Makom Moema

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26/07/2020

Convidamos a todos a participar e entender a essência do luto nacional do Povo Judeu em 9 de Av. Essa Quarta feira dia 29/07 as 20:00 um zoom do Makom Brasil!

29/06/2020

ALEGRIA E BOAS EMOÇÕES!

É o que mais queremos todos, não é?

ENTÃO AÍ VAI UMA DIFERENTE COM UM E UM !

Novidades com bom humor e qualidade, mensagens de vida, emoção e conteúdo-cabeça farão parte desse bate-papo imperdível entre o rabino Rav Sany e seu grande amigo, o humorista Danilo Gentili.

Reserva na sua agenda. SERÁ NESSA QUINTA-FEIRA, 2 DE JULHO, ÀS 19h pelo Instagram

19/06/2020

Shabat Shalom!
Velas às 17:10

A porção deste Shabat é Shelach:
Doze homens foram escolhidos para espionar a terra de Canaan e seus esforços culminaram em tragédia. Por outro lado, quando Ieoshua (Josué)enviou dois homens para espionar a cidade de Ierichó, obteve sucesso. Qual a diferença?
Parte da resposta reside no diferente número de homens que foram enviados nas duas missões. A primeira vista, Moshé( Moisés)achou necessário enviar doze homens representando as doze tribos, Por que tantos? Pois algumas tribos não confiavam umas nas outras e insistiam em ter seu próprio representante. Isto revelava uma falta de união básica entre o Povo de Israel naquele momento, o que acabou contribuindo para seu erro. Por outro lado, na época de Ieoshua (Josué ), o sentimento de irmandade estava mais firmemente estabelecido e somente dois homens se fizeram necessários para representar o povo. Esse novo senso de união foi o fator determinante do sucesso daquela missão.

UNIDOS VENCEREMOS!

SHABAT SHALOM

Rav Sany

Velas : 17:10

17/06/2020

A Semana está Imperdível!

12/06/2020

Shabat Shalom queridos!
Esperamos todos vocês em mais uma Rav Sany Live Show amanhã sábado 13/06 as 20:00 por todas as redes By Rav Sany!
Além de muitas mensagens de vida com alegria faremos Havdalá Musical 🎸🎥

Guit Shabes velas hoje 17:08

05/06/2020

Shabat Shalom

Velas hoje às 17:09

A porção da Torá desta semana contém a benção dos cohanim (sacerdotes). Cada uma das bençãos (Bamidbar Números 6:24,27) é dita no singular. A razão é porque a benção sempre tem que ser feita sob medida para o recipiente. Isso faz sentido através da benção dos cohanim, até chegarmos à última benção: “E que Ele possa proporcionar Paz a você”.

Paz e a falta desta, sempre envolvem mais de uma pessoa. Se a pessoa não tem paz com sua esposa ou com seu vizinho, há pelo menos duas pessoas envolvidas. Se não há paz no mundo, é algo entre países. Por que então a benção para a paz está no singular? Daqui vemos que a necessidade primordial de paz é entre ela e si mesma. A pessoa tem que estar em paz consigo mesma!

O lugar onde a paz tem que começar é em casa. Pessoas que estão sempre transtornadas, sempre lutando, descontentes com todos, estão guerreando consigo mesmas e estão insatisfeitas com tudo também...

Por isso, quando Hashem nos deu a benção da paz, Ele sabia por onde começar: pelo indivíduo.
Por essa razão a linguagem é Lechá “Ve Iassé lechá shalom”. Para VOCÊ a Paz no singular!
Uma vez que a pessoa tenha paz interior, ela pode ter paz com o mundo inteiro!

Rav Sany

Shabat Shalom - velas hoje às 17:09

04/06/2020

Racismo é a ilusão de uma superioridade inexistente

*Por Rav Sany

Lamentável existir racismo, antissemitismo ou qualquer perseguição às diferenças em pleno século 21. A humanidade, ao invés de analisar o passado através do tempo e corrigir os erros para mudar o futuro, esquece a sua essência. E, infelizmente, revive cenas de terror, como a acontecida recentemente: a terrível e chocante morte do americano George Floyd, na cidade em Minneapolis (EUA), provocada por policiais brancos. Um deles pressionou o pescoço do homem por mais de oito minutos, enquanto outros três oficiais pressionavam as costas de Floyd, até que ele não mais conseguisse respirar. A polícia local diz que o crime de George Floyd foi comprar um maço de ci****os com uma nota falsa de vinte dólares e que teria resistido à prisão.

“Dou dois índios por um africano”, “quanto mais preto, mais preju", “fede a chorume”. Essas frases terríveis são algumas das mensagens racistas deixadas em um grupo de whatsapp por estudantes de uma escola da zona sul do Rio de Janeiro (RJ). Elas são direcionadas a uma colega negra, a menina Ndeye Fatou Ndiaye, de 15 anos. O caso repercutiu nas redes sociais e na grande mídia, chamou a atenção de artistas e formadores de opinião, que saíram fortemente em defesa da adolescente.

Essas narrativas são assustadoras! Trazem à tona discussões e interpretações históricas dos movimentos racistas que já existiram. Entre eles está um dos mais notórios, o nazismo, que perseguiu as minorias étnicas, linguísticas, religiosas e políticas. O Holocausto é uma dolorosa e triste lembrança do passado do povo judeu. Assim como também são a escravidão e opressão dos povos africanos, a dizimação dos índios durante o período de colonização e tantos outros cenários de tortura e violência que maculam a nossa história. Tantos horrores me fazem clamar pelo perdão de D’us para a humanidade. Apelo também para a consciência de cada um, que reconheça no seu próximo um igual, um irmão, criado pela mesma Luz Infinita. Somos filhos e filhas de D’us, feitos à Sua imagem e semelhança.

É com muito pesar que escrevo sobre o tema. No entanto, ele não pode e não deve passar desapercebido. Como educador e rabino, minha responsabilidade perante àqueles que me vêem como professor e líder espiritual é repudiar a prática de qualquer preconceito, seja de cor, religião, gênero ou ideologia. Esse câncer chamado racismo, que corrói, muitas vezes de forma velada, a nossa sociedade, deve ser extirpado. Para isso é preciso educação e respeito. Diariamente inúmeras famílias perdem seus queridos por esse crime tão torpe.

Não existem raça, cor, religião ou ideologias superiores. Existem diferenças físicas e de pensamentos, que devem ser respeitadas. Chega de orgulho e arrogância! A origem da humanidade é a mesma para todos: a eterna e Poderosa Fonte. O pensamento de superioridade perante o semelhante é ilusório. Abra os olhos para a verdade, para a luz e a bondade. Esqueça o que a sociedade impõe erroneamente como belo e aceitável. Tenha nobreza de caráter e de propósito para discernir. A liberdade só é possível por meio do conhecimento. Ele dá clareza e o livre pensar. Nesse sentido, ensina a aceitar o que no outro é diferente. Somos seres individuais, temos características singulares. Isso é o que torna cada indivíduo único, especial e belo. E por isso temos de nos respeitar e também os outros. Sempre e em qualquer circustância.

*Rav Sany Sonnenreich é diretor dos Centros Jovens Makom Jardins-Moema (SP) e presidente do Instituto By Rav Sany de Comunicação Motivacional (redes ).

21/05/2020

Minha amada Jerusalém

No ano 70 DC nós a perdemos. O exército romano conquistou o que havia sido a glória da nação judaica por mil anos. E o nome "Jerusalém" sobreviveu apenas em nossos livros de oração, dos quais suplicamos a D"us três vezes por dia para reconstruir a cidade de ouro.

Muitos dominaram esse palácio divino durante o decorrer da história. Em 1917, os britânicos derrotaram os turcos, dividiram a Cidade Velha em quatro quartos: o Bairro Muçulmano, o Bairro Cristão, o Bairro Judeu e o Bairro Armênio. Eles mantiveram as restrições turcas aos judeus no Kotel (Muro das Lamentações), o local judeu mais sagrado do mundo, próximo ao Monte do Templo. Apenas um beco estreito era acessível para a oração judaica.

Porém, quando Israel, em 1948, declarou independência, proclamou Jerusalém sua capital. David Ben Gurion, o primeiro primeiro-ministro de Israel, declarou: “O valor de Jerusalém não pode ser medido, pesado ou colocado em palavras. Se uma terra tem alma, Jerusalém é a alma da Terra de Israel".

Mas seu coração, a Cidade Velha murada, cercada por arame farpado, permaneceu fora de Israel como, durante certas cirurgias cardíacas, o coração do paciente f**a fora de seu corpo.

Por dezenove anos, Jerusalém - a verdadeira Jerusalém, a Cidade Velha - recuou em nossas orações. Como diz o salmo: "Se eu te esquecer, ó Jerusalém”.

Então, no 28º dia do mês hebraico de Iyar, no terceiro dia da Guerra dos Seis Dias, em 1967, enquanto o exército israelense estava combatendo o exército jordaniano depois de ter sido atacado, o comando israelense percebeu de repente que poderia ser possível recuperar a Cidade Velha.

E foi o que ocorreu. E neste dia celebramos o “Iom Ierushalaim”, o “Dia de Jerusalém”.

Morei oito anos lá e fui feliz em poder tantas vezes me conectar ao máximo naquelas pedras de Jerusalém! Pedras essas que são feitas de coração.

Andei diariamente pelas suas ruas de paralelepípedos onde o profeta proclamou: “Velhos homens e mulheres mais velhas habitarão mais uma vez nas ruas de Jerusalém ... e as praças da cidade estarão cheias de meninos e meninas brincando nas ruas”. [Zacarias 8: 4].

SIM, foi um presente dado por D"us: retorno do povo judeu a Jerusalém e o retorno de Jerusalém ao povo judeu!

Vamos comemorar?

Rav Sany

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