E.P.A- Espaço Pedagógico e Psicopedagógico Alchimena

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Este Espaço tem serviços psicopedagógicos, reforço escolar,além de formação de professores em

O E.P.A surgiu de um sonho de prestar serviços educacionais de qualidade de forma individualizada ,dessa maneira sendo mais sensível as necessidades dos alunos ,traçando estratégias para ajudá-los tanto na Escola como no âmbito familiar e nesse percurso surgiu a oportunidade de formarmos uma parceria com a Faculdade São Braz ,juntamente com a mesma oferecemos cursos de aperfeiçoamento profissional

22/06/2026

Saber os sons das letras não é o mesmo que saber ler.
Muitas crianças reconhecem os sons isoladamente, mas ainda não conseguem uni-los para formar palavras. Isso não é falta de esforço, e sim uma habilidade que precisa ser desenvolvida.
Quando identificamos onde está a dificuldade, conseguimos oferecer uma intervenção mais eficiente e respeitar o processo de aprendizagem de cada criança.
Alfabetizar é ensinar o cérebro a transformar sons em significado.

Photos from E.P.A- Espaço Pedagógico e Psicopedagógico Alchimena's post 17/06/2026

Nem toda dificuldade de leitura acontece pelo mesmo motivo.
Algumas crianças ainda estão descobrindo que as letras representam sons. Outras já conseguem ler palavras, mas fazem isso lentamente. Há também aquelas que leem com fluência, mas ainda encontram dificuldades para compreender o que foi lido.
A leitura é uma habilidade complexa e envolve diferentes etapas de desenvolvimento. Por isso, antes de oferecer mais atividades, é fundamental entender exatamente onde está a dificuldade.
Quando identificamos a habilidade que ainda precisa ser fortalecida, a intervenção se torna mais assertiva, respeitando o momento e as necessidades de cada criança.
O objetivo não é apenas fazer a criança ler mais, mas ajudá-la a ler melhor, compreender e utilizar a leitura como ferramenta para aprender e se desenvolver.
Cada criança tem seu ritmo. O importante é compreender o processo e oferecer os estímulos adequados para que ela avance com segurança.

16/06/2026

Isso acontece porque ler não é apenas reconhecer palavras. Para compreender um texto, o cérebro precisa relacionar informações, fazer inferências, ativar conhecimentos prévios e construir significado a partir daquilo que foi lido.
Por isso, uma boa leitura vai além da fluência.
Fazer perguntas, conversar sobre a história e incentivar a criança a explicar o que entendeu são estratégias simples que ajudam a desenvolver a compreensão leitora.
Afinal, o objetivo da leitura não é apenas transformar letras em sons, mas transformar palavras em significado.

14/06/2026

"Meu filho lê bem, mas não entende o que leu."
Essa é uma das dúvidas mais frequentes que recebo no consultório.
Muitas vezes, a criança consegue ler as palavras com fluência, respeita a pontuação e até parece uma boa leitora. Porém, quando perguntamos sobre o texto, ela não consegue explicar o que aconteceu, identificar a ideia principal ou fazer relações entre as informações.
Isso acontece porque ler e compreender não são exatamente a mesma coisa.
A leitura envolve diferentes habilidades. Uma delas é a decodificação, ou seja, reconhecer letras, sílabas e palavras. Outra é a compreensão leitora, que permite construir significado, relacionar informações e interpretar aquilo que foi lido.
Por isso, uma criança pode apresentar uma boa leitura oral e, ainda assim, precisar de ajuda para compreender textos.
A boa notícia é que a compreensão também pode ser ensinada e estimulada.
Faça perguntas durante a leitura, converse sobre a história, incentive a criança a explicar com suas próprias palavras o que entendeu e a fazer previsões sobre o que pode acontecer a seguir.
O objetivo da leitura não é apenas transformar letras em sons.
O verdadeiro objetivo é transformar palavras em significado.

10/06/2026

Seu filho escreve tudo junto?
Palavras como "agentefoiaoparque" ou "porfavormeajuda" são exemplos de um fenômeno chamado hipossegmentação.
Isso acontece porque a criança ainda está desenvolvendo a capacidade de perceber que uma frase é formada por palavras separadas. Como, na fala, as palavras parecem formar uma sequência contínua, ela pode registrá-las na escrita exatamente da forma como as percebe auditivamente.
Essa habilidade está relacionada à Consciência de Palavras (Consciência Lexical), uma importante competência para o desenvolvimento da leitura e da escrita.
A boa notícia é que, com experiências de leitura, brincadeiras linguísticas e atividades que exploram a separação das palavras, essa habilidade pode ser fortalecida gradualmente.
Aprender a escrever vai muito além de conhecer letras e sons. Também envolve compreender como as palavras se organizam dentro da linguagem escrita.
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09/06/2026

ESCRITA ESPELHADA: DEVO ME PREOCUPAR?
Ver uma criança escrever letras ou números "ao contrário" costuma gerar dúvidas e preocupações. Mas você sabia que isso pode fazer parte do desenvolvimento normal da alfabetização?
Durante os primeiros anos de aprendizagem, o cérebro ainda está construindo uma habilidade muito complexa: compreender que, na leitura e na escrita, a posição das letras importa.
Por isso, inversões como b/d, p/q ou 6/9 podem acontecer, especialmente entre os 5 e 7 anos de idade.
O mais importante é observar a evolução da criança ao longo do tempo.
A escrita espelhada, isoladamente, não é sinal de dislexia ou de outro transtorno. Ela merece maior atenção quando persiste após a consolidação da alfabetização ou quando vem acompanhada de dificuldades importantes de leitura e escrita.
Cada erro traz informações valiosas sobre como o cérebro está aprendendo.
Muitas vezes, o que parece um problema é apenas o cérebro descobrindo que, para as letras, a direção faz toda a diferença.
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07/06/2026

Você já percebeu que muitas crianças confundem as letras B e D durante a alfabetização?
Embora isso preocupe algumas famílias, essa confusão pode fazer parte do processo de aprendizagem da leitura.
O cérebro humano foi desenvolvido para reconhecer objetos independentemente da posição em que aparecem. Um cachorro continua sendo um cachorro virado para a direita ou para a esquerda. Já na leitura, essa lógica não funciona: a posição das letras altera completamente seu significado.
Por isso, durante a alfabetização, o cérebro precisa aprender uma habilidade nova e bastante complexa: perceber que pequenas diferenças visuais fazem toda a diferença.
Com experiências de leitura, escrita, jogos e intervenções adequadas, essas conexões vão sendo fortalecidas gradualmente.
✨ Antes de interpretar um erro como falta de atenção ou desinteresse, vale lembrar que aprender a ler é um processo de construção.
A alfabetização não acontece de uma vez. Ela é resultado de muitas conexões que o cérebro vai formando ao longo do caminho.
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02/06/2026

Entre relatórios, livros, projetos, formações e muitos sonhos, sigo fazendo aquilo que escolhi como propósito: transformar caminhos de aprendizagem.
Ser psicopedagoga vai muito além de ensinar. É acolher histórias, acreditar em potencialidades, construir pontes e celebrar cada pequena conquista que, para alguém, pode representar uma grande vitória.
Que eu nunca perca a curiosidade para aprender, a sensibilidade para compreender e a coragem para continuar fazendo a diferença na vida das pessoas.

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Photos from E.P.A- Espaço Pedagógico e Psicopedagógico Alchimena's post 28/05/2026

Muita gente acredita que alfabetizar é começar pela sequência do alfabeto.
Mas hoje sabemos, através da neurociência e das evidências sobre aprendizagem, que o cérebro infantil aprende melhor quando primeiro compreende os sons da fala e a relação entre sons e letras.
Por isso, sons prolongáveis como /f/, /m/ e /s/ costumam ser mais acessíveis no início da alfabetização do que sons oclusivos como /b/, /p/ e /t/.
Alfabetizar vai muito além de decorar letras: envolve percepção auditiva, consciência fonológica, linguagem e desenvolvimento.
E isso não significa “não ensinar o alfabeto”, mas sim organizar uma sequência didática mais coerente com a forma como o cérebro aprende.
Você já conhecia essa diferença entre sons prolongáveis e oclusivos?

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