22/05/2026
Terceiro e último dia do São Paulo Innovation Week 2026.
E uma percepção ficou ainda mais forte:
O futuro das cidades inteligentes depende menos da tecnologia isolada e mais da integração entre IA, liderança e propósito humano.
IBM, Microsoft e Google mostraram como a inteligência artificial já está transformando mobilidade, atendimento e tomada de decisão em larga escala. São Paulo, inclusive, foi citada como referência global no uso de dados para mobilidade urbana através do Waze.
Outro tema central foi o déficit de profissionais preparados para atuar junto da IA. O desafio do futuro não será apenas tecnológico — será humano.
Adaptabilidade, curiosidade, aprendizado contínuo, inteligência relacional e capacidade de articulação apareceram como competências cada vez mais estratégicas.
Também ganhou força o debate sobre IA agêntica, computação quântica, ética, governança e responsabilidade sobre os sistemas que estamos construindo.
Mas talvez o ponto mais importante tenha sido esse:
Quanto mais se fala de inteligência artificial, mais se fala sobre humanidade.
Empatia, sociabilidade, conexão e propósito deixam de ser apenas competências comportamentais e passam a ser diferenciais competitivos.
A referência ao livro Start With Why, de Simon Sinek, resumiu bem o espírito do evento:
inovação começa pelo “porquê”.
Saio do evento com uma percepção clara:
a IA não substituirá o humano no centro das decisões.
Ela aumentará o valor das pessoas capazes de conectar tecnologia, liderança e transformação.