19/08/2026
Durante muito tempo, quando falávamos em inteligência, era comum pensar em uma coisa só: saber responder, memorizar, calcular, escrever bem.
Mas e se inteligência fosse muito maior do que isso?
Na década de 1980, Howard Gardner propôs uma mudança importante no modo como pensamos sobre inteligência: a ideia de que existem diferentes formas de compreender o mundo, resolver problemas, criar, se relacionar e aprender.
Não significa que cada pessoa tenha “um tipo” de inteligência.
Significa que podemos ser competentes de maneiras diferentes - e que uma mesma pessoa pode mobilizar diferentes formas de pensar em diferentes situações.
Foi esse olhar que começou a transformar também o nosso olhar na ATERA.
🤍 Porque, quando entendemos que não existe uma única maneira de ser inteligente, também começamos a questionar se existe uma única maneira de ensinar e aprender.
Nos próximos capítulos, vamos olhar mais de perto para essas diferentes possibilidades.
E talvez, ao final, você também comece a olhar para algumas pessoas - e para você mesmo - de um jeito diferente.
Porque inteligência não precisa caber em uma única definição.