Keyson Lima

Keyson Lima

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Tactical Instructor for Military, Law Enforcement and Private Security Operators

Photos from Keyson Lima's post 22/06/2026

Eu achava que “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” só existiam em prova de português, exemplo de contrato e aula de informática.

Mas não.

O governo resolveu promover os dois e nomeá-los oficialmente para a equipe de segurança presidencial.

Sim, isso aconteceu de verdade. O Diário Oficial da União publicou uma portaria com “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” ocupando cargos no GSI, órgão responsável justamente pela segurança do Presidente da República.

A essa altura, só falta aparecer uma nova portaria nomeando Beltrano da Silva para chefiar a inteligência, João Ninguém para coordenar operações especiais e Zé das Couves para comandar a logística.

O mais impressionante é imaginar quantas pessoas receberam, analisaram, revisaram, aprovaram, assinaram e publicaram o documento sem que ninguém percebesse que os nomes dos agentes eram os mesmos que usamos quando não sabemos o nome de alguém.

É o tipo de erro que você espera encontrar no rascunho de um estagiário às 17h59 de uma sexta-feira, não em um documento oficial do governo federal.

Depois que a internet transformou o caso em piada nacional, o GSI informou que vai corrigir a publicação.

Menos mal.

Porque se demorassem mais um pouco, “Fulano de Tal” já estaria recebendo promoção por mérito e “Cicrano de Tal” concorrendo a uma medalha por bons serviços prestados à República.

AVISO LEGAL: Comentário de caráter opinativo e humorístico baseado em fato amplamente divulgado pela imprensa. O texto utiliza sátira política e não tem a intenção de imputar crimes ou condutas ilícitas a qualquer pessoa.

22/06/2026

É isso que acontece em um país onde cidadãos honestos possuem o direito legal de portar armas. Durante um assalto a um restaurante, um casal reagiu de forma rápida, controlada e eficiente, impedindo a ação criminosa graças ao treinamento, à técnica e à capacidade de responder sob pressão.

Armas por si só não resolvem problemas. Mas, quando combinadas com preparo, responsabilidade e treinamento adequado, podem fazer a diferença entre ser uma vítima indefesa e ter condições de proteger a própria vida e a de terceiros.

⚠️ AVISO LEGAL: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente educacional, informativa e jornalística. Não constitui incentivo à violência, ao uso indevido de armas ou à prática de qualquer atividade ilegal. Toda utilização de armas de fogo deve ocorrer em conformidade com a legislação vigente, observando os princípios da legítima defesa, proporcionalidade e responsabilidade.

21/06/2026

A América do Sul vive uma transformação política que poucos imaginavam há alguns anos.

País após país, governos identif**ados com a direita e o centro-direita vêm conquistando espaço nas urnas, refletindo o descontentamento de grande parte da população com modelos políticos que prometeram prosperidade, mas entregaram baixo crescimento, insegurança, corrupção e aumento da dependência estatal.

Hoje, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Bolívia e Venezuela já estão alinhados a essa nova realidade política regional.

Enquanto isso, Brasil, Uruguai e Suriname permanecem sob governos de esquerda ou centro-esquerda.

O mapa mostra uma tendência clara: a América do Sul está mudando de direção.

Para muitos, trata-se de uma busca por mais liberdade econômica, responsabilidade fiscal, segurança pública e fortalecimento das instituições democráticas.

E em outubro será a vez do Brasil se livrar desse câncer fazendo parte dessa mudança continental.

O futuro não pertence a ideologias. Pertence aos povos que escolhem seu destino nas urnas.

🇦🇷 🇨🇱 🇨🇴 🇪🇨 🇵🇾 🇵🇪 🇧🇴 🇻🇪 🔵

🇧🇷 🇺🇾 🇸🇷 🔴

Em outubro, o Brasil decide.

12/06/2026

Os Filhos do PT

Enquanto o governo e seus apoiadores insistem em relativizar a criminalidade e tratar bandidos como vítimas da sociedade, a população continua pagando a conta.

Na manhã desta quarta-feira (10), criminosos invadiram uma casa de ração na Rua João Mirassol, no bairro Pestana, em Osasco (SP). Durante o assalto, um dos marginais apontou uma arma para o rosto do comerciante enquanto a filha da vítima estava ao seu lado. Como se não bastasse, ainda ameaçou atirar, transformando o local em uma cena de terror para pai e filha.

As câmeras de segurança registraram toda a ação e o desespero vivido pela família.

São esses os verdadeiros “filhos” da cultura da impunidade: criminosos cada vez mais ousados, armados e sem qualquer temor da lei, enquanto cidadãos honestos vivem cercados pelo medo, trabalhando sob a constante ameaça da violência.

Enquanto alguns discutem narrativas, famílias brasileiras enfrentam a realidade de ver uma arma apontada para suas cabeças dentro do próprio local de trabalho, diante de seus filhos.

E então, é esse o país que você quer deixar para os seus filhos?

Photos from Keyson Lima's post 12/06/2026

Como os PMCs mais odiados do mundo arriscaram suas vidas para salvar um Fuzileiro Naval dos EUA

Em 2004, centenas de combatentes cercaram um complexo americano em Najaf, no Iraque. No telhado, apenas oito contratados da Blackwater, alguns militares estrangeiros e um Fuzileiro Naval dos EUA resistiam sob intenso fogo inimigo.

O Marine foi atingido próximo à coluna, sofreu ferimentos em um dos olhos e continuou lutando. A munição estava acabando, os feridos aumentavam e o apoio militar nunca chegou.

Então a própria Blackwater enviou helicópteros para voar sob fogo inimigo, entregar munição e evacuar o Marine ferido.

Como disse um dos pilotos:

“O Exército não iria nos ajudar. Então nós mesmos resolvemos o problema.”

Mas poucos dias antes, quatro operadores da Blackwater haviam sido mortos em Fallujah. Seus corpos foram mutilados, queimados e expostos publicamente, em imagens que chocaram o mundo.

A Blackwater era formada por ex-militares altamente treinados que continuavam atuando em zonas de guerra sem integrar oficialmente as Forças Armadas. Para muitos, eram profissionais indispensáveis. Para outros, mercenários acima da lei.

Essa controvérsia aumentou ainda mais após o incidente da Praça Nisour, em Bagdá, onde 14 civis iraquianos morreram durante uma ação envolvendo contratados da empresa.

A história da Blackwater nunca foi simples.

Em Najaf, salvaram vidas sob fogo intenso.

Em Bagdá, suas ações custaram vidas inocentes.

Heróis para uns. Vilões para outros.

Talvez a Blackwater represente melhor do que qualquer outra organização as contradições e zonas cinzentas das guerras modernas.

11/06/2026

Miriam Leitão🐽parece que até hoje procura a placa do caminhão 🚛 que atropelou suas análises econômicas. Mas desta vez o tombo foi diferente: não veio da oposição, não veio das redes sociais e nem de algum economista “malvado”. Veio dentro da própria GloboNews 🌐.

A melhor frase da discussão foi simples e devastadora: “O governo Bolsonaro acabou há dois anos e meio.”

Exatamente. Já passou da hora de parar de usar um governo encerrado há anos como muleta para justif**ar irresponsabilidade fiscal, déficit crescente, aumento de impostos e a incapacidade de entregar os resultados prometidos.

E o mais engraçado é que o puxão de orelha veio de alguém que conhece bem o universo acadêmico e econômico de Haddad. Ou seja, não foi um “bolsonarista radical”, mas alguém que sabe exatamente do que está falando.

No final, foi mais um daqueles momentos em que a narrativa encontra a realidade e perde por nocaute. E quando isso acontece, os Leitões acabam voltando para o lugar de onde nunca deveriam ter saído: o chiqueiro das análises que envelheceram mal, das desculpas esfarrapadas e da militância disfarçada de jornalismo.

Hoje o dia amanheceu mais feliz. Afinal, não é todo dia que se vê um Leitão sendo colocado de volta no cercado ao vivo e em rede nacional.

04/06/2026

AQUI SEPARAMOS O JOIO DO TRIGO

Quando o assunto é combater facções criminosas, não existe espaço para relativização.

A pesquisa mostra algo que vai muito além de uma simples divergência política: ela revela visões completamente diferentes sobre segurança pública, autoridade do Estado e enfrentamento ao crime organizado.

Enquanto uma esmagadora maioria dos eleitores de Jair Bolsonaro aprova a classif**ação do PCC e do CV como organizações terroristas, entre os eleitores de Lula a rejeição é igualmente esmagadora.

Cada um é livre para tirar suas próprias conclusões.

Mas uma pergunta inevitável permanece:

Por que alguém seria contra endurecer o tratamento dado a organizações responsáveis por assassinatos, tráfico, extorsão, domínio territorial e terror imposto diariamente à população brasileira?

O debate não é sobre direita ou esquerda.

É sobre estar ao lado do cidadão de bem ou daqueles que transformaram comunidades inteiras em reféns do crime.

No final, os números falam por si.

Aqui separamos o joio do trigo.

De que lado você está?

Os dados apresentados são de pesquisa divulgada pela AtlasIntel entre 30/05 e 03/06, com 1.273 entrevistados.

02/06/2026

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30/05/2026

Mais um palhaço querendo entrar para política.

“Americano nenhum vai matar nossos bandidos”, diz Renan Santos.

Calma, Renan. Ninguém está convocando os Marines para desembarcarem em Copacabana nem chamando o Tom Cruise para liderar uma operação contra o PCC.

Os EUA classif**aram PCC e CV como organizações terroristas, uma medida jurídica e financeira que amplia sanções, investigações e mecanismos internacionais de combate ao crime organizado. Não foi anunciado o lançamento da Operação Rambo em território brasileiro.

A reação parece aquela do sujeito que vê um vizinho ligar para os bombeiros porque a casa está pegando fogo e responde:

— Pode desligar! Quem vai apagar esse incêndio sou EU!

O detalhe é que o incêndio já está queimando há décadas, dominando territórios, impondo toque de recolher, cobrando pedágio, controlando comunidades e movimentando bilhões.

Ninguém questiona o mérito e a coragem das forças policiais brasileiras. Pelo contrário. Se existe alguém enfrentando PCC e CV diariamente, são justamente os policiais. O que causa estranheza é transformar uma medida internacional contra facções criminosas em uma disputa de ego patriótico.

Quando o assunto é crime organizado, o objetivo deveria ser somar esforços para enfraquecer as facções, não disputar quem segura a espada mais bonita para a foto.

Mas, em ano eleitoral, parece que alguns descobriram que cada manchete é uma oportunidade de campanha.

E assim surge mais um pré-candidato que confunde frase de efeito com proposta de governo.

Mais um id**ta querendo entrar na política.

29/05/2026

A Globonews conseguiu protagonizar um debate que parece saído de uma realidade paralela.

Ao comentar a decisão dos Estados Unidos de classif**ar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, alguns analistas levantaram preocupações sobre impactos na “economia” e na “soberania” brasileira.

A pergunta que f**a é simples: desde quando combater facções criminosas representa uma ameaça à economia de um país?

Se a classif**ação de grupos responsáveis por tráfico de dr**as, assassinatos, extorsão, lavagem de dinheiro e domínio territorial gera preocupação econômica, então estamos diante de uma discussão extremamente preocupante sobre o grau de infiltração dessas organizações em determinados setores.

E quando se fala em “soberania”, de qual soberania estamos falando? Da soberania do Estado brasileiro ou da soberania que essas facções exercem sobre comunidades onde impõem regras, cobram taxas, expulsam moradores e desafiam diariamente a autoridade pública?

Nenhum país sério fortalece sua soberania tolerando organizações criminosas que controlam territórios, financiam arsenais e operam redes transnacionais de crime.

Combater o crime organizado não é um ataque ao Brasil. Pelo contrário: é uma defesa da população brasileira, da economia legal e da verdadeira soberania nacional.

O que causa espanto não é a classif**ação dessas facções como organizações terroristas. O que causa espanto é ver pessoas aparentemente mais preocupadas com os possíveis impactos sobre os criminosos do que sobre as milhares de vítimas produzidas por essas organizações todos os anos.

AVISO LEGAL: Esta publicação tem caráter estritamente informativo e educacional. O conteúdo apresentado busca fornecer contexto e análise sobre eventos de interesse público, sem incentivar, promover ou glorif**ar qualquer tipo de violência, discurso de ódio ou atividade ilegal. Além disso, esta publicação não está associada à venda, propaganda ou endosso de produtos regulamentados de qualquer natureza.

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