem orgulho de apoiar o I Seminário Nacional GEOPREFEITURAS – Atuação Profissional da Geologia nas Prefeituras, que acontece no dia *09/12, das 9h às 18h* , na Cidade Universitária (USP), em São Paulo.
O evento reunirá profissionais, gestores e instituições para discutir o papel estratégico da Geologia na gestão municipal, fortalecendo a atuação técnica nas prefeituras de todo o país.
🔗 *Inscreva-se:* https://www.even3.com.br/i-seminario-nacional-geoprefeituras-664665
05/12/2025
CEPEGE convida para a cerimônia de Diplomação Honorífica de Sidney Fix Marques dos Santos e para o ato de correção da causa mortis de Ronaldo Mouth Queiroz.
Trata-se de um momento de reconhecimento institucional e reparação histórica.
📅 05 de dezembro de 2025
🕑 14h — Pátio do IGc/USP
🔗 Transmissão ao vivo pelo YouTube
14/11/2025
⚒️🎓 CHURRASCO DOS FORMANDOS 2025 🎓⚒️
Sexta-feira, dia 28/11, a partir das 18h, vai rolar o open churras e open breja na garagem do IGc 🍖🍻
O caderninho de ouro será passado presencialmente, mas quem quiser já pode contribuir pelo PIX:
💸 113.613.336-42 (Gabriela Reis, Banco Santander)
Qualquer valor é bem-vindo pra fazer essa comemoração acontecer!
🚨 Evento restrito à comunidade IGc e familiares dos formandos.
BORA COMEMORAR ESSA RETA FINAL COMO ELA MERECE!!! 🎉
11/11/2025
🎉 Quinta é dia de festa no CEPEGE! 🎶🍻
A partir das 18h, venham curtir o ensaio aberto dos artistas aqui do IGc, *Lucas Barros* 🎤 e a banda *Incertezas das Marés* 🌊
*Vai ter cachorro-quente, crepe, cerveja gelada e opção de destilado* 🍺🌭🥞🍹
👉 Evento em prol das arrecadações do ENEGEO 2026 – Ilha Comprida/SP
🏃♂️🐬O ENEGEO já está a todo v***r, e precisamos da sua 🫵🏽 presença pra ajudar a acontecer o ENEGEO 2026!
Vem celebrar, se divertir e ajudar a construir essa história com a gente! 💚✨
04/11/2025
28 de outubro: um retrato da violência de Estado no Rio de Janeiro
No dia 28 de outubro, o Rio de Janeiro voltou a ser palco de uma operação policial marcada por extrema violência. A ação, que resultou em dezenas de mortes, expõe mais uma vez a política de segurança baseada na lógica da guerra — uma guerra que tem alvo certo: as populações pobres e negras das periferias.
A presença de armamentos de origem israelense nessas operações levanta uma discussão urgente sobre o modelo de policiamento adotado no país. Armas de uso militar, desenvolvidas para contextos de conflito e ocupação, estão sendo utilizadas em territórios urbanos densamente habitados, transformando comunidades em verdadeiros campos de batalha.
Esses armamentos, exportados por Israel e comprados por forças de segurança brasileiras, são frequentemente testados em zonas de conflito antes de chegar ao mercado internacional. O uso desses equipamentos em operações policiais no Brasil reforça um modelo de controle e repressão que se distancia completamente de qualquer noção de segurança pública voltada à proteção da vida.
O massacre do dia 28 não é um caso isolado, mas parte de uma política de segurança que normaliza o uso da força letal e legitima o extermínio de determinados grupos sociais. É fundamental exigir transparência sobre as armas utilizadas, os contratos firmados e os interesses que sustentam essa lógica de militarização.
Mais do que números e estatísticas, estamos falando de vidas. De famílias destruídas. De um país que precisa decidir se continuará repetindo a violência ou se buscará construir uma segurança pública baseada em direitos humanos, cidadania e justiça social.
04/11/2025
No dia 28 de outubro, o Rio de Janeiro voltou a ser palco de uma operação policial marcada por extrema violência, no que já é considerada a maior chacina registrada na história do país. A ação, que resultou em mais de 130 mortes, expõe mais uma vez a política de segurança baseada na lógica da guerra — uma guerra que tem alvo certo: as populações pobres e negras das periferias.
A presença de armamentos de origem israelense nessas operações levanta uma discussão urgente sobre o modelo de policiamento adotado no país. Armas de uso militar, desenvolvidas para contextos de genocídioe ocupação contra o povo palestino, estão sendo utilizadas em territórios brasileiros densamente habitados, transformando comunidades em verdadeiros campos de batalha.
Esses armamentos, exportados por Israel e comprados por forças de segurança brasileiras, são frequentemente testados em zonas de conflito antes de chegar ao mercado internacional. O uso desses equipamentos em operações policiais no Brasil reforça um modelo de controle e repressão que se distancia completamente de qualquer noção de segurança pública voltada à proteção da vida.
A imprensa hegemônica, enquanto porta-voz dos interesses da burguesia brasileira e seus aparatos repressivos, muito rapidamente se prontificou a condenar todas as vítimas da violência policial como “bandidos”, numa lógica de naturalização do extermínio cotidiano dos moradores de favelas - isso mesmo sem qualquer trabalho apurativo ou investigativo acerca de quem são as vítimas.
A militarização das polícias e a importação de tecnologias de guerra representam uma escalada preocupante da violência institucional. Quando o Estado escolhe agir com força letal em comunidades vulneráveis, configurando uma política de terrorismo de Estado, ele reafirma a desigualdade estrutural e a seletividade racial que sustentam essas tragédias.
O massacre do dia 28 não é um caso isolado, mas parte de uma política de segurança que normaliza o uso da força letal e legitima o extermínio contra o povo trabalhador das periferias e favelas do país, tratados como corpos descartáveis pelo capitalismo brasileiro. Essa política se estende até após o extermínio, na tentativa de a